quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Crítica do filme: “A Freira”


Por Graça Paes, RJ



Se prepare: Você irá dos sustos aos risos 

 
“A Freira” é o quinto filme da franquia “Invocação do Mal”. A religiosa é citada nos longas “Invocação do Mal 2” e “Annabelle 2” .  O longa tem direção de Corin Hardy, trilha sonora de Abel Korzeniowski e roteiro de James Wan e Gary Dauberman. 







O filme chega aos cinemas em 6 de setembro com uma bela fotografia e uma trilha sonora compatível. Os cenários são belíssimos assim como a maquiagem e os efeitos especiais. O elenco também é impecável. Todos estão muito bem em cena e tem um roteiro bem escrito. 






É um filme bom, mas a direção de Corin Hardy só peca em algumas cenas. Boa parte dos sustos são bem previsíveis, mas nada que tire o brilho do quinto filme da franquia. Só que ao contrário dos anteriores, neste longa, além de tomar uns sustinhos você também irá aos risos na sala de cinema. Mas, vale ressaltar que o diretor também tem bons acertos, e que estes, realmente, fazem o coração bater mais forte, surpreendem e agradam muito. Além do final ser bem interessante. 






O filme “A freira” começa com um suicídio de uma freira em um convento de clausura. E, para investigar o caso, o Vaticano envia um padre experiente em exorcismos e uma noviça prestes a fazer os votos. No caminho, eles encontram o rapaz que achou o corpo da freira e os três seguem para o local. No local, eles descobrem um segredo profano e se confrontam com uma força do mal comandada pelo demônio Valak que toma a forma de uma freira e transforma o local num campo de batalha entre o bem e o mal. 







A história é retratada de uma forma bem interessante, começa com muitos mistérios que nos serão revelados. Apesar de não ser tão assustador ,como os quatro anteriores, você que curte a temática de terror e suspense vai gostar do que irá assistir. 






A Agência Zapp News já conferiu e nossa nota é 9. 




Crítica do filme: “Alfa”


Por Graça Paes, RJ


Poético, bonito e apaixonante







O longa “Alfa” com direção de Albert Hughes que também assina o roteiro com Allen Hughes estreia dia 6 de setembro nos cinemas. 






O filme conta a história do jovem Keda (Kodi Smit-McPhee), que num tempo bem distante, após cair de um penhasco e se perder do seu grupo, uma tribo que precisa sobreviver em meio a paisagens selvagens, passa por inúmeros perigos para tentar encontrar o caminho de casa. 



No caminho, ele é atacado por uma matilha, consegue ferir um dos lobos, mas decide não matar o animal. A partir daí, a história se desenrola, o jovem cuida do lobo e os dois começam uma relação de amizade. Se ele voltará para casa? Bom, você terá que ir ao cinema conferir. 






O filme é um drama bem poético, tem um bom roteiro, uma fotografia incrível e uma trilha sonora cativante. 90% das cenas são de excelente qualidade, mas em alguns momentos se nota o uso de computação gráfica e de cromaqui, mas nada que comprometa a bela história que é contada e que irá te segurar na poltrona do cinema sem nem sequer perceber o tempo passar. 







É um longa aborda temas bem relevantes como a luta pela sobrevivência, a amizade entre ser humano e animais, família, amor, entre outros. É o tipo de filme que ficará na sua cabeça por algum tempo, te fará refletir.







É poético, bonito e apaixonante. Do tipo de filme que vale a pena assistir e levar toda a família para o cinema. 





A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 9.



quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Crítica do filme: “Ferrugem”

Por Graça Paes, RJ

Você sabia que o celular pode virar uma arma?




Com direção de Aly Muritiba, o filme que venceu o 46º. Festival de Cinema de Gramado, FERRUGEM, chega aos cinemas dia 30 de agosto. O longa fala sobre bullyng na adolescência e o uso de celulares.





Na trama, a adolescente Tati adora compartilhar sua vida nas redes sociais. Tira muitas selfies e curte fazer vídeos com o celular. Só que como toda ação tem sempre uma reação, essa prática, a de usar o celular para tudo, pode se transformar numa grande armadilha. E ao cair numa armadilha cibernética, o problema maior é ter que conviver com as consequências. Ter que conviver com o vazamento de informações que não se quer que se tornem públicas e que sejam divulgadas. O filme de uma maneira peculiar aborda o tema e mostra que o pesadelo de Tati começa quando ela supostamente perde seu telefone celular. 




O longa aborda temas fortes e interessantes como o bullyng na adolescência, pais que acobertam erros dos filhos, falta de diálogo entre pais e filhos, cumplicidade entre amigos, amor, inconsequência, dor, culpa, como o celular pode virar uma arma, entre outros. 




Tem um bom roteiro, uma boa fotografia e um bom elenco. É mais um filme brasileiro que merece toda a nossa atenção. 




