domingo, 20 de janeiro de 2019

"Green Book: o guia" é o grande vencedor do PGA Awards 2019


Por Graça Paes, RJ


Na noite de sábado, dia 19 de janeiro, o Sindicato dos Produtores norte-americanos anunciou os vencedores da 30ª edição do PGA Awards. O evento é um dos termômetros Oscar. Nas últimas 29 edições, o vencedor da categoria de Melhor Produção de Filme ficou 20 vezes com o Oscar.



Confira abaixo a lista completa dos vencedores:


Prêmio Darryl F. Zanuck Award para Melhor Produção do Cinema
Green Book: O Guia
Produtores: Jim Burke, Charles B. Wessler, Brian Currie, Peter Farrelly, Nick Vallelonga


Prêmio Norman Felton para Melhor Produção em Drama na TV
The Americans (Season 6)
Produtores: Joe Weisberg, Joel Fields, Chris Long, Graham Yost, Justin Falvey, Darryl Frank, Stephen Schiff, Mary Rae Thewlis, Tracey Scott Wilson, Peter Ackerman, Joshua Brand


Prêmio de Melhor Produção de Documentário
Won’t You Be My Neighbor?
Produtores: Morgan Neville, Nicholas Ma, Caryn Capotosto


Prêmio de Melhor Produção de Animação
Homem-Aranha no Aranhaverso
Produtores: Avi Arad, Phil Lord & Christopher Miller, Amy Pascal, Christina Steinberg

Prêmio de Melhor Curta para Televisão
Comedians in Cars Getting Coffee
Prêmio de Melhor Programa de Esportes
Being Serena


Prêmio de Melhor Programa Infantil
A Vila Sésamo


Prêmio de Melhor Produção para Programa Ao Vivo ou de Entretenimento
Last Week Tonight with John Oliver


Prêmio David L. Wolper para Melhor Produção de Série Limitada
O Assassinato de Gianni Versace: American Crime Story
Produtores: Ryan Murphy, Nina Jacobson, Brad Simpson, Alexis Martin Woodall, Tom Rob Smith, Daniel Minahan, Brad Falchuk, Scott Alexander, Larry Karaszewski, Chip Vucelich, Maggie Cohn, Eric Kovtun, Lou Eyrich, Eryn Krueger Mekash


Prêmio de Melhor Produção de Filme para Streaming ou TV
Fahrenheit 451
Produtores: Sarah Green, Ramin Bahrani, Michael B. Jordan, Alan Gasmer, Peter Jaysen, David Coatsworth


Prêmio de Melhor Produção de Programa de Competição
RuPaul’s Drag Race
Produtores: Fenton Bailey, Randy Barbato, Tom Campbell, RuPaul Charles, Mandy Salangsang, Steven Corfe


Prêmio para Melhor Produção de Programa de Não-Ficção
Anthony Bourdain: Parts Unknown
Produtores: Anthony Bourdain, Christopher Collins, Lydia Tenaglia, Sandra Zweig


Prêmio Danny Thomas para Melhor Produção de Comédia na TV
The Marvelous Mrs. Maisel
Produtores: Amy Sherman‐Palladino, Daniel Palladino, Dhana Rivera Gilbert, Sheila Lawrence



quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Crítica do filme: “Vidro (Glass)”

Por Graça Paes, RJ




Com direção e co-produção de Shyamalan, o terceiro filme da trilogia Eastrail 177: “Unbreakable (Corpo Fechado)” e “Split (Fragmentado)”, “Glass (Vidro)”, estreia nos cinemas dia 17 de janeiro nos cinemas, com Bruce Willins, Samuel L.Jackson e James McAvoy como os protagonistas. 


O filme, que encerra o universo de "super-heróis” criados por M. Night Shyamalan, "Vidro" mostra o encontro de David Dunn (Bruce Willis) e Kevin Wendell, como sugerido em “Corpo Fechado”, o primeiro da trilogia. E leva Dunn a descobrir que seu antigo inimigo, Elijah Price (Samuel L. Jackson), o Sr. Vidro, guarda segredos cruciais sobre ele e Kevin. 

Como é uma trilogia, vamos recordar os desfechos de cada um em “Corpo Fechado” e “Fragmentado” para chegarmos a “Vidro”. 



Em “Corpo Fechado”, o herói David Dunn, o homem inquebrável, que possui força e resistência sobrenaturais e que misteriosamente é capaz de descobrir crimes com apenas um toque no fim do longa, ele assiste uma reportagem na TV sobre os atos praticados por Kevin e se sente intimado a encontrá-lo. 





O vilão Elijah, o manipulador que tem uma mente brilhante, mas que tem uma estrutura óssea frágil, um obcecado por histórias em quadrinhos, em busca de seu antagonista, comete crimes terríveis, e vai parar no manicômio judiciário.



