quinta-feira, 30 de abril de 2026

Crítica do filme: “O Diabo veste Prada 2”

Por Graça Paes, RJ

O longa “O Diabo Veste Prada 2” chega expandindo o universo já consagrado do primeiro filme enquanto mergulha em temas contemporâneos com sensibilidade e inteligência. Sob a direção de David Frankel e com roteiro afiado de Aline Brosh McKenna, a narrativa elegante e surpreendentemente evolui para além dos bastidores da moda e se transforma em um retrato das transformações profundas no mercado editorial e jornalístico.

O filme acerta ao incorporar o declínio da mídia impressa como pano de fundo dramático. A iminente aposentadoria de Miranda Priestly não representa apenas o fim de uma era pessoal, mas simboliza o fechamento de inúmeros veículos tradicionais que já não conseguem competir com o ritmo acelerado do mundo digital. Essa camada traz um tom melancólico, mas também reflexivo, convidando o público a pensar sobre o valor da curadoria, da autoridade editorial e da adaptação em tempos de mudança.


Ao mesmo tempo, a obra celebra as transformações no mundo da moda, especialmente no que diz respeito à inclusão. As passarelas e campanhas agora refletem uma diversidade de corpos e identidades, mostrando que o conceito de beleza está, finalmente, se expandindo. Essa evolução é tratada com naturalidade e elegância, sem perder o glamour característico da franquia.

No centro da trama, a disputa entre Miranda Priestly e Emily Charlton é simplesmente magnética. Emily, agora uma executiva poderosa, surge como uma adversária à altura — ambiciosa, estratégica e marcada por sua própria trajetória de crescimento. A relação entre as duas é carregada de tensão, respeito e rivalidade, oferecendo alguns dos momentos mais eletrizantes do filme. A batalha pela publicidade, em meio ao colapso da mídia impressa, funciona como um campo de guerra sofisticado onde inteligência e influência são as armas principais.

Mas ‘O Diabo Veste Prada 2’ não é apenas sobre poder e competição. O longa também explora temas como lealdade, amizade e ambição com maturidade. As personagens enfrentam escolhas difíceis, onde sucesso profissional e relações pessoais frequentemente entram em conflito, tornando a narrativa emocionalmente envolvente.


Visualmente, o filme é deslumbrante. A fotografia é refinada, com composições que valorizam tanto o luxo da moda quanto a frieza dos ambientes corporativos. As cenas são cuidadosamente construídas e carregadas de estilo, garantindo momentos icônicos que certamente serão revisitados e celebrados no futuro, assim como no filme original.

Com o retorno do elenco, incluindo Meryl Streep, Anne Hathaway, Emily Blunt e Stanley Tucci, o filme mantém a química e o carisma que conquistaram o público, ao mesmo tempo em que apresenta uma história mais madura e alinhada com os desafios do presente.

“O Diabo Veste Prada 2” não é apenas uma sequência digna: é uma evolução necessária. Um filme que entretém, encanta e, acima de tudo, provoca reflexão sobre um mundo em constante transformação.

A Agência Zapp News já assistiu e te convida a colocar seu melhor look e correr para a sala de cinema mais próxima. Nossa nota é DEZ. 


quarta-feira, 29 de abril de 2026

“BELA LX-404” é indicado ao Prêmio Grande Otelo

O filme celebra o legado eterno de Léa Garcia

Por Graça Paes, RJ

O curta-metragem “BELA LX-404”, dirigido por Luiza Botelho, foi indicado ao Prêmio Grande Otelo do Cinema Brasileiro. Organizado pela Academia Brasileira de Cinema, o prêmio é a honraria máxima do setor no país. Nesta edição, a indicação ganha um contorno de profunda homenagem ao celebrar a atuação de Léa Garcia (1933–2023) em seu último e icônico papel no cinema.


A indicação reforça a trajetória de prestígio da obra, que já acumulou sete prêmios internacionais e nacionais, incluindo o de Melhor Curta de Ficção no Pan African Film Festival (PAFF) 2025, em Los Angeles, festival qualificador para o Oscar, e o prêmio de Melhor Final de Roteiro no FRAPA.



