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sexta-feira, 3 de julho de 2026

A Agência Zapp News acompanhou a coletiva e fan event de 'Moana' live-action com Dwayne Johnson no Rio de Janeiro

Por Graça Paes, RJ

Fotos de Graça Paes/Zapp News

A Agência Zapp News marcou presença nos dois principais eventos de lançamento de 'Moana' live-action no Brasil e acompanhou de perto todos os detalhes da passagem de Dwayne Johnson pelo Rio de Janeiro.

Fotos de Graça Paes/Zapp News

A programação começou com uma coletiva de imprensa realizada em Santa Teresa, na Zona Sul do Rio, onde jornalistas de diversos veículos puderam conversar com o astro de Hollywood, que interpreta o carismático Maui. Durante o encontro, Dwayne Johnson falou sobre a emoção e as lembranças que tem dos ancentrais ao dar vida ao personagem, comentou a grandiosidade da produção e voltou a demonstrar seu carinho pelo Brasil. Bem-humorado, o ator revelou que torce pela conquista do hexacampeonato da Seleção Brasileira.

Fotos de Graça Paes/Zapp News

A festa continuou na Ilha Fiscal, no Centro do Rio, durante o fan event promovido pela Disney. Centenas de fãs receberam Dwayne Johnson com muita animação. 

Fotos de Graça Paes/Zapp News

O ator distribuiu autógrafos, fez selfies, recebeu camisas da Seleção Brasileira e retribuiu o carinho do público brasileiro com simpatia e entusiasmo. A apresentação do evento ficou por conta de Jennifer Nascimento, que comandou a celebração ao lado do astro.

Fotos de Graça Paes/Zapp News

A cobertura completa da coletiva de imprensa e do fan event, com entrevistas, vídeos exclusivos e os melhores momentos da passagem de Dwayne Johnson pelo Brasil, você confere na Agência Zapp News e nas redes sociais do portal.

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Fotos de Graça Paes/Zapp News


Any Gabrielly  dubladora de Moana 2 
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segunda-feira, 22 de junho de 2026

Festival de Cinema de Gramado participa como seletiva para o Prêmio Ibershorts, do Festival de Málaga

Por Graça Paes, RJ

Pelo segundo ano consecutivo, curtas-metragens premiados em Gramado poderão ser inscritos para concorrer ao prêmio espanhol

                                                           (Pressphoto)


Pelo segundo ano consecutivo, o Festival de Cinema de Gramado participa da seleção do Prêmio Ibershorts, parte da programação do 30º Festival de Málaga, na Espanha. O mais tradicional festival de cinema do Brasil é um dos 29 selecionados de 20 países que poderão inscrever até dois curtas-metragens premiados em sua edição mais recente para concorrer à Biznaga de Melhor Curta-Metragem Ibero-Americano de Ficção. Um comitê conjunto selecionará as cinco produções finalistas, que serão exibidas durante a 30ª edição do evento. 


As obras vencedoras na categoria de melhor filme das mostras Curtas-metragens Brasileiros e do Prêmio Assembleia Legislativa de Cinema - Mostra de Curtas Gaúchos da 54ª edição do Festival de Cinema de Gramado serão inscritas e irão concorrer ao Prêmio Ibershorts. O público vai conhecer as produções participantes durante o evento na Serra Gaúcha, quando serão anunciados os vencedores de ambas as categorias.


O Festival de Málaga, uma realização da Prefeitura de Málaga, acontece entre os dias 26 de fevereiro e 7 de março de 2027. Além da exibição, os cinco filmes finalistas farão parte do Málaga Short Corner, importante vitrine de mercado dentro do MAFIZ (Málaga Festival Industry Zone), onde realizadores participam de atividades voltadas ao mercado audiovisual. 


O Prêmio Ibershorts é uma iniciativa do evento em parceria com a Festhome, plataforma digital que conecta cineastas a festivais de cinema, e busca promover e dar visibilidade a curtas-metragens ibero-americanos de ficção e animação. 


54ª edição do Festival de Cinema de Gramado

A 54ª edição do Festival de Cinema de Gramado acontece entre os dias 12 e 22 de agosto, na Serra Gaúcha. A curadoria dos longas-metragens brasileiros e documentais é assinada pelo jornalista, professor e crítico de cinema Marcos Santuario e pelas atrizes Camila Morgado e Ana Flávia Cavalcanti. A programação é composta por longas e curtas-metragens brasileiros, com forte destaque para o cinema gaúcho, e também conta com produções internacionais. 




Primeiras cenas do filme "Era Uma Vez Minha 1ª Vez" são divulgadas

Por Graça Paes, RJ

A obra é uma adaptação cinematográfica do livro homônimo de Thalita Rebouças 


O longa, dirigido por Claudia Castro, chega aos cinemas em outubro e promete levar às telas uma narrativa sensível e bem-humorada sobre as descobertas da adolescência e os diferentes caminhos do despertar da sexualidade.



