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quarta-feira, 3 de abril de 2019

Crítica do filme: "Shazam!"

Por Graça Paes, RJ


Com direção de David F. Sandberg, trilha sonora de Benjamin Wallfisch, o filme “Shazam!”, com 2h e 12 minutos de duração, estreia dia 4 de abril nos cinemas recomendado para maiores de 14 anos. 



O longa nos leva a crer que dentro de cada um de nós existe um super-herói e que só é preciso um pouco de magia para que ele ganhe vida, como é o caso de Billy Batson (Angel), que basta gritar a palavra SHAZAM! para que ele, que tem apenas 14 anos se transforme em um super-herói adulto. Mas, tudo isso se torna possível através de um mago. Assim como surge o vilão, Thaddeus Sivana (Mark Strong),que também sua história contada. Shazam! É um menino em sua essência que passa a ter um corpo de adulto através de Dom. Na versão Shazam!, adulto,  Billy Batson que nesta versão adulta se esbalda fazendo aquilo que qualquer adolescente faria com superpoderes, como se divertir com eles! Mas, será que ele é capaz de voar? Que tem visão de raio-X? Que consegue soltar raios pelas mãos? Ele agora poderá perder a prova de estudos sociais? Ao se descobrir super herói, Shazam começa a testar seus limites e suas habilidades com a despreocupação típica de um adolescente, mas ele precisará dominar estes poderes rapidamente para lutar contra as forças do mal controladas pelo Dr. Thaddeus Sivana (Strong).



O prologo do filme, cujo o objetivo é nos nortear em relação a história a ser contada, é um tanto quanto longo e minucioso demais, o que pode te entediar por uns 30 minutos. Mas, no decorrer do tempo que segue até completar 2h e 12 minutos de duração, o longa se desenvolve bem. 



Tecnicamente, o roteiro é bem fiel aos quadrinhos. O filme tem bons efeitos especiais, boa fotografia e é muito bem dirigido. É um mix de comédia e drama, com algumas cenas de suspense, e uma leve pegada de terror. 


O longa aborda temas bem interessantes como relação familiar, adoção, amizade, poder e bullying. 



Respeitem a classificação etária, realmente, o filme  não é recomendado a menores de 14 anos. 


A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 9. 









quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Crítica do filme: "Tudo por um Pop Star"

Por Graça Paes, RJ




Com direção de Bruno Garotti, o filme “Tudo por um Popstar” é baseado no livro de mesmo nome da escritora Thalita Rebouças e é protagonizado por Maisa Silva, Mel Maia e Klara Castanho. É um filme direcionado ao público adolescente com a pegada de Thalita Rebouças que também assina o roteiro para delírio de seus fãs. Estreia dia 11 de outubro nos cinemas. 


O livro, que já teve uma versão adaptada ao teatro, com bastante sucesso, agora nas telonas, promete levar muitos jovens ao cinema. 



“Tudo por um popstar” conta a história de três meninas, Gabi (Maísa Silva), Manu (Klara Castanho) e Ritinha (Mel Maia) que são fãs da banda Slavabody Disco Disco Boys. Elas moram no interior do Rio de Janeiro e querem ir ao show da banda na capital. (Toda pessoa que tem um ídolo e é capaz de fazer tudo por ele irá se identificar com Gabi, Manu e Ritinha). Então, para que elas possam ir a este show, cujos os ingressos já estão esgotados, elas são capazes de tudo e para tal. elas irão se meter em altas confusões e terão um apoio para lá de enrolado que é da prima de uma delas, Babette (Giovanna Lancellotti) e do Vlogueiro Bily Bold (Felipe Neto).


Talvez alguns adultos tenham dificuldade de entender este longa, mas certamente o publico teen irá se sentir representado e curtirá as peripécias das três meninas. 


Tecnicamente, o filme é bom. Tem uma boa trilha sonora, bom som, roteiro e fotografia compatíveis. E, o trio de protagonistas é encantador. 


A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 8.7. 

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Crítica do filme: Megatubarão

Por Graça Paes, RJ 



Com direção de Jon Turteltaub, produção de Belle Avery, Lorenzo di Bonaventura e Colin Wilson, o longa Megatubarão, baseado no best-seller "Meg" de Steve Alten, estrelado por Jason Statham, conhecido por filmes de ação, e em excelente forma física, estreia nos cinemas de todo Brasil dia 9 de agosto. 




O longa Megatubarão nos remete a uma estação de pesquisas submarinas e a fossa mais profunda do Oceano Pacífico, ainda não explorada, cheia de mistérios, onde a tripulação de um submarino que realiza pesquisas fica presa. No início do longa,  não se sabe o que atacou o submarino, mas aos poucos, a equipe passa a ter certeza de que é uma criatura do fundo do mar atacou a embarcação. 