Léa Garcia: A Eternidade através da Tela

Falar de “BELA LX-404” é falar da genialidade de Léa Garcia. No filme, a veterana, que faleceu em agosto de 2023 aos 90 anos, em Gramado, interpreta uma robô entregue por engano ao ranzinza Seu William (Thiago Justino), que esperava uma "robô jovem" (Raiza Noah).


A indicação ao Grande Otelo coloca Léa novamente no centro do reconhecimento da classe cinematográfica, lugar que ocupou com maestria por mais de sete décadas. Vencedora de três estatuetas do Grande Otelo ao longo da carreira e a primeira atriz brasileira indicada ao prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cannes (1957) por Orfeu Negro, Léa se eterniza nesta obra ao subverter as expectativas do público com humor, genialidade e uma presença de tela inigualável.


"O cinema é sobre honrar a memória dos artistas que ajudaram a consolidar nossa história. Mas também é sobre confrontar estereótipos, extrapolar os limites da realidade e expor as questões sociais que permeiam a nossa sociedade desejante sensibilidade ao abordar desejo e etarismo, o filme “Bela LX-404” é o vencedor de melhor final. E por conta deste divertido curta, uma das últimas imagens que temos gravada da consagrada atriz, Léa Garcia, é dela como uma mulher desejante e desejada." — Declaração do Júri do FRAPA.



Sobre o Filme e a Direção

Com uma narrativa que mescla ficção científica e crônica social, o filme aborda solidão e preconceito de forma perspicaz. Além de Léa Garcia e Thiago Justino, o elenco conta com a participação de Raiza Noah, trazendo camadas de diversidade e contemporaneidade à trama.


"Ter a Dona Léa em 'BELA LX-404' foi um presente para a nossa equipe. Essa indicação ao Grande Otelo não é apenas sobre um filme, é sobre honrar a mulher que abriu caminhos e que, agora é eternizada como uma robô magnética e surpreendente", afirma a diretora Luiza Botelho.


A diretora e roteirista Luiza Botelho, formada pela Universidade do Arizona (EUA) e fundadora da Vuyazi Filmes, consolida-se como uma das vozes potentes da nova geração. Com um currículo que inclui produções para a BBC em Nova York e colaborações em projetos de nomes como Joel Zito Araújo, Luiza utiliza o gênero da ficção para pautar conexões humanas universais e urgentes.



O Prêmio Grande Otelo

Conhecido como o "Oscar Brasileiro", o prêmio é único por ser organizado e votado pelos próprios profissionais da indústria. O processo, auditado pela PwC, celebra a qualidade técnica e artística, servindo como o maior termômetro da excelência e da confraternização do cinema nacional.



Serviço: 

Filme: BELA LX-404

Direção: Luiza Botelho

Elenco Principal: Léa Garcia, Thiago Justino e Raiza Noah

Indicação: Melhor Curta-Metragem de Ficção – Prêmio Grande Otelo 2026



Sinopse:

No filme, Seu William (Thiago Justino), um senhor ranzinza e solitário, compra pela internet um robô-esposa após assistir a um infomercial na madrugada. Esperando uma jovem atraente, ele se surpreende ao receber Bela LX-404, um robô interpretado por Léa Garcia, que desafia suas expectativas. Enquanto tenta devolvê-la, eventos inesperados envolvem o protagonista, o robô Bela e o porteiro trans do prédio, Zezinho (Henrique Bulhões), em uma narrativa que mistura humor e reflexão sobre as relações humanas.



Ficha Técnica:

Produção: Vuyazi Filmes

Distribuidora: Formatinhos

Produção Executiva: Luiza Botelho e Fernanda Loubach

Direção: Luiza Botelho

Roteirista: Luiza Botelho

Elenco: Léa Garcia, Thiago Justino, Henrique Bulhões, RAIZA NOAH, IAN BRAGA, MATHEUS MARTINS, CELENA FERREIRA, ANDRE CELANT e Fernanda Loubach

Direção de Fotografia: Bacco Andrade

Direção de Arte: Vini Mesquita e Gabriel Paredes 

Trilha Sonora Original: Mbé e Leyblack

Montagem: Felipe Bibian

Desenho de Som: Guilherme Farkas e Ernesto Sena



Trailer: https://vimeo.com/1012137614 



Contato para Imprensa, informações ou solicitação de entrevistas com o elenco e a equipe, Luiza Botelho: luiza.b.almeida@gmail.com

segunda-feira, 27 de abril de 2026

Encerram as gravações de 'Maravilha!', filme de humor dos Estúdios Globo com Fafá de Belém e participação de Gaby Amarantos e Milton Cunha

