Com direção de arte de Todd Cherniawsky, produzido por Walt Disney Pictures
e Rideback, escrito por Chris Sanders e Dean DeBlois, o live action “Lilo &
Stitch” estreia nos cinemas dia 22 de maio, com 1h48 minutos de duração, e muita fofura!!!
Stitch chega ao planeta Terra após fugir de uma prisão e tenta se passar por
um cachorro para se camuflar. Mas, as coisas mudam quando Lilo, uma menina bem
sapeca, o adota de um abrigo de animais. Juntos, eles aprendem os valores da
amizade e da família bem ao estilo Ohana.
"Ohana" é uma palavra havaiana que significa família. E, família quer
dizer nunca abandonar ou esquecer" e este é o norte deste live action. Ohana destaca a importância da união, do apoio, da lealdade entre os
membros da família, seja ela biológica ou do coração.
Na telona, enquanto Lilo continua sendo uma garotinha havaiana sapeca e adorável do Havaí, Stitch agora é um alienígena capaz de destruir cidades e
corações na mesma proporção. Mas, como não se apaixonar por uma criaturinha
que mantém aquele olharzinho de "fiz besteira, mas você ainda me
ama"? e, que agora ganhou texturas realistas e pelo brilhante para nos encantar.
Se prepare!!!! Stitch está de volta com seus
dentes afiados, suas orelhas gigantes e aquela carinha que fica entre o “fofo”
e o “monstro” para te levar ao cinema. E, desta vez a Disney acertou num live action!!! Assistam, se possível, cercados de crianças, afinal, a obra está bem bonitinha de assistir na telona.
Com direção de Christopher McQuarrie, produção de Tom Cruise, Christopher McQuarrie e Jake Myers, a saga escrita por Bruce Geller, parece ter um fechamento épico, e estreia nos cinemas dia 22 de maio, com 2h51m de duração.
“Missão: Impossível – O Acerto Final”, é o oitavo filme da saga e possivelmente o último desta maravilhosa franquia estrelada por Tom Cruise.
No longa, Ethan Hunt enfrenta uma de suas missões mais desafiadora que é lidar com uma poderosa inteligência artificial chamada "Entidade", capaz de controlar sistemas globais e ameaçar a humanidade.
A trama se desenrola com cenas de ação de tirar o fôlego, incluindo Tom pendurado do lado de fora de um avião, aliás uma cena que o levou a exaustão, como ele confidenciou em Cannes, durante o Festival de Cinema de 2025, e que poderia ter custado a vida de nosso astro. Ah Também tem cenas de mergulho que vai levar as meninas a loucura, mas não vou dar spoiler. Entre outras tantas cenas sempre primorosas deste agente apaixonante e que são todas espetaculares.
O que irá te emocionar também são as lembranças. Vários momentos dos demais sete filmes da franquia aparecerem como um elixir.
Tem drama, humor, suspense, ação e muito mais.
A direção de Christopher McQuarrie somada a extraordinária atuação de Tom Cruise e um casting estelar transforma nos leva ao cinema para apreciar um filme daqueles de aplaudir de pé. E, ainda tem mais, novos personagens chegam a trama, se prepare para fortes emoções.
Vale ressaltar que o filme nos leva a algumas reflexões, entre elas o uso e o controle de informações, o perigo das novas tecnologias, a força de uma amizade, e a confiança.
Com uma trilha sonora marcante e uma direção de arte magnifíca , “Missão: Impossível – O Acerto Final”, irá te segurar na poltrona do cinema por quase 3h sem que se sequer perceba o tempo passar.
Se você é fã de Tom Cruise, da saga Missão Impossível, do agente Ethan Hunt e de filmes de ação, corra agora para os cinemas. As salas Imax, Xplus,4Dx te proporcionaram uma experiência inigualável. Vale a pena apostar nestas dicas.
Confira o trailer:
A Agência Zapp News já assistiu “Missão: Impossível – O Acerto Final” e nossa nota é 10.
O 34º Festival Curta Cinema – Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro será realizado de 23 a 30 de abril e a programação será divulgada em breve.
