terça-feira, 2 de junho de 2026

Conheça os finalistas do Prêmio Grande Otelo 2026

Por Graça Paes, RJ


“O Agente Secreto” tem o maior número de indicações na edição que celebra o aniversário de 25 anos de premiações da Academia. Evento acontece no dia 4 de agosto no Theatro Municipal do Rio de Janeiro


Foto Prêmio ( Rogerio Resende/Divulgação) 


A Academia Brasileira de Cinema acaba de divulgar a lista dos finalistas do Prêmio Grande Otelo, dando início à contagem regressiva para a maior premiação do setor audiovisual nacional, que este ano celebra o aniversário de 25 anos de premiações da Academia. A cerimônia acontecerá no dia 4 de agosto no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, às 20h15, com transmissão ao vivo para todo o país pelo Youtube da Academia e pelo Canal Brasil. O filme com maior número de indicações (18) é “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho. 


“Vinte e cinco anos é fato para comemorar. Estivemos, estamos e estaremos sempre junto com o que o audiovisual brasileiro produz”, diz a presidente da Academia Brasileira de Cinema, Renata Almeida Magalhães.


Ao todo serão anunciados 32 prêmios para longas-metragens, curtas-metragens e séries brasileiras: 31 produções serão escolhidas pelo amplo júri formado por profissionais associados à Academia Brasileira de Cinema, além do disputado Grande Otelo de Melhor Filme pelo Júri Popular, escolhido pelo público por meio de votação aberta realizada no site da Academia. Concorrerão ao voto popular os cinco finalistas das categorias Melhor Longa-metragem Ficção, Melhor Longa-metragem Comédia e Melhor Longa-metragem Documentário. A edição deste ano marca o retorno da categoria Melhor Longa-metragem Comédia e inclui o prêmio de Melhor Montagem Documentário. 


“Os 25 anos são um marco para toda a indústria audiovisual brasileira e o Rio tem orgulho de fazer parte dessa história. O setor audiovisual movimentou R$ 4,7 bilhões na economia carioca em 2025, reúne mais de 2,7 mil empresas e gera emprego, renda e oportunidades. Somos hoje a cidade mais filmada da América Latina, com quase 11 mil diárias de filmagem autorizadas no ano passado. Apoiar o Prêmio Grande Otelo é fortalecer a cultura, a economia criativa e a projeção do Rio no Brasil e no mundo”, afirma o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Cavaliere.


O Prêmio Grande Otelo conta com o apoio da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, por meio da RioFilme, órgão que integra a Secretaria Municipal de Cultura, e tem a abertura dos envelopes e os resultados sendo apurados, acompanhados e auditados pela PwC Brasil. 




FINALISTAS PRÊMIO GRANDE OTELO 2026


MELHOR LONGA-METRAGEM FICÇÃO

HOMEM COM H, de Esmir Filho. Produção: Marcio Fraccaroli, Andre Fraccaroli e Veronica Stumpf por Paris Produções Cinematográficas

MANAS, de Marianna Brennand. Produção: Carolina Benevides e Marianna Brennand por Inquietude; Beto Gauss e Francesco Civita por Pródigo

O AGENTE SECRETO, de Kleber Mendonça Filho. Produção: Winston Araujo, Emilie Lesclaux e Kleber Mendonça Filho por Cinemascópio Produções Cinematográficas

O FILHO DE MIL HOMENS, de Daniel Rezende. Produção: Karen Castanho, Bianca Vilar, Fernando Fraiha por Biônica Filmes e Krysse Melo, Juliana Funaro e René Sampaio por Barry Company

O ÚLTIMO AZUL, de Gabriel Mascaro. Produção: Rachel Daisy Ellis por Desvia 



MELHOR LONGA-METRAGEM COMÉDIA

AGENTES MUITO ESPECIAIS, de Pedro Antonio. Produção: Iafa Britz por Migdal Filmes; Luiz Noronha, Alberto Elias, Cecilia Grosso e Samanta Moraes por A Fábrica e Na Paralela

C.I.C – CENTRAL DE INTELIGÊNCIA CEARENSE, de Halder Gomes. Produção: Marcio Fraccaroli, Andre Fraccaroli e Veronica Stumpf por Paris Produções Cinematográficas

SEXA, de Gloria Pires. Produção: Belisario Franca, Bianca Lenti e Maurício Magalhães por Giros Filmes e Gloria Pires por Audaz Filmes

SONHAR COM OS LEÕES, de Paolo Marinou-Blanco. Produção: Eduardo Rezende e Thiago Mascarenhas por Capuri Filmes

UMA MULHER SEM FILTRO, de Arthur Fontes. Produção: Arthur Fontes por Conspiração

VELHOS BANDIDOS, de Claudio Torres. Produção: Claudio Torres, Renata Brandão e Juliana Capelini por Conspiração



MELHOR LONGA-METRAGEM DOCUMENTÁRIO

A QUEDA DO CÉU, de Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha. Produção: Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha por Aruac Produções

APOCALIPSE NOS TRÓPICOS, de Petra Costa. Produção: Petra Costa por Busca Vida Filmes

HORA DO RECREIO, de Lucia Murat. Produção: Lucia Murat por Taiga Filmes

MAMBEMBE, de Fabio Meira. Produção: Fabio Meira por Roseira Filmes 

RITAS, de Oswaldo Santana e Karen Harley. Produção: Karen Castanho, Bianca Villar e Fernando Fraiha por Biônica Filmes



MELHOR LONGA-METRAGEM INFANTIL

NARCISO, de Jeferson De. Produção: Cristiane Arenas por Buda Filmes

O DIÁRIO DE PILAR NA AMAZÔNIA, de Eduardo Vaisman e Rodrigo Van Der Put. Produção: Juliana Capelini e Renata Brandão por Conspiração

O ÚLTIMO EPISÓDIO, de Maurilio Martins. Produção: Thiago Macêdo Correia por Filmes de Plástico