 Por Graça Paes, RJ

Marcus Majella, Fafá de Belém, Thais Pontes, Gaby Amarantos, Marcus Majella, Igor Fortunato, Renata Andrade e Pedro Brenelli (Globo/Angelica Goudinho)


As gravações do novo longa do Núcleo de Filmes dos Estúdios Globo terminaram este mês. Nos últimos dias, elenco e equipe de 'Maravilha!' se reuniram em locações do Rio de Janeiro e de Belém, capital do Pará, para captar a essência da comédia que mostra a força do tecnobrega e aborda temas como identidade, autenticidade e o valor dos encontros que se dão pela vida.  

 

Marcus Majella, Renata Andrade, Milton Cunha, Thais Pontes e Pedro Brenelli (Globo/Angelica Goudinho)

Numa parceria inédita entre as autoras Renata Andrade e Thais Pontes com o diretor artístico Pedro Brenelli, a trama mostra a inesperada troca de lugar entre Paulinho Maravilha (Marcus Majella), grande astro da música paraense, com Jota (Marcus Majella), motorista de aplicativo carioca. Os dois têm a aparência idêntica, mas personalidades completamente diferentes, e se esbarram justamente no momento em que um mais precisa do outro. O filme conta com Fafá de Belém no elenco e a participação especial de Gaby Amarantos e Milton Cunha.  

  

Criado e produzido pelo Núcleo de Filmes dos Estúdios Globo, 'Maravilha!' é escrito por Renata Andrade e Thais Pontes. O filme tem direção artística de Pedro Brenelli, produção de Mariana Pinheiro e a supervisão artística de Patrícia Pedrosa. 

quinta-feira, 23 de abril de 2026

Crítica do filme: "Papagaios"

Por Graça Paes, RJ

"Papagaios” chega aos cinemas no dia 23 de abril. É um suspense brasileiro que prende, provoca e surpreende. Com argumento e roteiro assinados por Humberto Carrão e Douglas Soares, que também dirige o longa, o filme é uma produção da Glaz Entretenimento e Meus Russos, e já dá sinais de que não veio para passar despercebido.


Estrelado por um elenco de peso, com Gero Camilo, Ruan Aguiar, Leo Jaime, Angela Paz, Babi Xavier, Ernesto Piccolo, Eduardo Grillo e Claudete Troiano, o filme mergulha em um tema extremamente atual: a busca desenfreada pela visibilidade. Mas na obra, o brilho da fama não é glamourizado, ele é exposto com suas consequências, seus atalhos perigosos e sua capacidade de seduzir até quem acredita estar no controle.

Ambientado na periferia do Rio de Janeiro, mais precisamente em Curicica, na Zona Sudoeste, “Papagaios” apresenta a história de Tunico (Gero Camilo), um típico “papagaio de pirata” que vive à sombra dos holofotes, e que após um acidente, cruza o caminho do sedutor Beto (Ruan Aguiar), um jovem misterioso, magnético e obcecado por aparecer, custe o que custar. A partir daí, a relação dos dois se transforma em uma espiral intensa, sombria e perigosa, onde ambição e manipulação caminham lado a lado.

O longa é uma obra nacional que foge do óbvio e entrega um conjunto poderoso: roteiro afiado, montagem envolvente, trilha sonora marcante, efeitos bem executados e atuações que elevam a tensão a cada cena. É aquele tipo de filme que começa bem… e só melhora.

E não é exagero dizer que “Papagaios” já nasceu premiado. O filme arrebatou o 53º Festival de Cinema de Gramado, integrando a mostra competitiva de longas brasileiros e conquistou quatro Kikitos: Melhor Filme pelo Júri Popular, Melhor Ator (Gero Camilo), Melhor Direção de Arte e Melhor Desenho de Som, um reconhecimento que comprova a força da produção.

Vale um destaque absoluto para a estreia de Ruan Aguiar no cinema. Ele chega às telonas com muita presença cênica e entrega impressionante. E a parceria com Gero Camilo é gigante, eletrizante, espetacular. Anotem esse nome: Ruan Aguiar, ainda vamos ler e ouvir muita coisa sobre ele. 

