terça-feira, 4 de dezembro de 2018

3ª. Edição do Festival de Cinema de Petrópolis movimentou a região serrana


Por Graça Paes, Petrópolis, RJ


Durante quatro dias o Festival de Cinema de Petrópolis agitou a região serrana do Rio de Janeiro. O evento teve exibição de filmes nacionais, de documentários, mostras e circuito gastronômico. A projeção dos filmes foi realizada no SESC Quitandinha e no Cineclube do Filé. O evento foi realizado de 28 de novembro a 1 de dezembro.




A abertura do evento foi com o filme ‘Chacrinha’, e levou boa parte do elenco ao evento, e na noite de encerramento foram exibidos 'Sequestro Relâmpago' e o 'O Grande Circo Místico’, filme escolhido para representar o Brasil no Oscar, na categoria de melhor filme estrangeiro.  



Parte do elenco do filme "Chacrinha"

O evento também exibiu curta metragens produzidos e realizados por alunos da Estácio.  “Com a parceria do Festival de Cinema de Petrópolis e o núcleo Audiovisual da Faculdade Estácio de Sá pudemos ter a possiblidade de assistir o que está sendo feito pela nova geração”, afirma Luciana Pacheco, que ainda acrescenta “entendemos cada vez mais a necessidade de investir em uma estratégia inteligente que mantenha crescente a formação de plateia O festival é uma oportunidade de pensarmos juntos o cinema e sua conjuntura histórica”.




Sandra Villella, Pedro Figueira, Louise Duarte e Graça Paes

As festas do Festival foram um capítulo à parte. Momentos de muita descontração e até mesmo de networking. Mas, a festa de encerramento, um tradicional baile de máscaras, fechou a terceira edição, após quatro dias dedicados ao cinema, com chave de ouro. E, ainda contou com apresentação de palhaço e malabares. 




Frida Ritcher, Dani Brescianini, Luciana Pacheco e Guga Coelho


Personalidades passaram por lá, o ator Guga Coelho e a produtora de elenco Frida Richter acompanharam todo o Festival. Mas, os atores Rodrigo Candelot, Gustavo Machado, Fernando Roncato, Charles Paraventi, Barbara Maia, o produtor de elenco Luciano Rabello, entre outros, também marcaram presença. 






O III Festival Imperial de Cinema de Petrópolis contou com patrocínio do Certisign, com copatrocínio da Bohemia e apoio cultural da Globo Filmes.




quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Crítica do filme “Cadáver”


Por Graça Paes, RJ
Com direção de Diederik Van Rooijen, roteiro de Brian Soeve, trilha sonora de John Frizzell e produção de Todd Garner e Sean Robins, o longa “Cadáver” estreia dia 29 de novembro nos cinemas.




O longa é sobre uma sessão de exorcismo que sai do controle e ceifa a vida de uma jovem. Três meses depois, a ex-policial Megan Reed, que está trabalhando no necrotério de um hospital, recebe um cadáver de mulher desfigurado. E, ao que tudo indica é a da mesma mulher. Trabalhando a noite e sozinha no cenário sombrio do necrotério do hospitais cheio de corredores, após a chegada deste cadáver, Megan passa a ter visões horripilantes. 





O longa não é bem um filme de terror, ele se enquadra mais para um suspense leve, até mesmo com alguns toques de humor. Os atores são bons, assim como a maquiagem e os efeitos especiais, mas o cenário repetitivo e a falta de ritmo em algumas tomadas tornam a exibição um pouco lenta. Não é uma história cheias de clichês e nem abusa de Jump scare.

Vá ao cinema. Assista o longa e tire suas próprias conclusões. E, é claro, se prepare para alguns sustinhos.


A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 8. 


Crítica do filme: “As Viúvas”


Por Graça Paes, RJ

O longa dirigido por Steve McQueen, a partir de um roteiro de McQueen e Gillian Flynn, baseado na série ITV de 1983 com o mesmo nome, com trilha sonora de Hans Zimmer e Thomas Newman, fotografia de Sean Bobbitt, estreia dia 29 de novembro nos cinemas.


Com um elenco estelar e uma história repleta de drama e ação, o longa foi o escolhido para abertura do Festival do Rio em 2018. Widows (As Viúvas) é sobre um assalto planejado por um grande criminoso, Harry Rawlings (Liam Neeson) e seus comparsas, Florek Gunner (Jon Bernthal),Carlos Perelli (Manuel Garcia-Rulfo) e Jimmy Nunn (Coburn Goss). O crime é malsucedido e causa a morte da quadrilha. A partir daí as viúvas Veronica Rawlings (Viola Davis, imponente), Linda Perelli (Michelle Rodriguez), Alice Gunner (Elizabeth Debicki) e Amanda Nunn (Carrie Coon) serão inseridas em situações dramáticas decorrentes dos atos praticados pelo bando. E, elas terão que se unir para saírem com dignidade desta história. 




