Com direção de Tim Burton, roteiro de Ehren Kruger e trilha sonora de Danny Elfman, o live-action “Dumbo” estreia nos cinemas do Brasil dia 28 de março.
No longa, Holt Farrier (Colin Farrell), é uma ex-estrela dos picadeiros que retorna da guerra com um braço amputado e encontra seu mundo virado de cabeça para baixo já que o circo em que ele trabalhava está passando por enormes dificuldades. Como, ele passou a ter uma certa limitação física, ao invés de lidar com os cavalos, ele fica encarregado de cuidar de um elefante recém-nascido. Só que o animal nasceu com uma peculiaridade, com orelhas gigantes, desengonçado, o que faz Dumbo ser motivo de chacota. Mas, os filhos de Holt, Milly e Joe, descobrem que o elefantinho é capaz de uma façanha enorme: voar.
O filme tem a excelente produção de Walt Disney Pictures, Tim Burton Productions, Ehren Kruger, Derek Frey, Justin Springer, Katterli Frauenfelder.
O roteiro atual vai muito além do que se conhece da versão original de 1940. Na nova trajetória, a história de Dumbo, que é separado de sua mãe, tem muitas peculiaridades com a história das crianças, Milly (Nico Parker) e seu irmão Joe (Finley Hobbins), que além de terem perdido a mãe, têm que lidar com a nova imagem do pai, que agora tem um braço amputado. E em meio caos também surge a artista Colette (Eva Green) que chega ao circo para um novo número, mas que acabará ajudando os pequenos, o pai e Dumbo.
O live-action tem uma bela fotografia e atuações excelentes. É uma história reúne superação, amor e amizade.
Com direção e roteiro de Eduardo Albergaria, produção de Leonardo Edde e Vanessa Ragone, trilha sonora de Darío Skenazi e fotografia de Marcelo Camorino, a comédia dramática, “Happy Hour – Verdades e Consequências”, uma co-produção Brasil/Argentina, estreia nos cinemas do Brasil, dia 28 de março.
Após um acidente, Horácio (Pablo Echarri) muda completamente suas perspectivas de vida e decide confessar para sua esposa, Vera (Letícia Sabatella), que deseja ter relações sexuais com outras mulheres, mas que quer continuar o casado. Confusa e inserida em um momento profissionalmente complicado, a esposa de Horácio não aprova a ideia, mas percebe que precisa, mais do que nunca, continuar casada.
O filme mistura comédia, drama e tem uma pitada de thriller. A montagem é bem atraente e decisiva, para o entendimento do roteiro, assim como a narração do personagem Horácio que permeia a história.
A fotografia é boa e os atores estão excelentes em cena. No elenco, Pablo Echari, Letícia Sabatella, Luciano Cáceres, Pablo Morais, entre outros.
O filme narra vários tipos de relacionamentos, de amor, profissional e de amizade. Assim como aborda peculiaridades do comportamento humano.
Em um mundo tão real quanto fictício, enquanto Horácio procura sua verdade, ele aprende a dar espaço a seu desejo, em uma história em que a comédia se cruza com a melancolia.
A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 8,7.
“Parque dos Sonhos” de Dylan Brown, com música de Steven Price, produzido por Josh Appelbaum, André Nemec e Kendra Haaland, pelas produtoras Nickelodeon Movies, Paramount Pictures e Ilion Animatiom, estreia día 14 de março nos cinemas.
O longa conta a história da menina otimista e sonhadora June. Cuja imaginação ultrapassa fronteiras. Até que um dia, ela encontra escondido na floresta o fruto de sua imaginação, o parque “Wonderland”. O local é repleto de novidades, brinquedos sensacionais e possui animais que falam, mas tem um problema, ele não está da forma como ela idealizou. June se depara com um local bem confuso e desorganizado. Então, já que o parque veio de sua imaginação, a menina percebe que ela é a única que pode tornar o lugar mágico de novo.
A animação é bem lúdica e tem muitas mensagens reflexivas, entre elas, que nunca se deve desistir dos sonhos, que a família é a base estrutural do ser humano e que ter amigos faz toda a diferença.
Tecnicamente, a animação é espetacular muito bem montada e produzida. Tem uma excelente fotografia e a dublagem nacional, que em sua equipe conta com os humoristas, Lucas Veloso e Rafael Infante é sensacional. Na dublagem original o elenco conta com Jennifer Garder, Ken Hudson Campbell, John Oliver, Mattew Broderick, Mila Kunis, Ken Jeong e Norbert Leo Butz.
Embarque nessa aventura e vá assistir com seus pequenos, ou caso não tenha pequenos para levar, vá assistir assim mesmo. A terra da mágica irá te inspirar a acreditar em seus sonhos.
Foi lançado na quarta-feira (13/03) pela Fox Fim o pôster oficial de “Superação - O Milagre da Fé” (Breakthrough). O filme, baseado em fatos reais, conta a história de uma mãe (Joyce Smith), que une a fé, o amor e a esperança na busca de um milagre e recuperação na vida do filho (John Smith), após um grave acidente que comoveu uma cidade inteira. No pôster aparecem Joyce e John abraçados com a impactante imagem do episódio que mudou as vidas da família Smith para sempre. Agora falta menos de um mês para o lançamento e as expectativas só aumentam.