Em “Fragmentado”, o filme nos apresenta o vilão Kevin Wendell Crumb, um homem com 24 personalidades diferentes e únicas e que entre estas abriga a “A Fera” um ser terrível e animalesco que é capaz até de comer humanos como fazem os animais.


Fechando esta trilogia, chegamos a “Vidro”. O longa que fecha a trilogia une os dois vilões e o herói no manicômio, onde eles são submetidos a um tratamento que objetiva controlar os poderes de cada um. 




“Vidro” é um filme que requer muita atenção, principalmente, nos pequenos detalhes, características do diretor Shyamalan que prende sua atenção, te leva ao íntimo de cada personagem e pra encerrar te leva a um final surpreendente e inesperado. 




Dica: se você ainda não assistiu os filmes ‘Corpo Fechado’ e ‘Fragmentado’, assista. Se já assistiu é só dar sequência as histórias anteriores, já que o desfecho da trilogia faz referências a ambos. "Vidro" mescla drama, suspense, terror e tem umas leves pitadas de comédia. 
Tecnicamente, o filme é bom. Mas, a falta de diversidade de cenários e de mais cenas de ação levou a Agência Zapp News a dar nota 8.7.  




Crítica da animação: “Como treinar seu dragão 3”

Por Graça Paes, RJ

Com direção e roteiro de Dean DeBlois, trilha sonora de John Powell e Klaus Badelt, a animação “Como treinar seu dragão 3”, baseada nos livros de Cressida Cowell, e que encerra esta trilogia, estreia nos cinemas dia 17 de janeiro. 


Em “Como treinar seu dragão”, os vikings, que vivem na ilha de Berk, dedicam a vida a combater e matar dragões. Soluço, filho do chefe Stoico, não é diferente. Ele sonha em matar um dragão e provar seu valor ao pai, apesar da descrença geral. Um dia, por acaso, ele acerta um dragão que jamais foi visto. 


Em “Como treinar seu dragão 2”, Cinco anos se passam, desde que Soluço estabeleceu a paz com os dragões e vive em harmonia, na Ilha de Berk, com o dragão Banguela. Eles voam, apostam corridas e se divertem muito. Em uma destas aventuras, descobrem uma caverna secreta cheia de dragões. Agora, a dupla luta para proteger Berk de um guerreiro perigoso, chamado Drago Bludvist, que deseja controlar todos os dragões existentes.

“Como treinar seu Dragão 3” é a continuação das aventuras do viking Soluço e seu dragão Banguela. Nesta nova aventura, o jovem viking acha que finalmente encontrou um lar pacífico onde os dragões possam viver em segurança, mas, na verdade, o perigo chega ao local, e ele se chama Grimmel, só que além de enfrenta-lo, a dupla terá que tomar decisões difíceis para salvar suas espécies. E, Soluço terá que lidar com a ideia de que Baguela se apaixona ao encontrar uma fêmea rara de sua espécie. 


Tecnicamente a animação é muito boa, tem aventura, fantasia, humor, mas peca em determinados momentos, onde se arrasta um pouquinho. O roteiro é bem lúdico e aborda temas importantes como lealdade, amor e amizade e é claro a luta do bem contra o mal.  A trilha sonora é envolvente e os efeitos visuais e a arte são magníficos. A fotografia tem tomadas sensacionais que surpreendem.


A Agência Zapp News já assistiu "Como treinar seu dragão 3" e nossa nota é 9.5.




segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Critics’ Choice Awards 2019: Confira a lista dos vencedores


Por Graça Paes, RJ 



Critics’ Choice Awards chega em sua 24ª edição e premia 42 categorias de TV e cinema. Os indicados e vencedores são escolhidos pelos críticos profissionais da indústria e esta premiação é considerada uma das mais importantes na previsão do Oscar.



A noite de domingo, dia 13 de janeiro de 2019, foi uma noite de surpresas e empates. Na categoria de Melhor Atriz em Série limitada dividiram o prêmio Amy Adams e Patricia Arquette e na categoria de Melhor Atriz de Filme Glenn Close e Lady Gaga também dividiram o prêmio. Christian Bale levou como melhor ator e também como melhor ator em filme de comédia por “Vice“.



