quinta-feira, 2 de fevereiro de 2023

Crítica do filme: 'Batem à porta'

Por Graça Paes, RJ


O longa, dirigido e coescrito por M Night Shyamalan estreia nos cinemas dia 2 de fevereiro de 2023.


O filme é baseado no livro ‘O Chalé no Fim do Mundo’ escrito por Paul Tremblay e lançado em 2018. Na telona, uma família vai passar um período de férias em uma cabana isolada e é surpreendida no local por quatro estranhos armados que exigem que eles sacrifiquem um dos três para impedir a vinda do apocalipse.  Num primeiro momento, os pais da menina recuam quanto a possibilidade do fim do mundo, mas estranhas evidências vão surgindo a cada instante. 


O suspense é aquele que te surpreende. Se prepare para alguns sustos, e muitas reviravoltas. 

Sem grandes efeitos especiais, mas com um bom roteiro, o longa faz a alusão aos quatro cavaleiros do apocalipse, peste, guerra, fome e morte. Na bíblia, os quatro cavaleiros do Apocalipse fazem parte de uma profecia sobre o fim dos tempos. Eles representam acontecimentos profetizados para acontecer antes do fim do mundo. E há muitas interpretações quanto ao cumprimento desta profecia.


O filme conta com um elenco maravilhoso, onde se destacam os atores, Dave Bautista, Ben Aldridge e a pequena Kristen Cui, e te prende à poltrona durante seus 105 minutos de duração. 


A classificação etária é de 14 anos.  


Se prepare, pois esta obra te fará refletir sobre cada passo e cada atitude que você tenha ou possa vir a ter neste mundo. 


A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 9.

Ficha Técnica: Batem à Porta (2023)

Título Original: Knock at the Cabin

Duração: 105 minutos

Ano produção: 2021

Estreia: 02 de fevereiro de 2023

Distribuidora: Universal Pictures

Dirigido por: M. Night Shyamalan

Orçamento: US$ 20 milhões

Classificação: 14 anos

Gênero: Suspense, Terror, Mistério

Países de Origem: EUA, China






sexta-feira, 13 de janeiro de 2023

Crítica do filme: “Os Fabelmans”

Por Graça Paes, RJ 


O longa “Os Fabelmans” (The Fabelmans), de Steven Spielberg, roteiro de Spielberg e Tony Kushner já está nos cinemas. 

No elenco, Gabriel LaBelle, Michelle Williams, Paul Dano, entre outros. 

No filme, o jovem Sammy Fabelman se apaixona por filmes depois que seus pais o levam para ver "O Maior Espetáculo da Terra", ("The Greatest Show on Earth"). Com uma câmera na mão, o menino começa a fazer seus próprios filmes em casa, para o deleite de sua mãe, solidária e sonhadora.


Mas, após descobrir um segredo de família devastador, Sammy Fabelman decide explorar como o poder dos filmes ajuda a ver a verdade sobre os outros, e sobre nós mesmos. 


Os Fabelmans é uma história vagamente baseada na própria infância do diretor Steven Spielberg, como um jovem aspirante a cineasta. 

É um drama com mix leve de comédia que te prende do início ao fim. 

Tem uma boa trilha sonora, uma fotografia exemplar, bons figurinos e cenários, um belo roteiro e excelentes interpretações. 

Se você é apaixonado por cinema e por Steven Spielberg corra para o cinema, adquira seu combo e se prepare para sair da sala ainda mais encantado. 


A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 9.5.


Com o longa, Steven Spielberg, de 76 anos, conquistou as principais honras na cerimônia do ‘Globo de Ouro’ incluindo o prêmio de “melhor filme de drama”, por seu filme “Os Fabelmans”. Ele também levou para casa o prêmio de “melhor diretor”, e agradeceu à sua família, incluindo sua falecida mãe.






Crítica do documentário: “Me chama que eu vou”

Por Graça Paes, RJ 


O Documentário sobre Sidney Magal “Me chama que eu vou”, de Joana Mariani com roteiro de Mariani e Eduardo Gripa e produção de Diane Maia, já está nos cinemas, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Belo Horizonte, Recife, Porto Alegre e Brasília.

Com distribuição da Vitrine Filmes, produção Mar Filmes e Maya Filmes, em parceria com a Globo News, Canal Brasil e Globo Filmes, a obra tem uma linguagem leve e bem humorada como o cantor.

O longa, premiado em Gramado, apresenta a vida e a obra do cantor, dançarino, ator e dublador que se tornou um ícone da música popular brasileira. É uma obra emblemática que nos faz embarcar nas canções de sucesso de Magal, entre elas, “Meu Sangue Ferve por Você”, Sandra Rosa Madalena ou ME CHAMA QUE EU VOU, que dá título à obra. 

