No sábado, dia (07/01), os membros da ACCRJ - Associação de Críticos de Cinema do Rio de Janeiro se reuniram para escolher os melhores filmes do ano.
O grande vencedor foi 'Drive my car'. O drama japonês é dirigido por Ryusuke Hamaguchi e roteirizado por Hamaguchi e Takamasa.
Em 'Drive My Car', Yusuke, um diretor e ator idoso de sucesso, é viúvo e precisa procurar um motorista particular. Ao receber a indicação de Misaki, uma jovem de 20 anos, ele tem suas dúvidas iniciais, quanto a ela, mas uma relação muito especial se desenvolve entre os dois.
Completam a lista dos 'Melhores do Ano de 2022':
Argentina 1985, de Santiago Mitre
Batman, de Matt Reeves
Belfast, de Kenneth Branagh
Elvis, de Baz Luhrmann
Licorice Pizza, de Paul Thomas Anderson
Nada de novo no front, de Edward Berger
Não! Não Olhe!, de Jordan Peele
Pinóquio, de Guillermo Del Toro e Mark Gustafson
Top Gun Maverick, Joseph Kosinski
Melhor filme brasileiro
“Eduardo e Mônica”, de René Sampaio
A ACCRJ ainda renderá homenagens ao Rei Pelé e a Jean-Luc Godard.
O longa, “Segredos de Guerra”, escrito e dirigido por Peeter Rebane e co-escrito por por Tom Prior, retrata um relacionamento amoroso entre dois militares soviéticos em uma base aérea na Estônia no auge da Guerra Fria. Estreia dia 5 de janeiro de 2023 nos cinemas.
O drama romântico é protagonizado por Tom Prior, ator inglês de filmes como A Teoria de Tudo (2014) e Kingsman: Serviço Secreto (2014) e por Oleg Zagorodnii, ator ucraniano que ficou conhecido pelo filme ''Firebird'' (2021). E, por Diana Pozharskaya (“O Soldado Desconhecido”), que compõe o trio principal.
Baseado na história real que deu origem ao livro ‘A Tale About Roman’, o filme ‘’Segredos de Guerra’’ nos leva a um triângulo amoroso que envolve Sergey (Prior), um jovem soldado aspirante a ator, o tenente Roman (Oleg Zagorodnii), audacioso e sensual piloto de caça, e a bela Luisa (Diana Pozharskaya), militar que serve na mesma base soviética dos dois homens perto da capital estoniana Tallinn, em 1977.
Aos poucos, na medida em que a amizade entre Sergey e Roman se transforma em amor, os militares arriscam suas carreiras, vidas e a própria liberdade ao se confrontarem um regime militar rígido e conservador.
O filme envolve drama, um leve suspense e muita emoção.
O longa retrata a temática LGBTQIA+, entre o fim dos anos 70 e anos 80, de uma forma bela e suave.
Na verdade, a obra cinematográfica apresentada é sobre uma linda história de amor “proibida” que acaba envolvendo uma terceira pessoa pelos severos padrões militares soviéticos e da sociedade na época.
O filme nos faz refletir sobre verdades ocultas, amor, amizade, e sobre os sonhos.
Muitas mensagens explícitas e implícitas o longa leva aos espectadores entre elas a de ser você mesmo custe o que custar.
Esteticamente muito bem executada, a obra tem uma fotografia apaixonante. Outro ponto a ser destacado na montagem é que a paleta de cores vai sendo alterada suavemente com o passar dos anos no longa. A trilha sonora é suave, mas impactante. O roteiro é muito bem escrito e as atuações magnificas.
Certamente, é o tipo de filme que vale a pena ser assistido e até mesmo ser reassistido pela relevância do tema abordado. E que ele possa ser um impulsionador para mudanças de atitudes em relação à comunidade LGBTQIA+. E, leve muitos espectadores a reflexão.
O longa ‘’GEMINI: O PLANETA SOMBRIO’’ de Serik Beiseuov e Vyacheslav Lisnevskiy com roteiro de Dmitry Zhigalov e Natalya Lebedeva estreia em 2023 nos cinemas brasileiros.
É um thriller de ficção-científica sobre uma missão espacial peculiar, a de tornar habitável um planeta distante. Já que após séculos destruindo os recursos do Planeta Terra, a humanidade passa a enfrentar a sombria realidade de que sua última chance de sobrevivência pode exigir a criação de um lar totalmente novo, no espaço sideral.