Estrelado por Letícia Braga, Duda Matte, Castorine e Lívia Silva, o filme acompanha a trajetória das amigas Teresa, Clara, Tuca e Patty, que vivenciam juntas os desafios, expectativas e experiências que marcam a juventude. Ao longo da história, cada uma delas percebe que o amadurecimento acontece de forma única, respeitando tempos e vivências individuais.



Com roteiro assinado por Thalita Rebouças e João Paulo Horta, a produção adapta para o cinema uma das obras da escritora voltadas ao público jovem. A trama aborda temas como amizade, autoconhecimento e os ritos de passagem da adolescência de forma leve, madura e sem tabus.



Além do quarteto principal, o elenco reúne nomes como Cauã Martins, Caian Zattar, Cintia Rosa, Pedro Ogata, JP Rufino e Duda Pimenta.



Longe de se apresentar como um manual sobre sexualidade, o filme aposta no tom que consagrou a carreira literária de Thalita Rebouças: uma abordagem sensível, divertida e próxima da realidade dos jovens, com destaque para a força da amizade feminina e para a importância de respeitar o próprio tempo nas descobertas da vida.



‘Era Uma Vez Minha 1ª Vez’ é uma produção de Na Paralela Filmes, responsável também pela distribuição do longa. O projeto conta ainda com codistribuição de A Fábrica, parceria e coprodução da RioFilme, empresa vinculada à Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, e coprodução da Warner Bros. Pictures. 


Assista o teaser:

O filme recebeu investimentos do BRDE, por meio do Fundo Setorial do Audiovisual, e da Ancine.




quarta-feira, 17 de junho de 2026

Crítica da animação: 'Toy Story 5'

Por Graça Paes, RJ

Toy Story 5 mantém a magia da franquia e promove uma reflexão necessária sobre a infância e o consumo de tecnologia

A Pixar volta a emocionar o público com “Toy Story 5”. Este é mais um belo capítulo de uma das franquias mais amadas da história da animação. Com direção de Andrew Stanton e roteiro assinado por Stanton e McKenna Harris, o longa estreia nos cinemas em 18 de junho e prova que ainda há espaço para contar histórias relevantes com sensibilidade, humor e emoção.

Desta vez, Buzz Lightyear, Woody, Jessie e seus inseparáveis amigos enfrentam um desafio contemporâneo: a influência da tecnologia na infância. Bonnie, agora com 8 anos, ganha um tablet e passa a dedicar grande parte do seu tempo aos jogos digitais, deixando os brinquedos tradicionais em segundo plano. Diante dessa nova realidade, a turma precisa encontrar maneiras de continuar fazendo parte da vida da menina.

Visualmente, Toy Story 5 impressiona pela elegância de suas escolhas artísticas. A direção de arte aposta em uma estética limpa, cuidadosamente planejada e totalmente alinhada à proposta narrativa. O estilo minimalista e sofisticado da animação não significa simplicidade na construção da obra. Pelo contrário, revela uma escolha artística cuidadosa, voltada para destacar a clareza visual e fortalecer a conexão emocional com o público.

A animação apresenta movimentos suaves e bem executados, permitindo que cada cena seja compreendida de forma natural. Os enquadramentos, a paleta de cores e a composição visual contribuem para uma narrativa clara e envolvente, direcionando o olhar do espectador para o que realmente importa: as emoções dos personagens e a mensagem transmitida pela história.


A obra demonstra com excelência como o princípio de que “menos é mais” pode ser aplicado de forma eficaz, criando impacto emocional e profundidade narrativa sem recorrer a excessos visuais.


E é impossível não continuar apaixonado por Buzz, Woody, Jessie e toda a turma. Os personagens preservam o carisma que conquistou gerações e, mais uma vez, servem como ponte para discussões importantes. Tem até clima de romance no ar! 


Além da diversão, Toy Story 5 convida o público a refletir sobre temas extremamente atuais, como o uso excessivo de telas pelas crianças, o impacto das redes sociais na infância, a disseminação do bullying no ambiente digital e a importância das relações humanas para o desenvolvimento social e emocional dos pequenos.


Mais do que uma animação voltada ao entretenimento, Toy Story 5 é uma ferramenta de reflexão para pais e educadores. Uma obra sensível, atual e necessária, que reafirma a capacidade da Pixar em  abordar temas complexos sem perder a leveza e a magia que fizeram da franquia um fenômeno mundial.


Toy Story 5 emociona, diverte e reforça que brincar continua sendo uma das formas mais importantes de aprender, criar vínculos e viver a infância.

A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 9.  



quinta-feira, 11 de junho de 2026

Crítica do filme: “Dia D”

Por Graça Paes, RJ


O filme "Dia D" aposta no mistério extraterrestre, mas se perde em um roteiro excessivamente complexo

Steven Spielberg retorna ao universo da ficção científica com "Dia D" (Disclosure Day), longa-metragem estrelado por Emily Blunt, Josh O'Connor, Colin Firth, Eve Hewson e Colman Domingo.  O longa tem 2h25 de duração e estreia dia 11 de junho nos cinemas. O filme resgata um dos temas mais recorrentes da carreira do diretor: o fascínio pela vida extraterrestre e o impacto desse desconhecido sobre a humanidade.