O filme aborda os bastidores sórdidos da política, da polícia, do submundo e do poder em geral, até mesmo o religioso, da cidade de Chicago. Também fala de amor, traição e cumplicidade.



Vá ao cinema e contemple esta bela história que merece salas com alta qualidade como as Imax, Xplus, entre outras. 



A agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 9. 


Crítica do filme: “Robin Hood - A Origem”


 Por Graça Paes, RJ



Com direção de Otto Bathurst,  roteiro de Bem Chandler e David James Kellye trilha sonora de Joseph Trapanese, o filme “Robin Hood - A Origem” estreia nos cinemas dia 29 de novembro. 




O longa mostra que muito antes de se tornar o príncipe dos ladrões, Robin Hood era um nobre que tinha uma vida pacata até ser enviado para uma Guerra onde fica por quatro anos. Quando ele retorna a sua cidade natal, ele percebe que só teve perdas. sua mansão foi saqueada e destruída sob ordens do Xerife de Nottingham (Ben Mendelsohn) e sua amada Marian (Eve Hewson) está casada com outro homem. Já que ele não tem mais nada a perder, ele se rebela e com a ajuda de John, um até então adversário de guerra, ele junta um bando para combater o Xerife e a Igreja, que rouba dos pobres para dar aos ricos. O plano é reverter a situação roubar dos ricos e dar aos pobres. 




Cercado de drama, romance e cenas de ação, “Robin Hood - A Origem”, desconstrói tudo o que já se viu sobre o “ladrão” que roubava dos ricos para ajudar aos pobres. Ele se encaixa nessa  “modinha” de reformular histórias. Esta versão é traduzida como uma versão revisionista. Robin é quase um super herói. 




O título se refere a origem, pois neste longa é retratado o que levou Robin Hood a roubar e viver na floresta. E, assim como acontece com outros filmes sobre super heróis, ele usa um disfarce, que neste caso é apenas um capus. No dia-a-dia, ele é apenas o nobre de Loxley, que volta a cidade, após a Guerra. Como Loxley, o jovem, tem acesso aos mais altos círculos da sociedade de onde irá obter as informações necessárias sobre os planos do Xerife e da Igreja para roubar os pobres. 

A direção de arte, maquiagem e os efeitos especiais são bons. Já o roteiro e a direção deixam algumas lacunas soltas, assim como a montagem. A trilha sonora é compatível ao roteiro.



A Agência Zapp News assistiu e deu nota 7,8. 



Crítica do filme: “De repente uma família”


Por Graça Paes, RJ


Com direção e roteiro de Sean Anders e baseado em fatos reais DE REPENTE UMA FAMÍLIA (INSTANT FAMILY) estreia dia 29 de novembro nos cinemas. 



O longa é sobre a história de um jovem casal que decide adotar uma criança. Durante o processo de adoção, eles acabam se apaixonando por uma menina, só que ela tem mais dois irmãos, um deles, a adolescente Lizzie (Isabela Moner), uma garota de temperamento forte e que se sente responsável pelos irmãos mais novos. Quando eles levam o trio para casa, a vida do casal muda completamente assim como a vida dos três irmãos. A partir daí, muita emoção e ação tomam conta da telona que ainda inclui as peripécias da carismática vovó Sandy (Margo Martindale). 


O longa nos leva a várias reflexões além de paternidade e maternidade. Aborda questões como amor ao próximo, cumplicidade entre irmãos, adolescência, responsabilidade e núcleo familiar. 


Vá ao cinema e se prepare, pois inevitavelmente as lágrimas vão rolar. Tecnicamente o filme é bom, atores e cenas muito bem dirigidas. 




A Agência Zapp News assistiu e deu nota 9.5. 





quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Começa a 3a. Edição do Festival de Petrópolis 2018, RJ, com exibições de filmes e mostras


Por Graça Paes, RJ


A partir de quarta-feira, dia 28 de novembro, começa a Terceira Edição do Festival de Cinema de Petrópolis, na Região Serrana do Rio de Janeiro.  As exibições de filmes serão realizadas no SESC Quitandinha e no Cineclube do Filé.  A programação é gratuita e vai até sábado, dia 1 de dezembro e também vai incluir várias atividades culturais. De acordo com os organizadores, a expectativa é que cerca de 8.000 pessoas circulem pelo evento até o fim de semana.




O Festival de Petrópolis também terá quatro mostras: “Panorama Nacional”, “Mostra Globo News/ Globo Filmes”, “Mostra Infanto-Juvenil” e “Clássicos Franceses”. E, além disso, serão exibidos curtas realizados por alunos do curso de Cinema da Universidade Estácio de Sá.




E para os apaixonados pela Gastronomia, este ano, a ação “Circuito ArtCine Gastronômico” terá nove estabelecimentos que vão desenvolver pratos especiais inspirados em filmes de sucesso.