Se prepare para refletir bastante sobre como você utiliza o celular, sobre o seu envolvimento com a sua família e sobre seus hábitos.  



A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 9. 






Crítica da animação: “Jovens Titãs em Ação!”

Por Graça Paes, RJ 


Da telinha para a telona levando alegria a criançada 




Dia 30 de agosto chega aos cinemas, Jovens Titãs em Ação! Com Robin, Ciborgue, Estelar, Ravena e Mutano. Essa galerinha, enfim, agora, tem seu próprio longa. 




Brincando com a indústria cinematográfica e com a popularidade e fama dos super-heróis, a animação, de forma bem engraçada, aborda o fato deles terem seu próprio filme, e para tal, assim como os grandes super-heróis eles criam também um arqui inimigo, e entra em ação, o Slade. 




Os personagens tem uma pegada bem infantil. Então, vá preparado. É uma animação pensada para os pequenos com roteiro de Aaron Horvath e Michael Jelenic, com mensagens bem interessantes e necessárias na atualidade, entre elas, amizade, poder, auto-estima, hora de reconhecer erros, dar a volta por cima e sobre lealdade.  




Tudo é muito colorido e engraçado. Com certeza irá prender a criançada no cinema, mas os pais que se preparem, pois após a sessão terão muitos comentários e pontuações da imaginação e criatividade dos pequenos. 



A trilha sonora é envolvente e divertida. Sem falar que tem até Take on Me do banda A-ha, em referência ao clipe dos noruegueses e ao filme De Volta Para o Futuro. Entre outras referências e brincadeiras com o real, o “quase real” e a ficção. 



Jovens Titãs em Ação! É uma boa pedida para levar a criançada ao cinema. Os adultos podem até achar um tanto quanto infantil, mas certamente os pequenos irão sair da sala de cinema bem felizes, mas cheios de perguntas para fazer. Se preparem, papais, mamães, vovós, tios, tias, padrinhos, madrinhas, e etc. 




A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 8.7.





Crítica do filme: “O Candidato Honesto 2“

Por Graça Paes, RJ 

O cenário político retratado com muito bom humor na ficção




Com direção de Roberto Santucci, em o “O Candidato Honesto 2 “, João Ernesto,  depois de ter confessado seus crimes, é condenado a 400 anos de prisão, mas ele cumpre apenas quatro. Sai da cadeia, mas volta para casa com uma tornozeleira eletrônica. Após alguns meses, ele é motivado a se candidatar, novamente, à presidência, e vence, mas o partido escolhe o seu vice. Um ano depois, o Brasil entra em uma grande crise. E influenciado por seu vice, que é comparado a um vampiro, ele começa a se meter em várias confusões que poderão levá-lo ao impeachment.





A comédia alfineta, e muito, o atual cenário político brasileiro. Você irá comparar personagens fictícios com personagens da vida real o tempo todo, assim como alguns acontecimentos, como candidaturas, dia-a-dia de campanha e partidos, corrupção, impeachment, e muito mais.  




O filme tem um bom roteiro e piadas interessantes. Tem uma boa fotografia e uma trilha sonora compatível. O elenco também é bom, e Hassun continua muito engraçado. 




Temas como vertentes da política, lealdade, amizade, família, auto-estima, são abordados de forma bem inteligente. 




É um comédia leve, atualíssima e necessária, já que este ano temos eleições. 




Vale a pena assistir, levar a família e os amigos. Certamente, o longa, te fará refletir e muito, principalmente, sobre em que candidatos votar nas eleições. 




A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 8.7. 






Crítica do filme: “DEUS NÃO ESTÁ MORTO: UMA LUZ NA ESCURIDÃO”


Por Graça Paes, RJ 


Sua fé é inabalável? 







Com direção de Michael Mason, “DEUS NÃO ESTÁ MORTO: UMA LUZ NA ESCURIDÃO”, tem como protagonista o ator David A.R. White e mais John Corbett, Shane Harper, Ted McGinley, Tatum O’Neal, no no elenco. O filme estreia dia 30 de agosto e o lançamento do longa contou com a presença do ator David A.R. White no país.





É o terceiro longa com o tema “DEUS NÃO ESTÁ MORTO”. Nesta sequência o cenário central é o incêndio da Igreja de Saint James, que devasta a congregação do pastor Dave (David A. R. White). Diante disso, a universidade vizinha Hadleigh University usa a tragédia para tentar retirar a igreja do campus. A batalha logo se levanta entre a igreja e a comunidade, o reverendo Dave fica contra seu amigo de longa data Thomas Ellsworth (Ted McGinley), que é o presidente da universidade. O drama também envolve a estudante Keaton (Samantha Boscarino), membro do ministério da igreja, questionando sua fé cristã, e o namorado da jovem, um jovem inconsequente.