A trama parte de uma premissa instigante: governos de todo o mundo revelam o maior segredo da história da civilização: a humanidade nunca esteve sozinha no universo. E, a divulgação de evidências sobre a existência de vida alienígena desencadeia uma crise global sem precedentes, marcada por pânico coletivo, conflitos diplomáticos e tentativas desesperadas de controlar a informação.

No centro da narrativa estão dois personagens fundamentais. Margaret Fairchild (Emily Blunt), uma apresentadora da previsão do tempo que passa por um episódio perturbador durante uma transmissão ao vivo ao entrar em transe e começar a se comunicar em dialetos alienígenas. E, Daniel Kellner (Josh O'Connor), especialista em segurança cibernética que possui documentos ultrassecretos que comprovam quase um século de contatos extraterrestres encobertos pelos governos. E que será perseguido por isso. 

Enquanto os protagonistas tentam expor a verdade ao público, a poderosa organização Wardex trabalha para manter a situação sob controle. Seu líder, Noah Scanlon (Colin Firth), atua ao lado de Hugo Wakefield (Colman Domingo) na missão de impedir que o caos se torne irreversível.


Além do retorno de Spielberg ao gênero que ajudou a redefinir com clássicos como E.T. - O Extraterrestre, Jurassic Park e Tubarão, "Dia D" marca a 30ª colaboração entre o diretor e o lendário compositor John Williams. A trilha sonora, como esperado, ajuda a criar a atmosfera de suspense e grandiosidade que acompanha a narrativa.


Visualmente, o filme apresenta uma fotografia competente e momentos de impacto visual que reforçam o sentimento de inquietação diante do desconhecido. Spielberg também procura resgatar parte do encantamento e da curiosidade que marcaram suas obras sobre temas científicos. 

No entanto, "Dia D" enfrenta dificuldades em seu principal elemento: o roteiro. A narrativa exige atenção constante do espectador, num filme que é longo, e que se desenvolve de forma lenta nos primeiros atos. Conforme a história avança, o ritmo melhora, mas a complexidade excessiva da trama acaba tornando alguns acontecimentos confusos. O desfecho permanece aberto a interpretações, possivelmente uma escolha deliberada do diretor, mas que pode frustrar quem espera respostas mais objetivas.


O grande destaque do longa é Emily Blunt. Em mais uma atuação consistente, a atriz entrega uma personagem intensa e convincente, sustentando boa parte da carga dramática da produção. Sua presença em cena é, sem dúvida, um dos pontos altos do filme.


"Dia D" é uma obra ambiciosa, diferente do convencional e repleta de questionamentos sobre verdade, poder e o lugar da humanidade no cosmos. Embora apresente qualidades técnicas e um elenco de peso, acaba prejudicado por um roteiro excessivamente intrincado e pasmes, por uma direção de Steven Spielberg, que em alguns momentos, não consegue transformar toda a complexidade da história em uma experiência plenamente envolvente.


É um filme visualmente interessante, impulsionado por uma grande atuação de Emily Blunt, mas que divide opiniões ao apostar em uma narrativa densa, por vezes confusa, e em um final que deixa mais perguntas do que respostas.

A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 8.5.






Crítica do filme: "Deixa Acontecer"

Por Graça Paes, RJ

É uma comédia romântica inclusiva e emocionante, perfeita para o Dia dos Namorados

Em tempos em que as comédias românticas parecem seguir fórmulas previsíveis, "Deixa Acontecer" surge como uma agradável surpresa. Com direção de Natalia Grimberg, criação e roteiro de Renata Corrêa e produção do Núcleo de Filmes dos Estúdios Globo, aposta em representatividade, emoção e leveza para contar uma história de amor que vai além dos clichês do gênero.


Estrelado por Paola Antonini, em sua estreia como atriz e protagonista, o filme reúne um elenco de peso formado por João Vitor Silva, Klara Castanho, Laís Lage, Douglas Silva, Mariana Ximenes, Camila Morgado, Danton Mello, Debora Lamm, Ed Gama, Ricardo Cubba, Caio Cabral e Duda Brack.

Com o título inspirado na famosa canção do Grupo Revelação, o longa acompanha a trajetória de Marina, uma jovem amputada que decide assumir o controle da própria vida após anos cercada pelos cuidados excessivos dos pais. Ao ser aprovada no vestibular de Medicina de uma universidade carioca, ela deixa Minas Gerais rumo ao Rio de Janeiro. E o que parecia ser apenas o início de uma jornada acadêmica transforma-se também em uma inesperada história de amor quando ela cruza o caminho do pagodeiro João Mendes.

