quinta-feira, 5 de julho de 2018

Crítica do filme: “Mulheres Alteradas”


Todas as mulheres irão se identificar com alguma das personagens


Por Graça Paes, RJ




Com direção de Luís Pinheiro, o filme “Mulheres Alteradas” é baseado no livro da escritora argentina Maitena Burundarena e adaptado para a telona por Caco Galhardo. Ele conta a história de quatro mulheres que enfrentam problemas bem peculiares.





No primeiro ato, o longa nos mostra o casamento cheio de conflitos da secretária Keka com o Dudu. A vida complicada da advogada Marinati. Uma workaholic, mas que num dado momento se apaixona por um solteirão dependente da mãe, o Christian. Leandra, a solteirona, que se sente insegura pelo fato de ainda não ter constituído família e de Sônia, irmã de Leandra, casada, com dois filhos. Aquele tipo de mulher que abandona tudo para viver a experiência do lar, mas chega uma hora, em que ela começa a se sentir cansada da rotina doméstica e sente saudades da época de solteira. As quatro histórias se entrelaçam bem já que as personagens se conhecem e duas são irmãs.






O longa nos leva a reflexão da crise dos 30 anos. Que já foi retratada em diversos filmes e que vive ganhando espaço na mídia. Só que no longa, ela ocorre em diferentes situações, já que cada protagonista tem um estilo de vida e elas sofrem, no casamento, no trabalho, na família e na vida social.





As mulheres alteradas são interpretadas pelas atrizes Alessandra Negrini (Marinati), Deborah Secco (Keka), Maria Casadevall (Leandra), Mônica Iozzi (Sônia). O elenco ainda conta com Sérgio Guizé, Marcos Oliveira, Mauricio Machado, Daniel Boaventura, Stepan Nercessian, Patricia Travassos, Augusto Madeira, Suely Franco, Carol Melgaço e João Vicente.





O filme tem uma bela fotografia, uma trilha sonora bem compatível com a história, boa direção e produção e excelentes atuações.  O roteiro é bem escrito, mas nada que te surpreenda em relação as piadas, que são inteligentes, mas não são surpreendentes. Resumindo, é apenas um filme bom.




Quem rouba a cena nesse longa é Deborah Secco e seu belo corpo corpo escultural que deixará homens e mulheres babando. 






A Agência Zapp News já conferiu e nossa nota é 9.
O longa entra em cartaz dia 5 de julho.


Assista o trailer: 






quinta-feira, 28 de junho de 2018

“O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos” ganha teaser e pôster





Tudo que Clara (Mackenzie Foy) deseja é obter uma chave, uma chave única, capaz de abrir uma caixa que contém um presente de valor inestimável deixado por sua mãe já morta. Ligações estratégicas apresentadas a ela na festa anual de seu padrinho Drosselmeyer (Morgan Freeman), levam Clara à cobiçada chave, que rapidamente desaparece em um estranho e misterioso mundo paralelo. É lá que Clara encontra um soldado chamado Phillip (Jayden Fowora-Knight), uma gangue de camundongos e os regentes que presidem os três reinos: o Reino da Neves, o Reino das Flores e o Reino dos Doces. Clara e Phillip precisam enfrentar o sinistro Quarto Reino, onde vive a tirana mãe Ginger (Helen Mirren), para recuperar a chave e ter esperança de trazer a harmonia de volta ao seu mundo. Estrelando Keira Knightley como a Fada Açucarada, e com uma participação especial de Misty Copeland, a nova produção da Disney – “O Quebra-nozes e os quatro Reinos” – é inspirada no conto clássico de E.T.A. Hoffmann (O Quebra-Nozes e o Rei dos Camundongos) e dirigida por Lasse Hallström, e estará em cartaz nos cinemas a partir de 2 de novembro de 2018.




SINOPSE
Quando Clara se vê em um mundo estranho e paralelo, que abriga o Reino das Neves, o Reino das Flores e o Reino dos Doces, precisa enfrentar o sinistro Quarto Reino e sua governante tirana, Mãe Ginger, para trazer de volta a harmonia a seu instável mundo.