Para encontrar este novo planeta, uma expedição internacional é rapidamente formada, mas os planos não saem conforme o planejado, e a tripulação, em um local totalmente desconhecido e distante, fica repentinamente sem energia, e com um inimigo prestes a atacar. O ser desconhecido fica esperando pelos incautos exploradores humanos para invadir a nave.
O filme nos leva a várias reflexões, entre elas, os cuidados que temos que ter com a vida no Planeta Terra, o quanto são importantes os investimentos em pesquisas científicas, a difícil tarefa de se colocar entre a família e o trabalho, entre outras questões.
Em 2h34 de duração, o filme russo, realmente surpreender em algumas cenas.
Vale destacar que o longa tem um bom elenco e que a produção tem um bom roteiro e uma fotografia espetacular.
Para você que é fissurado em ficção científica e inovações tecnológicas, certamente, vale a pena assistir. E, opte por salas como Imax, 4DX, e outras com tecnologia de ponta para ter uma experiência sensorial magnifica.
O longa, que iria estear em 05/01, teve a estreia adiada para 2 de fevereiro de 2023 nos cinemas brasileiros.
De 29 de novembro a 7 de dezembro, o Estação Net Botafogo e Estação Net Rio foram os cenários escolhidos para exibição dos filmes da maratona horrorífica carioca que marcou a 7ª edição do Rio Fantastik. O evento tem o cinema brasileiro como foco principal e a curadoria de Mario Abbade e Carlos Primati.
Na tarde de 7 de dezembro, no Estação net Botafogo, em Botafogo, na Zona Sul do Rio, foram anunciados os vencedores dos juris oficial, crítico e popular. E todos conheceram os premiados com o Troféu Cramulhão.
Premiados no Rio Fantastik Festival 2022
Eleitos pelo Júri oficial formado pelo cineasta Cavi Borges, a escritora e roteirista Cecília Gianetti e a quadrinista, artista plástica e roteirista Renata Richard.
- Melhor Longa-Metragem: “Ivan”, de Dani Manzini;
- Melhor Diretor Longa-Metragem: André Sigwalt e Augusto Soares por “Mestre da Fumaça”;
- Melhor Curta-Metragem: “Promessa de um Amor Selvagem”, de Davi Mello;
- Melhor Diretor Curta-Metragem: Davi Mello por “Promessa de um Amor Selvagem”;
Menção honrosa:
- Conjunto da obra de “A Macabra Biblioteca do Dr. Lucchetti”, de Paulo Biscaia Filho (filme inspirado na sensacional obra do lendário R. F. Lucchetti);
- O curta-metragem “Ela vem buscar meus Dentes”, Patrícia Felix Wagner;
- Patrícia Felix Wagner, direção do curta-metragem “Ela vem buscar meus Dentes”.
Júri ACCRJ formado pelos jornalistas e críticos de cinema Graça Paes, Leonardo Luiz Ferreira e Ricardo Cota.
- Melhor Longa-Metragem: “A Macabra Biblioteca do Dr. Lucchetti”, de Paulo Biscaia Filho (filme inspirado na sensacional obra do lendário R. F. Lucchetti);
- Melhor Direção Longa-Metragem: Gustavo Spolidoro por “Os Dragões”;
- Melhor Curta-Metragem: “Promessa de um Amor Selvagem”, de Davi Mello;
- Melhor Direção Curta-Metragem: Rafael Van Hayden por “Fantasma Magnético”;
Menção honrosa:
- O curta-metragem “Ela vem buscar meus Dentes”, de Patrícia Felix Wagner
Júri popular:
- Melhor Longa-Metragem: O Mestre da Fumaça, de André Sigwalt e Augusto Soares;
- Melhor Curta-Metragem: Fantasma Magnético, de Rafael Van Hayden.
Aldine Muller e o curador do festival, Mario Abbade
A atriz Aldine Muller recebeu na abertura do evento, em (29/11), o Troféu Cramulhão pelo conjunto da obra.
Com direção de Ryan Coogler, roteiro de Ryan Coogler e Joe Robert Cole, direção de elenco de Sarah Finn, o longa ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre’ estreia dia 10 de novembro nos cinemas.
O longa, repleto de expectativas, chega para aquietar a ansiedade dos fãs que querem descobrir quem assume o trono de Wakanda.