Cineastas e produtores poderão inscrever seus projetos até o dia 4 de abril, e o objetivo final é viabilizar a realização das obras que mais se destacarem durante as atividades dos laboratórios. O projeto, O realizado pelo Festival Curta Cinema com o objetivo de fomentar a realização de filmes brasileiros no formato, e o vencedor receberá prêmios que consistem em aportes, na forma de prestação de serviço e locação de equipamentos e materiais, oferecidos pelos apoiadores do festival e com o prazo de um ano para serem utilizados.
As oficinas deste ano contam com a experiência de renomados profissionais da área audiovisual: a roteirista e diretora Clara Ferrer, a diretora e montadora Karen Ackerman e o produtor Matheus Peçanha. Os três irão guiar os participantes e enriquecer as obras inscritas, atuando como mentores e consultores na orientação dos 12 projetos selecionados para esta 27ª edição.
Ao final do Laboratório, os projetos terão a oportunidade de participar de uma sessão de Pitching aberta ao público geral e a profissionais da área audiovisual. Nesta apresentação, que ocorrerá no dia 28 de abril no Instituto Cervantes, será escolhido o filme vencedor, que é anunciado na premiação oficial.
Os interessados devem acessar o site do Festival Curta Cinema, ler o regulamento e preencher a ficha de inscrição. Poderão participar do processo de seleção os projetos de curta-metragem de ficção originais ou adaptações literárias mediante autorização dos autores. O festival é apoiado pela RioFilme através do Programa de Fomento Pró—Carioca Audiovisual 2024 - Lei Paulo Gustavo.
"O live action Branca de neve exalta o empoderamento feminino e mostra uma Branca de Neve dona de si".
O longa ‘Branca de Neve’ ou ‘Snow White’ é um live-action de fantasia musical dirigido por Marc Webb e escrito por Greta Gerwig e Erin Cressida Wilson. A obra é uma adaptação do consagrado filme da Disney de 1937, que é baseado no conto de fadas "Branca de Neve" dos Irmãos Grimm.
Lançado no Brasil, em 20 de março, o longa teve um orçamento de 209 milhões de dólares. E é uma recriação do clássico animado de Walt Disney de 1937. A história da bela e jovem princesa que ao ser perseguida por uma rainha má busca refúgio em uma cabana na floresta, onde é amparada por sete anões, posteriormente envenenada pela rainha/bruxa má e depois despertada pelo beijo apaixonado de um príncipe para viver o “felizes para sempre”.
Vamos lá! Quando lidamos com remakes em live-action de desenhos animados clássicos da Disney geralmente parte da crítica e do público já fica com um pé atrás. Pois, ao descortinar o que já atraiu muitas gerações e está no imaginário do público se torna mais complexo do que o que se imagina.
Citando o filme em animação de 1937, o primeiro longa de Branca de Neve, de Walt Disney, a obra é tocante, sensível e comovente. E ao recriar esse clássico, ainda mais com figuras conhecidas do cinema por outras produções, cito as atrizes principais, Zegler e Gadot, já começa sendo um desafio ainda maior. E, a partir daí, ao linkarmos a Branca de Neve, como está no nosso imaginário, como uma jovem de pele tão clara quanto a neve, nesta produção temos uma contradição a animação, já que a atriz tem ascendência colombiana, e uma pele que não é tão alva assim, mas por que a escolha desta atriz e a mudança quando a origem de seu nome? Ter anões digitais, caricatos, na telona, em pleno século XXI, era da inclusão, da diversidade, por que?
Já no inicio do filme nos deparamos com o que seria o motivo da escolha para o nome de Branca de Neve, não seria pela pele alva, mas sim, por ela ter nascido durante uma nevasca, o que explicaria a escolha da atriz que a interpreta Rachel Zegler. Ok, é uma resposta. Enfim....
A partir daí, o live-action segue repleto de novas canções, a maioria em tons saudosistas dos pais de Branca de Neve, algumas de empoderamento, e é claro, as alegres e marcantes. Um dos pontos altos do filme é a canção "parar de pensar e começar a agir", “Waiting on a Wish, que retrata que ao invés de esperar que as coisas aconteçam devemos agir para elas aconteçam.
Parte da trilha sonora é de Benj Pasek e Justin Paul, os mesmos de O Rei do Show; e as demais canções de Frank Churchill e Larry Morey.
Voltando a nossa atual trama, a chegada da rainha Má, a história, após a morte da mãe de Branca de Neve, (Gadot), passa a explorar os medos, a ganância, o poder desenfreado e a obsessão da personagem.