OS DRAGÕES, de Gustavo Spolidoro. Produção: Gustavo Spolidoro por GusGus Cinema

THIAGO E ÍSIS E OS BIOMAS DO BRASIL, de João Amorim. Produção: João Amorim por Amorim Filmes 



MELHOR LONGA-METRAGEM ANIMAÇÃO

AUTHENTIC GAMES NO IMPÉRIO DESCONECTADO, de Bruno Murtinho. Produção: Patrícia Chamon e Catarina Chamon por Rubi Filmes, Marco Túlio por Authenticgames Canal e Produções, Leonardo Edde por Urca Filmes e Bruno Murtinho por Aya Produções Cinematográficas

EU E MEU AVÔ NIHONJIN, de Celia Catunda. Produção: Celia Catunda, Ricardo Rozzino e Kiko Mistrorigo por Pinguim Content

NOSSO LOUCO AMOR, de Nelson Botter Jr. Produção: Nelson Botter Jr e Fernando Alonso por Tortuga Studios

TAINÁ E OS GUARDIÕES DA AMAZÔNIA - EM BUSCA DA FLECHA AZUL, de Alê Camargo e Jordan Nugem. Produção: Virginia Limberger por Sincrocine Produções Cinematográficas



MELHOR LONGA-METRAGEM IBERO-AMERICANO

BELÉN (Argentina) – Direção: Dolores Fonzi. Indicação: Academia de las Artes y Ciencias Cinematográficas de la Argentina

LA MISTERIOSA MIRADA DEL FLAMENCO (Chile) – Direção: Diego Céspedes. Indicação: Academia de Cine de Chile

O RISO E A FACA (Portugal) – Direção: Pedro Pinho. Indicação: Academia Portuguesa de Cinema

PEPE (República Dominicana) – Direção: Nelson Carlo de los Santos Arias. Indicação: Academia de las Artes y Ciencias Cinematográficas de la República Dominicana

UN POETA (Colômbia) – Direção: Simón Mesa Soto. Indicação: Academia Colombiana de Cine



MELHOR DIREÇÃO

DANIEL REZENDE por O Filho de Mil Homens

ESMIR FILHO por Homem com H

GABRIEL MASCARO por O Último Azul

KLEBER MENDONÇA FILHO por O Agente Secreto 

MARIANNA BRENNAND por Manas



MELHOR PRIMEIRA DIREÇÃO DE LONGA-METRAGEM

DOUGLAS SOARES por Papagaios

GLORIA PIRES por Sexa

JÚLIA JORDÃO por Perfeitos Desconhecidos 

MÁRCIA FARIA por A Procura de Martina

RAFAELA CAMELO por A Natureza das Coisas Invisíveis 



MELHOR ATRIZ DE LONGA-METRAGEM

CAMILA PITANGA como Sabina por Malês

CAROLINA DIECKMMANN como Kátia por (Des)controle 

DENISE WEINBERG como Teresa por O Último Azul 

JAMILLI CORREA como Marcielle por Manas 

TÂNIA MARIA como Dona Sebastiana por O Agente Secreto 



MELHOR ATOR DE LONGA-METRAGEM

ANTONIO PITANGA com Pacífico Licutan por Malês

ARY FONTURA como Rodolfo por Velhos Bandidos

IRANDHIR SANTOS como Valério por Os Enforcados

JESUÍTA BARBOSA como Ney Matogrosso por Homem com H

RODRIGO SANTORO como Crisóstomo por O Filho de Mil Homens 

WAGNER MOURA como Marcelo, Armando e Fernando por O Agente Secreto 



MELHOR ATRIZ COADJUVANTE

ALICE CARVALHO como Fátima por O Agente Secreto

CAMILA MÁRDILA como Simone por A Natureza das Coisas Invisíveis 

DIRA PAES como Aretha por Manas

GRACE PASSÔ como Maria por O Filho de Mil Homens

HERMILA GUEDES como Claudia por O Agente Secreto



MELHOR ATOR COADJUVANTE 

ADANILO como Ludemir por O Último Azul

ALEJANDRO CLAVEAUX como Adriano por Ruas da Glória 

AUGUSTO MADEIRA como Doutor Batista por Os Enforcados

CARLOS FRANCISCO como Seu Alexandre por O Agente Secreto 

GABRIEL LEONE como Bobbi por O Agente Secreto

ROBÉRIO DIOGENES como Delegado Euclides por O Agente Secreto 

RODRIGO SANTORO como Cadu por O Último Azul 

RÔMULO BRAGA como Marcílio por Manas



MELHOR ROTEIRO ORIGINAL

ANNA MUYLAERT por A Melhor Mãe do Mundo 

ESMIR FILHO por Homem com H

FELIPE SHOLL, MARCELO GRABOWSKY, MARIANNA BRENNAND, CAROLINA BENEVIDES, ANTONIA PELLEGRINO e CAMILA AGUSTINI por Manas

GABRIEL MASCARO e TIBÉRIO AZUL por O Último Azul 

KLEBER MENDONÇA FILHO por O Agente Secreto 

RAFAELA CAMELO por A Natureza das Coisas Invisíveis



MELHOR ROTEIRO ADAPTADO

ALY MURITIBA e JESSICA CANDAL por Barba Ensopada de Sangue - adaptado da obra “Barba Ensopada de Sangue”, de Daniel Galera

BRUNO BINI por Cinco Tipos de Medo - adaptado do curta-metragem “Três Tipos de Medo”, de Bruno Bini

DANIEL REZENDE por O Filho de Mil Homens - adaptado da obra “O Filho de Mil Homens”, de Valter Hugo Mãe

ERYK ROCHA e GABRIELA CARNEIRO DA CUNHA por A Queda do Céu - adaptado do livro “A Queda do Céu”, de Davi Kopanawa e Bruce Albert

