segunda-feira, 19 de setembro de 2022

Viola Davis e seu marido, o ator e produtor, Julius Tennon lançam o filme "A Mulher Rei" no Copacabana Palace, RJ

Por Graça Paes, RJ 



No fim da manhã de segunda-feira, dia 19 de setembro, a atriz Viola Davis e seu marido, o ator e produtor Julius Tennon, receberam a imprensa no Hotel Copacabana Palace, na Zona Sul da cidade do Rio de Janeiro para uma coletiva de imprensa sobre o filme “A Mulher Rei”, protagonizado por Viola.


O longa, “A Mulher Rei” tem direção de Gina Prince-Bythewood, roteiro de Dana Stevens, co-roteiro de Gina Prince-Bythewood e a produção de Viola Davis, de seu marido Julius Tennon, Maria Bello e Cathy Schulman.



Sem problemas ao falar de sua idade, Viola se orgulha de aos 57 anos ser uma das 15 mulheres, e a única negra, a receber nos EUA o Tony (por “Rei Hedley II” e “Um limite entre nós”, peças do gigante August Wilson), o Emmy (pela série “How to get away with murder”, sucesso por seis temporadas) e o Oscar (atriz coadjuvante, em 2016, pela adaptação de Denzel Washington para “Um limite entre nós”).


De acordo com a atriz, entre as inúmeras questões faladas na coletiva, em 33 anos de carreira, esta é a primeira personagem na qual ela se reconhece. “Todos nós sabemos que atrizes como Meryl Streep e Julianne Moore são boas porque elas ganharam oportunidades para mostrarem que são boas, e não é o que  acontece, na mesma proporção, com as atrizes negras. (...) Para mim não importa se eu não tenho o cabelo loiro, se não uso o tamanho 2, eu sei que tenho valor. E quero personagens que mostrem isso, meu valor. 



O filme mostra a força de uma tribo de guerreiras lideradas por Nanisca (Viola Davis), a general das Amazonas de Dahomey,  e Nawi, uma recruta ambiciosa no Reino de Dahomey. O filme mostrará como a dupla "lutou contra inimigos que violaram sua honra, escravizaram seu povo e ameaçaram destruir tudo pelo que viveram.  “Esta personagem mostra a força da mulher preta. E é importante para uma mulher preta saber que ela pode liderar a bilheteria do cinema sem precisar de um protagonista branco, sem precisar de um homem, ressalta Viola.



“A Mulher Rei” (The Woman King) é um filme épico histórico americano estrelado por Viola Davis, Thuso Mbedu, Lashana Lynch, John Boyega, Adrienne Warren, Sheila Atim, Jayme Lawson e Hero Fiennes Tiffin.

 


Inspirado em eventos reais, o longa conta a história memorável da Agojie, uma unidade de guerreiras composta apenas por mulheres que protegiam o reino africano de Dahomey nos anos 1800, com habilidades e uma força diferentes de tudo já visto. 



A Mulher Rei acompanha a emocionante jornada épica da General Nanisca (Viola Davis) enquanto ela treina uma nova geração de recrutas e as prepara para a batalha contra um inimigo determinado a destruir o modo de vida delas.


O filme estreia no Brasil em 22 de setembro. 


Fotos de Graça Paes/ Zapp News



quinta-feira, 2 de junho de 2022

Crítica do Filme: 'Jurassic World: Domínio'

Por Graça Paes, RJ 


Com direção de Colin Trevorrow, roteiro de Colin Trevorrow e Emily Carmichael, a sequência do filme Jurassic World, a sexta parcela da série Jurassic Park e o terceiro filme da série Jurassic World, estreia nos cinemas em 2 de junho.

Tudo começa em 1993, com o primeiro Jurassic Park que teve a direção de Steven Spielberg e foi baseado no livro de Michael Crichton. O filme mostra a trajetória de um grupo de cientistas que cria um parque temático onde são recriados dinossauros por meio de engenharia genética. 


O segundo longa chegou as telonas em 2015, Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros, de Colin Trevorrow, e mostra um novo grupo de cientistas que cria uma espécie de dinossauro híbrido, o Indominus Rex. Este escapa do enclausuramento e segue fazendo arruaças.  

Já em 2018, temos o Jurassic World: Reino Ameaçado. Neste filme o grupo tenta proteger uma nova espécie de dinossauros da extinção.

