quinta-feira, 10 de outubro de 2019

Crítica do filme: "Projeto Gemini"


Por Graça Paes, RJ



Com direção de Ang Lee, O filme "Projeto Gemini", estrelado por Will Smith, que estreia dia 10 de outubro nos cinemas, usa uma nova tecnologia, o 3D+. Com esta tecnologia, as imagens ganham mais profundidade, nitidez e claridade. Com 3D+, o espectador se sente no centro da ação. É a experiência cinematográfica mais imersiva até o momento. Nos permite desfrutar o que há de melhor no cinema. 



No longa, Henry Brogan (Will Smith) é um atirador profissional. Um assassino inigualável que atua para diversos departamentos de investigação dos Estados Unidos, sobretudo aqueles os que operam em sigilo. Mas Henry, que já está na faixa dos cinquenta anos, já não se sente mais seguro em continuar. Então, ele decide se aposentar, mas a notícia de sua parada não é bem aceita pelas agências às quais presta serviços. A partir daí, ele passa a alvo de um agente misterioso que aparentemente pode prever todos os seus movimentos e sofre uma série de tentativas de assassinato, mas logo ele descobre que o homem que está tentando matá-lo é uma versão mais jovem, rápida e clonada de si mesmo. Esta é a arma utilizada pela Gemini que cria um assassino de aluguel com a mesma força, agilidade, astúcia e a aparência de Henry. A partir daí, com o auxílio de amigos de profissão, que já estão desfrutando de suas aposentadorias, Henry Brogan (Will Smith) para se proteger irá de Cartagena a Budapeste. Além de fugir para se proteger do assassino, ele se empenha em descobrir o que é o Projeto Gemini. 



O filme tem uma qualidade técnica indescritível, o 3D+. É o que há de mais moderno e hiper-real.  Com um roteiro simples, a atuação brilhante de Will Smith, cenas milimetricamente bem dirigidas e produzidas, principalmente as de ação, uma trilha sonora espetacular e efeitos especiais surpreendentes, o longa tem tudo para ser um dos melhores do ano. 


A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é DEZ, Nota 10. 









quarta-feira, 2 de outubro de 2019

Crítica do filme: “Coringa”

Por Graça Paes, RJ



Com direção de Todd Phillips, roteiro de Phillips e Scott Silver, trilha sonora de Hildur Guönadottir e fotografia Lawrence Sher, o surpreendente filme “O Coringa (Joker)”, vencedor do Leão de Ouro, na 76ª edição do Festival de Cinema de Veneza em 2019, estreia dia 3 de outubro nos cinemas. Tem 2h e 2 minutos de duração. 



O longa retrata a história do vilão de Gotham City. O inimigo do Batman. Mas, não faz nenhuma referência aos heróis da DC. É independente.  Você conhecerá a história do comediante falido Arthur Fleck que ao longo de sua jornada é desconsiderado pela sociedade, sofre ataques de pessoas violentas é discriminado e apresenta surtos psicóticos. Até se transformar no famoso Coringa.


Tecnicamente, o filme é bom. Todd acerta na direção e no roteiro, que preserva a história original dos quadrinhos num cenário atualizado e próprio e apresenta bons diálogos, além de retratar exclusão social, crise financeira, preconceito, insanidade, entre outros temas. A fotografia também está impecável assim como a trilha sonora. E, a maquiagem é extraordinária.  



O elenco é sensacional. Está, certamente, é uma das mais brilhantes atuações de Joaquin Phoenix, que interpreta um vilão que em nada se assemelha aos anteriores interpretados por Heath Ledger, Jack Nicholson e Jared Leto. Phoenix brilha em todas as cenas. O Coringa de Phoenix é violento mais ao mesmo tempo é engraçado, dramático, ousado e humanizado. 



Um ponto que não é muito forte no longa é a lentidão do primeiro ato, mas depois engrena. Se preparem. 



A classificação etária é de 16 anos, pois o filme tem cenas fortes de violência, e que podem vir a incomodar os mais sensíveis. Mas, ressalto que elas estão dentro do contexto da história do personagem. 



É um filme para ser degustado, ou seja, para ver com bastante atenção e cautela. E se possível assistir mais de uma vez. 

Confira o trailer:

A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 9. 








quinta-feira, 5 de setembro de 2019

Crítica do filme “IT: Capítulo 2”

Por Graça Paes, RJ 



Com direção de Andy Muschietti, roteiro de Gary Dauberman, trilha sonora de benjamin Wallfisch, “IT: Capítulo 2” estreia dia 5 de setembro nos cinemas. 