É um longa nacional que foge ao esteriótipo. É fora da curva. Foi pensado e é bem executado. Tem suspense, comédia, samba e alma do carioca. 


"Papagaios" nos leva a muitas reflexões, entre elas: Vale tudo pela fama? Vale tudo por dinheiro? Como saber até que ponto, eu posso confiar numa pessoa? 


Corram para os cinemas, o filme deve ficar em cartaz até o dia 29 de abril. 

A Agência Zapp News já assistiu, e nossa nota é DEZ. 🎬




quarta-feira, 22 de abril de 2026

Crítica do filme| “MICHAEL”: um espetáculo emocionante e grandioso, digno do Rei do Pop

Por Graça Paes, RJ

"Michael" é a cinebiografia oficial de Michael Jackson, dirigida por Antoine Fuqua ("O Protetor") e produzida por Graham King (produtor de "Bohemian Rhapsody"), com a produção executiva dos gestores do espólio de Michael Jackson. E estreia no Brasil em 23 de abril de 2026, mas já tem sessões antecipadas rolando desde o dia 21. 


O filme biográfico retrata a história do superstar Michael Jackson, desde o Jackson 5 até o artista visionário cuja ambição criativa alimentou uma busca implacável para se tornar o maior artista do mundo.

Bora falar de ‘Michael’!

Poucos artistas na história da música conseguiram atravessar gerações, culturas e fronteiras como Michael Jackson. E é exatamente essa dimensão, humana, artística e quase sobrenatural, que o filme “Michael” entrega ao público com emoção, respeito e uma grandiosidade à altura do maior astro pop de todos os tempos.


A cinebiografia oficial, dirigida por Antoine Fuqua (“O Protetor”) e produzida por Graham King (o mesmo produtor de “Bohemian Rhapsody”), chega aos cinemas brasileiros no dia 23 de abril de 2026, com sessões antecipadas já acontecendo desde 21 de abril, e desde já se consolida como um dos filmes mais aguardados, e mais impactantes, dos últimos anos.


“Michael” não é apenas um filme biográfico. É uma verdadeira viagem no tempo. É como abrir um álbum de memórias mundial e reencontrar momentos que marcaram não apenas a trajetória do artista, mas também a vida de milhões de fãs.


O longa retrata a história do superstar desde o Jackson 5, ainda na infância, até o artista visionário e incansável que revolucionou a música, a dança e a estética pop global. A narrativa é conduzida de forma envolvente e respeitosa, mostrando a evolução de um menino prodígio que se transformou em um fenômeno ímpar, único, sem igual.  repetido.


E é impossível assistir sem se emocionar. Prepare os lencinhos: o filme é carregado de sentimento, não por exagero dramático, mas por fidelidade ao que Michael representava. Ele era luz, talento, entrega e um tipo raro de magia que só os grandes possuem. Michael não apenas cantava e dançava, ele hipnotizava, inspirava e tocava as pessoas com uma sensibilidade única.

O elenco é digno de aplausos. Jaafar Jackson, sobrinho do astro, interpreta Michael adulto e simplesmente surpreende: ele não atua como Michael Jackson… ele se torna Michael. A entrega corporal, os gestos, o olhar, o modo de andar e a presença de palco fazem dele uma verdadeira personificação do Rei do Pop. Um trabalho que já nasce com cara de premiação e que certamente será lembrado na temporada do Oscar.


Na infância, Juliano Krue Valdi também emociona ao mostrar o início de uma trajetória marcada por talento, pressão e genialidade precoce. O filme acerta em cheio ao destacar como aquele pequeno Michael foi moldado por acontecimentos e desafios que, ao mesmo tempo em que o endureceram, também o impulsionaram para a imortalidade artística.


O elenco como um todo é um grande destaque, como Nia Long que interpreta Katherine Jackson com delicadeza e firmeza; Colman Domingo, como Joe Jackson, entrega uma atuação marcante e intensa; Miles Teller, como John Branca, traz equilíbrio ao universo jurídico e profissional; e Kat Graham, como Diana Ross, que adiciona brilho e presença ao enredo.