Agora, em 2022, temos, ‘Jurassic World: Dominion’. O começo de uma nova era.  Quatro anos após a destruição da Isla Nublar, os dinossauros agora vivem, e caçam, com os humanos pelo mundo. E os humanos precisam lidar com seres tão diferenciados em seus dia-a-dia. 


O filme também aborda os avanços tecnológicos monopolizados por uma gigante farmacêutica que se envolve em uma conspiração bioquímica. 

Apesar de ter Colin Trevorrow na direção e no roteiro, o filme deixa brechas. E peca em vários quesitos levando a telona um enredo confuso e inconclusivo. 

A fotografia e a trilha sonora até que são revelantes, assim como os efeitos especiais. 

As cenas de ação são muito boas, assim como os atores em cena. 

No todo, não espere muito do longa, mas se acompanhou os demais da saga, vale a pena assistir. Ele nos faz refletir sobre família, relacionamentos, amizade, parceria e ciência. 


A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 8.5. 



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quarta-feira, 1 de junho de 2022

Carlos Vereza foi homenageado por jornalistas no 1o. Festival de Cinema de Vassouras, Vale do Café, RJ

Por Zapp News, RJ



Na noite de domingo, dia (29/5), após a cerimônia de premiação do  1o. Festival de Cinema de Vassouras, Vale do Café, RJ, um grupo de jornalistas do Rio de Janeiro, que participou da cobertura jornalística do Festival juntamente com a organização do evento, homenageou Carlos Vereza.


O renomado ator, com uma trajetória ímpar no audiovisual, durante todo o Festival deu um show de simpatia, espontaneidade, e sempre foi solicito com a imprensa.


Vereza recebeu a homenagem das mãos da jornalista Graça Paes, CEO da Agência Zapp News , que estava acompanhada de Edison Correa, do Portal Eu.Rio, de Leonardo Oiveira, da Gazeta do Rio, e de Andrea Cursino do Cinema para Sempre.


Emocionado, Vereza disse que não tinha o que dizer tamanho carinho e agradeceu a cada um dos presentes.


Foto Wallace Barbosa/ Zapp News

segunda-feira, 30 de maio de 2022

Noite de Premiação do 1º. Festival de Cinema de Vassouras

Por Graça Paes, RJ


A noite de premiação contou com a apresentação dos atores Mayte Piragibe e Caco Ciocler e com a participação de vários famosos na entrega do grão de ouro e dos troféus Paulo José e Severino Sombra, entre eles Marcos Pasquim, Murilo Rosa, Larissa Maciel, Rodrigo Fagundes, Adriana Biroli, Família Barreto, entre outros.


O evento contou com show de Fernando Satrkey e banda, Mc Spirit,   piano e apresentação musical dos idealizadores do evento, Bruno Saglia e Jane Saglia. 


A Família Barreto ganhou o Troféu Paulo José. Também foram homenageados, em representatividade ao Festival, a fachada “Estação Presente”, cardápio “Empório da Estação” e melhor vitrine “Mirella Calçados”. 




Vencedores:

Melhor Filme

– “Ela e Eu” (2021) – São Paulo e Rio de Janeiro – Co-produção: Fox Film do Brasil e Querosene Filmes – Direção: Gustavo Rosa de Moura

 

Melhor Ator

– Eduardo Moscovis– “Ela e Eu”

 

Melhor Atriz

– Simone Spoladore – “Livro dos Prazeres”

 

Melhor Atriz Coadjuvante

– Mariana Lima – “Ela e Eu”


Melhor Ator Coadjuvante

– Nelson Diniz – “Verona”

 

Melhor Edição de Som

– “Ela e Eu” 

 

Melhor Fotografia

– “Livro dos Prazeres”

 

Melhor Roteiro

– “Ela e Eu” - – São Paulo e Rio de Janeiro – Co-produção: Fox Film do Brasil e Querosene Filmes – Direção: Gustavo Rosa de Moura

 

Melhor Direção

– Ane Siderman – “Verona”

 

Mostra Competitiva

Curta-Metragem Documentário

– “Ouro Para o Bem do Brasil” (2020) – Rio de Janeiro – Direção: Gregory Baltz


Curta-Metragem Regional

– “Café com Fé” (2022) – Conservatória – Valença, RJ – Direção: Paulo Roberto dos Santos

 

Curta-Metragem Nacional: Melhor Direção, Melhor Filme e Melhor Roteiro: 

“Talvez Eu Nunca Tenha Amado” (2022) – Direção: André Aragão, Sergipe


Curta-metragem documentário

Melhor Roteiro: Muxima

Melhor Direção: Thiago Nunes (Benevolentes)

Melhor Filme: Ouro para o Bem do Brasil

 


Toda a programação foi oferecida gratuitamente ao público, mediante inscrição prévia.