Mas o filme "Deixa Acontecer" não se limita ao romance. O longa aborda temas contemporâneos e relevantes como a independência dos filhos, o surgimento natural dos relacionamentos, a cultura do cancelamento, fake news, fama, poder, as malícias dos cariocas, exposição midiática e, principalmente, o valor inestimável da amizade. As amigas inseparáveis de Marina desempenham papel fundamental na narrativa e ajudam a construir alguns dos momentos mais divertidos e emocionantes da trama.

Com roteiro bem amarrado, direção segura e uma fotografia impecável, o longa ainda se destaca pela trilha sonora envolvente, que inclui músicas autorais compostas especialmente para a produção. O resultado é uma obra leve, divertida e sensível, ideal para assistir acompanhado, seja do seu amor ou apenas de um bom travesseiro e um combo de pipoca.



Um dos maiores méritos do filme é não transformar a deficiência da protagonista no centro absoluto da história. Marina é apresentada, antes de tudo, como uma jovem determinada, sonhadora e empoderada. Sua condição física faz parte de quem ela é, mas não define seus conflitos nem seus desejos, ampliando a identificação do público com a personagem.



Outro atrativo para o público é a participação especial de nomes da música como Dudu Nobre, Arlindinho, Marvvila, Vitinho, IZA e Feyjão, que ajudam a criar a atmosfera musical que embala toda a narrativa e promete conquistar tanto os fãs de comédias românticas quanto os amantes do pagode. E, claro, e belos pontos turísticos marcantes do Rio de Janeiro. 



"Deixa Acontecer" estreia no Telecine em 11 de junho, com exibição no Telecine Premium no sábado, dia (13/6), às 22h, e no Telecine Pipoca no domingo, dia (14), às 20h. E já está disponível no GloboPlay e no Prime Video através do canal Telecine para assonantes.


Sensível, divertida e cheia de mensagens positivas, a produção consegue emocionar sem apelar para exageros e entrega uma história que celebra o amor, a amizade e a liberdade de ser quem se é.


Assista ao trailer: https://www.instagram.com/reel/DZQLXsvRHX2/

Nós já assistimos e nossa nota é DEZ. 

Acredite! É uma excelente aposta para entrar no clima do Dia dos Namorados.


                                                                Foto de Beatriz Damy

Pré-estreia do longa

Durante a coletiva realizada nos Estúdios Globo após a exibição do filme, para elenco e convidados, no dia 8 de junho, que também marcou a 1ª. Mostra de Filmes do local, a criadora e roteirista Renata Corrêa destacou a importância da representatividade na construção da narrativa.


"Vivemos em um mundo muito pouco preparado para lidar com o que é diferente. Por que não trazer um conteúdo com outro tipo de olhar? O capacitismo é muito violento, e todos nós precisamos combatê-lo, seja por meio de políticas públicas, seja pela busca por representatividade em diferentes espaços. E a dramaturgia tem um papel fundamental nesse processo", afirmou.


Paola Antonini também revelou a emoção de viver sua primeira protagonista no cinema e destacou o impacto da experiência em sua trajetória profissional.


"Quando fui chamada para fazer o teste, pensei: 'É tudo o que eu mais quero na minha vida'. A atuação requer muito estudo e é muito desafiadora, então me entreguei completamente para fazer esse filme", contou.


Já João Vitor Silva e Douglas Silva destacaram a emoção de acompanhar a estreia de Paola, relembrando seus próprios inícios de carreira.




quarta-feira, 22 de abril de 2026

Crítica do filme| “MICHAEL”: um espetáculo emocionante e grandioso, digno do Rei do Pop

Por Graça Paes, RJ

"Michael" é a cinebiografia oficial de Michael Jackson, dirigida por Antoine Fuqua ("O Protetor") e produzida por Graham King (produtor de "Bohemian Rhapsody"), com a produção executiva dos gestores do espólio de Michael Jackson. E estreia no Brasil em 23 de abril de 2026, mas já tem sessões antecipadas rolando desde o dia 21. 


O filme biográfico retrata a história do superstar Michael Jackson, desde o Jackson 5 até o artista visionário cuja ambição criativa alimentou uma busca implacável para se tornar o maior artista do mundo.

Bora falar de ‘Michael’!

Poucos artistas na história da música conseguiram atravessar gerações, culturas e fronteiras como Michael Jackson. E é exatamente essa dimensão, humana, artística e quase sobrenatural, que o filme “Michael” entrega ao público com emoção, respeito e uma grandiosidade à altura do maior astro pop de todos os tempos.


A cinebiografia oficial, dirigida por Antoine Fuqua (“O Protetor”) e produzida por Graham King (o mesmo produtor de “Bohemian Rhapsody”), chega aos cinemas brasileiros no dia 23 de abril de 2026, com sessões antecipadas já acontecendo desde 21 de abril, e desde já se consolida como um dos filmes mais aguardados, e mais impactantes, dos últimos anos.


“Michael” não é apenas um filme biográfico. É uma verdadeira viagem no tempo. É como abrir um álbum de memórias mundial e reencontrar momentos que marcaram não apenas a trajetória do artista, mas também a vida de milhões de fãs.