IT: Capítulo 2” , a sequência de “IT: A coisa” de 2017, tem novamente a direção de Andy Muschietti, que por sinal está excelente. Assim como a fotografia, trilha sonora e os efeitos especiais que estão impecáveis. 



A trama intercala a vida do Clube dos Perdedores em 1989 com a versão adulta deles, 27 anos após os acontecimentos do primeiro filme. Quando um estranho assassinato ocorre na cidade de Derry. Os amigos voltam a se reunir para dar fim ao palhaço Pennywise.



O longa tem o retorno de Bill Skarsgård no papel de vilão. James McAvoy, Jessica Chastain, Jay Ryan, Bill Hader, Isaiah Mustafa, James Ransone e Andy Bean que serão responsáveis por dar vida às versões adultas do elenco principal.




Um dos pontos altos do filme é justamente a performance desse elenco com destaque para James McAvoy, Jessica Chastain e Bill Hader. Atuações magníficas e muito bem dirigidas. 



Pontos negativos: o longa ser cercado de jump scares. A obra ter uma dose, um tanto quanto, exagerada de clichês e a duração, já que são quase 3 horas de exibição. 



O roteiro de Gary Dauberman finaliza bem o desfecho da trama. Porém, é bom ressaltar que não deve ser nada fácil colocar na telona, um filme adaptado de livro, cuja a história original de Stephen King tem 1,1 mil páginas, mas o diretor Muschietti ousa e dá conta do recado.



A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 9.  



Corra para os cinemas e confira como será o desfecho do palhaço Pennywise.








quinta-feira, 6 de junho de 2019

Crítica do filme: X-Men: Fênix Negra (Dark Phoenix)

Por Graça Paes, RJ



Com direção e roteiro de Simon Kinberg “X-Men: Fênix Negra” estreia dia 6 de junho nos cinemas. 




No longa, durante uma missão no espaço, um raio solar atinge a nave da equipe e desperta a maligna Força Fênix na mutante Jean Grey (Sophie Turner). A partir daí, ela começa a desenvolver incríveis poderes que a corrompem e a transformam em uma Fênix Negra. Xavier (James McAvoy) e os demais tentam ajudá-la, até que outro evento traumático faz com que a jovem instável perca de vez o controle. Agora, os X-Men precisam decidir se a vida de um membro da equipe vale mais do que a vida de todas as pessoas do mundo.



Tecnicamente, o filme tem efeitos especiais magníficos, boa fotografia e trilha sonora. O roteiro se aproxima muito dos quadrinhos, mas na telona, o primeiro ato ficou arrastado, deixando o fechamento da saga um pouco sacal. Quase nada acontece durante os 40 minutos iniciais do longa. Após, esse período, o longa engrena e a partir daí é possível assistir belas cenas de ação. 



Quanto ao elenco, a decepção fica por conta do desempenho de Jennifer Lawrence. Uma excelente atriz, mas que na saga parece não ter ficado muito a vontade na personagem. 




O sétimo e último filme da saga X-Men, antes da venda para a Disney, marca a despedida do atual elenco que conta com James McAvoy, Michael Fassbender, Jennifer Lawrence e outros. 



Agora, quem sabe, nos resta torcer por um encontro entre X-Men e Os Vingadores, já que o passe está com a Marvel. Vamos aguardar. 




A Agência Zapp News já assistiu o longa e nossa nota é 8. 




Assista o trailer:














quinta-feira, 30 de maio de 2019

Crítica do filme: “Godzilla II: Rei dos Monstros”

Por Graça Paes, RJ


Com direção de Michael Dougherty, roteiro de Michael Dougherty, Zach Shields, Max Borenstein, trilha sonora de Bear McCreary na sequência do sucesso mundial de "Godzilla" e "Kong: A Ilha da Caveira", chega o próximo capítulo do MonsterVerse da Warner Bros. Pictures e da Legendary Pictures, “Godzilla II: Rei dos Monstros” que estreia nos cinemas dia 30 de maio. 




Uma aventura de ação épica que coloca Godzilla contra alguns dos monstros mais conhecidos da história da cultura popular.



Nesta sequência, após cinco anos do primeiro “Godzilla” (2014),  os integrantes da agência Monarch precisam lidar com a súbita aparição de vários monstros, incluindo Mothra, Rodan e Ghidorah. Enquanto buscam uma aliança com o próprio Godzilla a fim de garantir o equilíbrio da Terra, os humanos acabam fazendo parte de uma grande disputa por poder protagonizada por titãs.