O filme faz um recorte bem humorado, revelador e carinhoso de um dos cantores mais queridos e amados do Brasil.  Retratando seus mais de 50 anos de carreira e nos mostra o homem por trás do artista. Magal revela histórias inusitadas, entre elas, que nasceu Sidney Magalhães. 

O documentário, narrado em primeira pessoa, pelo próprio Magal, mostra desde sua infância até o presente, passando por momentos importantes de sua carreira e pelo casamento com Magali West. 

O título da obra vem de uma das músicas mais famosas de Magal, que serviu de tema de abertura da novela “Rainha da Sucata”, em 1990.

ME CHAMA QUE EU VOU foi exibido no Festival de Gramado, no qual ganhou Prêmio de Edição, assinado por Eduardo Gripa.

Se você é apaixonado por um belo trabalho cinematográfico, fruto de um processo arrebatador de pesquisa, que conta com belas imagens de arquivos de televisão e do próprio Magal, que, segundo o Jornal Nacional, é “misto de Elvis Presley com John Travolta”, corra para os cinemas, e se prepare para ficar inquieto em sua poltrona, pois certamente terá vontade de dançar. 

Trailer:


A Agência Zapp News já assistiu e de nota 8.5. 



 


segunda-feira, 9 de janeiro de 2023

'Drive my car', de Ryûsuke Hamaguchi, é eleito o melhor filme de 2022, pelos críticos da ACCRJ

Por Graça Paes, RJ


No sábado, dia (07/01), os membros da ACCRJ - Associação de Críticos de Cinema do Rio de Janeiro se reuniram para escolher os melhores filmes do ano. 

O grande vencedor foi 'Drive my car'. O drama japonês é dirigido por Ryusuke Hamaguchi e roteirizado por Hamaguchi e Takamasa.

Em 'Drive My Car', Yusuke, um diretor e ator idoso de sucesso, é viúvo e precisa procurar um motorista particular. Ao receber a indicação de Misaki, uma jovem de 20 anos, ele tem suas dúvidas iniciais, quanto a ela, mas uma relação muito especial se desenvolve entre os dois.

Completam a lista dos 'Melhores do Ano de 2022':

Argentina 1985, de Santiago Mitre

Batman, de Matt Reeves

Belfast, de Kenneth Branagh

Elvis, de Baz Luhrmann

Licorice Pizza, de Paul Thomas Anderson

Nada de novo no front, de Edward Berger

Não! Não Olhe!, de Jordan Peele

Pinóquio, de Guillermo Del Toro e Mark Gustafson

Top Gun Maverick, Joseph Kosinski



Melhor filme brasileiro

“Eduardo e Mônica”, de René Sampaio


A ACCRJ ainda renderá homenagens ao Rei Pelé e a Jean-Luc Godard. 


Graça Paes é membro da ACCRJ



quinta-feira, 5 de janeiro de 2023

Crítica do filme: “Segredos de Guerra”

Por Graça Paes, RJ 


O longa, “Segredos de Guerra”, escrito e dirigido por Peeter Rebane e co-escrito por por Tom Prior, retrata um relacionamento amoroso entre dois militares soviéticos em uma base aérea na Estônia no auge da Guerra Fria. Estreia dia 5 de janeiro de 2023 nos cinemas. 

O drama romântico é protagonizado por Tom Prior, ator inglês de filmes como A Teoria de Tudo (2014) e Kingsman: Serviço Secreto (2014) e por Oleg Zagorodnii, ator ucraniano que ficou conhecido pelo filme ''Firebird'' (2021). E, por Diana Pozharskaya (“O Soldado Desconhecido”), que compõe o trio principal.

Baseado na história real que deu origem ao livro ‘A Tale About Roman’, o filme ‘’Segredos de Guerra’’ nos leva a um triângulo amoroso que envolve Sergey (Prior), um jovem soldado aspirante a ator, o tenente Roman (Oleg Zagorodnii), audacioso e sensual piloto de caça, e a bela Luisa (Diana Pozharskaya), militar que serve na mesma base soviética dos dois homens perto da capital estoniana Tallinn, em 1977. 


Aos poucos, na medida em que a amizade entre Sergey e Roman se transforma em amor, os militares arriscam suas carreiras, vidas e a própria liberdade ao se confrontarem um regime militar rígido e conservador.

O filme envolve drama, um leve suspense e muita emoção. 


O longa retrata a temática LGBTQIA+, entre o fim dos anos 70 e anos 80, de uma forma bela e suave. 

Na verdade, a obra cinematográfica apresentada é sobre uma linda história de amor “proibida” que acaba envolvendo uma terceira pessoa pelos severos padrões militares soviéticos e da sociedade na época. 

O filme nos faz refletir sobre verdades ocultas, amor, amizade, e sobre os sonhos. 