O longa retrata a história do superstar desde o Jackson 5, ainda na infância, até o artista visionário e incansável que revolucionou a música, a dança e a estética pop global. A narrativa é conduzida de forma envolvente e respeitosa, mostrando a evolução de um menino prodígio que se transformou em um fenômeno ímpar, único, sem igual.  repetido.


E é impossível assistir sem se emocionar. Prepare os lencinhos: o filme é carregado de sentimento, não por exagero dramático, mas por fidelidade ao que Michael representava. Ele era luz, talento, entrega e um tipo raro de magia que só os grandes possuem. Michael não apenas cantava e dançava, ele hipnotizava, inspirava e tocava as pessoas com uma sensibilidade única.

O elenco é digno de aplausos. Jaafar Jackson, sobrinho do astro, interpreta Michael adulto e simplesmente surpreende: ele não atua como Michael Jackson… ele se torna Michael. A entrega corporal, os gestos, o olhar, o modo de andar e a presença de palco fazem dele uma verdadeira personificação do Rei do Pop. Um trabalho que já nasce com cara de premiação e que certamente será lembrado na temporada do Oscar.


Na infância, Juliano Krue Valdi também emociona ao mostrar o início de uma trajetória marcada por talento, pressão e genialidade precoce. O filme acerta em cheio ao destacar como aquele pequeno Michael foi moldado por acontecimentos e desafios que, ao mesmo tempo em que o endureceram, também o impulsionaram para a imortalidade artística.


O elenco como um todo é um grande destaque, como Nia Long que interpreta Katherine Jackson com delicadeza e firmeza; Colman Domingo, como Joe Jackson, entrega uma atuação marcante e intensa; Miles Teller, como John Branca, traz equilíbrio ao universo jurídico e profissional; e Kat Graham, como Diana Ross, que adiciona brilho e presença ao enredo.


Além disso, os atores que interpretam os Jackson 5, em suas fases jovem e adulta,  dão um show de autenticidade, recriando com energia e carisma a era que lançou Michael ao mundo: Tito Jackson (Judah Edwards e Rhyan Hill), Marlon Jackson (Jaylen Lyndon Hunter e Tre Horton), Jackie Jackson (Nathaniel Logan McIntyre e Joseph David-Jones), Jermaine Jackson (Jayden Harville e Jamal R. Henderson).


A direção de Fuqua é precisa e sensível. O filme tem ritmo, tem alma e tem uma estética visual que conversa com a grandiosidade de Michael. A trilha sonora, obviamente, dispensa comentários: é impossível ouvir aqueles clássicos sem sentir o peso histórico e emocional do que foi construído.

“Michael” mostra um artista que parecia viver em contradição: um menino em corpo de adulto, um ser frágil e ao mesmo tempo gigante, um coração enorme carregando o mundo nos ombros. E é nessa complexidade que o filme brilha, ao apresentar não só o mito, mas também o ser humano por trás da lenda, o “Michael”. 


O resultado é um filme cuidadosamente pensado, construído com amor e respeito, onde cada cena parece carregada do carinho que os fãs sempre tiveram por Michael Jackson. É uma obra que emociona, inspira e faz lembrar o quanto ele foi,  e sempre será, incomparável.


E pode anotar: “Michael” vem forte para as grandes premiações, especialmente pelo desempenho impressionante de Jaafar Jackson.


No fim, a sensação é de ter assistido não apenas a um filme, mas a um evento.

A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 10. É uma obra magnífica.

E um pequeno spoiler (bem pequeno): há tanta história para contar… que essa saga ainda não terminou.






sexta-feira, 22 de agosto de 2025

Cinemas com ingressos a R$10 no Rio, de 28/8 a 3/09/25

Por Graça Paes, RJ

Foto de Wallace Barbosa/Zapp News
Foto de Wallace Barbosa/Zapp News


O público carioca poderá aproveitar ingressos promocionais durante a Semana do Cinema, entre os dias 28 de agosto e 3 de setembro, a campanha nacional oferece entradas por apenas R$ 10 nas salas convencionais. A ação é promovida por grandes redes exibidoras e já conta com a adesão de nomes como Cinemark, Cinesystem e Kinoplex, que também prometem descontos em formatos especiais até em combos de pipoca e refrigerante.


Entre os filmes que estarão em cartaz durante a promoção, destacam-se títulos como Quarteto Fantástico: Primeiros Passos, Superman, F1: O Filme e A Hora do Mal. Os fãs de clássicos terão a chance de rever Interstellar nas telonas, agora em uma versão especial. Outra estreia aguardada é O Último Azul, novo filme de Gabriel Mascaro com Rodrigo Santoro, que chega ao circuito comercial após abrir o Festival de Gramado com ótimas críticas.


A Semana do Cinema é uma iniciativa da FENEEC (Federação Nacional das Empresas Exibidoras Cinematográficas) em parceria com a ABRAPLEX (Associação Brasileira das Empresas Exibidoras Cinematográficas Operadoras de Multiplex), além da plataforma Ingresso.com e do Grupo Consciência.