O QUEBRA-NOZES E OS QUATRO REINOS
DISNEY

Gênero:  Fantasia/Aventura
Classificação indicativa: a confirmar
Data de lançamento nos EUA: 2 de novembro de 2018
Elenco: Keira Knightley, Mackenzie Foy, Eugenio Derbez, Matthew Macfadyen,
Richard E. Grant, Sergei Polunin, Jayden Fowora-Knight, Omid
Djalili, Jack Whitehall, Meera Syal, Ellie Bamber, Misty Copeland, com Helen Mirren e Morgan Freeman.
Diretor:  Lasse Hallström
Produtores: Mark Gordon, Larry Franco
Produtores executivos: Sara Smith, Lindy Goldstein
Roteiro: Ashleigh Powell e Simon Beaufoy


Crítica: 'Além do Homem'

Por Graça Paes, RJ

Uma fábula brasileira enigmática e cheia de metáforas 




Com direção de Willy Biondani que também assina o roteiro com Eliseo Altunaga e Daniel Tavares, 'Além do Homem', estreia nos cinemas dia 28 de junho, com belas imagens de Paris e do interior do Brasil. 




O longa conta a história de Alberto Luppo, um escritor brasileiro que mora em Paris, há muitos anos, e que não tem a menor vontade de retornar ao seu país de origem. Porém, ao terminar o projeto de um livro que ele pretende lançar, Alberto é surpreendido por membros da sociedade literária de Paris para escrever uma história sobre o antropólogo francês Marcel Lefavre que supostamente foi devorado por canibais no interior do Brasil. De pose de um caderno de anotações de Lefavre e com a missão de recolher mais material para escrever esta história, Alberto é obrigado a retornar à terra natal e investigar o desaparecimento do antropólogo. Ao chegar ao Brasil, ele recebe a ajuda do taxista Tião que o leva até o local onde supostamente teria ocorrido o ataque dos canibais. Porém, até chegar ao ponto chave de sua busca, Alberto vai penetrando em um Brasil alegórico e misterioso, e claro, teme, por um final como o de Lefavre e se desespera.






Partindo de um conceito de super-homem elaborado pelo filósofo alemão Friedrich Nietzsche também chamado de "além do homem". No caso, este homem, Alberto Luppo. O personagem é aquele que supera todo o ressentimento. É a inocência do devir. Onde todos os modelos são deixados para trás, todos os ídolos são quebrados e só há espaço para a criação. "Além do homem", neste longa, define Alberto Luppo,  que sai de seus limites, entre realidade e ficção, para viver e dar vida a uma nova história. A partir deste conceito Alberto sai pelo interior do país em busca de fragmentos, respostas e elementos para contar a história que lhe foi proposta e acaba se reencontrando consigo mesmo e redescobrindo sua terra natal. 






É um filme impactante, com uma fotografia magnífica, que é compartilhada entre o francês Olivier Cocaul e o paulista Walter Carvalho, que lida de forma maestral com sombras e cores, e é embalada por uma trilha sonora original, de Egberto Gismonti, que mescla a bossa nova a sons tribais. Vale ressaltar também o excelente roteiro, com bons diálogos. 






É uma “fábula brasileira moderna” que te faz viajar, te leva a criar, a refletir. O longa trabalha com fatores como mistério, magia e sedução e lida sabiamente com as nuances entre a comédia, o drama e o romance. Não é uma história fechada, ela leva o espectador a várias percepções. Além de te fazer refletir sobre a dualidade: realidade ficcional ou delírios?





O longa aborda, dentro do contexto da investigação de Alberto pelos fatos para compor a história de seu novo livro, temas da atualidade, e tudo permeado com maravilhosas atuações, entre elas, a dos atores Sérgio Guizé, que arrebenta na fluência do francês e Fabrício Boliveira, que faz um personagem cômico, caricato, mas muito interessante. 