A trama aborda temas como a fé, a existência de Deus, o uso de poder, perseguição religiosa, família, amigos, amor e união. Certamente, você sairá da sessão de cinema com muitas reflexões e mais motivado. 




O filme é bem dirigido. Tem um bom roteiro, uma excelente fotografia e uma trilha sonora compatível. É o tipo de filme para ser assistido em família ou com os amigos.



A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 9.  







sábado, 25 de agosto de 2018

Confira a lista dos vencedores do Festival de Cinema de Gramado 2018


(Foto de Edison Vara/PressPhoto)



“Ferrugem”, de Aly Muritiba, foi eleito pelos jurados do 46º Festival de Cinema de Gramado o Melhor Filme de longa-metragem brasileiro dessa edição. A produção paranaense levou ainda os Kikitos de Melhor Roteiro (Jessica Candal e Aly Muritiba) e Melhor Desenho de Som (Alexandre Rogoski, por Ferrugem).

“A Cidade Dos Piratas”, de Otto Guerra, recebeu menção honrosa “por colocar questões atuais no formato de humor não domesticado”.

Entre os longas estrangeiros, o filme paraguaio “Las Herederas” saiu consagrado, com quatro dos seis Kikitos em disputa: além de Melhor Filme, Marcelo Martinessi foi eleito o Melhor Diretor e ganhou também o prêmio de Melhor Roteiro. O Kikito de Melhor Atriz ficou com o trio de protagonistas da película, que aborda o amor entre mulheres na terceira idade: Ana Brum, Margarita Irun e Ana Ivanova. “Las Herederas” também foi o favorito do público do 46º Festival de Cinema de Gramado.

Já o prêmio Especial do Júri foi para “Averno”, de Marcos Loayza, “pela sua ousadia em contar uma história que se inspira na mitologia própria da Bolívia, mas distanciada dos modelos cinematográficos tradicionais”.

Entre os filmes de curta-metragem brasileiros, vitória da animação “Guaxuma”, de Nara Normande. O júri ainda concedeu um prêmio especial para “Estamos todos aqui”, “pela coragem e pertinência de retratar cinematograficamente temas de grande relevância social, num ato criativo de imersão e de digna resistência”.
Nessa competição, os jurados também justificaram a escolha de Maria Tugira Cardoso como a melhor atriz. Ela, na verdade, é a personagem do documentário “Catadora de gente”, mas os avaliadores de Gramado entenderam que “pela força de seu carisma singular, história de vida e por entender que o protagonismo no documentário está como para a atuação na ficção”, a recicladora merecia o Kikito.

Ainda entre os curtas, o Prêmio Canal Brasil ficou com “Nova Iorque”, de Leo Tabosa.

O júri da crítica presente no 46º Festival de Cinema de Gramado também elegeu os três melhores filmes na opinião de seus integrantes. Entre os longas, “Benzinho”, de Gustavo Pizzi se destacou em razão do “domínio do ritmo, dos pequenos detalhes do cotidiano e do retrato terno dos laços familiares aliados à simplicidade de sua narrativa e à força do elenco”.

Também recaiu sobre “Las Herederas”, de Marcelo Martinessi, a escolha da crítica: “pela delicadeza ao destacar personagens de uma faixa de idade pouco retratada através da sexualidade, assim como seus espaços em nossa sociedade como também seu impressionante conjunto de atuações”.

Por fim, o melhor filme em curta-metragem brasileiro na opinião da crítica foi “Torre”, de Nádia Mangolini. A justificativa foi o “uso inventivo da técnica animação” e também “pelo respeito aos personagens e suas memórias, e pela reflexão de um período traumático da nossa história”. A produção levou também o troféu do Júri Popular.


Vencedores do 46º Festival de Cinema de Gramado

Longas brasileiros
Melhor Desenho de Som: Alexandre Rogoski, por Ferrugem
Melhor Trilha Musical: Max De Castro e Wilson Simoninha, Por Simonal
Melhor Direção de Arte: Yurika Yamazaki, por Simonal
Melhor Montagem: Gustavo Giani, por A Voz Do Silêncio
Melhor Ator Coadjuvante: Ricardo Gelli, por 10 Segundos Para Vencer
Melhor Atriz Coadjuvante: Adriana Esteves, por Benzinho
Melhor Fotografia: Pablo Baião, por Simonal
Melhor Roteiro: Jessica Candal e Aly Muritiba, Por Ferrugem
Melhor Ator: Osmar Prado, por 10 Segundos Para Vencer
Melhor Atriz: Karine Telles, por  Benzinho
Menção Honrosa: A Cidade Dos Piratas, de Otto Guerra
Melhor filme do Júri Popular: Benzinho, de Gustavo Pizzi
Melhor filme do Júri da Crítica: Benzinho, de Gustavo Pizzi
Melhor Direção: André Ristum, por A Voz Do Silêncio
Melhor Filme: Ferrugem, de Aly Muritiba