A partir daí, Branca de Neve, passa a viver no estilo gata borralheira, trancafiada no castelo, onde surge um plebeu, estilo Robin Hood, Jonathan, que é líder de um bando de rebeldes. Estes são os novos personagens que surgem nesta produção, e que dizem lutar em nome do Rei. Eles acompanham Jonathan, o líder do bando, que se tornará o grande amor de Branca de Neve, e se juntam aos sete anões para ajudar Branca de Neve. Ok, eles também geram bom resultado na telona. Apesar de mudar tudo!!!!
Um dos pontos que também nos remete ao clássico é a Floresta onde Branca de Neve se refugia e encontra os sete anões. Temos Floresta!!!!!
Alguns pontos a serem debatidos e sem uma explicação plausível nesta produção é o fato que volto a citar aqui, num momento de inclusão e diversidade em que vivemos a produção optar por computação gráfica ao invés de escalar atores anões reais, mas independente disso, ficou bem bonitinha essa parte da Branca de Neve com os anões, dá para perdoar, gera resultado. Mas, afirmo que sou a favor da escalação de anões reais nestas produções.
Outro ponto a ressaltar é a entrega das atrizes Zegler, Gadot e do elenco real em si, todos em excelentes atuações.
O live action Branca de Neve, dependendo da idade da criança que o assista, talvez não atenda a magia da Disney esperada por todos, é uma trama bem mais complexa, mas para adolescentes e adultos, a nova produção pode vir a envolver com uma Branca de Neve empoderada e dona de si e que luta por seus direitos. Ela não é apenas a menina romântica da animação.
Como todo remake de clássico, o live action de Branca de Neve nunca irá superar a animação de 1937, mas é uma produção que nos leva a refletir, que exalta o empoderamento feminino, a amizade, o amor e a autoestima, e a busca desenfreada pelo poder.
A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 9.
Assista ao trailer:
Nossa dica e que assista em salas Imax para ter melhor resolução de imagem e de som.
Terror e comédia se misturam nesta trama com cenários paradisíacos
Peres, que tem um vasto currículo nas artes dramáticas como ator que inclui o seriado a ‘A grande família’, as novelas ‘Beleza Pura’ e ‘Sete Pecados’ e inúmeras peças teatrais, agora estreia como autor e diretor em uma produção independente que reúne atores e não atores em cena e que foi um grande desafio em sua carreira.
Apaixonado por cinema, ele atua como diretor e ator e em diversas funções técnicas do filme.
O longa pode ser assistido no Youtube e desde sua estreia em 01/02/2025 já foi visto por mais de 40 mil pessoas.
Acesse o link do filme:
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Vamos apoiar o cinema nacional!
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SINOPSE
Uma investigadora de polícia, buscando uma melhor qualidade de vida, decide morar em Araruama-RJ. Ao chegar à cidade, ela se encanta com o progresso e as belezas naturais. Ela só não contava se deparar com uma série de acontecimentos sobrenaturais. Na medida que vai se aprofundando nas investigações, percebe não se tratar de crimes comuns e descobre que são provenientes de um ataque de vampiros, fato que já havia ocorrido na cidade no ano de 1997, e se vê cada vez mais envolvida com os fatos, que quase três décadas depois, ainda é uma ameaça.
O longa tem a direção de Léo Peres, e conta com Camuratti, Tallyta Farias, Léo Peres, Edu Gomes e grande elenco. Estrelando: José Eduardo Gouvêa.