Painéis sobre filmes e audiovisual e inauguração da calçada da fama agitaram os últimos dias do 1º. Festival de Cinema de Vassouras

Por Graça Paes, RJ 


O Festival de Cinema de Vassouras foi realizado de 22 a 29 de maio no Vale do Café, RJ. O evento teve como sede o Centro de Convenções General Sombra, na Universidade de Vassouras, mas teve painéis, e encontros para debates cinéfilos em toda a cidade.


O evento teve como objetivo aprimorar o intercâmbio para a produção audiovisual entre cidades brasileiras, propondo ações culturais por meio de palestras e debates, promovendo encontros com profissionais do setor, incentivando reflexões sobre os diferentes formatos, discutindo estratégias para a distribuição de filmes representativos e também contribuiu para o turismo na região.


Produzido e dirigido por Bruno e Jane Saglia, o Festival foi realizado pela primeira vez na região Centro Sul do estado do Rio de Janeiro e reuniu talentos envolvidos com o audiovisual de todo o país.


Durante o evento foi criada a Vassouras Commission Film, a Calçada do Cinema, que homenageou o próprio festival, o ator Paulo José, Lucy e Luiz Carlos Barreto e o ator Carlos Vereza, aliás este foi eleito por um grupo de jornalistas, a personalidade do Festival, por sua disponibilidade ao evento e aos profissionais de comunicação durante todo o festival.



O ator Carlos Vereza recebeu o Troféu Paulo José, foi homenageado por um grupo de jornalistas, e teve seu nome eternizado no auditório da prefeitura da cidade. Assim como ator Humberto Martins, que foi homenageado com uma sala de cinema no Hotel Santa Amália, com seu nome.


De 22 a 29 de maio, o público também teve a oportunidade de experimentar a apetitosa gastronomia da região. Os restaurantes do Vale do Café disponibilizaram um cardápio especial pensado e idealizado para o cinema.


Painéis

Os painéis tiveram Carol Castro, Eduardo Moscovis, Daniele Hypólito, Larissa Maciel, Nando Cunha, Caco Ciocler, Mayte Piragibe, entre outros, debatendo assuntos relevantes sobre o audiovisual e recebendo convidados das mais diversas áreas.




O júri do Festival

Julgaram a categoria curta-metragem André Ramiro, Juarez Pavelak, Hamilton Moss, Jesse Marmo e Bia Oliveira. Já na categoria longa-metragem estiveram João Atala, que integra o seleto grupo de brasileiros que votam no Oscar; Paula Barreto, filha dos produtores Lucy e Luiz Carlos Barreto; a produtora Priscila Rosário, a figurinista Beth Filipeck e a atriz Thaila Ayala.







quinta-feira, 26 de maio de 2022

O que rolou no terceiro dia de programação do '1o. FESTIVAL DE CINEMA DE VASSOURAS', Vale do Café, RJ

Por Graça Paes, RJ


No ar na novela “Pantanal”, como o Gustavo, o ator Caco Ciocler está participando do 1º Festival de Cinema de Vassouras, Vale do Café, RJ. O documentário “O Melhor Lugar do Mundo É Agora”, dirigido e produzido por ele, está participando da competição. Este é o terceiro filme que ele assina como diretor.


Após, a exibição do longa, em entrevista à imprensa, Caco enfatizou a importância do Festival que está movimentando o audiovisual. “É genial quando alguém tem essa possibilidade e enxerga a importância e o bem que isso faz. O retorno que todo mundo pode ter, a cidade, o cidadão, o próprio estado do Rio de Janeiro. É a criação de um novo polo cultural que movimenta turismo, restaurantes e todo o circuito do Rio de Janeiro”, disse ele.


“O Melhor Lugar do Mundo é Agora” destaca a situação dos artistas no momento de pandemia. O documentário explora realidade e ficção, e aborda o aumento das fake news no Brasil.


A programação do terceiro dia de evento contou ainda com a inauguração da Sala Carlos Vereza, na sede da Prefeitura Municipal de Vassouras, com a exibição da animação “Meu Tio José”; a exibição do curta nacional “Talvez Eu Nunca Tenha Amado”, de André Aragão; Do curta doc “Meu Nome é Saudade”; da sessão Curta o Vale, com “Vassouras Apaixonante” entre outros.