A programação completa dos quatro dias do Festival de Petrópolis e outras informações estão no site oficial do evento. 







sábado, 24 de novembro de 2018

Noite de premiação do Rio Fantastik Festival 2018 reúne cineastas, atores e produtores no RJ



Troféu Cramulhão


A terceira edição do Rio Fantastik Festival 2018 foi realizada de 15 a 23 de novembrocom a exibição de 6 curtas-metragens e 12 longasno Cine Joia, Em Copacabana, na cidade do Rio de Janeiro.  O Festival reúne filmes e curta metragens, nacionais e co-produções, dos gêneros Fantástico, Terror/Horror e Suspense. 

 


Mario Abbade, Neville D'Almeida e Christian de Castro


 A noite de premiação foi realizada no Café Corcovado, no Cosme Velho, na Zona Sul do Rio de Janeiro.




A atriz Luciana Paes




Graça Paes e o ator Roberto Rowntree




A atriz Lorena-Castanheira com o diretor Alex Levy-Heller
     
         
Os Premiados da noite, pelo Júri oficial formado pela atriz Alessandra Verney, o diretor Hsu Chien e o roteirista Rodrigo Lages foram:

CATEGORIA LONGA METRAGEM
Melhor Longa-metragem: “A sombra do pai”, de Gabriela Amaral Almeida (Troféu Cramulhão) Diretor Longa-metragem: Gabriela Amaral Almeida por “A sombra do pai”  (Troféu Cramulhão)  Atriz: Fabíula Nascimento por “Morto não fala”   (Troféu Cramulhão)
Ator: Julio Machado por “A sombra do pai”   (Troféu Cramulhão)
Menção Honrosa para a Fotografia de “O barco”, de Petrus Cariry


 

Wesley Gondim
 

CATEGORIA CURTA METRAGEM
Melhor Curta-metragem: “Para minha Gata Mieze”, de Wesley Gondim
Diretor Curta-metragem: Armando Fonseca, Raphael Borghi por “A última cova”

 
CATEGORIA VOTO POPULAR Longa-metragem: “Christabel”, de Alex Levy-Heller Curta-metragem: “Lilith”, de Edem Ortegal  




Juri da critica


Os Premiados da noite, pelo Júri da crítica formado pelo integrantes da Associação de Críticos de Cinema do Rio de Janeiro  - ACCRJ,  Ana Rodrigues, Bruno Giacobbo, Francisco Carbone, Graça Paes e Zeca Seabra foram:


CATEGORIA LONGA METRAGEM
Melhor Longa-metragem: “A sombra do pai”, de Gabriela Amaral Almeida
Diretor Longa-metragem: Dennison Ramalho por “Morto não fala”




A Atriz Clarissa Pinheiro representando toda a equipe de Mata Negra
    
   
MENÇÃO HONROSA
Menção Honrosa Fotografia de Longa Metragem para o filme  “Los Silencios”, de Beatriz Seigner Menção Honrosa para Efeitos e Maquiagem o filme “Mata negra”, de Rodrigo Aragão

 
CATEGORIA CURTA METRAGEM  
Melhor Curta metragem: “Para minha Gata Mieze”, de Wesley Gondim
Melhor Diretor Curta-metragem: Edem Ortegal por “Lilith”

A homenagem especial do evento foi para o cineasta Ivan Cardoso, na noite de abertura. 
 
 
Presidente da Ancine, Christian de Castro 


FOTOS DE DANIEL PINHEIRO/AG.NEWS
 

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Crítica do filme: “A Voz do Silêncio”

Por Graça Paes, RJ



O drama “A Voz do Silêncio” com direção de André Ristum, roteiro de André Ristum e Marco Dutra e produção de André Ristum e Pablo Torrecillas estreia dia 22 de novembro nos cinemas. 



O filme nacional tem como pano de fundo o dia-a-dia de sete pessoas. São sete personagens comuns, com problemas distintos, que buscam o que acreditam que lhes traga satisfação pessoal. Mas, mesmo com vivências distintas e distantes, eles se aproximam, de alguma forma, pela maneira como orientam suas existências com base em preocupações mundanas. 



Quem rouba a cena no longa é a atriz Marieta Severo. Ela dá vida a dona de casa Maria Cláudia. Na telona, nos deparamos com a atriz sem maquiagem e aparentando as marcas da idade. Imersa e entregue a personagem. Maria Claudia é uma mulher sofrida e que vive de forma isolada. Ela briga muito com a filha e idealiza uma vida de glórias para o filho que saiu de casa. 



Com um bom roteiro, atuações brilhantes e boa direção, o filme é do tipo que requer atenção na sala de cinema para identificar os pontos altos da história de cada personagem. 



Ele te fará refletir sobre muitos temas, entre eles, desejos, segredos, família, amizade, depressão, isolamento, entre outros. 



Corra para o cinema. 


A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 8.