Aos poucos também nos é revelado que se trata de um animal pré-histórico, que todos achavam estar extinto. É um tubarão que possui mais de 20 metros de comprimento, chamado de megalodonte ou tubarão branco-gigante. Foi uma espécie de tubarão gigante, que realmente existiu, que viveu entre nós 2,6 milhões de anos atrás, no período Mioceno no Oceano Pacífico.




Devido ao problema com o submarino, a estação de pesquisas está focada na tarefa de tirar estas pessoas das profundezas do oceano, e para tal contrata Jonas Taylor (Jason Statham), um mergulhador especializado em resgates deste tipo. E, para salvar os pesquisadores da área mais profunda do oceano, o ex-socorrista, que já se considerava aposentado, volta a ativa, ao ser convocado pelo oceanógrafo, Dr. Zhang (Winston Chao), e passa a trabalhar em conjunto com a pesquisadora Suyin (Li Bingbing), filha do oceanógrafo e pesquisadora, que acredita ter condições de traçar os destinos da operação.




Filmes com essa temática sempre são uma incógnita quanto ao gosto do publico. Mas, é fato que são mega produções que merecem nossa apreciação. A começar pelos bichanos utilizados nos longas, neste caso, possíveis pelo avanço da tecnologia.  




O "Megatubarão" dessa história foi criado em computador, após uma vasta pesquisa sobre a espécie. O que está na telona é um trabalho muito bem feito. 



Sobre as locações, como parte do financiamento do filme vem da China, e por esta questão, o cenário central desta história é a ilha chinesa de Hainan. Mas, o longa também teve filmagens no golfo de Hauraki e nos tanques de Auckland em Nova Zelândia. 




Analisando tecnicamente, a fotografia é excelente. O roteiro é bem escrito. Ele é uma mistura de ficção científica com pegadas de ação e uma leve pitada de romance e comédia que dão leveza ao que se assiste na telona.  Assim como a pureza de ter uma criança norteando esta história. A trilha sonora é básica. Já a maquiagem é muito bem feita, assim como os efeitos especiais e a arte. 




É um longa que te coloca para pensar. Mesmo o tema sendo sobre uma criatura, já tão explorada na telona, que é o tubarão, desta vez, sendo um megatubarão, e de seus ataques ou possíveis ataques, que sempre levam mocinhos e mocinhas ao desespero, este filme, especificamente, te fará refletir sobre alguns temas bem relevantes e atuais, como: empoderamento, investimento, poder, avanços tecnológicos, empatia, amizade, família, profissionalismo, saber ouvir, os mistérios que cercam o mar e os oceanos, entre outros. 




Não vou dar spoiler. Mas, classifico o filme como bom. Daquele que dá para você assistir sozinho, com amigos ou em família. Fique tranquilo, que o diretor Jon Turteltaub não explora o desespero nesta história e nem explora ataques sanguinários. Todas as ações do longa são bem dosadas. Você irá mais sorrir do que se assustar. Vale a pena assistir. 




A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 8, 5. 



quinta-feira, 12 de julho de 2018

Crítica do filme: Todo Dia


Por Graça Paes, RJ

Uma fábula contemporânea que nos mostra que o amor não tem forma e nem barreiras



Com direção de Michael Sucsy e trilha sonora de Elliot Wheeler, o filme é uma adaptação do livro, homônimo, de David Levithan. Em nos conta a história de um rapaz chamado A que tem o incrível poder de acordar todos os dias em um corpo diferente, independente de gênero, cor ou idade. Ele se adapta diariamente a um novo corpo, família e estilo de vida. Essa rotina só tem uma alteração quando ele acorda no corpo de Justin e acaba se apaixonando pela namorada do rapaz, a jovem Rhiannon (Angourie Rice). O longa tem uma bela fotografia, é bem produzido, bem roteirizado e tem uma boa trilha sonora. É um romance teen só que em forma de uma fábula moderna.  




O personagem principal desta história se chama A, e apenas A, uma letra. Já que a cada dia ele é uma nova pessoa, apenas uma letra o descreve. Bom, A, acorda a cada dia em um corpo diferente, mas sempre com a mesma idade. As trocas de corpo sempre acontecem no mesmo bairro e entre um núcleo próximo. Podendo ser qualquer pessoa, mas nunca retornando ao mesmo corpo. 