Além disso, os atores que interpretam os Jackson 5, em suas fases jovem e adulta,  dão um show de autenticidade, recriando com energia e carisma a era que lançou Michael ao mundo: Tito Jackson (Judah Edwards e Rhyan Hill), Marlon Jackson (Jaylen Lyndon Hunter e Tre Horton), Jackie Jackson (Nathaniel Logan McIntyre e Joseph David-Jones), Jermaine Jackson (Jayden Harville e Jamal R. Henderson).


A direção de Fuqua é precisa e sensível. O filme tem ritmo, tem alma e tem uma estética visual que conversa com a grandiosidade de Michael. A trilha sonora, obviamente, dispensa comentários: é impossível ouvir aqueles clássicos sem sentir o peso histórico e emocional do que foi construído.

“Michael” mostra um artista que parecia viver em contradição: um menino em corpo de adulto, um ser frágil e ao mesmo tempo gigante, um coração enorme carregando o mundo nos ombros. E é nessa complexidade que o filme brilha, ao apresentar não só o mito, mas também o ser humano por trás da lenda, o “Michael”. 


O resultado é um filme cuidadosamente pensado, construído com amor e respeito, onde cada cena parece carregada do carinho que os fãs sempre tiveram por Michael Jackson. É uma obra que emociona, inspira e faz lembrar o quanto ele foi,  e sempre será, incomparável.


E pode anotar: “Michael” vem forte para as grandes premiações, especialmente pelo desempenho impressionante de Jaafar Jackson.


No fim, a sensação é de ter assistido não apenas a um filme, mas a um evento.

A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 10. É uma obra magnífica.

E um pequeno spoiler (bem pequeno): há tanta história para contar… que essa saga ainda não terminou.






quarta-feira, 15 de abril de 2026

“Zico, o Samurai de Quintino” tem pré-estreia no Rio e transforma cinema em estádio de futebol

Por Graça Paes, RJ

O documentário sobre a trajetória de um dos maiores nomes da história do futebol brasileiro chega aos cinemas de todo o país no dia 30 de abril.

Bandeiras, cantos e muita vibração tomaram conta das salas na pré-estreia de “Zico, o Samurai de Quintino”, realizada na noite de terça-feira, dia (14/04), no Cinemark Downtown, na Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro. 

O evento contou com a presença de Zico, do diretor João Wainer e dos produtores do longa, além de torcedores organizados como Raça Rubro-Negra e Urubuzada, que deram ao ambiente clima de estádio. Também marcaram presença nomes como Regiane Alves, Augusto Madeira, Paulinho Gogó, Caio Manhente, Evandro Mesquita, Douglas Silva e Kadu Moliterno.

Com estreia nacional marcada para 30 de abril, o filme revisita momentos marcantes da carreira de Zico, incluindo gols históricos, conquistas importantes e episódios pouco conhecidos. A produção também aborda os desafios enfrentados pelo craque ao se transferir para o Japão e a construção de um legado que atravessa gerações.


Durante a exibição na capital carioca, Zico destacou a emoção de rever sua própria trajetória retratada na tela, por meio de depoimentos, histórias inéditas e passagens emblemáticas vividas no Brasil e no exterior.


“Fico muito feliz e honrado em ver minha história sendo contada dessa forma, desde quando comecei no futebol, ainda aos 14 anos, até tudo o que vivi dentro e fora de campo. É um filme que fala não só da minha carreira, mas também da minha trajetória de vida. Espero que o público goste, se emocione e também se divirta”, afirmou.


Ao falar com torcedores presentes, o ídolo ressaltou a importância do momento. “Queria agradecer de coração. Vocês sabem o quanto eu sou rubro-negro, então é muito especial dividir isso com vocês. Esse é um filme feito com muito carinho, amor e dedicação por todos que acreditaram no projeto, e isso nos proporcionou momentos de grande emoção”, disse.


O diretor João Wainer destacou que o documentário vai além do futebol e busca evidenciar o exemplo deixado por Zico. “Mais do que contar a história de um jogador, quisemos mostrar o legado dele fora de campo — sua postura, seus valores e a maneira como encara o esporte e a vida. O futebol e o mundo precisam de mais referências como ele”, afirmou.


A produção reúne ainda um amplo acervo pessoal do ex-jogador, com fitas VHS, registros em Super-8 e itens históricos, como a camisa 10 usada na final do Mundial de 1981 e um caderno com anotações detalhadas de gols ao longo da carreira.