É um longa com uma pegada diferenciada e muito bem dirigido. Tudo bem encaixado, até mesmo as cenas de nudez, que se justificam.  É o cinema nacional se reinventando e apostando no novo. Novos rumos, novos enfoques e novas e diferenciadas formas de se contar uma história. 




A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 9.5. 





Crítica do filme: “Sicario: dia do soldado”

Por Graça Paes, RJ




Com direção de Stefano Sollima, roteiro de Taylor Sheridan, fotografia de Dariusz Wolski e a magnífica e impactante trilha sonora de Hildur Guðnadóttir, o longa “Sicario: dia do soldado” estreia dia 28 de junho nos cinemas.  O filme tem a missão de dar continuidade ao aclamado longa: Sicario: terra de ninguém, de Denis Villeneuve, que nesta sequência está como produtor. 






Em “Sicario: dia do soldado” Depois de descobrir que os cartéis do tráfico estão "contrabandeando" terroristas para dentro dos Estados Unidos, a CIA  envia Matt Graver (Josh Brolin) e o ex-agente infiltrado Alejandro Gillick (Benicio del Toro) para eliminar o problema. Nesta missão, Alejandro Gillick e Matt Graver trabalham juntos e no decorrer desta tarefa eles se envolvem numa ação que envolve a filha de um dos chefão do tráfico de drogas, Isabelle. A partir daí, Alejandro acaba se vendo em uma encruzilhada moral e suas escolhas podem vir a desencadear uma sangrenta guerra de cartéis.


A longa retrata de forma clara como se alistam pessoas para os cartéis, e como a vida de um rapaz pode mudar ao ele se tornar um “soldado do tráfico”, um sicário. 




É um longa bem impactante que aborda temas atuais e de grande relevância. O filme leva a muitas reflexões, entre elas,  aliciação, poder, vícios, amizade, família, de forma bem reflexiva e inteligente. Os pontos altos são a trilha sonora, a fotografia e as atuações de Benicio Del Toro, Josh Brolin e Isabela Moner.  Além de ter um bom roteiro com excelentes diálogos, mas sem apontar grandes destaques. 





O filme deixa um gancho que poderá ser o ponto de partida para uma possível trilogia. 




A Agência Zapp News já conferiu é nossa nota foi 8,7. 



Crítica do filme: 'Berenice Procura'

Por Graça Paes, RJ 

Uma viagem encantadora entre o suspense e o drama 





Com direção de Allan Fiterman,  o longa tem o roteiro adaptado do romance policial do professor de psicanálise Luiz Alfredo Garcia-Roza por Flávia Guimarães e José Carvalho.




O filme conta a história de Berenice, personagem de Claudia Abreu. Uma mulher que procura encontrar no trabalho uma maneira de se sentir menos sufocada pela rotina familiar. Ela começa a trabalhar como taxista à revelia do marido Domingos, personagem de Eduardo Moscovis, um repórter de tv, daquele tipo bem machão e homofóbico, e tenta superar também a frustração da falta de comunicação com o filho Thiago, personagem de Caio Manhente. O adolescente, sem o conhecimento dos pais, é frequentador da boate de Greta (Vera Holtz), uma cafetina truculenta que topa qualquer negócio na noite do Rio de Janeiro. Ele frequenta o lugar em virtude de Isabelle, uma das estrelas da casa, com quem estabelece uma doce e delicada relação de amizade e identificação. Isabelle resiste ao assédio de Greta para voltar a se prostituir, pois ela vive um romance misterioso e pelo que parece marginal. 




Neste contexto, que a taxista Berenice, que tem uma paixão por fatos policiais e cenas de crimes, sem saber do envolvimento de seu filho com a trans, se encanta pela história desse assassinato e começa a fazer sua própria investigação, o que também é feito por seu marido em suas reportagens. 