No longa, após 16 anos vivendo desta forma, A, já está adaptado a esta realidade, mas este cenário sofre uma alteração quando A entra na vida de Rhiannon. Desde que o jovem passa 24 horas sendo o namorado dela que os dois se envolvem e sentem uma conexão incomparável, Rhiannon e A fazem de tudo e criam estratégias para se encontrarem todos os dias, sem saber em que corpo ou família A acordará e as surpresas que isso poderá reservar. Quanto mais os dois se apaixonam, mais as realidades de amar alguém que é uma pessoa diferente a cada 24 horas os afeta, levando o casal a enfrentar a decisão mais difícil que eles já tiveram que tomar. E, que você só saberá assistindo o filme. 




A é interpretado por vários atores diferentes, como Justice Smith (The Get Down), Lucas Jade Zumann (A Entidade 2) e Katie Douglas. Rhiannon será vivida por Angourie Rice de “Dois Caras Legais“.




O filme nos leva a muitas reflexões entre elas que o amor não tem forma e nem barreiras. É uma excelente história para ver a dois ou ver em família. As abordagens da trama se fazem necessárias na sociedade atual.



A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 9.

O filme já está nos cinemas.





terça-feira, 18 de outubro de 2011

O CÉU SOBRE OS OMBROS

Filme inova com campanha de divulgação on-line


Com lançamento nacional em 11 de novembro, O Céu Sobre os Ombros antes mesmo de estar nas telas, já ganha vida pela web. Em uma iniciativa multiplataforma da distribuidora Vitrine Filmes.  No roteiro, os personagens principais se expõem em blogs pessoais, complementando e enriquecendo periodicamente vídeos com cenas originais que não estão no filme, e nos ajudam a entender melhor quem são eles, quais seus medos e desejos, e como levam sobre os ombros o céu em seus cotidianos tão peculiares.


Um dos personagens, Everlyn é uma transexual que fez mestrado sobre os diários de um hermafrodita do século XIX, vive entre a prostituição e os cursos de sexualidade nos quais é professora. Murari é um devoto da religião Hare Krishna e do time de futebol do Atlético Mineiro, líder de torcida organizada, atendente de telemarketing e lutador de Muay Thai. Já Lwei nunca trabalhou na vida, nasceu na África, tem um filho deficiente, e escreve vários livros ao mesmo tempo, sem nunca ter chegado à conclusão de nenhum.



O Céu sobre os Ombros, dirigido por Sérgio Borges, é um filme que trata da solidão e das dificuldades da vida humana, mas também trata de como os homens criam suas saídas, suas respostas às dificuldades, sua felicidade.



Everlyn, Murari e Lwei blogam, postam fotos, twittam e comentam o que o público diz sobre suas ideias, exposições e confissões.


Assista aos videos inéditos, converse com os personagens em seus blogs, e saiba mais sobre o filme em: www.oceusobreosombros.com

Receba atualizações sobre novos vídeos e textos, curta a página no facebook:  https://www.facebook.com/oceusobreosombros

Siga O Céu sobre os Ombros: www.twitter.com/oceusobre

SOBRE O FILME

Ícone da nova geração do cinema brasileiro, O Céu Sobre os Ombros, foi realizado pelo coletivo Teia, que traduz um novo espírito e estilo de se fazer cinema, com novas formas narrativas, captação digital e equipes reduzidas, onde os colaboradores do processo criativo são também diretores de cinema, que se revezam nas funções e nos processos de desenvolvimento dos filmes. Estes cineastas estão antenados no jovem cinema contemporâneo mundial e conectados por meio da internet e festivais, criando assim, uma rede nacional de colaboração e troca de ideias. Algumas vezes, se agregam em núcleos locais (coletivos e produtoras), como é o caso da Teia. São os filmes desses cineastas que tem representado o Brasil nos principais festivais de cinema do mundo e O Céu Sobre os Ombros é um deles. O filme ganhou os prêmios de melhor filme, melhor direção, melhor montagem, melhor roteiro e o prêmio especial do júri para o elenco na edição de 2010 do Festival de Brasília.





FICHA TÉCNICA

O Céu Sobre os Ombros

71min
35mm
cor
2010

Direção: Sérgio Borges

Elenco: Everlyn Barbin, Edjucu Moio, Murari Krishna e Grace Passô

Produzido por: Helvécio Marins Jr., Sérgio Borges , Luana Melgaço e Felipe Duarte

Produtora Associada: Primo Filmes

Produção Executiva: Luana Melgaço

Direção: Sérgio Borges

Fotografia: Ivo Lopes Araújo

Montagem: Ricardo Pretti

Roteiro: Manuela Dias e Sérgio Borges

sábado, 29 de maio de 2010

Famosas conferem première de "Sex and City 2" no Rio



Na noite desta quinta, 27, apesar dos holofotes no Rio de Janeiro estarem voltados para o Fashion Rio, os cliques se dividiram e muitas celebridades compareceram em massa a pré-estreia do filme "Sex and the City 2, no Shopping Leblon, Zona Sul da cidade.