MARCO DUTRA por Enterre seus Mortos - baseado no livro "Enterre seus Mortos", de Ana Paula Maia

WAGNER DE ASSIS por O Advogado de Deus - adaptado da obra “O Advogado de Deus”, de Zíbia Gasparetto e Lucius



MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA

AZUL SERRA, ABC, por Homem com H 

AZUL SERRA, ABC, por O Filho de Mil Homens 

EVGENIA ALEXANDROVA por O Agente Secreto 

GUILLERMO GARZA por O Último Azul 

PIERRE DE KERCHOVE por Manas



MELHOR DIREÇÃO DE ARTE

DAYSE BARRETO por O Último Azul 

DINA SALEM LEVY por Um Lobo Entre os Cisnes

MARCOS PEDROSO por Manas

THALES JUNQUEIRA por Homem com H

THALES JUNQUEIRA por O Agente Secreto 



MELHOR FIGURINO

GABRIELLA MARRA por Homem com H 

GABRIELLA MARRA por O Último Azul 

KIKA LOPES por Manas

MANUELA MELLO por O Filho de Mil Homens 

RITA AZEVEDO por O Agente Secreto 

RÔ NASCIMENTO por Malês



MELHOR MAQUIAGEM

ANDREA TRISTÃO por Barba Ensopada de Sangue

JULIANA BOLZE por O Último Azul

MARISA AMENTA por O Agente Secreto

MARTÍN MACÍAS TRUJILLO por Homem com H 

MARTÍN MACÍAS TRUJILLO por O Filho de Mil Homens 



MELHOR MONTAGEM DE FICÇÃO

BRUNO BINI por Cinco Tipos de Medo

EDUARDO SERRANO e MATHEUS FARIAS por O Agente Secreto 

GERMANO DE OLIVEIRA, EDT, por Homem com H

ISABELA MONTEIRO DE CASTRO por Manas

MARCELO JUNQUEIRA, AMC, por O Filho de Mil Homens 



MELHOR MONTAGEM DOCUMENTÁRIO

ANDRÉ FELIPE SILVA e JOÃO WAINER por Zico - O Samurai de Quintino

CRISTINA AMARAL por Ecos do Teatro Experimental do Negro

DAVID BARKER, TINA BAZ, NELS BANGERTER, JORDANA BERG, VICTOR MIACIRO e EDUARDO GRIPA por Apocalipse nos Trópicos

FABIO MEIRA, JULIANO CASTRO e AFFONSO UCHÔA por Mambembe

JORDANA BERG por Cazuza, Boas Novas 

OSWALDO SANTANA, AMC, por Ritas



MELHOR EFEITO VISUAL

ALEXANDRE BOIRON, LUUK MEIJER e DAVID VAN HEESWIJK por O Agente Secreto

CLAUDIO PERALTA por O Diário de Pilar na Amazônia

EDUARDO KURT, MAGDALENA MAIA, SOFIA SUSSEKIND, BEATRIZ PAIXÃO e VANDRÉ HUPPES por O Último Azul

JULIANO STORCHI por O Filho de Mil Homens 

MASSAO ASAGA por Homem com H



MELHOR SOM

ANA LUIZA PENNA, MARTÍN GRIGNASCHI e ARMANDO TORRES JR, ABC, por Homem com H 

LIA CAMARGO, ABC, TOCO CERQUEIRA e ALAN ZILLI, MPSE, por O Filho de Mil Homens

LILIANA VILLASEÑOR, HEVERSON BATISTA, MARÍA ALEJANDRA ROJAS, ARTURO SALAZAR RB e VINCENT SINCERETTI por O Último Azul

PEDRO MOREIRA, MOABE FILHO, TIJN HAZEN e CYRIL HOLTZ por O Agente Secreto

VALÉRIA FERRO, MIRIAM BIDERMAN, ABC, RICARDO REIS, ABC e ARMANDO TORRES JR, ABC, por Manas



MELHOR TRILHA SONORA

ANDRÉ ABUJAMRA e GEORGE NAHSSEN por A Melhor Mãe do Mundo

ANTONIO PINTO e BARULHISTA por Malês

FABIO GÓES por O Filho de Mil Homens

GUILHERME AMABIS, MARIANA AMABIS e RICA AMABIS por Homem com H

TOMAZ ALVES SOUZA e MATEUS ALVES por O Agente Secreto 



MELHOR SÉRIE BRASILEIRA DE FICÇÃO PARA TV ABERTA, TV PAGA OU STREAMING

ÂNGELA DINIZ: ASSASSINADA E CONDENADA - 1ª TEMPORADA - Produção: Conspiração - Andrucha Waddington e Renata Brandão

BELEZA FATAL - 1ª TEMPORADA - Produção: Coração da Selva - Geórgia Costa Araújo e Luciano Patrick

CANGAÇO NOVO - 2ª TEMPORADA - Produção: O2 Filmes - Andrea Barata Ribeiro

EMERGÊNCIA RADIOATIVA - 1ª TEMPORADA - Produção: Gullane - Caio Gullane e Fabiano Gullane

MÁSCARAS DE OXIGÊNIO NÃO CAIRÃO AUTOMATICAMENTE - 1ª TEMPORADA - Produção: Morena Filmes - Thiago Pimentel, Mariza Leão e Tiago Rezende



MELHOR ATRIZ SÉRIE DE FICÇÃO PARA TV ABERTA, TV PAGA OU STREAMING 

ADRIANA ESTEVES como Cibele por Os Outros

ALICE CARVALHO como Dinorah por Cangaço Novo

BRUNA LINZMEYER como Léa por Máscaras de Oxigênio não Cairão Automaticamente 

CAMILA PITANGA como Lola por Beleza Fatal

MARJORIE ESTIANO como Ângela Diniz por Ângela Diniz: Assassinada e Condenada 

THAINÁ DUARTE como Dilvânia por Cangaço Novo



MELHOR ATOR SÉRIE DE FICÇÃO PARA TV ABERTA, TV PAGA OU STREAMING

ALLAN SOUZA LIMA como Ubaldo Vaqueiro por Cangaço Novo 

CHICO DÍAZ como Galego por Os Donos do Jogo

JOHNNY MASSARO como Fernando por Máscaras de Oxigênio não Cairão Automaticamente 

JOHNNY MASSARO como Marcio por Emergência Radioativa 

RAVEL ANDRADE como Raul Seixas por Raul Seixas - Eu Sou

 