Veja os vencedores:



CINEMA

MELHOR FILME
Roma, de Alfonson Cuaron

MELHOR ATOR
Christian Bale – Vice

MELHOR ATRIZ
Glenn Close – A Esposa
Lady Gaga – Nasce uma Estrela


MELHOR ATOR COADJUVANTE
Mahershala Ali – Green Book – O Guia

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Regina King – Se a Rua Beale Falasse

MELHOR TALENTO JOVEM
Elsie Fisher – Eighth Grade

MELHOR ELENCO
A Favorita

MELHOR DIRETOR
Alfonso Cuarón – Roma

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
Paul Schrader – First Reformed

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
Barry Jenkins – Se a Rua Beale Falasse

MELHOR FOTOGRAFIA
Alfonso Cuarón – Roma

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE
Hannah Beachler, Jay Hart – Pantera Negra

MELHOR MONTAGEM
Tom Cross – O Primeiro Homem

MELHOR FIGURINO
Ruth Carter – Pantera Negra

MELHOR CABELO E MAQUIAGEM
Vice


MELHORES EFEITOS VISUAIS
Pantera Negra
MELHOR ANIMAÇÃO
Homem-Aranha no Aranhaverso


MELHOR FILME DE AÇÃO
Missão: Impossível – Efeito Fallout

MELHOR COMÉDIA
Podres de Ricos

MELHOR ATOR EM FILME DE COMÉDIA
Christian Bale – Vice


MELHOR ATRIZ EM FILME DE COMÉDIA
Olivia Colman – A Favorita

MELHOR FILME DE TERROR OU FICÇÃO CIENTÍFICA
Um Lugar Silencioso


MELHOR FILME DE LÍNGUA ESTRANGEIRA
Roma


MELHOR CANÇÃO
Shallow – Nasce uma Estrela

MELHOR TRILHA
Justin Hurwitz – O Primeiro Homem

TELEVISÃO

MELHOR SÉRIE DE DRAMA
The Americans


MELHOR ATOR EM SÉRIE DRAMA
Matthew Rhys – The Americans

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DRAMA
Sandra Oh – Killing Eve


MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DRAMA
Noah Emmerich – The Americans

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DRAMA
Thandie Newton – Westworld

MELHOR SÉRIE DE COMÉDIA
The Marvelous Mrs. Maisel


MELHOR ATOR EM SÉRIE DE COMÉDIA
Bill Hader – Barry


MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE COMÉDIA
Rachel Brosnahan – The Marvelous Mrs. Maisel

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DE COMÉDIA
Henry Winkler – Barry


MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DE COMÉDIA
Alex Borstein – The Marvelous Mrs. Maisel


MELHOR SÉRIE LIMITADA
The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story

MELHOR TELEFILME
Jesus Christ Superstar Live in Concert


MELHOR ATOR EM SÉRIE LIMITADA OU TELEFILME
Darren Criss – The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story


MELHOR ATRIZ EM SÉRIE LIMITADA OU TELEFILME
Amy Adams – Sharp Objects
Patricia Arquette – Escape at Dannemora

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE LIMITADA OU TELEFILME
Ben Whishaw – A Very English Scandal


MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE LIMITADA OU TELEFILME
Patricia Clarkson – Sharp Objects

MELHOR SÉRIE ANIMADA
BoJack Horseman







quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Crítica do filme: “Amigos para sempre”



 Por Graça Paes, RJ




Amigos para sempre” com direção de Neil Burger e trilha sonora de Rob Simonsen. A obra é inspirada no grande sucesso de bilheteria de 2011, o filme francês "Intocáveis" com François Cluzet, Omar Sy e Audrey Fleurot.  

“Amigos para sempre” tem no elenco, Bryan Cranston, Kevin Hart e Nicole Kidman. O longa terá pré-estreias a partir de 10 de janeiro nos cinemas e estreia dia 17 de janeiro.


No longa, Philippe é um aristocrata rico que fica tetraplégico, após sofrer um acidente. Como ele precisa de ajuda para tudo, ele começa a fazer entrevistas para achar um assistente e decide contratar Dell, um homem jovem, com registro criminal, e que não tem a menor experiência em cuidar de pessoas. Entre o aprendizado da função e diversas gafes, Philippe se afeiçoa por Dell por não ser tratado como um coitado, e daí surge a improvável amizade com cada um conhecendo melhor o mundo do outro e muitos dilemas em questão. 



Num primeiro momento é óbvio para quem assistiu o longa francês "Intocáveis", com François Cluzet, Omar Sy e Audrey Fleurot, fazer comparações entre o elenco da nova versão americana, Bryan Cranston e Kevin Hart, mas logo passa, já que a dupla de “Amigos para sempre” também faz por merecer nossas gargalhadas e afinidade nesta adaptação. 



O longa tem uma boa trilha sonora, assim como fotografia, arte, figurinos e trilha sonora. 



Nos leva a reflexão sobre vários temas, entre eles, valorização da vida, família, amizade, amor e companheirismo. 



É uma história que te faz rir e ao mesmo tempo te comove. 

A Agência Zapp News e nossa nota é 8.7. 



Crítica do filme: “A Esposa” (The Wife)



Por Graça Paes, RJ


Com direção de Björn Runge baseado no livro do mesmo nome escrito por Meg Wolitzer, A Esposa (The Wife) estreia dia 10 de janeiro. No elenco, Glenn Close, que muitos vão se recordar pelo filme “Atração Fatal”, agora com 71 anos, como a protagonista. E, os atores Jonathan Pryce, que também tem 71 anos, e uma química perfeita com Glenn, interpretando seu marido. O ator Max Irons, como o filho do casal e Christian Slater, como um escritor. 