Com um roteiro magnífico, uma brilhante fotografia de Azul Serra, o filme entra em cartaz dia 28 de junho nos cinemas. É um longa instigante, forte e impactante. Vale ressaltar as excelentes atuações da estreante Valentina Sampaio, que antes era apenas modelo, e de Eduardo Moscovis.  O longa, aos poucos, desvenda o submundo, tanto da noite, como da fachada de um casamento e como o de uma família de classe média carioca que vive de aparências. 



É um retrato de Rio de Janeiro que ressalta preconceitos, sexualidade, homossexualidade, mentiras e vida dupla de forma subversiva. 



A trama é cercada de mistério do início ao fim. E envolve o espectador o tempo todo. Você vai acompanhar todos os fatos que levam ao desfecho de quem matou a trangênero Isabelle (Valentina Sampaio), a cantora da boate que ambienta boa parte da história e celebra as principais cenas deste longa. 




O que Isabelle, uma cantora da noite, e uma família de classe média carioca, tem em comum. Aos poucos é revelado de forma surpreendente. O longa tem um desfecho fantástico. 



O ponto alto do longa é a cena em que Valentina Sampaio, como Isabelle, canta na boate, a música Amor Marginal de Johnny Hooker, de forma espetacular e envolvente. 



“Berenice Procura” pode ser classificado como um thriller policial que retrata o preconceito que ainda envolve a classe LGBT, com seus percalços, recheado de drama, suspense e romance. 



É mais um excelente filme brasileiro que entra nesse rol de boas histórias contadas na telona. 




A Agência Zapp News já conferiu e deu nota 10. 




quinta-feira, 21 de junho de 2018

Crítica do filme nacional: Tungstênio

Por Graça Paes, RJ  (Agência Zapp News)

   
O filme Tungstênio com direção de Heitor Dhalia, é uma adaptação dos quadrinhos de Marcello Quintanilha.  O cenário desta história é Salvador e tudo gira em torno de quatro personagens centrais. Um sargento do exército aposentado, um policial e sua esposa e um traficante que se unem por um objetivo comum: acabar com um crime ambiental.

   
Tungstênio nos mostra um outro lado da Bahia, o subúrbio, o lado periférico, violento com uma abordagem clara e dinâmica. Ele retrata a exclusão e as tensões sociais que existem no Brasil e traduz como a violência urbana é um subproduto dessa desigualdade. O filme aborda temas complexos, mas sem apelação. Tem cenas de nudez, mas encaixadas num contexto.
 

   
A direção está de parabéns, já que o filme segue fielmente o roteiro dos quadrinhos de Quintanilha, até nas cenas mais complexas, e leva a telona uma bela fotografia embalada por uma boa trilha sonora.
   

 
Um outro fato que nos chama a atenção são os novos talentos. Os atores Samira Carvalho e Wesley Guimarães são um achado e fazem bonito em cena. Eles dividem as cenas com feras como Fabrício Boliveira e José Dumont.
 


De acordo com o diretor, Dhalia, Tungstênio traz à tona temas complexos, como, o abuso de gênero, o racismo estrutural e várias outras questões importantes a serem debatidas. “Acho que o filme provoca um olhar crítico para o país de hoje, na rua, no cotidiano e revela como a aparente tranquilidade pode ser rompida a qualquer momento. De uma maneira involuntária produzimos um retrato duro do país. Um Brasil onde a ideia romântica que tínhamos de nós mesmo foi deixada de lado”, ressalta ele.
 

 

O longa nos leva a muitas reflexões, entre elas, amor, amizade, valores e relacionamento familiar. É um filme que merece sua atenção.
 

É o cinema nacional ganhando cada vez mais forma e mostrando ao mundo que também sabe adaptar quadrinhos com excelência.
   


 A agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 10.
   

 A partir de 21 de junho em cartaz pelos cinemas do Brasil.  

Crítica do filme: Jurassic World: Reino Ameaçado




        



Com direção de Juan Antonio Bayona e trilha sonora de Michael Giacchino Jurassic World: Reino Ameaçado nos mostra que Owen e Claire retornam à ilha Nublar para salvar os dinossauros, que restam no local, de um vulcão que está prestes a entrar em erupção. Nesta missão, eles encontram novas e aterrorizantes raças de dinossauros gigantes ao descobrir uma conspiração que ameaça todo o planeta.