“É surpreendente como o filme ‘Superação’ ganhou destaque; as pessoas estão ansiosas para assisti-lo! É uma história que vai impactar muitas vidas, trazer esperança, fé e renovo a todos que forem aos cinemas a partir do dia 11 de abril”, destaca Ygor Siqueira, CEO da 360 WayUp.
Baseado na obra de Stephen King, longa estreia em 4 de abril
CEMITÉRIO MALDITO (Pet Sematary), dirigido por Kevin Kölsch e Dennis Widmyer, acaba de ganhar trailer e cartaz inéditos. Com estreia marcada para 4 de abril, o filme da Paramount Pictures é baseado no livro de Stephen King.
O longa conta a história do Dr. Louis Creed (Jason Clarke), que, depois de mudar com sua esposa Rachel (Amy Seimetz) e seus dois filhos pequenos de Boston para a área rural do Maine, descobre um misterioso cemitério escondido dentro do bosque próximo à nova casa da família. Quando uma tragédia acontece, Louis pede ajuda ao seu estranho vizinho Jud Crandall (John Lithgow), dando início a uma reação em cadeia perigosa que liberta um mal imprevisível com consequências horripilantes.
- Toda nossa intenção com o filme é fazer com que as pessoas pensem. Fazer um filme que irá assustar os adolescentes porque é sobrenatural e tem personagens clássicos como Pascow e Zelda. Mas também algo que assustará os pais, devido ao que acontece no filme. Cemitério Maldito realmente sempre funcionou nestes dois níveis. É um filme bastante maduro e psicológico. Ele é sobre a emoção humana tanto quando sobre os sustos e o terror –diz Kölsch.
Para o produtor Lorenzo di Bonaventura, que já supervisionou mais de 80 adaptações de livros para cinema, incluindo outra obra de King, o trabalho do autor vai além do terror. “A razão de estar fazendo um filme baseado no livro de Stephen King é porque ele é sobre algo que não é terror, que é a ligação emocional entre um adulto e seu filho. Aquela dúvida sobre ‘até onde você iria para ver seu filho novamente?’ ou ‘até onde você iria para proteger seu filho?’. Foi por isso que Stephen King escreveu ‘O Cemitério’ e não o entregou para seu editor durante três anos. Porque ele estava assombrado com o livro. E eu ainda acho o livro profundamente assustador nos dias de hoje. Ele é primordial”.
Na noite de domingo, dia 24 de fevereiro, a Academia de Cinema de Hollywood realizou a 91a. cerimônia do Oscar e revelou os 24 vencedores. Conheça os 24 vencedores:
MELHOR FILME
Green Book - o guia
MELHOR DIREÇÃO
Alfonso Cuarón - Roma
MELHOR ATRIZ
Premiada: Olivia Colman - A Favorita
MELHOR ATOR
Rami Malek - Bohemian Rhapsody
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Regina King, Se a rua Beale falasse
MELHOR ATOR COADJUVANTE
Premiado: Mahershala Ali - Green Book
MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
Infiltrado na Klan
MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
Green Book - O guia
MELHOR FILME DE LÍNGUA ESTRANGEIRA
Roma
MELHOR ANIMAÇÃO
Homem-aranha no Aranhaverso
MELHOR FOTOGRAFA
Roma
MELHOR DIREÇÃO DE ARTE
Pantera Negra
MELHOR FIGURINO
Pantera Negra
MELHOR MONTAGEM
Bohemian Rhapsody
MELHORES EFEITOS ESPECIAIS
O primeiro homem
MELHOR MAQUIAGEM E PENTEADO
Vice
MELHOR EDIÇÃO DE SOM
Bohemian Rhapsody
MELHOR MIXAGEM DE SOM
Bohemian Rhapsody
MELHOR TRILHA SONORA
Pantera Negra
MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
Shallow (Nasce uma Estrela)
MELHOR DOCUMENTÁRIO
Free Solo
MELHOR CURTA-METRAGEM DOCUMENTÁRIO
Absorvendo o tabu
Com direção de Lui Farias, roteiro de Farias, L.G. Bayão e Letícia Mey baseado na autobiografia homônima de Erasmo Carlos, “Minha Fama de Mau”, a cinebiografia, “Minha Fama de Mau”, estreia nos cinemas dia 14 de fevereiro.
A trama é conduzida pela narração de Erasmo, personagem de Chay Suede, que nos apresenta diversas fases da vida do cantor, o início da carreira, os primeiros parceiros musicais, a fama, sua amizade com Roberto Carlos e parte de sua vida pessoal, incluindo seus altos e baixos. É um mix de musical, drama, comédia e romance. Com uma linguagem dinâmica e leve.
Tecnicamente, o filme surpreende pela qualidade. Tem uma montagem bem criativa e dinâmica o que dá um gás ao longa. A direção de arte, cenários, figurinos, penteados, é muito bem produzida. Direção e roteiro são bons e a fotografia tem vida.