O longa faz parte do chamado MonsterVerse, uma franquia em universo ficcional compartilhado que é centrado em uma série de filmes, protagonizados pelos monstros Godzilla e King Kong. 


O primeiro filme lançado foi Godzilla (2014), um reinício da franquia de Godzilla, seguido por Kong: Ilha da Caveira (2017), também um reinício da franquia de King Kong. E, agora chega aos cinemas “Godzilla: O Rei dos Monstros (2019)”. E, em 2020 teremos “Godzilla vs. Kong”. 




Apesar de ser uma sequência, em “Godzilla 2: Rei dos Monstros “, o roteiro apresenta novos personagens, o que permite a quem não acompanhou o filme de 2014, assisti-lo sem problemas.  Nesta sequência é apresentado ao público o sonar para comunicação, o "ORCA". Um equipamento que permite convívio pacífico entre seres humanos e monstros. E, para dar gás a trama, o ORCA cairá em mãos erradas e chegará até as mãos do ecoterrorista britânico Jonah Allan (Charles Dance), que sequestra Emma e Madison juntamente com o aparelho. E, a partir daí a trama se desenrola. 




Godzilla terá batalhas intensas, entre elas com o dragão de três cabeças Ghidorah, despertado por Jonah Allan para ajudar em seu objetivo. 



Tecnicamente, o roteiro é um pouco confuso e superficial. Já as cenas de ação e os efeitos especiais são magníficos. A fotografia tem um tom bem escuro, o que em alguns momentos atrapalha o entendimento de algumas cenas. 




Quanto ao elenco, o destaque vai para a personagem Madison Russell (Millie Bobby Brown) e para os personagens, Dr. Rick Stanton (Bradley Whitford ) e Sam Coleman (Thomas Middleditch) que dão o tom cômico a história. 




É um filme com duelo de titãs e muita destruição. Ele tem mensagens bem reflexivas, entre elas, a disputa pelo poder, amizade e relacionamento familiar.  A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 8.7. 



Assista o trailer:











Crítica do filme: ‘Rocketman’

Por Graça Paes, RJ



Com direção de Dexter Fletcher, trilha sonora de Matthew Margeson, produção de Elton John, David Furnish, Matthew Vaughn, David Reid, Adam Bohling, o longa ‘Rocketman’ estreia nos cinemas dia 30 de maio. 



Na cinebiografia de Elton John, ‘Rocketman’, uma parte da intimidade do astro é revelada ao grande público. Infância, início de carreira, conflitos pessoais, existenciais, profissionais, até mesmo sua decepção com John Reid (Richard Madden), seu empresário e também o responsável por sua primeira decepção amorosa.



O filme é descrito como uma fantasia musical épica levemente baseada na vida de Elton John acompanhada por músicas que marcaram sua carreira. O longa retrata a incrível história do tímido menino Reginald Dwight que se transforma no radiante e icônico astro Elton John. Sua jornada repleta de altos e baixos até se transformar no superstar Elton John, uma das figuras mais icônicas da cultura pop. 



Tecnicamente o filme é maravilhoso. Cenários, figurinos, locações. O roteiro, muito bem escrito, é embalado por uma contagiante trilha sonora e por uma fotografia contagiante que tem angulações de câmeras que nos envolvem nas cenas. É um filmaço daqueles de aplaudir de pé, e de querer assistir de novo, e de novo. 



O elenco conta com o talento de Taron Egerton no papel de Elton John. Ele rouba para si todos os holofotes, e não apenas por ser o protagonista, mas sim por esbanjar talento e interpretar, inclusive cantar, realmente como a personificação do personagem real. E não para por aí, no casting Jamie Bell, interpretando o compositor parceiro de longa data de Elton John Bernie Taupin, que também dá um show em cena, aliás o que pode levar os atores a futuras indicações de melhor ator e de melhor ator coadjuvante no próximo Oscar. E, por aí vai, Richard Madden, como o primeiro empresário de Elton, John Reid, e Bryce Dallas Howard, como a mãe de Elton, Sheila Farebrother, entre outros.




Musical, Drama, Realidade, ficção e fantasia. O filme mescla um pouco de tudo. Ele fala de amor, amizade, dramas familiares, relacionamento de pais e filhos, carreira artística. E, mostra o mundo sombrio dos bastidores da fama, onde nem tudo são flores. 