MELHOR SÉRIE BRASILEIRA DE DOCUMENTÁRIO PARA TV ABERTA, TV PAGA OU STREAMING

A MULHER DA CASA ABANDONADA - 1ª TEMPORADA - Produção: Coiote Produções - Marcia Vinci, Gil Ribeiro e Margarida Ribeiro

CAÇADOR DE MARAJÁS - 1ª TEMPORADA - Produção: Boutique Filmes - Gustavo Mello e Waking Up Films - Marcelo Campanér - Charly Braun

CAZUZA: ALÉM DA MÚSICA - 1ª TEMPORADA - Produção: Conspiração - Andrucha Waddington, Renata Brandão e Luísa Barbosa

CHICO ANYSIO - UM HOMEM À PROCURA DE UM PERSONAGEM - TEMPORADA ÚNICA - Produção: Casé Filmes - Augusto Casé

CONGONHAS: TRAGÉDIA ANUNCIADA - TEMPORADA ÚNICA - Pródigo - Beto Gauss e Francesco Civita; Sobretudo Produção - Angelo Defanti e Bárbara Defanti

O TESTAMENTO: O SEGREDO DE ANITA HARLEY - TEMPORADA ÚNICA - Produção: Globo - Fernanda Neves



MELHOR SÉRIE BRASILEIRA DE ANIMAÇÃO PARA TV ABERTA, TV PAGA OU STREAMING

AS AVENTURAS DE TITA - 1ª TEMPORADA - Produção: FK Sound - Felipe Andrade dos Santos e Viu Cine - Ulisses Brandão

ESQUADRÃO DO MAR AZUL - 2ª TEMPORADA - Produção: Belli Studio - Aline Belli, Rubens Belli e Cassio Schmitt

ESSE É O BICHO! - 2ª TEMPORADA - Produção: Sabiá Educacional - Daniel Neves Montezano

GNAKS! - 1ª TEMPORADA - Produção: Mandra Filmes - Paulo GC Miranda, Ricardo de Podestá e Thiago Camargo

O MUNDO SEM FILTRO DE ANY MALU - 1ª TEMPORADA - Produção: Combo Estúdio Animações - Marcelo Pereira e Vitor Campos 

OSMAR, A PRIMEIRA FATIA DO PÃO DE FORMA - 3ª TEMPORADA - Produção: 44 Toons - Ale McHaddo, Guilherme Machado de Sá e Rafael Reinoso

SENNINHA NA PISTA MALUCA - 3ª TEMPORADA - Produção: Gullane - Caio Gullane e Fabiano Gullane



MELHOR CURTA-METRAGEM FICÇÃO 

AMARELA, direção: André Hayato Saito

ARAME FARPADO, direção: Gustavo de Carvalho 

BOIUNA, direção: Adriana de Faria

KLAUSTROFOBIA, direção: João Londres

PEIXE MORTO, direção: João Fontenele 

PRESÉPIO, direção: Felipe Bibian



MELHOR CURTA-METRAGEM DOCUMENTÁRIO 

CARTAS PELA PAZ, direção: Mariana Reade, Thays Acaiabe e Patrick Zeiger 

CONSELHO, direção: Alice Riff

FILME SEM QUERER, direção: Lincoln Péricles 

REPLIKA, direção: Piratá Waurá e Heloisa Passos

SEBASTIANA, direção: Pedro de Alencar



MELHOR CURTA-METRAGEM ANIMAÇÃO

A TRAGÉDIA DO LOBO GUARÁ, direção: Kimberly Palermo 

COMO NASCE UM RIO, direção: Luma Flôres

MÃE DA MANHÃ, direção: Clara Trevisan

SAFO, direção: Rosana Urbes

SEU VÔ E A BALEIA, direção: Mariana Elisabetsky

UMA MENINA, UM RIO, direção: Renata Martins Alvarez 



Sobre a Academia Brasileira de Cinema 

Com sede no Rio de Janeiro e representatividade nacional, a Academia Brasileira de Cinema é uma entidade independente com a finalidade, entre outras, de instituir o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, agora Prêmio Grande Otelo, e contribuir para a discussão, promoção e fortalecimento da indústria audiovisual em todo o Brasil. A Academia Brasileira de Cinema foi reconhecida em 2020 pela Academy of Motion Picture, Arts and Sciences como única entidade credenciada para indicar o filme que representa o cinema brasileiro na categoria Melhor Longa-Metragem Internacional no Oscar, sem qualquer tutela do governo que esteja no poder.


Profissionais do setor, das mais diversas áreas, podem se associar à Academia, adquirindo assim não apenas o direito de votar no Prêmio Grande Otelo, mas de participar das assembleias e eventos que acontecem ao longo do ano, como a eleição para a comissão que escolhe o filme brasileiro indicado para representar o país no Oscar. A Academia Brasileira de Cinema é presidida por Renata Almeida Magalhães e a diretoria é composta por Paulo Mendonça (vice-presidente), Bárbara Paz, Ariadne Mazzetti, Allan Deberton e Jeferson De.


quinta-feira, 21 de maio de 2026

Crítica do filme: “O Mandaloriano e Grogu”

Por Graça Paes, RJ

Dirigido por Jon Favreau, que também assina o roteiro ao lado de Dave Filoni, produção de Jon Favreau, Dave Filoni, Kathleen Kennedy, Ian Bryce e Karen Gilchrist, após anos longe das telonas, a franquia Star Wars retorna ao cinema em grande estilo com “O Mandaloriano e Grogu” que estreia nos cinemas em 21 de maio e marca o primeiro lançamento cinematográfico da saga desde “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, em 2019. 