Na trama, Joan enquanto viaja para Estocolmo com o marido Joe, que irá receber o Prêmio Nobel de Literatura. Durante a viagem, ela passa a questionar suas escolhas de vida, já que na universidade, ela era uma aluna promissora. Ao ser chamada de a esposa de Joe, ela começa a se dar conta que durante os 40 anos de casamento, ela sacrificou seu talento, sonhos e ambições, para apoiar o marido e sua carreira literária. Até que um dia o casal passa a ser assediado por um jornalista ávido por escrever uma escandalosa biografia de Joe, e a partir daí Joan, a esposa, ao mexer com acontecimentos do passado irá enfrentar o maior sacrifício de sua vida e a partir daí segredos de uma vida virão à tona.



O roteiro é baseado no livro de mesmo nome “The Wife”  de Meg Wolitzer e adaptado por Jane Anderson que deixou a história a ser contada na telona muito mais rica em argumentos a serem questionados.  


É uma história surpreendente que fala sobre machismo, submissão, vida conjugal, convívio familiar, talento, carreira, amor, cumplicidade, traição, lealdade, poder, entre outros. 



O longa tem uma boa montagem. E conta com uma boa direção de arte, bons figurinos e boa trilha sonora e fotografia.


O filme foi lançado no Festival Internacional de Toronto em 2017 sem muito alarde. Nos cinemas dos EUA entrou em cartaz em agosto de 2018, já com uma certa repercussão para a interpretação de Glenn, como Joan, personagem que lhe rendeu o Globo de Ouro 2019, como melhor atriz. 


A Agência Zapp News assistiu e nossa nota é 9.   


Crítica do filme: “Máquinas Mortais” (Mortal Engines)


Por Graça Paes, RJ


Com direção de Christian Rivers e baseado na série de livros homônima escrita por Philip Reeve com roteiro adaptado por Peter Jackson, Fran Walsh e Philippa Boyens, o filme “Máquinas Mortais” estreia nos cinemas dia 10 de janeiro. 

Na trama, Milhares de anos após a civilização ter sido destruída por um evento cataclísmico, (Guerra dos Sessenta Minutos), a humanidade se adaptou a um novo modo de vida, em que cidades gigantescas se movem em rodas gigantes, conhecidas como cidades tração, pela Terra e impiedosamente atacam cidades de tração menores para conseguir mais recursos naturais. Em uma dessas caçadas, Tom Natsworthy (Robert Sheehan), que vem de uma camada inferior da grande cidade de tração, Londres, é lançado para fora da cidade junto com uma fora-da-lei, Hester Shaw (Hera Hilmar). A partir daí os dois juntos precisam lutar para sobreviver e ainda enfrentar uma ameaça que coloca a vida no planeta em risco.



Ao adaptar uma série de livros em apenas um filme o roteiro ficou fragilizado e alguns acontecimentos não são bem explicados na trama. 


A fotografia é muito boa. Com belas sequências de ação. Os efeitos visuais e sonoros são bons, ajudando e muito a dar vida a esta história, assim como maquiagem, a direção de arte e a trilha sonora. 


O filme mistura ficção científica, ação e tem um leve tom de suspense 
e de comédia. 


A Agência Zapp News assistiu e nossa nota é 8.7.




Crítica da animação: “Homem Aranha: No Aranhaverso”


Por Graça Paes, RJ



O ganhador do Globo de Ouro 2019, na categoria Melhor Animação, “Homem Aranha: No Aranhaverso” (Spider-Man: Into the Spider-Verse) ” com direção de  Peter Ramsey, Bob Persichetti e Rodney Rothman, trilha sonora de  Daniel Pemberton, baseado nas histórias em quadrinhos do personagem Miles Morales/Homem-Aranha da Marvel Comics, produzido pela Columbia Pictures e Sony Pictures Animation em associação com a Marvel Entertainment e distribuído pela Sony Pictures Releasing estreia nos cinemas dia 10 de janeiro.  


Na trama, assim como nos quadrinhos, Miles Morales é um jovem negro do Brooklyn que se torna o Homem-Aranha inspirado no legado de Peter Parker, já falecido. Entretanto, ao visitar o túmulo de seu ídolo em uma noite chuvosa, ele é surpreendido com a presença do próprio Peter, vestindo o traje do herói aracnídeo sob um sobretudo. A surpresa fica ainda maior quando Miles descobre que ele veio de uma dimensão paralela, assim como outras variações de Homem-Aranha. 


É muito lúdico e cômico. 

A Agência Zapp News assistiu e nossa nota é dez.