Produzido pela Vudoo Filmes e Guará Entretenimento, o longa é uma coprodução da Globo Filmes, SporTV, Pontos de Fuga e Investimage, com distribuição da Downtown Filmes e codistribuição da RioFilme.



Sinopse
O documentário apresenta um olhar original sobre a vida e a carreira de Arthur Antunes Coimbra, o Zico, explorando diferentes dimensões de sua personalidade. A partir de um acervo pessoal inédito, o filme costura histórias e personagens de sua trajetória como ídolo do Flamengo, da Seleção Brasileira e do futebol japonês.

Com participações de Ronaldo Fenômeno, Maestro Júnior, amigos e familiares, a narrativa revela aspectos íntimos do craque e conduz o público a um encontro com o chamado “Spirit of Zico” — uma identidade singular, construída no subúrbio carioca e marcada por disciplina e valores que encontraram forte conexão com a cultura japonesa em sua fase internacional.


Ficha Técnica 

Dirigido Por: João Wainer 

Produzido Por: André Wainer, Bruno Tinoco, Gabriel Wainer, Luiz Porto, Pedro Curi 

Produtores Associados: Bruno Wainer, Raul Schmidt, Nathalie Felippe 

Produção Executiva: André Wainer, Camila Villas Boas, Luiz Porto 

Diretor De Arte: Claudio Amaral Peixoto 

Roteiro: Thiago Iacocca 

Montagem: André Felipe Silva e João Wainer 

 

Assista o trailer:


segunda-feira, 6 de abril de 2026

Netflix lança globalmente novo aplicativo e expande oferta de entretenimento infantil

Por Graça Paes, RJ

Com forte curadoria e recursos avançados de controle parental, o Parquinho Netflix já está disponível nos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Austrália, Filipinas e Nova Zelândia. No Brasil, o lançamento acontece no dia 28 de abril, trazendo experiências pensadas para diferentes fases da infância.

Divulgação/ Netflix


A Netflix amplia seu portfólio infantil com o Parquinho Netflix, um aplicativo voltado para crianças de até 8 anos que reúne jogos, séries inéditas, novas temporadas e episódios extras de títulos já conhecidos pelo público infantil. A proposta combina diversão, aprendizado e interatividade, reforçando o investimento da plataforma em oferecer experiências cada vez mais completas para toda a família.


O app será incluído em todos os planos de assinatura, sem custo adicional, anúncios ou compras internas. Com navegação intuitiva e ambiente seguro, integrado aos sistemas de controle parental da Netflix, o Parquinho reúne personagens e universos queridos pelas crianças, incentivando atividades que estimulam criatividade, cooperação e imaginação.


Disponível para celular e tablet, o acesso é feito com a conta da Netflix, permitindo o uso tanto online quanto offline, ideal para viagens, momentos de espera ou entretenimento no dia a dia.



Diversão para crianças, tranquilidade para pais e responsáveis

A novidade também reforça o compromisso da Netflix com a segurança digital, oferecendo ferramentas que permitem personalizar a experiência de acordo com cada família:

 - Perfis infantis individuais com conteúdo adequado à faixa etária

 - Configurações personalizáveis de classificação indicativa

 - Bloqueio de títulos específicos

 - PIN para proteger perfis adultos

 - Histórico de visualização e monitoramento de atividades



Novos conteúdos e produções

A Netflix vem se consolidando como um dos principais destinos de conteúdo infantil. Entre 2023 e 2025, quatro das séries mais assistidas e seis títulos do top 10 da plataforma eram voltados para esse público, tornando o gênero o segundo mais relevante do serviço.


Além do lançamento do app, a empresa anunciou novas produções e continuações de franquias de sucesso, como a série Young MacDonald, a terceira temporada de Zé Coleta e novos episódios de Mistérios Animais.


Entre os destaques está Vila Sésamo: De Volta à Vila Sésamo, que propõe atividades ao ar livre com os personagens, focadas em memória, cooperação e associação. Já em As Aventuras de Horton, as crianças exploram cenários inspirados na natureza por meio de interações criativas e brincadeiras de causa e efeito.


A biblioteca também inclui títulos como Jogando com Peppa Pig, StoryBots, Os Sneetches, Dinossauros Atrapalhados, Peixe Vermelho, Peixe Azul e Brincar de Colorir, reunindo experiências que ampliam o engajamento com personagens e histórias já presentes no cotidiano infantil.