Muitas mensagens explícitas e implícitas o longa leva aos espectadores entre elas a de ser você mesmo custe o que custar. 

Esteticamente muito bem executada, a obra tem uma fotografia apaixonante. Outro ponto a ser destacado na montagem é que a paleta de cores vai sendo alterada suavemente com o passar dos anos no longa. A trilha sonora é suave, mas impactante. O roteiro é muito bem escrito e as atuações magnificas. 


Certamente, é o tipo de filme que vale a pena ser assistido e até mesmo ser reassistido pela relevância do tema abordado. E que ele possa ser um impulsionador para mudanças de atitudes em relação à comunidade LGBTQIA+.  E, leve muitos espectadores a reflexão. 


A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 9. 





terça-feira, 27 de dezembro de 2022

Crítica do filme: ‘’GEMINI: O PLANETA SOMBRIO’’

Por Graça Paes, RJ


O longa ‘’GEMINI: O PLANETA SOMBRIO’’ de Serik Beiseuov e Vyacheslav Lisnevskiy com roteiro de Dmitry Zhigalov e Natalya Lebedeva estreia em 2023 nos cinemas brasileiros.


É um thriller de ficção-científica sobre uma missão espacial peculiar, a de tornar habitável um planeta distante. Já que após séculos destruindo os recursos do Planeta Terra, a humanidade passa a enfrentar a sombria realidade de que sua última chance de sobrevivência pode exigir a criação de um lar totalmente novo, no espaço sideral. 

Para encontrar este novo planeta, uma expedição internacional é rapidamente formada,  mas os planos não saem conforme o planejado, e a tripulação, em um local totalmente desconhecido e distante, fica repentinamente sem energia, e com um inimigo prestes a atacar. O ser desconhecido fica esperando pelos incautos exploradores humanos para invadir a nave. 


O filme nos leva a várias reflexões, entre elas, os cuidados que temos que ter com a vida no Planeta Terra, o quanto são importantes os investimentos em pesquisas científicas, a difícil tarefa de se colocar entre a família e o trabalho, entre outras questões.  

Em 2h34 de duração, o filme russo, realmente surpreender em algumas cenas. 


Vale destacar que o longa tem um bom elenco e que a produção tem um bom roteiro e uma fotografia espetacular. 



Para você que é fissurado em ficção científica e inovações tecnológicas, certamente, vale a pena assistir. E, opte por salas como Imax, 4DX,  e outras com tecnologia de ponta para ter uma experiência sensorial magnifica. 


O longa, que iria estear em 05/01, teve a estreia adiada para 2 de fevereiro de 2023 nos cinemas brasileiros. 


Assista o trailer:


A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 9. 





quinta-feira, 8 de dezembro de 2022

Conheça os premiados no RIO FANTASTIK FESTIVAL 2022

Por Graça Paes, RJ




De 29 de novembro a 7 de dezembro, o Estação Net Botafogo e Estação Net Rio foram os cenários escolhidos para exibição dos filmes da maratona horrorífica carioca que marcou a 7ª edição do Rio Fantastik. O evento tem o cinema brasileiro como foco principal e a curadoria de Mario Abbade e Carlos Primati.


Na tarde de 7 de dezembro, no Estação net Botafogo, em Botafogo, na Zona Sul do Rio, foram anunciados os vencedores dos juris oficial, crítico e popular.  E todos conheceram os premiados com o Troféu Cramulhão.




Premiados no Rio Fantastik Festival 2022


Eleitos pelo Júri oficial formado pelo cineasta Cavi Borges, a escritora e roteirista Cecília Gianetti e a quadrinista, artista plástica e roteirista Renata Richard.


- Melhor Longa-Metragem: “Ivan”, de Dani Manzini;


- Melhor Diretor Longa-Metragem: André Sigwalt e Augusto Soares por “Mestre da Fumaça”;


- Melhor Curta-Metragem: “Promessa de um Amor Selvagem”, de Davi Mello;


- Melhor Diretor Curta-Metragem: Davi Mello por “Promessa de um Amor Selvagem”;



Menção honrosa:

- Conjunto da obra de “A Macabra Biblioteca do Dr. Lucchetti”, de Paulo Biscaia Filho (filme inspirado na sensacional obra do lendário R. F. Lucchetti);


- O curta-metragem “Ela vem buscar meus Dentes”, Patrícia Felix Wagner;


- Patrícia Felix Wagner, direção do curta-metragem “Ela vem buscar meus Dentes”.


Júri ACCRJ formado pelos jornalistas e críticos de cinema Graça Paes, Leonardo Luiz Ferreira e Ricardo Cota.