As atrizes Cléo Pires, Fernanda Paes Leme, Débora Seco, Letícia Birkheur, Mariana Rios, Samara Felipo, Nívea Stelman, Juliana Boeller, Fernanda de Freitas, Suzana Pires, a jornalista Ana Paula Padrão, a jornalista Ana Paula Padrão, as humoristas Fabiana Karla e Ingrid Guimarães, entre outras foram prestigiar o longa.





Na platéia masculina estavam presentes o fotógrafo e maquiador Fernando Torquato, o ator Jorge Pontual e o ex-jogador de futebol Zico, que foi acompanhado da família. As atrizes Thaíssa Carvalho, Larissa Maciel e Juliana Silveira curtiram as passarelas do evento de moda no Cais do Porto no fim da tarde e, à noite foram conferir as travessuras das quatro amigas inseparáveis de Nova York.




Da platéia composta por famosos uma das mais animadas era a atriz Débora Secco, que confessou a imprensa que é fã da série e que se identifica muito com a personagem Carrie, interpretada por Sarah Jessica Parker.


Fotos: Graça Paes/ Ag. Zapp News

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Uma comédia fora de série




Um típico casal norte-americano, com uma vidinha pacata e uma crise de marasmo no casamento, resolve sair da rotina. Tudo bem natural, se não fosse o fato da dupla deixar seus costumes suburbanos para trás, por uma noitada no centro de Nova York. Este é pontapé inicial do longa “Uma noite fora de série” que estréia, nesta sexta, 9 de abril, nos cinemas.




O filme conta com a bela atuação de Steve Carell (Phil) e Tina Fey (Clara), dois grandes nomes do humor na atualidade, como o casal de protagonistas e de outros nomes conhecidos do grande público, como Mark Wahlberg que interpreta um musculoso agente secreto, para deleite do público feminino. Além de humor no início ao fim, a comédia apresenta belas cenas de perseguição.





quinta-feira, 25 de março de 2010

Os homens que encaravam cabras


Clooney e McGregor em um das cenas do filme/ Divulgação
Um repórter é capaz de tudo para escrever uma boa história? Esse é o enredo do filme “Os homens que encaravam cabras”, do diretor Grant Heslov com George Clooney, Ewan Mc Gregor, Kevin Spacey e Jeff Bridges, (que ganhou o Oscar de Melhor Ator por sua atuação em Coração Louco), que estréia nesta sexta, 26, nos cinemas.

O filme retrata a viagem do jornalista Bob Wilton (Ewan McGregor) que encontra o paranormal Lyn Cassady (George Clooney), uma figura misteriosa que afirma fazer parte de uma unidade experimental do exército norte-americano. Segundo Cassady, o Exército da Nova Era está mudando a maneira como se lutam as guerras. Nesta ala, “Monges Guerreiros” com poderes paranormais conseguem ler a mente do inimigo, atravessar paredes e até mesmo matar uma cabra com um simples olhar. Como o criador do programa, Bill Django (Jeff Bridges) desaparece, a missão de Cassady é encontrá-lo e o repórter Bob decide acompanhá-lo nesta aventura, onde tudo pode acontecer.


quinta-feira, 11 de março de 2010

Jornalistas conferem sessão de Ilha do medo na Paramount do Rio

Cena do filme / Paramount Pictures

No início da noite desta terça-feira (9), ocorreu uma sessão especial do filme “Ilha do Medo” para a imprensa. Cerca de 50 jornalistas lotaram a cabine da Paramount Pictures Brasil, na região central do Rio. A película dirigida por Martin Scorsese, e que traz Leonardo DiCaprio como protagonista, entra em cartaz nesta sexta-feira, dia 12, em todo o Brasil.

O filme retrata o ano de 1954, no auge da Guerra Fria, onde o detetive americano Teddy Daniels, vivido por Leonardo DiCaprio, investiga o desaparecimento de uma paciente no Shutter Island Ashecliffe Hospital, em Boston. No local ele descobre que os médicos realizam experiências radicais com os pacientes, envolvendo métodos ilegais e anti-éticos. Teddy, então começa a buscar mais informações, porém enfrenta a resistência dos médicos em lhe fornecer os arquivos que possam permitir que o caso seja aberto. Então, o detetive começa a perceber que, quanto mais se aprofunda na investigação mais é forçado a encarar alguns de seus piores temores, o medo.

O procedimento de exibições antecipadas de filmes, em cabines, quer para jornalistas, quer para convidados, tem por objetivo reduzir os riscos de cópia não autorizada da obra.