O evento acontece em um momento marcado pela retomada de grandes sucessos nos cinemas brasileiros. Além de Interstellar, outros clássicos voltam ao circuito em 2025, como Carlota Joaquina, Toy Story e, celebrando os 40 anos do Estúdio Ghibli, A Viagem de Chihiro junto com mais 21 animações do estúdio japonês.



quinta-feira, 21 de agosto de 2025

Crítica: Filme ''Anônimo 2''

 Por Graça Paes, RJ

Sob a direção de Timo Tjahjanto, ‘Anônimo 2’ chega aos cinemas em 21 de agosto trazendo de volta Hutch Mansell, o assassino workaholic vivido por Bob Odenkirk. 


Dessa vez, Hutch tenta relaxar ao lado da família em Plummerville, uma charmosa cidade turística que rapidamente se transforma em caos quando entram em cena um operador corrupto de parque temático, um xerife nada confiável e um chefão do crime organizado. 

Com duração de 1h29, o longa aposta em uma mistura de ação estilizada, humor pastelão e muito sangue. O resultado é um espetáculo vibrante, repleto de pancadaria, situações absurdas e personagens exagerados. A direção de Tjahjanto é evidenciada com uso de câmeras ágeis, ritmo frenético e cenas de lutas encenadas com criatividade.

Bob Odenkirk mais uma vez mostra por que Hutch Mansell caiu no gosto do público. Ele dosa comédia, vulnerabilidade e brutalidade com precisão, sustentando até os momentos mais surreais. O clima retrô, que nos remete aos filmes de ação dos anos 80, também dá um charme extra à produção.


Mas, ‘Anônimo 2’ peca ao não se arriscar. A narrativa repete fórmulas que já funcionaram no primeiro filme, mas traz poucas novidades para a sequência. Os personagens não evoluem, e a trama serve mais como vitrine para as bem elaboradas sequências de ação, mas não se aprofunda na história.

Se você procura diversão com doses de humor ácido e violência estilizada certamente sairá satisfeito. Porém, se espera uma sequência mais ousada, com inovação narrativa ou desenvolvimento do protagonista, pode sentir que a sequência se acomoda demais. 

A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 8. 







sexta-feira, 1 de agosto de 2025

É oficial! O filme “Se eu fosse você 3” inicia filmagens com retorno de Tony Ramos e Glória Pires

Por Graça Paes, RJ 

 

Com direção de Anita Barbosa, a continuação da aclamada franquia nacional apresenta uma nova geração na trama, com Cleo Pires e Rafael Infante no elenco

 

Tony Ramos, Rafael Infante, Cleo Pires e Glória Pires durante a leitura de roteiro

Foto de Eny Miranda

 

Depois de um grande sucesso de bilheteria, a clássica comédia brasileira que conquistou milhões de espectadores está de volta. Neste domingo, 03 de agosto, serão iniciadas oficialmente as filmagens de “Se Eu Fosse Você 3”, sequência da adorada franquia estrelada por Tony Ramos e Glória Pires. Os atores voltam a interpretar o icônico casal Cláudio e Helena em meio a novos desafios familiares ainda mais inusitados.

 

O longa é dirigido por Anita Barbosa (Matches, Amor.com), com supervisão artística de Daniel Filho, responsável pela direção dos dois primeiros filmes da saga, lançados em 2006 e 2009. A produção é da Total International, em coprodução com a Star Original Productions e distribuição da Star Distribution - selos da Disney voltados para filmes da América Latina.

 

A trama se passa duas décadas depois da última troca de corpos entre Cláudio e Helena, que estão vivendo uma nova fase da vida com a filha Bia, agora adulta e casada com Aquiles. Quando o raio cai três vezes na mesma família, um novo desafio mostra que é necessário se colocar no lugar do outro... literalmente.

 

Bia será interpretada por Cleo Pires, enquanto Rafael Infante interpreta Aquiles. Além do quarteto protagonista, o elenco conta também com Valentina Daniel, Paulo Rocha, Yohama Eshima, Dan Ferreira e Rosi Campos. As filmagens estão acontecendo em Miguel Pereira e Rio de Janeiro.

 

Com estreia em breve exclusivamente nos cinemas, “Se Eu Fosse Você 3” é uma comédia romântica cheia de emoção e reviravoltas, numa situação clássica de comédia de erros, que celebra o amor, a família e a importância de entender quem está ao nosso lado.


quinta-feira, 31 de julho de 2025

“Ainda Estou Aqui” foi o grande vencedor do Prêmio Grande Otelo 2025

Por Graça Paes


A cerimônia reuniu astros, estrelas e  a nata do audiovisual brasileiro

O evento foi realizado na noite de quarta-feira, dia (30/7), na Grande Sala, da Cidade das Artes, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, e foi apresentado por Bárbara Paz e Isabel Fillardis. 