     

Nesta longa,  vamos observar uma tentativa de militarização dos dinossauros e experiências genéticas com o objetivo de criar um animal perfeito.


 
Owen Grady (Chris Pratt), o treinador amigo dos velocirraptores, e Claire Dearing (Bryce Dallas Howard), ex-gerente de operações do parque destruído,  novamente vivem as aventuras de um casal em meio aos caos que se torna missão.


   


Só que o que o casal nem imagina é que o verdadeiro plano de Eli Mills (Rafe Spall), braço direito do moribundo ricaço Benjamin Lockwood (James Cromwell), cocriador do primeiro parque temático, leva o casal para a ilha, mas com outra intenção. Na verdade, ele quer remover os animais da ilha Nublar para transportá-los para outro local com intuito de vendê-los para compradores internacionais, entre eles, traficantes, criminosos e até empresários que vislumbram explorar a espécie em circos.


     

Para quem curte a temática, o filme atende essa necessidade, mas não espere que esta sequência te surpreenda.  Mesmo com uma boa fotografia, excelente maquiagem e efeitos especiais magníficos, a trama não tem nada de mirabolante. O roteiro poderia ter sido melhor explorado, já que os diálogos não são tão atraentes. Mas, vale a pena ir ao cinema e assistir o longa que já está em cartaz.

 
  A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 8.7.  

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Crítica do filme nacional: CANASTRA SUJA

Por Graça Paes, RJ (Agência Zapp News)

Com direção, roteiro e produção de Caio Sóh, “Canastra Suja” chega às telonas no dia 21 de junho, depois de participar de diversos festivais, entre eles, Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Los Angeles Brazilian Film Festival (Prêmios de melhor longa-metragem, diretor, ator Marco Ricca e ator coadjuvante Pedro Nercessian), Fest Aruanda (Prêmios de melhor ator, ator coadjuvante, roteiro e som), entre outros.


 
Este longa é mais um trabalho brilhante de Caio Sóh, com uma fotografia excelente de Azul Serram embalada pela trilha sonora de Maria Gadu.

 

O filme gira em torno do drama de uma família simples que enfrenta diversos conflitos. A família de Batista e Maria e seus três filhos, Pedro, Emília e Rita, sendo um deles, uma menina autista. Esta família é cercada de questões complexas. Batista é um alcoólatra que tenta abandonar o vício por insistência familiar. Maria é uma esposa dedicada, mas que tem um caso amoroso com o namorado da filha Emília. Emília tem um namoro fixo, mas seduz o patrão. Pedro é um rapaz que se sente perdido na vida adulta.  E, Rita é a jovem autista que necessita do cuidado de todos e tem toda a atenção e o carinho da irmã Emília. No decorrer do filme, os segredos dos membros desta família vão sendo desvendados aos poucos e você se depara com um final para lá de surpreendente.

 
Os temas abordados no longa são fortes e impactantes, mas são desenvolvidos com muita naturalidade e sabedoria por Caio Sóh. Ele nos conta esta bela história com as magníficas interpretações de Marco Ricca, Adriana Esteves, Bianca Bin, Pedro Nercessian, Cacá Ottoni, João Vancini, David Junior, Milhem Cortaz , entre outras feras. Palmas para Cacá Ottoni que rouba a cena.

 
Se prepare para uma história que será capaz de mudar a sua vida. As variações deste núcleo familiar irão te tocar de uma forma extasiante. Certamente, você não será o mesmo, após assistir este longa.

   
O filme te levará a várias reflexões, entre elas, família, valores, caráter, vícios, abuso sexual, prostituição, cuidados com filhos, entre outras situações.



A Agência Zapp News já conferiu e deu nota 10, com louvor.
O longa já está nos cinemas. Corra! E, garanta seu ingresso. Prestigie o cinema nacional.