O filme, com 2h 12m, transforma a já consagrada relação entre Din Djarin e Grogu em uma aventura épica, emocionante e repleta da essência que conquistou os fãs da galáxia criada por George Lucas.

Mais do que batalhas espaciais, efeitos visuais impressionantes e cenas de ação grandiosas, “O Mandaloriano e Grogu” aposta na força emocional da parceria entre seus protagonistas. Din Djarin, vivido novamente por Pedro Pascal, que segue como o guerreiro silencioso e protetor, enquanto Grogu, o adorável personagem que conquistou o mundo, assume um papel ainda mais importante na narrativa, mostrando amadurecimento, coragem e sensibilidade.

O longa nos leva a reflexão sobre alguns temas importantes, entre eles, amizade, lealdade, companheirismo e a família que escolhemos ao longo da vida. A conexão entre os dois personagens, Mandaloriano e Grogu, é o verdadeiro coração da trama, trazendo momentos divertidos, emocionantes e capazes de aproximar tanto os fãs antigos quanto uma nova geração do universo Star Wars. A relação quase paternal entre eles continua sendo o maior acerto da franquia moderna.

Jon Favreau entrega uma direção segura, equilibrando nostalgia e renovação, enquanto Dave Filoni contribui para expandir ainda mais o universo da saga sem perder a essência clássica da franquia. A produção aposta em uma experiência cinematográfica grandiosa, com visual impecável, trilha sonora marcante e sequências de ação dignas da tradição Star Wars.


Além do retorno de Pedro Pascal, o elenco ainda conta com nomes como Sigourney Weaver e Jeremy Allen White, ampliando o peso dramático da produção. O filme também representa um importante passo para o futuro da franquia, sendo visto como uma nova porta de entrada para o universo Star Wars nas telonas.


“O Mandaloriano e Grogu” não é apenas uma continuação da série de sucesso do Disney+, mas uma celebração da amizade, da esperança e da união em tempos difíceis, valores que sempre fizeram parte da essência de Star Wars. Um retorno emocionante, nostálgico e cheio de coração para os cinemas.


A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é DEZ!!!!

Nossa dica: assista em salas de cinema com melhor qualidade de som e imagem para você realmente ter uma experiência digna da saga STAR WARS. 

Fotos Divulgação




quarta-feira, 13 de maio de 2026

O aguardado lançamento de Supergirl vai transformar o Rio de Janeiro em palco de uma verdadeira celebração heróica!

Por Graça Paes, RJ


Em uma das paradas mais especiais da turnê global de imprensa, a estrela Milly Alcock, o diretor Craig Gillespie, a roteirista Ana Nogueira e o produtor Peter Safran desembarcam na Cidade Maravilhosa entre os dias 13 e 15 de junho para uma programação cheia de energia, emoção e momentos inesquecíveis com os fãs brasileiros no Rio de Janeiro.



CONFIRA O POST OFICIAL
Alô, Brasil! A DC Studios e a Warner Bros. Pictures acabam de confirmar a passagem da turnê mundial de Supergirl pelo Rio de Janeiro — e os fãs já podem entrar na contagem regressiva! Durante três dias, o elenco e os criadores do longa vão mergulhar no clima vibrante da cidade em uma agenda especial inspirada na grandiosidade do universo DC.



Na nova aventura, Kara Zor-El embarca em uma jornada intergaláctica repleta de ação, vingança e descobertas, ao lado de aliados improváveis, enquanto enfrenta uma ameaça poderosa que pode mudar tudo. E os fãs brasileiros serão os primeiros a sentir de perto toda a emoção dessa nova fase épica do Universo DC!



Com apoio da RioFilme, a passagem de Supergirl pelo Rio promete experiências únicas, ativações especiais e cenários de tirar o fôlego tendo as paisagens cariocas como pano de fundo.
Supergirl estreia nos cinemas brasileiros em 25 de junho de 2026, também em IMAX® e em versões acessíveis, com distribuição da Warner Bros. Pictures.


Sobre o filme
Estrelado por Milly Alcock no papel de Kara Zor-El/Supergirl, o longa marca uma nova e eletrizante aventura da heroína nas telonas. O filme conta ainda com nomes como Matthias Schoenaerts, Eve Ridley, David Krumholtz, Emily Beecham, David Corenswet e Jason Momoa no elenco.


A produção é assinada pelos líderes da DC Studios, Peter Safran e James Gunn, baseada nos personagens criados por Jerry Siegel e Joe Shuster.



Com direção de Craig Gillespie e roteiro de Ana Nogueira, Supergirl promete levar o público a uma aventura emocionante, visualmente grandiosa e cheia de personalidade,  exatamente como uma heroína desse tamanho merece.



quinta-feira, 30 de abril de 2026

Crítica do filme: “O Diabo veste Prada 2”

Por Graça Paes, RJ

O longa “O Diabo Veste Prada 2” chega expandindo o universo já consagrado do primeiro filme enquanto mergulha em temas contemporâneos com sensibilidade e inteligência. Sob a direção de David Frankel e com roteiro afiado de Aline Brosh McKenna, a narrativa elegante e surpreendentemente evolui para além dos bastidores da moda e se transforma em um retrato das transformações profundas no mercado editorial e jornalístico.

O filme acerta ao incorporar o declínio da mídia impressa como pano de fundo dramático. A iminente aposentadoria de Miranda Priestly não representa apenas o fim de uma era pessoal, mas simboliza o fechamento de inúmeros veículos tradicionais que já não conseguem competir com o ritmo acelerado do mundo digital. Essa camada traz um tom melancólico, mas também reflexivo, convidando o público a pensar sobre o valor da curadoria, da autoridade editorial e da adaptação em tempos de mudança.