Assista o trailer:


Sobre a Netflix

A Netflix é um dos principais serviços de entretenimento do mundo com um vasto catálogo de séries, filmes, jogos e eventos ao vivo disponíveis em diversos idiomas. Nossos assinantes podem assistir, pausar e voltar a um título quantas vezes quiserem, onde quer que inclua, e alterar o plano a qualquer momento.



quinta-feira, 26 de março de 2026

Pré estreia do filme “Cinco tipos de medo” reúne famosos no Rio

Por Graça Paes, RJ

A noite de quarta-feira, dia 25 de março, reuniu atores e atrizes de várias gerações nas salas do Cinema Kinoplex do Shopping Leblon, na Zona Sul do Rio de Janeiro para o lançamento no Rio de Janeiro do longa-metragem “Cinco Tipos de Medo” que chega aos cinemas brasileiros no dia 9 de abril, consolidando-se como uma das produções nacionais de maior destaque recentemente. 

Bella Campos e Xamã eram só alegria no tapete vermelho. Muito emocionado, Xamã, junto ao elenco, percorreu cada sala de cinema apresentando o longa, e em todas as salas, diretor e elenco foram aplaudidos de pé. No fim das sessões todos posaram para fotos com os convidados. 

Dirigido por Bruno Bini, o filme é fruto de uma parceria entre as produtoras Plano B Filmes e Druzina Content, em coprodução com a Quanta, e conta com distribuição da Downtown Filmes.

A narrativa apresenta um mosaico de histórias interligadas pelo acaso, explorando tensões entre amor e violência, medo e esperança. A proposta, segundo Bini, é construir um retrato intenso e multifacetado da realidade urbana a partir de personagens que se cruzam em situações limite.

O elenco reúne nomes como Bella Campos e Xamã, ambos estreando no cinema, ao lado de João Victor Silva, Rui Ricardo Dias e Bárbara Colen. 

Inspirado em um caso real ocorrido na periferia de Cuiabá, o thriller acompanha trajetórias marcadas por escolhas difíceis e consequências imprevisíveis.

Na trama, Bella Campos interpreta Marlene, uma enfermeira dividida entre o afeto e o perigo. Já Xamã vive Sapinho, um traficante local que, apesar da atuação no crime, era visto por moradores como uma figura de proteção comunitária. O enredo se baseia em um episódio real em que moradores do bairro Jardim Novo Colorado se mobilizaram para pagar a fiança do “guardião da comunidade”, temendo o aumento da violência com sua ausência.

O filme também conta com participações de Rejane Faria, Jonathan Haaggensen, Zécarlos Machado, Luana Tanaka, Luiz Bertazzo, Rodrigo Fernandes, Beto Fauth, Amauri Tangará e Eloá Pimenta, que contribuem para a construção de uma narrativa marcada por reviravoltas. 

As filmagens ocorreram em Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio do Leverger, envolvendo mais de 180 profissionais de nove estados. Para Bruno Bini, a produção reforça a importância da diversidade regional no cinema nacional. Segundo o diretor, a colaboração entre diferentes polos criativos permite contar histórias locais com potencial de alcance global.

Premiado no Festival de Cinema de Gramado, o filme conquistou quatro Kikitos, incluindo Melhor Filme, Melhor Roteiro e Melhor Montagem para Bruno Bini, além de Melhor Ator Coadjuvante para Xamã. A produção também integrou a programação de festivais internacionais, como o Manchester International Film Festival e o Festival Internacional do Novo Cinema Latino-Americano de Havana, ampliando sua projeção no circuito global.

 


CRÍTICA DO FILME: "CINCO TIPOS DE MEDO"

O filme Cinco Tipos de Medo tem uma narrativa muito envolvente. Muito bem roteirizada, a obra conecta sabiamente as diferentes histórias, por meio do acaso, o que torna o enredo bem dinâmico. 


O longa aborda temas intensos como amor, violência, medo e esperança, oferecendo uma representação impactante da vida urbana e estimulando reflexões. Além disso, o elenco contribui para a profundidade das histórias com boas interpretações. 


É um filme que entretém e provoca o espectador a pensar sobre as complexidades da vida nas grandes cidades.


A Agência Zapp News já assistiu e nossa é 10. 


FOTOS AGÊNCIA ZAPP NEWS