Em ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre ou Wakanda Forever’, Shuri (Letitia Wright) assume a posição de protagonista. Uma solução muito bem encontrada pelo roteiro, após a morte do ator Chadwick Boseman, que interpretou o herói e rei T'Challa em 2018, e cuja partida foi bem incorporada a história do personagem na sequência do longa.
Agora, após a morte de seu líder, Wakanda fica fragilizada e terá que se defender contra os ataques do rei Namor (Tenoch Huerta, de Narcos: México), do reino submerso de Talokan.
Eis que surge, o rei Namor, personagem que conta com a brilhante atuação de Huerta, que vive em uma cidade inundada. O local nos remete a um show de imagens, efeitos, e diversos paralelos a exuberância de Wakanda. Todos os detalhes na telona saltam aos nossos olhos.
Se prepare para estar diante a uma vasta história cercada de ancestralidade maia, misticismo oceânico embalada numa trilha sonora marcantemente e moldada numa fotografia espetacular.
O filme também ressalta brilhantemente o empoderamento da mulher preta em várias nuances. E, entre elas, vamos destacar a rainha Ramonda, (Angela Bassett), um verdadeiro show de interpretação entregando ao mesmo tempo a fragilidade de uma mãe enlutada com força e fúria.
Em Wakanda Forever’, as mulheres ganham muita força, poder e representatividade. São elas, heroínas, vilões, as protagonistas de muitas cenas de ação, de comédia e de muita emoção. Em especial, claro, as mulheres pretas que despontam aos holofotes.
Além de ação e emoção, o longa aborda temas diversos e bem reflexivos, entre eles ambição, hierarquia, colonização, geopolítica, família, amizade, entre outros.
Outro ponto forte a ser destacado é a bela homenagem que permeia o longa para justificar a morte de T’Challa. As cenas são entregues de uma forma visceral e realmente tocam o coração. E essa virada de jogo traz à tona a outra face de outros personagens que ganham mais espaço.
‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre’ é um longa, que além da essência Marvel dos heróis, nos entrega na telona um filme que remete aos caos diplomático, com uma boa dose e drama, ação e um leve tom de comédia. Depois de tudo que passamos na pandemia e das inúmeras perdas em diversos sentidos.
Também temos que destacar o maravilhoso trabalho da cantora Rihanna que se juntou à trilha sonora do filme da Marvel Studios com a música "Lift Me Up". Gravada em cinco países e produzida por Ludwig Göransson, “Lift Me Up” foi escrita como uma homenagem à vida e ao legado do ator Chadwick Boseman. A composição ficou a cargo de Tems, Ludwig Göransson, Ryan Coogler e da própria Rihanna.
O Universo Cinematográfico da Marvel em ‘Wakanda Para Sempre’ se enaltece. Mas, não queira comparar o longa “Pantera Negra” de 2018 com este. São obras distintas, cada uma com seu enredo, sua história.
Parabéns aos idealizadores desta obra que souberam dosar o luto com o clássico de um filme de herói.
A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 9.0.
Ah! Quando o longa terminar, não saia correndo da sala de cinema, pois tem cena pós-crédito, e daquelas que são mais que um gatilho.
Agora, assista o trailer, e depois corra para os cinemas!!!
Procure assistir o longa em salas como Imax ou 4DX, elas lhe darão uma experiência cinematográfica perfeita para esta obra.
O longa é dirigido por Jaume Collet-Serra, produzido por Dwayne Johnson, Dany Garcia, Hiram Garcia, Beau Flynn com roteiro de Sohrab Noshirvani, Adam Sztykiel, Rory Haines e fotografia de Lawrence Sher.
O personagem foi criado por Otto Binder e C. C. Beck, e apareceu pela primeira vez numa HQ da Fawcett Comics, "The Marvel Family", numa edição do Natal de 1945.
Adão Negro é o principal inimigo do Shazam nos quadrinhos, então quando a Warner decidiu trazer o super-herói de capa branca e raio no peito para as telas, e claro, que naturalmente ele se tornou o vilão da história sendo chamado de anti-herói por vários motivos entre eles o uso da extrema violência, o que não é aprovado pela 'Sociedade da Justiça' .
Os membros da Sociedade da Justiça da América desempenham um papel enorme em Adão Negro e têm uma variedade de origens e poderes. A SJA na verdade antecedeu a Liga da Justiça por duas décadas, permanecendo como a primeira equipe de super-heróis da DC.