Ao mesmo tempo, a obra celebra as transformações no mundo da moda, especialmente no que diz respeito à inclusão. As passarelas e campanhas agora refletem uma diversidade de corpos e identidades, mostrando que o conceito de beleza está, finalmente, se expandindo. Essa evolução é tratada com naturalidade e elegância, sem perder o glamour característico da franquia.

No centro da trama, a disputa entre Miranda Priestly e Emily Charlton é simplesmente magnética. Emily, agora uma executiva poderosa, surge como uma adversária à altura — ambiciosa, estratégica e marcada por sua própria trajetória de crescimento. A relação entre as duas é carregada de tensão, respeito e rivalidade, oferecendo alguns dos momentos mais eletrizantes do filme. A batalha pela publicidade, em meio ao colapso da mídia impressa, funciona como um campo de guerra sofisticado onde inteligência e influência são as armas principais.

Mas ‘O Diabo Veste Prada 2’ não é apenas sobre poder e competição. O longa também explora temas como lealdade, amizade e ambição com maturidade. As personagens enfrentam escolhas difíceis, onde sucesso profissional e relações pessoais frequentemente entram em conflito, tornando a narrativa emocionalmente envolvente.


Visualmente, o filme é deslumbrante. A fotografia é refinada, com composições que valorizam tanto o luxo da moda quanto a frieza dos ambientes corporativos. As cenas são cuidadosamente construídas e carregadas de estilo, garantindo momentos icônicos que certamente serão revisitados e celebrados no futuro, assim como no filme original.

Com o retorno do elenco, incluindo Meryl Streep, Anne Hathaway, Emily Blunt e Stanley Tucci, o filme mantém a química e o carisma que conquistaram o público, ao mesmo tempo em que apresenta uma história mais madura e alinhada com os desafios do presente.

“O Diabo Veste Prada 2” não é apenas uma sequência digna: é uma evolução necessária. Um filme que entretém, encanta e, acima de tudo, provoca reflexão sobre um mundo em constante transformação.

A Agência Zapp News já assistiu e te convida a colocar seu melhor look e correr para a sala de cinema mais próxima. Nossa nota é DEZ. 


quarta-feira, 29 de abril de 2026

“BELA LX-404” é indicado ao Prêmio Grande Otelo

O filme celebra o legado eterno de Léa Garcia

Por Graça Paes, RJ

O curta-metragem “BELA LX-404”, dirigido por Luiza Botelho, foi indicado ao Prêmio Grande Otelo do Cinema Brasileiro. Organizado pela Academia Brasileira de Cinema, o prêmio é a honraria máxima do setor no país. Nesta edição, a indicação ganha um contorno de profunda homenagem ao celebrar a atuação de Léa Garcia (1933–2023) em seu último e icônico papel no cinema.


A indicação reforça a trajetória de prestígio da obra, que já acumulou sete prêmios internacionais e nacionais, incluindo o de Melhor Curta de Ficção no Pan African Film Festival (PAFF) 2025, em Los Angeles, festival qualificador para o Oscar, e o prêmio de Melhor Final de Roteiro no FRAPA.



Léa Garcia: A Eternidade através da Tela

Falar de “BELA LX-404” é falar da genialidade de Léa Garcia. No filme, a veterana, que faleceu em agosto de 2023 aos 90 anos, em Gramado, interpreta uma robô entregue por engano ao ranzinza Seu William (Thiago Justino), que esperava uma "robô jovem" (Raiza Noah).


A indicação ao Grande Otelo coloca Léa novamente no centro do reconhecimento da classe cinematográfica, lugar que ocupou com maestria por mais de sete décadas. Vencedora de três estatuetas do Grande Otelo ao longo da carreira e a primeira atriz brasileira indicada ao prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cannes (1957) por Orfeu Negro, Léa se eterniza nesta obra ao subverter as expectativas do público com humor, genialidade e uma presença de tela inigualável.


"O cinema é sobre honrar a memória dos artistas que ajudaram a consolidar nossa história. Mas também é sobre confrontar estereótipos, extrapolar os limites da realidade e expor as questões sociais que permeiam a nossa sociedade desejante sensibilidade ao abordar desejo e etarismo, o filme “Bela LX-404” é o vencedor de melhor final. E por conta deste divertido curta, uma das últimas imagens que temos gravada da consagrada atriz, Léa Garcia, é dela como uma mulher desejante e desejada." — Declaração do Júri do FRAPA.



Sobre o Filme e a Direção

Com uma narrativa que mescla ficção científica e crônica social, o filme aborda solidão e preconceito de forma perspicaz. Além de Léa Garcia e Thiago Justino, o elenco conta com a participação de Raiza Noah, trazendo camadas de diversidade e contemporaneidade à trama.


"Ter a Dona Léa em 'BELA LX-404' foi um presente para a nossa equipe. Essa indicação ao Grande Otelo não é apenas sobre um filme, é sobre honrar a mulher que abriu caminhos e que, agora é eternizada como uma robô magnética e surpreendente", afirma a diretora Luiza Botelho.


A diretora e roteirista Luiza Botelho, formada pela Universidade do Arizona (EUA) e fundadora da Vuyazi Filmes, consolida-se como uma das vozes potentes da nova geração. Com um currículo que inclui produções para a BBC em Nova York e colaborações em projetos de nomes como Joel Zito Araújo, Luiza utiliza o gênero da ficção para pautar conexões humanas universais e urgentes.



O Prêmio Grande Otelo

Conhecido como o "Oscar Brasileiro", o prêmio é único por ser organizado e votado pelos próprios profissionais da indústria. O processo, auditado pela PwC, celebra a qualidade técnica e artística, servindo como o maior termômetro da excelência e da confraternização do cinema nacional.