FICHA TÉCNICA
A Hora do Vampiro, o Ritual
Direção e roteiro : Léo Peres
Direção de fotografia : Victor Macharet
Direção de produção : Léo Peres
Direção de arte : Léo Peres
Direção e produção musical : Célio Bussay
Direção de efeitos especiais : Cláudio Boneco
Produção executiva : Camuratti
Produção de elenco : Léo Peres
Figurino : Karol Azedias e Léo Peres
Cabelo e maquiagem : Mônica Monteiro e Camuratti
Edição e montagem : Victor Macharet
Supervisão de edição : Léo Peres
Produção de Arte : Léo Peres e Cláudio Boneco
Assistente de direção : Ziel Corrêa e Jhonatan Fernandez
Assistente de produção : Thalyta Meirelles
Câmera : Victor Macharet
Som : Victor Macharet
Designer : Gabriel Dias
Drone : Victor Macharet , Léo Peres e Jhonatan Fernandez
Produção de efeitos especiais : Cláudio Boneco e Felipe Aquino
Técnicos de efeitos especiais : Ednei Beltrão da Silva e Matheus Rodrigues Oliveira
Trilha sonora : Célio Bussay , Léo Peres , Fernando Maia , Ícaro Castro , Edris Vasconcellos , Edu Gomes , Tallyta Farias , Banda Iorius , Danilo Carvalho , Glaucio Santos e Léo Peres
O longa abriu a Semana da Crítica no Festival de Cannes e e participou do Festival do Rio em 2023
“Meu Verão com Gloria”, o segundo longa-metragem da premiada diretora e roteirista francesa, Marie Amachoukeli, será lançado dia 20 de fevereiro, nos cinemas, em circuito nacional. Filme de abertura da Semana da Crítica no Festival de Cannes, em 2023, mesmo ano em que participou do Festival do Rio, o longa-metragem de ficção, “Meu Verão com Gloria” produzido pela Lilies Films (produtora dos filmes da diretora Céline Sciamma, como Retrato de uma Jovem em Chamas), será o primeiro lançamento da distribuidora Filmes do Estação neste ano.
Cleo tem seis anos e é completamente apaixonada por Gloria, a babá que a cria desde que nasceu, mas após uma perda familiar, Gloria deve retornar urgentemente para Cabo Verde, e elas se reencontram para passar o último verão juntas. A trama traz a beleza e o afeto presentes na relação de uma criança com sua babá, enquanto, simultaneamente, leva a reflexão sobre como muitas mulheres precisam abrir mão da criação diária de seus filhos para cuidar dos filhos de outras famílias.
A história fala também sobre a complexidade que envolve os sentimentos e ressentimentos familiares, imigração e desigualdades econômicas. Tudo isso retratado de maneira carinhosa e comovente.”Meu verão com Glória, nosso primeiro lançamento do ano, é um delicioso, terno e poético filme, desses que deixam a gente leve quando sai do cinema e nos faz ficar pensando e falando sobre. É um filme para férias e para o verão, além de ser para todas as idades.”, declara Adriana Rattes diretora do Filmes do Estação.
Sinopse
Cleo tem seis anos e é completamente apaixonada por Gloria, a babá que a cria desde que nasceu. Após uma perda familiar, Gloria deve retornar urgentemente a Cabo Verde, onde estão seus próprios filhos e Cleo insiste em uma promessa: que as duas se reencontrem o mais rápido possível. A babá, então, a convida para conhecer o seu país, passando um último verão juntas como forma de despedida. Filme de abertura da Semana da Crítica no Festival de Cannes 2023.
Duração: 84'
França - 2023
Direção:MARIE AMACHOUKELI
Roteiro: MARIE AMACHOUKELI
Produtora: LILIES FILMS
Empresas coprodutoras:
CANAL+
CINé+
TV5 MONDE
Fotografia: INÊS TABARIN
Elenco:
LOUISE MAUROY-PANZANI
ILÇA MORENO ZEGO
ABNARA GOMES VARELA
FREDY GOMES TAVARES
ARNAUD REBOTINI
DOMINGOS BORGES ALMEIDA
Direção: Marie Amachoukeli
A diretora Marie Amachoukeli, além de ”Meu verão com Glória”, tem em sua filmografia os curtas premiados “Forbach” (2008), “C’est Gratuit pour les Filles” (2009) e “Demolition Party” (2013), a animação “I Want Pluto to be a Planet Again” (2016) e seu primeiro longa, “Party Girl” (2014), pelo qual ganhou o Camera d’or no Festival de Cannes (Melhor primeiro filme).
Com direção de Barry Jenkins, roteiro de Jeff Nathanson, produção Walt Disney Pictures e Fairview Entertainment, o live action "Mufasa: o Rei Leão", estreia nos cinemas dia 19 de dezembro.
Mufasa: o Rei Leão" toca no fundo do coração no que se refere ao termo família. É uma produção pra ser assistida em família, seja ela biológica ou do coração. A produção aborda o tema “família” de uma forma bem carinhosa. E, nos faz refletir sobre amor, lealdade, respeito, amizade, inveja, hereditariedade e a busca pela sobrevivência.