Sobre o elenco, Chay Suede está brilhante, no papel de Erasmo, assim como Gabriel Leone, como Roberto e Malu Rodrigues, como Wanderléa. Esse trio dá um show, e saiba que eles cantam de verdade no longa e que seguem o estilo vocal e os trejeitos de seus personagens com maestria. O roteiro e a direção deram a Chay Suede, que é puro talento e carisma, a oportunidade de encenar um Erasmo bem-humorado e até meio fanfarrão que noz conduz a diversos pontos de sua história.
Um fato que merece destaque é o link dentro do filme que retrata a obra de Roberto Farias, para quem desconhece, o pai do diretor, que era quem dirigia os longas com Roberto Carlos e que fez parte dessa época retratada no filme, já que Roberto e Erasmo fizeram composições para os longas. Uma cena clássica aparece no longa e nos remete aos famosos filmes do Rei.
O filme tem umas mensagens que merecem reflexão. Entre elas, os altos e baixos da carreira artística, a força de uma amizade e a busca por um sonho.
Se você curtiu a jovem guarda irá amar reviver essa época, se tem vontade de saber mais o longa transmite uma bela fase dessa épica áurea da música.
A Agencia Zapp News já assistiu e nossa nota é DEZ.
“Alita: Anjo de Combate” , filme de fantasia/ ficção científica, é adaptado do Gunnm, de ficção científica, um mangá, de Yukito Kishiro. Para quem não sabe o que é mangá são histórias em quadrinhos no estilo japonês. Gunnm foi lançado no Japão, em 15 de dezembro de 1990 e na sequência foi lançado em vários países da Ásia, Europa, América Latina, no Brasil e nos Estados Unidos. Nos EUA recebeu o nome de “Battle Angel Alita”.
Com o sucesso do mangá, em vários países, em1993, foram lançados dois episódios OVA que é um formato de animação que consiste em um ou mais episódios de anime que são lançados diretamente no mercado. Nos dias atuais são os lançados direto em DVD/ Blu-ray, sem prévia exibição na televisão ou nos cinemas.
Transformar “Battle Angel Alita” em filme era uma ideia antiga de James Cameron, mas envolvido com Avatar e outros projetos, ele passou a bola para Robert Rodriguez um especialista em filmes de ação. Com a direção de Rodriguez e a trilha sonora de Junkie XL, “Alita: Anjo de Combate”, um mix de quatro volumes do Mangá, uma revolução cinematográfica, chega a tela dos cinemas, na quinta-feira, dia 14 de fevereiro. A produção é um mix de ficção-científica, mesclada a fantasia, a boas cenas de ação e a uma pincelada de romance.
“Alita: Anjo de Combate” conta a história da jovem e apaixonante ciborgue (Rosa Salazar) que é encontrada danificada em um ferro velho, em um futuro que ela desconhece, e que apesar das avarias, ela responde bem aos consertos do médico especialista em cibernética Ido (Christoph Waltz). Enquanto Alita aprende a lidar com a sua nova vida e caminhar pelas ruas traiçoeiras da Cidade de Ferro, Ido tenta protegê-la da sua misteriosa história. Mas, a jovem vai em busca de sua identidade, enfrenta vários desafios e aos poucos descobre que tem aptidões e habilidades para combate. Pelo caminho ela ganha um amigo, Hugo (Keean Johnson), que a ajuda a recuperar as suas memórias. Mas é neste momento que as forças mortais e corruptas que controlam a cidade vêm atrás de Alita, já que a jovem pode ser a chave para a salvação dos seus amigos, família e do mundo que amava. É uma aventura épica de esperança e força.
Bem menos violento que os quatro volumes de mangá, para não chocar demais, o longa ameniza as cenas de combate levando para a telona um sangue azul e pontuando a história da mocinha que busca suas origens e enfrenta muitas situações complicadas com o surgimento de um possível romance o jovem humano Hugo.
Tecnicamente, o filme prima pela excelência ao modificar os atores com efeitos e de inserir em vários personagens partes cibernéticas. É o que chamamos de CGI (Computer Graphic Imagery), a aplicação da computação gráfica 3D. O uso desta tecnologia, atrelado ao trabalho dos atores, principalmente ao da atriz Rosa Salazar é surpreendente. Todos os efeitos especiais, principalmente o dos olhos dos ciborgues, são sensacionais. A direção de arte também é excelente com a criação dos cenários retratados, como o ferro velho e a cidade da sucata. E claro uma das especialidades de Robert Rodriguez, cenas de ação, são muito bem realizadas.
O roteiro é bom, mas juntar quatro mangás em um único filme deixou pequenas arestas. Tem uma boa montagem e boa maquiagem. O som é de excelente qualidade. É o tipo de obra que requer salas de cinema com alta tecnologia e melhor qualidade de som.
“Alita: Anjo de Combate” é o tipo de filme para você assistir e sair da sala de cinema falando muito tempo sobre ele. A obra atrai o publico por sua magia.