Serviço: 

Filme: BELA LX-404

Direção: Luiza Botelho

Elenco Principal: Léa Garcia, Thiago Justino e Raiza Noah

Indicação: Melhor Curta-Metragem de Ficção – Prêmio Grande Otelo 2026



Sinopse:

No filme, Seu William (Thiago Justino), um senhor ranzinza e solitário, compra pela internet um robô-esposa após assistir a um infomercial na madrugada. Esperando uma jovem atraente, ele se surpreende ao receber Bela LX-404, um robô interpretado por Léa Garcia, que desafia suas expectativas. Enquanto tenta devolvê-la, eventos inesperados envolvem o protagonista, o robô Bela e o porteiro trans do prédio, Zezinho (Henrique Bulhões), em uma narrativa que mistura humor e reflexão sobre as relações humanas.



Ficha Técnica:

Produção: Vuyazi Filmes

Distribuidora: Formatinhos

Produção Executiva: Luiza Botelho e Fernanda Loubach

Direção: Luiza Botelho

Roteirista: Luiza Botelho

Elenco: Léa Garcia, Thiago Justino, Henrique Bulhões, RAIZA NOAH, IAN BRAGA, MATHEUS MARTINS, CELENA FERREIRA, ANDRE CELANT e Fernanda Loubach

Direção de Fotografia: Bacco Andrade

Direção de Arte: Vini Mesquita e Gabriel Paredes 

Trilha Sonora Original: Mbé e Leyblack

Montagem: Felipe Bibian

Desenho de Som: Guilherme Farkas e Ernesto Sena



Trailer: https://vimeo.com/1012137614 



Contato para Imprensa, informações ou solicitação de entrevistas com o elenco e a equipe, Luiza Botelho: luiza.b.almeida@gmail.com

segunda-feira, 27 de abril de 2026

Encerram as gravações de 'Maravilha!', filme de humor dos Estúdios Globo com Fafá de Belém e participação de Gaby Amarantos e Milton Cunha

 Por Graça Paes, RJ

Marcus Majella, Fafá de Belém, Thais Pontes, Gaby Amarantos, Marcus Majella, Igor Fortunato, Renata Andrade e Pedro Brenelli (Globo/Angelica Goudinho)


As gravações do novo longa do Núcleo de Filmes dos Estúdios Globo terminaram este mês. Nos últimos dias, elenco e equipe de 'Maravilha!' se reuniram em locações do Rio de Janeiro e de Belém, capital do Pará, para captar a essência da comédia que mostra a força do tecnobrega e aborda temas como identidade, autenticidade e o valor dos encontros que se dão pela vida.  

 

Marcus Majella, Renata Andrade, Milton Cunha, Thais Pontes e Pedro Brenelli (Globo/Angelica Goudinho)

Numa parceria inédita entre as autoras Renata Andrade e Thais Pontes com o diretor artístico Pedro Brenelli, a trama mostra a inesperada troca de lugar entre Paulinho Maravilha (Marcus Majella), grande astro da música paraense, com Jota (Marcus Majella), motorista de aplicativo carioca. Os dois têm a aparência idêntica, mas personalidades completamente diferentes, e se esbarram justamente no momento em que um mais precisa do outro. O filme conta com Fafá de Belém no elenco e a participação especial de Gaby Amarantos e Milton Cunha.  

  

Criado e produzido pelo Núcleo de Filmes dos Estúdios Globo, 'Maravilha!' é escrito por Renata Andrade e Thais Pontes. O filme tem direção artística de Pedro Brenelli, produção de Mariana Pinheiro e a supervisão artística de Patrícia Pedrosa. 

quinta-feira, 23 de abril de 2026

Crítica do filme: "Papagaios"

Por Graça Paes, RJ

"Papagaios” chega aos cinemas no dia 23 de abril. É um suspense brasileiro que prende, provoca e surpreende. Com argumento e roteiro assinados por Humberto Carrão e Douglas Soares, que também dirige o longa, o filme é uma produção da Glaz Entretenimento e Meus Russos, e já dá sinais de que não veio para passar despercebido.


Estrelado por um elenco de peso, com Gero Camilo, Ruan Aguiar, Leo Jaime, Angela Paz, Babi Xavier, Ernesto Piccolo, Eduardo Grillo e Claudete Troiano, o filme mergulha em um tema extremamente atual: a busca desenfreada pela visibilidade. Mas na obra, o brilho da fama não é glamourizado, ele é exposto com suas consequências, seus atalhos perigosos e sua capacidade de seduzir até quem acredita estar no controle.

Ambientado na periferia do Rio de Janeiro, mais precisamente em Curicica, na Zona Sudoeste, “Papagaios” apresenta a história de Tunico (Gero Camilo), um típico “papagaio de pirata” que vive à sombra dos holofotes, e que após um acidente, cruza o caminho do sedutor Beto (Ruan Aguiar), um jovem misterioso, magnético e obcecado por aparecer, custe o que custar. A partir daí, a relação dos dois se transforma em uma espiral intensa, sombria e perigosa, onde ambição e manipulação caminham lado a lado.

O longa é uma obra nacional que foge do óbvio e entrega um conjunto poderoso: roteiro afiado, montagem envolvente, trilha sonora marcante, efeitos bem executados e atuações que elevam a tensão a cada cena. É aquele tipo de filme que começa bem… e só melhora.

E não é exagero dizer que “Papagaios” já nasceu premiado. O filme arrebatou o 53º Festival de Cinema de Gramado, integrando a mostra competitiva de longas brasileiros e conquistou quatro Kikitos: Melhor Filme pelo Júri Popular, Melhor Ator (Gero Camilo), Melhor Direção de Arte e Melhor Desenho de Som, um reconhecimento que comprova a força da produção.

Vale um destaque absoluto para a estreia de Ruan Aguiar no cinema. Ele chega às telonas com muita presença cênica e entrega impressionante. E a parceria com Gero Camilo é gigante, eletrizante, espetacular. Anotem esse nome: Ruan Aguiar, ainda vamos ler e ouvir muita coisa sobre ele. 