É um longa que além de encantar leva a várias reflexões e análises. 


A Agência Zapp News já assistiu, nossa nota é DEZ. 


Confira o trailer: 





quinta-feira, 23 de maio de 2019

Crítica: “Aladdin”


Por Graça Paes, RJ



Com direção de Guy Ritchie, música de Alan Menken, Figurino de Michael Wilkinson, com roteiro de Ritchie em colaboração com John August e Vanessa Taylor, sendo o remake em live-action do longa-metragem animado Aladdin, de 1992, baseado no conto árabe As Mil e Uma Noites e na versão francesa de  Aladim, de Antoine Galland. É estrelado por Mena Massoud, Naomi Scott, Will Smith, Marwan Kenzari, Navid Negahban, Nasim Pedrad, Billy Magnussen e Numan Acar. Estreia nos cinemas dia 23 de maio.  



Você certamente ficará mais uma vez encantado com a história do jovem humilde que encontra uma lâmpada mágica, com um gênio que pode lhe conceder desejos. Um destes desejos será o fato do rapaz querer conquistar a moça por quem se apaixonou, mas o que ele não sabe é que a jovem é uma princesa que está prestes a ficar noiva. Mas, com a ajuda do gênio, o rapaz vai tentar se passar por príncipe para conquistar o amor da moça e a confiança de seu pai. E, por aí, bem muita aventura.


O live-action é apaixonante. A trilha sonora encaixa perfeitamente no roteiro que é moldado com belas imagens, efeitos especiais magníficos e atores muito bem dirigidos e atuantes em uma trama espetacular. 



Não somente por ser o gênio, mas o ator Will Smith, rouba para si todos os holofotes. Ele dá vida a um gênio dinâmico, cômico, contagiante. Um personagem muito bem dosado. Palmas também para a atriz Naomi Scott que dá vida e voz a princesa. E, claro, não podemos deixar de citar o macaco Abu. 


O melhor amigo de Aladdin que junto com o rapaz se envolve em muitas aventuras. 


É um filme para ser assistido com a família, sozinho ou com os amigos.


A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 10. 









quarta-feira, 8 de maio de 2019

Crítica do live-action: “Pokémon: Detetive Pikachu”


Por Graça Paes, RJ 



Com a direção de Rob Letterman, produção de Mary Parent e Cale Boyler e trilha sonora de Henry Jackman, a primeira aventura live-action de Pokémon, “Pokémon: Detetive Pikachu”, estreia quinta-feira, dia 9 de maio, nos cinemas, estrelada por Ryan Reynolds. 




Na trama, o Pikachu está com amnésia, mas com seus dons investigativos, ele procura por seu antigo parceiro humano, Harry Goodman, que está desaparecido, após sofrer um misterioso acidente de carro. Com a ajuda de Tim (Justice Smith), filho de Harry, ele persegue pistas pelas ruas de Ryme City e logo descobre uma trama desonesta que representa uma ameaça ao universo Pokémon. Vale ressaltar que na cidade de Ryme City pessoas e Pokémon convivem pacificamente.



Muito bem escolhido, o ator Ryan Reynolds, dá voz ao personagem título, na história que é baseada na marca Pokémon, lançada em 1996, e que se tornou a franquia de mídia mais bem-sucedida no universo do entretenimento. 



O filme é feito para crianças, mas certamente também irá agradar o público que fazia uso do Pokémon Go, o game que através do celular misturava ficção e realidade e se encaixava nas dinâmicas cotidianas. Através do app, as pessoas caçavam Pokémon com o celular por toda a parte, a qualquer hora e em qualquer lugar. 



Tecnicamente, o roteiro é leve e possui diálogos bem claros e de fácil entendimento para os pequenos. A trama tem por base o humor, mas também tem levíssimas pitada de drama e retrata à falta de habilidade do detetive em vencer batalhas. Vale ressaltar que a forma escolhida para abordar o vício em cafeína de Pikachu também é bem interessante e divertida. 





Os efeitos especiais são espetaculares e chamam a atenção. Vale ressaltar a riqueza de detalhes que evidencia as bochechas vermelhas de Pikachu. A fotografia e a trilha sonora são boas. 



A computação gráfica utilizada no filme é espetacular e nos agracia com versões fofas de Psyduck e Bulbassauro, mas é claro que o Pikachu rouba a cena.  E é a responsável por cenas magníficas e inesquecíveis. 




A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 10.