quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Crítica do filme: “Máquinas Mortais” (Mortal Engines)


Por Graça Paes, RJ


Com direção de Christian Rivers e baseado na série de livros homônima escrita por Philip Reeve com roteiro adaptado por Peter Jackson, Fran Walsh e Philippa Boyens, o filme “Máquinas Mortais” estreia nos cinemas dia 10 de janeiro. 

Na trama, Milhares de anos após a civilização ter sido destruída por um evento cataclísmico, (Guerra dos Sessenta Minutos), a humanidade se adaptou a um novo modo de vida, em que cidades gigantescas se movem em rodas gigantes, conhecidas como cidades tração, pela Terra e impiedosamente atacam cidades de tração menores para conseguir mais recursos naturais. Em uma dessas caçadas, Tom Natsworthy (Robert Sheehan), que vem de uma camada inferior da grande cidade de tração, Londres, é lançado para fora da cidade junto com uma fora-da-lei, Hester Shaw (Hera Hilmar). A partir daí os dois juntos precisam lutar para sobreviver e ainda enfrentar uma ameaça que coloca a vida no planeta em risco.



Ao adaptar uma série de livros em apenas um filme o roteiro ficou fragilizado e alguns acontecimentos não são bem explicados na trama. 


A fotografia é muito boa. Com belas sequências de ação. Os efeitos visuais e sonoros são bons, ajudando e muito a dar vida a esta história, assim como maquiagem, a direção de arte e a trilha sonora. 


O filme mistura ficção científica, ação e tem um leve tom de suspense 
e de comédia. 


A Agência Zapp News assistiu e nossa nota é 8.7.




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