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quinta-feira, 12 de julho de 2018

Crítica do filme: Todo Dia


Por Graça Paes, RJ

Uma fábula contemporânea que nos mostra que o amor não tem forma e nem barreiras



Com direção de Michael Sucsy e trilha sonora de Elliot Wheeler, o filme é uma adaptação do livro, homônimo, de David Levithan. Em nos conta a história de um rapaz chamado A que tem o incrível poder de acordar todos os dias em um corpo diferente, independente de gênero, cor ou idade. Ele se adapta diariamente a um novo corpo, família e estilo de vida. Essa rotina só tem uma alteração quando ele acorda no corpo de Justin e acaba se apaixonando pela namorada do rapaz, a jovem Rhiannon (Angourie Rice). O longa tem uma bela fotografia, é bem produzido, bem roteirizado e tem uma boa trilha sonora. É um romance teen só que em forma de uma fábula moderna.  




O personagem principal desta história se chama A, e apenas A, uma letra. Já que a cada dia ele é uma nova pessoa, apenas uma letra o descreve. Bom, A, acorda a cada dia em um corpo diferente, mas sempre com a mesma idade. As trocas de corpo sempre acontecem no mesmo bairro e entre um núcleo próximo. Podendo ser qualquer pessoa, mas nunca retornando ao mesmo corpo. 




No longa, após 16 anos vivendo desta forma, A, já está adaptado a esta realidade, mas este cenário sofre uma alteração quando A entra na vida de Rhiannon. Desde que o jovem passa 24 horas sendo o namorado dela que os dois se envolvem e sentem uma conexão incomparável, Rhiannon e A fazem de tudo e criam estratégias para se encontrarem todos os dias, sem saber em que corpo ou família A acordará e as surpresas que isso poderá reservar. Quanto mais os dois se apaixonam, mais as realidades de amar alguém que é uma pessoa diferente a cada 24 horas os afeta, levando o casal a enfrentar a decisão mais difícil que eles já tiveram que tomar. E, que você só saberá assistindo o filme. 




A é interpretado por vários atores diferentes, como Justice Smith (The Get Down), Lucas Jade Zumann (A Entidade 2) e Katie Douglas. Rhiannon será vivida por Angourie Rice de “Dois Caras Legais“.




O filme nos leva a muitas reflexões entre elas que o amor não tem forma e nem barreiras. É uma excelente história para ver a dois ou ver em família. As abordagens da trama se fazem necessárias na sociedade atual.



A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 9.

O filme já está nos cinemas.





quarta-feira, 11 de julho de 2018

Crítica da animação; “Hotel Transilvânia 3: Férias Monstruosas”


Por Graça Paes, RJ 
Embarque você também nesta aventura em alto mar


Com a direção de Genndy Tartakovsky que também assina o roteiro com Michael McCullers e a belíssima trilha sonora de Mark Mothersbaugh, o terceiro longa da franquia “Hotel Transilvânia”, estreia no Brasil, na quinta-feira, dia 12 de julho.





Nesta sequência, cansado do trabalho árduo no hotel, Drácula, solitário e infeliz, decide tirar férias e também procurar um novo amor pela internet, mas em meio à sua busca, ele é surpreendido com um presente da querida filha que é passar em família, as férias em um cruzeiro. 



Inicialmente, ele resistente à ideia, mas acaba cedendo. E, eis que em alto mar, ele se encanta pela comandante do navio, que, no entanto, esconde um segredo. Erika Van Helsing planeja destruir todos os monstros durante esta viagem, só que o encantamento de Drácula por ela, acaba nos levando a dar muitas risadas, a refletir, e muito mais.




Afinal, será que Drac conquista o coração da moça? Bom, aí, você terá que assistir a animação nos cinemas para saber o desfecho. Mas, eu posso te contar que acompanhar esse cruzeiro com o Drácula e a família de monstros será muito divertido. Essa viagem tem de tudo um pouco, você verá vôlei de monstros, excursões exóticas, bronzeados lunares e acompanhar um voo bem diferente pela companhia aérea Gremlin Air.



Em Hotel Transilvânia 3: Férias Monstruosas temos uma mistura da animação clássica com a animação digital. O que é bonito de se ver. É um trabalho muito bem produzido e que te segura na poltrona.





O roteiro é muito bem escrito, com piadas que as crianças irão entender e que leva a várias reflexões, entre elas, igualdade, perdão, racismo e afirma o tempo todo a questão de que de somos todos iguais, sendo monstros ou não. O que é bom para que as crianças reflitam e levem essas discussões para seus grupos de amigos, família, escolares, entre outros.  O uso da internet também é muito bem explorado. Já imaginou o Drácula (Drac) procurando relacionamento em aplicativos tipo Tinder? Pois, é. Mas, como é um filme para crianças, o assunto é tratado em forma de comédia, mas sem zuação.





A trilha sonora é um show a parte e desde já, com um pequeno spoiler, eu lhe digo que algumas músicas irão ficar na sua cabeça, após a sessão.  




A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 9.5