É um longa nacional que foge ao esteriótipo. É fora da curva. Foi pensado e é bem executado. Tem suspense, comédia, samba e alma do carioca. 


"Papagaios" nos leva a muitas reflexões, entre elas: Vale tudo pela fama? Vale tudo por dinheiro? Como saber até que ponto, eu posso confiar numa pessoa? 


Corram para os cinemas, o filme deve ficar em cartaz até o dia 29 de abril. 

A Agência Zapp News já assistiu, e nossa nota é DEZ. 🎬




quarta-feira, 22 de abril de 2026

Crítica do filme| “MICHAEL”: um espetáculo emocionante e grandioso, digno do Rei do Pop

Por Graça Paes, RJ

"Michael" é a cinebiografia oficial de Michael Jackson, dirigida por Antoine Fuqua ("O Protetor") e produzida por Graham King (produtor de "Bohemian Rhapsody"), com a produção executiva dos gestores do espólio de Michael Jackson. E estreia no Brasil em 23 de abril de 2026, mas já tem sessões antecipadas rolando desde o dia 21. 


O filme biográfico retrata a história do superstar Michael Jackson, desde o Jackson 5 até o artista visionário cuja ambição criativa alimentou uma busca implacável para se tornar o maior artista do mundo.

Bora falar de ‘Michael’!

Poucos artistas na história da música conseguiram atravessar gerações, culturas e fronteiras como Michael Jackson. E é exatamente essa dimensão, humana, artística e quase sobrenatural, que o filme “Michael” entrega ao público com emoção, respeito e uma grandiosidade à altura do maior astro pop de todos os tempos.


A cinebiografia oficial, dirigida por Antoine Fuqua (“O Protetor”) e produzida por Graham King (o mesmo produtor de “Bohemian Rhapsody”), chega aos cinemas brasileiros no dia 23 de abril de 2026, com sessões antecipadas já acontecendo desde 21 de abril, e desde já se consolida como um dos filmes mais aguardados, e mais impactantes, dos últimos anos.


“Michael” não é apenas um filme biográfico. É uma verdadeira viagem no tempo. É como abrir um álbum de memórias mundial e reencontrar momentos que marcaram não apenas a trajetória do artista, mas também a vida de milhões de fãs.


O longa retrata a história do superstar desde o Jackson 5, ainda na infância, até o artista visionário e incansável que revolucionou a música, a dança e a estética pop global. A narrativa é conduzida de forma envolvente e respeitosa, mostrando a evolução de um menino prodígio que se transformou em um fenômeno ímpar, único, sem igual.  repetido.


E é impossível assistir sem se emocionar. Prepare os lencinhos: o filme é carregado de sentimento, não por exagero dramático, mas por fidelidade ao que Michael representava. Ele era luz, talento, entrega e um tipo raro de magia que só os grandes possuem. Michael não apenas cantava e dançava, ele hipnotizava, inspirava e tocava as pessoas com uma sensibilidade única.

O elenco é digno de aplausos. Jaafar Jackson, sobrinho do astro, interpreta Michael adulto e simplesmente surpreende: ele não atua como Michael Jackson… ele se torna Michael. A entrega corporal, os gestos, o olhar, o modo de andar e a presença de palco fazem dele uma verdadeira personificação do Rei do Pop. Um trabalho que já nasce com cara de premiação e que certamente será lembrado na temporada do Oscar.


Na infância, Juliano Krue Valdi também emociona ao mostrar o início de uma trajetória marcada por talento, pressão e genialidade precoce. O filme acerta em cheio ao destacar como aquele pequeno Michael foi moldado por acontecimentos e desafios que, ao mesmo tempo em que o endureceram, também o impulsionaram para a imortalidade artística.


O elenco como um todo é um grande destaque, como Nia Long que interpreta Katherine Jackson com delicadeza e firmeza; Colman Domingo, como Joe Jackson, entrega uma atuação marcante e intensa; Miles Teller, como John Branca, traz equilíbrio ao universo jurídico e profissional; e Kat Graham, como Diana Ross, que adiciona brilho e presença ao enredo.


Além disso, os atores que interpretam os Jackson 5, em suas fases jovem e adulta,  dão um show de autenticidade, recriando com energia e carisma a era que lançou Michael ao mundo: Tito Jackson (Judah Edwards e Rhyan Hill), Marlon Jackson (Jaylen Lyndon Hunter e Tre Horton), Jackie Jackson (Nathaniel Logan McIntyre e Joseph David-Jones), Jermaine Jackson (Jayden Harville e Jamal R. Henderson).


A direção de Fuqua é precisa e sensível. O filme tem ritmo, tem alma e tem uma estética visual que conversa com a grandiosidade de Michael. A trilha sonora, obviamente, dispensa comentários: é impossível ouvir aqueles clássicos sem sentir o peso histórico e emocional do que foi construído.

“Michael” mostra um artista que parecia viver em contradição: um menino em corpo de adulto, um ser frágil e ao mesmo tempo gigante, um coração enorme carregando o mundo nos ombros. E é nessa complexidade que o filme brilha, ao apresentar não só o mito, mas também o ser humano por trás da lenda, o “Michael”. 


O resultado é um filme cuidadosamente pensado, construído com amor e respeito, onde cada cena parece carregada do carinho que os fãs sempre tiveram por Michael Jackson. É uma obra que emociona, inspira e faz lembrar o quanto ele foi,  e sempre será, incomparável.


E pode anotar: “Michael” vem forte para as grandes premiações, especialmente pelo desempenho impressionante de Jaafar Jackson.


No fim, a sensação é de ter assistido não apenas a um filme, mas a um evento.

A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 10. É uma obra magnífica.

E um pequeno spoiler (bem pequeno): há tanta história para contar… que essa saga ainda não terminou.