Foto: Mark Saglia/ SG Company



Crítica Do filme: “Top Gun: Maverick”

 Por Graça Paes, RJ 

Com direção de Joseph Kosinski, roteiro de Ehren Kruger, Eric Warren Singer e Christopher McQuarrie. Produzido por Tom Cruise, Jerry Bruckheimer, Christopher McQuarrie e David Ellison. E música de Lady Gaga, Hans Zimmer, Harold Faltermeyer, Lorne Balfe, “Top Gun: Maverick” chegou aos cinemas em maio de 2022 com inúmeras pré-estreias e a estreia oficial em 26 de maio. 


Na telona, após 30 anos de serviço como um dos principais aviadores da Marinha, Pete "Maverick" Mitchell retorna rompendo todos os limites como um piloto de testes pra lá de corajoso. 


Pete “Maverick” Mitchell (Tom Cruise)  coleciona muitas condecorações, medalhas e grande reconhecimento pela quantidade de aviões inimigos abatidos nos últimos 30 anos, mas apesar de todo o prestígio, sua carreira não decolou. 


Mitchell continua sendo o mesmo piloto rebelde dos anos 80, que não hesita em romper os limites e desafiar a morte. 


34 anos após o clássico “Top Gun: Ases Indomáveis”, Maverick precisará provar que o fator humano ainda é fundamental no mundo contemporâneo das guerras tecnológicas nesta nova aventura. 



Se prepare para assistir uma fotografia belíssima e cenas de ação de tirar o folego. O longa é muito bem dirigido e produzido e tem uma trilha sonora sensacional.


O astro e eterno galã Tom Cruise mostra que cada vez mais ele é capaz de surpreender em todos os sentidos, principalmente nas cenas sem o uso de dublês. 



A trama sem efeitos especiais, desta vez, tem apenas um leve toque de romance, mas nos faz refletir sobre desafios, hierarquia e a importância do ser humano.


O filme merece ser assistido em salas do tipo Imax para que você possa usufruir tudo que a obra pode lhe proporcionar. 


A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 9.5!!!





quarta-feira, 25 de maio de 2022

O que rolou no segundo dia de programação do '1o. FESTIVAL DE CINEMA DE VASSOURAS', Vale do Café, RJ

Por Graça Paes, RJ


Intérprete de personagens marcantes, em geral mulheres fortes, com histórias distintas, a atriz Larissa Maciel abriu a sequência de Painéis Femininos, no 1º Festival de Cinema de Vassouras, Vale do Café, na terça-feira, 24 de maio, no Centro Cultural Cazuza.


A atriz mediou a roda de conversa da qual participaram a também atriz e curadora do Festival, Jane Saglia, a CEO da New MK, Rozângela Ribeiro e a jornalista Flavia Cirino.  “Tive a oportunidade de fazer papéis de protagonistas, mulheres que viraram protagonistas das próprias vidas”, ressaltou Larissa.  A atriz ainda ressaltou a importância do Festival de Cinema: “É uma alegria quando uma cidade recebe um evento desse. Temos produções tão consistentes que merecem ser vistas, merecem espaços para serem exibidos, e o Festival cumpre bem esse papel”.


A artista ressaltou que o fato de o evento estar sendo realizado na Região Centro-Sul, tem um grande significado para futuros avanços no audiovisual: “Vassouras não era uma cidade óbvia e de repente tantas outras cidades incríveis percebem que podem ter a economia ativada e atrair o turismo através do cinema”, afirmou Larissa Maciel.


A programação também contou com Humberto Martins, Renato Rabelo e Jane Saglia fazendo a leitura dramatizada do roteiro de “Burrocracia”, de Vinicius Vellys, no aconchegante ambiente do Hotel Santa Amália. 


O cronograma destacou ainda a apresentação magistral do filme de animação “Lino”; o Curta Nacional “Rosas”, o Curta Doc “Benevolentes”, a Sessão Curta o Vale, com “Vassouras Apaixonante”, o Documentário “8 Presidentes 1 Juramento” e a sessão nobre com o longa-metragem “Fédro”, dirigido por Marcelo Sebá. O longa é baseado no diálogo Fedro, de Platão, e destaca a interpretação de Reynaldo Gianecchini e José Celso Martinez Corrêa.

 

Toda a programação é oferecida gratuitamente ao público, mediante inscrição prévia.

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