A cerimônia foi aberta com um belo discurso da presidente da Academia Brasileira de Cinema, Renata de Almeida Magalhães que falou sobre a última safra do cinema nacional e ressaltou a importância de ter uma instituição plural e democrática para representá-lo. “Este foi um ano muito especial para o nosso cinema e, na noite de hoje, vamos celebrá-lo com todos que o realizam. Não importa quem ganha ou perde, todos somos vencedores porque acreditamos na força das nossas imagens e sonhos, e não desistimos nunca”, disse, lembrando o primeiro Oscar de Melhor Filme Internacional vencido pelo Brasil. “Em 2025, fizemos um golaço em pleno Carnaval e, para ser justo com Waltinho [Walter Salles], foi um gol de Garrincha”, brincou. 

Na sequência, em tom bem humorado, Eduardo Paes, prefeito do Rio de Janeiro, subiu ao palco e falou da importância cultural e econômica do cinema para a capital fluminense e todo o Brasil. "O Prêmio Grande Otelo é um dos momentos mais inspiradores da cultura brasileira, nossa maior homenagem ao talento, criatividade e força do cinema nacional. Com o maior orgulho, celebramos filmes como 'Ainda Estou Aqui’, o grande destaque desta edição que recebeu 16 indicações, o que reforça o talento dos nossos profissionais e a maturidade do nosso setor. Conquistas são motivo de orgulho e, mais importante, prova que vale a pena investir na cultura, mostrando que, quando o poder público cumpre seu papel, o talento floresce e o Brasil brilha lá fora com histórias que nascem aqui”.

Ao longo da noite, o evento celebrou a trajetória do cinema brasileiro ao redor do mundo com homenagens a filmes e a profissionais brasileiros que marcaram presença e se destacaram no cinema mundial. Durante a cerimônia, foram relembrados marcos como a chegada dos primeiros atores brasileiros a Hollywood; vitórias e indicações de produções nacionais nos maiores festivais internacionais, como Cannes, Berlim e Veneza; e as múltiplas conquistas do Cinema Novo. Fizeram ainda parte da homenagem os triunfos mais recentes de “Ainda Estou Aqui”, “O Último Azul” e “O Agente Secreto”, além de uma bela homenagem à produtora LC Barreto Produções Cinematográficas, que já produziu e coproduziu mais de 80 títulos. 

Na parte musical, a banda Primavera nos Dentes fez três apresentações especiais com um repertório de canções emblemáticas que marcaram o cinema brasileiro em diferentes épocas. 

Na voz da vocalista Duda Brack, o quinteto apresentou “O que é que a baiana tem”, de Dorival Caymmi, sucesso que projetou Carmen Miranda rumo à carreira internacional; “Bye Bye Brasil”, escrita por Chico Buarque especialmente para o longa homônimo de Cacá Diegues, e “É preciso dar um jeito, meu amigo”, de Erasmo Carlos, que se tornou um hino do momento atual do audiovisual brasileiro com “Ainda Estou Aqui”. 

A grande homenageada desta edição foi a produtora L.C. Barreto Produções, de Lucy e Luiz Carlos Barreto, que há mais de 60 produz clássicos do audiovisual brasileiro.

“Ainda Estou Aqui” foi o grande vencedor.   Concorrendo em 16 categorias, o filme original Globoplay venceu em 13, com destaque para Melhor Diretor (Walter Salles), Melhor Atriz (Fernanda Torres) e Melhor Ator (Selton Mello).

O longa “Malu” foi o segundo maior vencedor da noite, com três prêmios: Melhor Primeira Direção, Melhor Roteiro Original e Melhor Atriz Coadjuvante (Juliana Carneiro da Cunha).

Ainda entre os destaques da premiação estão o troféu de Melhor Atriz de Série para Adriana Esteves por sua atuação na 2ª. temporada de “Os Outros” (Globoplay), a vitória do especial “Falas Negras”, da TV Globo, na categoria Melhor Série de Documentário, e o Grande Otelo de Melhor Longa-Metragem Infantil para “Chico Bento e a Goiabeira Maraviosa".

O Prêmio Grande Otelo conta com o apoio da Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro, por meio da RioFilme, órgão que integra a Secretaria Municipal de Cultura, e tem apuração e acompanhamento da PwC Brasil.


Veja a lista completa dos ganhadores!