- Melhor Longa-Metragem: “A Macabra Biblioteca do Dr. Lucchetti”, de Paulo Biscaia Filho (filme inspirado na sensacional obra do lendário R. F. Lucchetti);


- Melhor Direção Longa-Metragem: Gustavo Spolidoro por “Os Dragões”;


- Melhor Curta-Metragem: “Promessa de um Amor Selvagem”, de Davi Mello;


- Melhor Direção Curta-Metragem: Rafael Van Hayden por “Fantasma Magnético”;



Menção honrosa:

- O curta-metragem “Ela vem buscar meus Dentes”, de Patrícia Felix Wagner



Júri popular:

- Melhor Longa-Metragem: O Mestre da Fumaça, de André Sigwalt e Augusto Soares;


- Melhor Curta-Metragem: Fantasma Magnético, de Rafael Van Hayden.


                                     Aldine Muller e o curador do festival, Mario Abbade


A atriz Aldine Muller recebeu na abertura do evento, em (29/11), o Troféu Cramulhão pelo conjunto da obra.

quinta-feira, 10 de novembro de 2022

Crítica do filme: 'Pantera Negra: Wakanda Para Sempre'

Por Graça Paes, RJ


Com direção de Ryan Coogler, roteiro de Ryan Coogler e Joe Robert Cole, direção de elenco de Sarah Finn, o longa ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre’ estreia dia 10 de novembro nos cinemas. 


O longa, repleto de expectativas, chega para aquietar a ansiedade dos fãs que querem descobrir quem assume o trono de Wakanda. 


Em ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre ou Wakanda Forever’, Shuri (Letitia Wright) assume a posição de protagonista. Uma solução muito bem encontrada pelo roteiro, após a morte do ator Chadwick Boseman, que interpretou o herói e rei T'Challa em 2018, e cuja partida foi bem incorporada a história do personagem na sequência do longa. 


Agora, após a morte de seu líder, Wakanda fica fragilizada e terá que se defender contra os ataques do rei Namor (Tenoch Huerta, de Narcos: México), do reino submerso de Talokan. 


Eis que surge, o rei Namor, personagem que conta com a brilhante atuação de Huerta, que vive em uma cidade inundada. O local nos remete a um show de imagens, efeitos, e diversos paralelos a exuberância de Wakanda. Todos os detalhes na telona saltam aos nossos olhos. 

Se prepare para estar diante a uma vasta história cercada de ancestralidade maia, misticismo oceânico embalada numa trilha sonora marcantemente e moldada numa fotografia espetacular.  

O filme também ressalta brilhantemente o empoderamento da mulher preta em várias nuances. E, entre elas, vamos destacar a rainha Ramonda, (Angela Bassett), um verdadeiro show de interpretação entregando ao mesmo tempo a fragilidade de uma mãe enlutada com força e fúria. 


Em Wakanda Forever’, as mulheres ganham muita força, poder e representatividade. São elas, heroínas, vilões, as protagonistas de muitas cenas de ação, de comédia e de muita emoção. Em especial, claro, as mulheres pretas que despontam aos holofotes.  

Além de ação e emoção, o longa aborda temas diversos e bem reflexivos, entre eles ambição, hierarquia, colonização, geopolítica, família, amizade, entre outros.

Outro ponto forte a ser destacado é a bela homenagem que permeia o longa para justificar a morte de T’Challa. As cenas são entregues de uma forma visceral e realmente tocam o coração. E essa virada de jogo traz à tona a outra face de outros personagens que ganham mais espaço. 

‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre’ é um longa, que além da essência Marvel dos heróis, nos entrega na telona um filme que remete aos caos diplomático, com uma boa dose e drama, ação e um leve tom de comédia. Depois de tudo que passamos na pandemia e das inúmeras perdas em diversos sentidos.


Também temos que destacar o maravilhoso trabalho da cantora Rihanna que se juntou à trilha sonora do filme da Marvel Studios com a música "Lift Me Up". Gravada em cinco países e produzida por Ludwig Göransson, “Lift Me Up” foi escrita como uma homenagem à vida e ao legado do ator Chadwick Boseman. A composição ficou a cargo de Tems, Ludwig Göransson, Ryan Coogler e da própria Rihanna.


O Universo Cinematográfico da Marvel em ‘Wakanda Para Sempre’ se enaltece. Mas, não queira comparar o longa “Pantera Negra” de 2018 com este. São obras distintas, cada uma com seu enredo, sua história. 

Parabéns aos idealizadores desta obra que souberam dosar o luto com o clássico de um filme de herói.

A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 9.0.

Ah! Quando o longa terminar, não saia correndo da sala de cinema, pois tem cena pós-crédito, e daquelas que são mais que um gatilho. 

Agora, assista o trailer,  e depois corra para os cinemas!!! 

Procure assistir o longa em salas como Imax ou 4DX, elas lhe darão uma experiência cinematográfica perfeita para esta obra.