Como Adão Negro nas telonas?
Após o assassinato de Khufu, o segundo Faraó da quarta dinastia do período do Antigo Império, Teth-Adam, um escravo em Kahndaq, que viveu há 5000 anos, escolhido pelo Mago Shazan para libertar o povo da escravidão. Mas, ao ganhar poderes, ele se torna descontrolável e usa as novas habilidades para alcançar objetivos egoístas. Ele passa a ser temido em todo o Egito. E, se sentindo culpado, o Mago Shazam o aprisiona em outra dimensão. Mas, Adão Negro é libertado de sua tumba e lança sua justiça cruel sob a Terra.
Se você é sensível, se prepare, o filme tem praticamente 90% de cenas de ação e uma dose bem acentuada de violência. Mas, fixa seus olhos na telona.
O ponto alto do longa é a atuação do astro The Rock ou Dwayne Johnson que tem o time exato da comédia até mesmo nos personagens mais violentos.
O filme “Adão Negro”, juntamente com Batman (2022) e Coringa (2019) marca o começo de mais uma tentativa de expansão do Universo Cinematográfico da DC.
Confira o trailer:
A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 8.7.
Seis produções do Prime Video estão no Festival do Rio 2022, e entre elas o longa ‘Argentina, 1985’.
Stephan Eliiot
A noite de gala do filme “Argentina, 1985”, foi realizada na quarta-feira, dia 12 de outubro, no Cine Odeon, e contou com a presença do diretor Stephan Elliot, que veio ao Festival exibir uma versão remasterizada de Priscilla, a Rainha do Deserto, e que em breve estará filmando na cidade maravilhosa, e dos atores e produtores do longa, entre eles, Peter Lanzani e Alejandra Flechner.
Entre os famosos que foram assistir ao longa estava a atriz Giovanna Grigio, que atraiu todos os olhares com seu look que deixava seus seios a mostra em meio a transparência da peça, que para muitos se assemelhava a uma camisola.
Além dela, Roberto Berindelli, Leonardo Franco, Hylka Maria, a cineasta e roteirista Susana Garcia, entre outros.
Destemidos promotores enfrentam os chefes da sangrenta ditadura militar argentina durante a década de 1980, em uma batalha árdua e uma corrida contra o tempo.
De 6 a 16 de outubro, o público vai conferir a mais relevante e diversa seleção de filmes nacionais e internacionais no Festival do Rio, com quase 200 títulos.
É a oportunidade de ver os filmes mais esperados, comentados, raridades, os estrangeiros exibidos nos principais festivais ao redor do mundo, além dos brasileiros que concorrem ao Troféu Redentor.
Tem sessões especiais, homenagens, música e uma seleção de histórias que refletem os nossos tempos. E para falar das novas tendências, os mais importantes profissionais do audiovisual se reúnem no RioMarket.
Tem Festival do Rio espalhado por toda a cidade, desde as sessões de pré-estreia no Boulevard Olímpico já neste fim de semana (estreia hoje!) a exibições no Circuito Estação NET de Cinema, no Kinoplex São Luiz, e o retorno ao clássico e essencial Odeon -- Centro Cultural Luiz Severiano Ribeiro, na Cinelândia. Além disso, o público ganha de volta um dos favoritos de edições passadas: o cinema ao ar livre na Praia de Copacabana.
A Première Brasil ganha duas novas categorias do Troféu Redentor: Direção de Arte na competição oficial e Melhor Direção na mostra Novos Rumos. Haverá homenagens aos 60 anos de dois grandes marcos do cinema brasileiro: O Pagador de Promessas (de Anselmo Duarte) e Assalto ao trem pagador (de Roberto Farias). Além de uma homenagem especial para o diretor Breno Silveira, durante a exibição de “Dois Filhos de Francisco” ao ar livre na Praia de Copacabana.
A seleção internacional traz filmes de diretores consagrados como Amos Gitai (Uma Noite em Haifa/A Night in Haifa), Frederick Wiseman (Um Casal: Sophia e Tolstói/A Couple), Abel Ferrara (Padre Pio), Hong Sang Soo (Walk Up), Gianni Amelio (O Senhor das Formigas /Lord of the Ants), François Ozon (Peter von Kant/Peter von Kant), Lav Diaz (Quando não há mais ondas/When The Waves Are Gone) e Paul Schrader (O Contador de Cartas/The Card Counter).