MELHOR LONGA-METRAGEM FICÇÃO

AINDA ESTOU AQUI, de Walter Salles 



MELHOR LONGA-METRAGEM DOCUMENTÁRIO

3 OBÁS DE XANGÔ, de Sérgio Machado



MELHOR LONGA-METRAGEM ANIMAÇÃO

ARCA DE NOÉ, de Sérgio Machado e Aloís Di Leo



MELHOR LONGA-METRAGEM INFANTIL

CHICO BENTO E A GOIABEIRA MARAVIOSA, de Fernando Fraiha



MELHOR LONGA-METRAGEM IBERO-AMERICANO

GRAND TOUR (Portugal), de Miguel Gomes. Indicação: Academia Portuguesa de Cinema



MELHOR DIREÇÃO

WALTER SALLES por Ainda Estou Aqui



MELHOR PRIMEIRA DIREÇÃO DE LONGA-METRAGEM

PEDRO FREIRE por Malu



MELHOR ATRIZ DE LONGA-METRAGEM

FERNANDA TORRES como Eunice Paiva por Ainda Estou Aqui



MELHOR ATOR DE LONGA-METRAGEM

SELTON MELLO como Rubens Paiva por Ainda Estou Aqui



MELHOR ATRIZ COADJUVANTE DE LONGA-METRAGEM

JULIANA CARNEIRO DA CUNHA como Dona Lili por Malu 



MELHOR ATOR COADJUVANTE DE LONGA-METRAGEM

RICARDO TEODORO como Ronaldo por Baby



MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA

ADRIAN TEIJIDO, ABC, por Ainda Estou Aqui



MELHOR ROTEIRO ORIGINAL

PEDRO FREIRE por Malu



MELHOR ROTEIRO ADAPTADO

MURILO HAUSER e HEITOR LOREGA - baseado no livro “Ainda Estou Aqui”, de Marcelo Rubens Paiva - por Ainda Estou Aqui



MELHOR MONTAGEM

AFFONSO GONÇALVES, ACE, por Ainda Estou Aqui



MELHOR EFEITO VISUAL

CLAUDIO PERALTA por Ainda Estou Aqui



MELHOR SOM

LAURA ZIMMERMAN e STÉPHANE THIÉBAUT por Ainda Estou Aqui



MELHOR DIREÇÃO DE ARTE

CARLOS CONTI por Ainda Estou Aqui



MELHOR FIGURINO

CLAUDIA KOPKE por Ainda Estou Aqui 



MELHOR MAQUIAGEM

MARISA AMENTA e LUIGI ROCHETTI por Ainda Estou Aqui 




MELHOR TRILHA SONORA

WARREN ELLIS por Ainda Estou Aqui



MELHOR SÉRIE BRASILEIRA DE FICÇÃO, DE PRODUÇÃO INDEPENDENTE, PARA TV ABERTA, TV PAGA OU STREAMING

SENNA - TEMPORADA ÚNICA, de Vicente Amorim


MELHOR SÉRIE BRASILEIRA DE DOCUMENTÁRIO, DE PRODUÇÃO INDEPENDENTE, PARA TV ABERTA, TV PAGA OU STREAMING

FALAS NEGRAS - 4ª TEMPORADA, de Antonia Prado



MELHOR SÉRIE BRASILEIRA DE ANIMAÇÃO, DE PRODUÇÃO INDEPENDENTE, PARA TV ABERTA, TV PAGA OU STREAMING

IRMÃO DO JOREL - 5ª TEMPORADA, de Juliano Enrico 



MELHOR ATRIZ - SÉRIE DE FICÇÃO PARA TV ABERTA, TV PAGA OU STREAMING

ADRIANA ESTEVES como Cibele por Os Outros



MELHOR ATOR - SÉRIE DE FICÇÃO PARA TV ABERTA, TV PAGA OU STREAMING

GABRIEL LEONE como Senna por Senna



MELHOR CURTA-METRAGEM FICÇÃO

HELENA DE GUARATIBA, de Karen Black



MELHOR CURTA-METRAGEM DOCUMENTÁRIO

VOCÊ, de Elisa Bessa



MELHOR CURTA-METRAGEM ANIMAÇÃO

A MENINA E O POTE, de Valentina Homem e Tati Bond



VOTO POPULAR

MILTON BITUCA NASCIMENTO, de Flavia Moraes (documentário)


PRÊMIO GRANDE OTELO

O Prêmio Grande Otelo é organizado e votado pelos próprios profissionais do setor, uma forma da própria classe celebrar o seu trabalho e dar o devido reconhecimento ao talento de seus profissionais. A premiação é anual. Contribui para a elevação e a promoção do cinema brasileiro junto à população e ao público do país, através do reconhecimento da qualidade técnica e artística de seus filmes e da confraternização entre os profissionais da indústria.


O processo de definição dos vencedores do Prêmio Grande Otelo é dividido em duas etapas: indicação e premiação. A partir de 2004 a votação passou a ser feita via internet, pelos sócios da Academia, que recebem uma senha eletrônica para votar pela internet. O sistema tem a auditoria da empresa PwC Brasil.


Na fase de indicação são escolhidas as cinco obras e profissionais representantes de cada categoria que passam para a etapa seguinte. A escolha é feita pelos sócios – através de uma cédula de votação eletrônica com a lista completa de todos os concorrentes. Terminado o processo de apuração do primeiro turno, uma nova relação com os cinco escolhidos em cada categoria é enviada aos sócios que escolhem, então, os vencedores. Nas duas etapas a votação é secreta e a abertura das cédulas, bem como a apuração dos votos, é realizada pela PwC Brasil.


FOTOS WALLACE BARBOSA/ ZAPP NEWS