Curta-metragem brasileiro
Melhor Desenho de Som: Fábio Carneiro Leão, por Aquarela
Melhor Trilha Musical: Manoel do Norte, por A Retirada Para Um Coração Bruto
Melhor Direção de Arte: Pedro Franz e Rafael Coutinho, por Torre
Melhor Montagem: Thiago Kistenmacker, por Aquarela
Melhor Fotografia: Beto Martins, por Nova Iorque
Melhor Roteiro: Marco Antônio Pereira, por A Retirada Para Um Coração Bruto
Melhor Ator: Manoel do Norte, por A Retirada Para Um Coração Bruto
Melhor Atriz: Maria Tugira Cardoso, por Catadora de Gente
Prêmio Especial do Júri: Estamos todos aqui, de Chico Santos e Rafael Mellim
Prêmio Canal Brasil de Curtas: Nova Iorque, de Leo Tabosa
Melhor Filme do Júri Popular: Torre, de Nádia Mangolini
Melhor Filme do Júri da Crítica: Torre, de Nádia Mangolini
Melhor Direção: Fábio Rodrigo, por Kairo
Melhor Filme: Guaxuma, de Nara Normande

Longas estrangeiros
Melhor Fotografia: Nelson Waisntein, por Averno
Melhor Roteiro: Marcelo Martinessi, por Las Herederas
Melhor Ator: Nestor Guzzini, por Mi Mundial
Melhor Atriz: Ana Brum, Margarita Irun e Ana Ivanova, por Las Herederas
Prêmio Especial do Júri: Averno, de Marcos Loayza
Melhor Filme do Júri Popular: Las Herederas, de Marcelo Martinessi
Melhor Filme do Júri da Crítica: Las Herederas, de Marcelo Martinessi
Melhor Direção: Marcelo Martinessi, por Las Herederas
Melhor Filme: Las Herederas, de Marcelo Martinessi



quinta-feira, 23 de agosto de 2018

Crítica do filme: "Benzinho"

Por Graça Paes, RJ


Um retrato objetivo e cativante do Brasil



O longa "Benzinho" é dirigido por Gustavo Pizzi que também assina o roteiro com a atriz, protagonista e esposa, Karine Teles. Emocionante é um termo que define bem este filme que chega aos cinemas dia 23 de agosto, após passagens em festivais pelo mundo, e recentemente exibido na 46º Mostra Competitiva do Festival de Cinema de Gramado.



O filme aborda um tema que muito mexe com o ser humano, família. No longa, a atriz Karine Telles interpreta Irene, mãe de quatro filhos que é pega de surpresa quando o primogênito Fernando (Konstantinos Sarris) é convidado e aceita o convite para jogar handeboll na Alemanha. Ao contrário do marido Klaus (Otávio Müller), que se empolga com a novidade, ela sofre com o fato. Mas, a história não para por aí, em meio a essa confusão de sentimentos com a mudança do filho para outro país, o longa aborda violência doméstica, amor entre irmãos, a luta pela sobrevivência e muito mais.



Todo mundo irá se identificar com algum fato que cerca a família de Irene e Klaus. Gustavo Pizzi e Karine Teles detalham claramente o dia-a-dia, na ficção, mas que é o retrato do que ocorre em milhares de lares pelo Brasil afora. 



O filme é bem dirigido, bem roteirizado e tem uma fotografia e um trilha sonora maravilhosa. Sem falar no elenco, que é um sucesso a parte. Karine Teles prende nossa atenção mais uma vez com sua brilhante atuação e protagonizando este longa, mas cada ator deste elenco faz realmente a sua parte para o longa ser um dos melhores nacionais de 2018, que aliás tem sido um ano com muitos filmes brilhantes e de excelentes trabalhos no cinema nacional. 



Tudo é retratado de forma muito singela, mas que toca nosso coração. Mesmo lidando com temas como a violência doméstica sofrida pela irmã da protagonista, Sônia, a personagem de Adriana Estevez que é acolhida pela família, após agressões do marido (César Troncoso) e as diversas discussões nada é apelativo, podemos dizer que é até didático e motivador, pois ela tem o apoio da família para enfrentar esta situação. 



Karine Telles, realmente dá vida e voz, a milhares de mães pelo Brasil. Aquela que desenvolve diversas funções dentro de casa, é mãe, mulher, amiga e ainda se preocupa com a felicidade da irmã e do sobrinho. Apesar de neste longa ser coadjuvante, Adriana Estevez, brilha e mostra todo seu talento neste personagem que dá a volta por cima.



Um filme que toda família deve assistir junta. A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 9.5.