Você que ama a história de Simba, e que se apaixonou pela saga desde 1994, agora poderá conhecer a história de se pai, Mufasa e a de seu tio Scar. Ah! Você também saberá como Rafiki, o babuíno sábio, se tornou amigo de longa data de Mufasa, como Sarabi conquistou o coração do Rei, e irá conhecer Kyara, a filha de Simba.
Mas, afinal, quem era Mufasa? A história de Mufasa é tão especial quanto a de seu filho Simba. Neste live action você vai acompanhar a saga do pequeno Mufasa que após um acidente, quando ainda era um filhote, fica órfão e passa a se sentir perdido e sozinho. Até que um dia, um leãozinho chamado Taka, herdeiro de uma linhagem real, cruza seu caminho. Esse encontro dá início a uma grande jornada que narra a história de ambos. E, a partir daí você conhecerá os percalços enfrentados por Mufasa até ele se tornar um grande e respeitado Rei e entenderá o que motivou os conflitos para Scar se tornar um ser amargo.
Tecnicamente, o live action é superior ao do “Rei Leão” de 2019. A qualidade desta obra está impecável. Mas, vamos dar apenas um spoiler, a trilha sonora deixa a desejar. As canções que marcaram a animação de 1994 e que estiveram presentes em 2019 não tiveram sequência neste live action. Não temos musiquinhas chicletes e adoráveis que marcam.
Quanto ao roteiro, ele também poderia ser mais redondinho. Ele deixa a desejar caso a gente queira comparar com a grandiosidade da animação de 1994 que inspirou o live action de 2019.
Os adoráveis javali Pumba e seu camarada suricato Timão continuam mantendo o estilo de vida sem preocupações, o "hakuna matata", mas neste live action, eles fazem apenas uma participação. Aparecem muito pouco. Poderiam ter sido melhor aproveitados.
Calma, a obra "Mufasa: o Rei Leão", vale o seu ingresso, com direito a combo de pipoca, aliás lançaram uns incríveis com o tema. Outra dica é quanto a escolha da sala. A obra vale uma sala tipo Imax com melhor qualidade de som e imagem.
“Abraço de Mãe” se destaca pelo talento de Marjorie Estiano e elenco".
O longa dirigido por Cristian Ponce, produzido por André Pereira e Mariana Muniz, coproduzido por Pablo Guisa Koestinger, com roteiro de Cristian Ponce, André Pereira e Gabriela Capello estreia na quarta-feira, dia 23 de outubro, na plataforma de streaming Netflix.
O filme de terror brasileiro “Abraço de Mãe” é estrelado por uma das atrizes mais premiadas de sua geração, Marjorie Estiano (indicada ao Emmy Internacional por seu papel na série “Sob Pressão”, do Globoplay.
A trama se passa durante a enchente de fevereiro de 1996, que devastou a cidade e deixou cicatrizes profundas. Durante o temporal, um dos mais intensos da história carioca, o terror psicológico norteia a personagem Ana (Marjorie Estiano), uma bombeira, que enfrenta eventos misteriosos e que vai lutar para sobreviver.
O roteiro deixa pontos soltos, principalmente no que se refere ao seu desfecho, aliás um erro da maioria dos filmes que estão na Netflix, assim como deixa vaga a própria história da personagem Ana que norteia a trama. Seus traumas poderiam ser mais explícitos ao público. Mas, vale a pena ser assistido.
Marjorie Estiano, mais uma vez, se destaca como a protagonista fazendo jus a todos os méritos que vem recebendo nos últimos tempos.
Trilha sonora, efeitos especiais, cenografia, e todo o elenco estão de parabéns. O longa também tem uma boa fotografia que nos remete ao ano de 1996.
O filme “Abraço de Mãe” vem se consolidando como uma das grandes apostas do cinema de terror latino-americano do ano, principalmente depois de passar por festivais internacionais como o Festival de Cinema de Sitges, um dos mais importantes festivais de cinema mundial do gênero fantástico, na Espanha, e também o Beyond Fest, festival de cinema de gênero, promovido pela Cinemateca Americana em parceria com a distribuidora NEON, em Los Angeles, nos EUA. No Brasil, o longa foi destaque na programação do Festival do Rio.
A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 8,5.