Os aguardados Close (Close), de Lukas Dhont; Noites de Paris (The Passengers of the Night) de Mikhaël Hers, com Charlotte Gainsbourg; o nominado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro Argentina, 1985 (Argentina, 1985), de Santiago Mitre, com Ricardo Darín e Peter Lanzani; Sra. Harris vai a Paris (Mrs. Harris Goes to Paris) de Anthony Fabian com Isabelle Huppert; Halloween Ends (Halloween Ends) de David Gordon Green; Call Jane (Call Jane) de Phyllis Nagy; Mali Twist (Mali Twist) de Robert Guédiguian; Daliland: A vida de Salvador Dali (Daliland) da cultuada diretora de American Psycho Mary Harron ; e - acalmem as fãs - My Policeman (My Policeman), de Michael Grandage, com Harry Styles.
Os premiados Broker, de Hirokazu Kore-eda (Melhor Ator para Song Kang-ho no Festival de Cannes 2022); Nanny (Nanny) de Nikyatu Jusu (Grande Prêmio do Júri no Festival de Sundance 2022); Holy Spider (Holy Spider) de Ali Abbasi, com Zar Amir-Ebrahimi (Prêmio de melhor atriz no Festival de Cannes 2022); EO (EO) de Jerzy Skolimowski (Prêmio do Júri de Cannes 2022), com Sandra Drzymalska, Isabelle Huppert; Decisão de Partir (Decision to leave) de Park Chan-wook (Melhor Direção no Festival de Cannes 2022); e Revelando Muybridge (Exposing Muybridge) de Marc Shaffer (Melhor Roteiro documental do Writers Guild of America 2022). Ainda se destacam o longa Raymond & Ray (Raymond & Ray) de Rodrigo Garcia que foi exibido em Toronto e um retrato impressionante em Notre-Dame em Chamas (Notre-Dame on Fire) de Jean Jacques Annaud.
O Festival do Rio está uma festa para os amantes do terror, com uma seleção que mescla clássicos com filmes super aguardados: Piggy (Piggy), de Carlota Pereda; O Menu (The Menu) de Mark Mylod com Ralph Fiennes; Halloween Ends (Halloween Ends), de David Gordon Green; Oldboy (Oldboy), de Park Chan-Wook; Grito de Horror (The Howling), de Joe Dante.
Já para alegrar a todos duas exibições especiais de clássicos da emoção: Priscilla, a Rainha do Deserto (The Adventures of Priscilla, Queen of the Desert) de Stephan Elliott e E.T.: O extraterrestre (E.T.: The Extra-Terrestrial) de Steven Spielberg.
A música tem destaque no Festival do Rio, tanto na seleção nacional quanto na internacional, com Cesária Évora (Cesária Évora), de Ana Sofia Fonseca; Hallelujah: Leonard Cohen, A Journey, A Song (Hallelujah: Leonard Cohen, A Journey, A Song), de Daniel Geller e Dayna Goldfine. Entre os perfis transformados em filmes, destaque para Jane Campion, A Mulher do Cinema (Jane Campion, The Cinema Woman) de Julie Bertuccelli e Amando Patricia Highsmith (Loving Highsmith) de Eva Vitija.
SOBRE O FESTIVAL DO RIO
O Festival do Rio é o grande encontro do cinema da América Latina. Desde sua criação, em 1999, já foram exibidos 7 mil longas, incluindo obras recém-premiadas em Cannes, Berlim, Toronto, Veneza e outros. Formador de público mas também de mão de obra, o Festival do Rio capacitou milhares de profissionais. Anualmente o evento reúne, além de filmes exibidos nos mais importantes festivais mundiais, diversas mostras temáticas e sessões populares. Distribuídos em diferentes mostras, incluindo a competitiva Première Brasil, os filmes nacionais compõem parte fundamental do festival, que é a maior vitrine da produção brasileira.
O Festival do Rio tem apresentação e patrocínio master da Shell Brasil - Lei Federal de Incentivo à Cultura - e da Prefeitura do Rio de Janeiro - por meio da RioFilme, órgão que integra a SEGOVI (Secretaria Municipal de Governo e Integridade Pública). Também conta com o apoio da FUNARJ e apoio institucional da FIRJAN. O Festival do Rio é uma realização da Cinema do Rio.