segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Novo trailer: "O Retorno de Mary Poppins"

O musical Live-Action será lançado nos cinemas do Brasil dia 20 de dezembro de 2018.





“O RETORNO DE MARY POPPINS”: WALT DISNEY STUDIOS MOTION PICTURES


SINOPSE:
Em “O Retorno de Mary Poppins”, da Disney, uma sequência inédita, Mary Poppins está de volta para ajudar a próxima geração da família Banks a encontrar a alegria e a magia que estão faltando em suas vidas após passarem por uma perda pessoal. Emily Blunt (“A Garota no Trem”, “Caminhos da Floresta”) estrela “O Retorno de Mary Poppins”, da Disney, como a babá praticamente perfeita com habilidades mágicas singulares que pode transformar uma tarefa de rotina em uma aventura fantástica e inesquecível. Ela tem a companhia de seu amigo Jack, interpretado por Lin-Manuel Miranda (“Hamilton,” “Moana – Um Mar de Aventuras”), um acendedor de lampiões otimista que ajuda a trazer luz – e vida – às ruas de Londres.



“O Retorno de Mary Poppins” tem direção de Rob Marshall (“Caminhos da Floresta”, “Chicago”) e produção de Marshall, John DeLuca (“Caminhos da Floresta”) e Marc Platt (“La La Land: Cantando Estações”). O roteiro é de David Magee (“As Aventuras de Pi”) e a história é de Magee, Marshall & DeLuca baseada em The Mary Poppins Stories de PL Travers com música de Marc Shaiman (“Hairspray – Em Busca da Fama”) e canções de Shaiman e Scott Wittman (“Hairspray – Em Busca da Fama”).


Também estão no elenco de “O Retorno de Mary Poppins” Ben Whishaw (“007 Contra Spectre”) como Michael Banks; Emily Mortimer (“A Invenção de Hugo Cabret”) como Jane Banks; Julie Walters (filmes “Harry Potter”) como Ellen, a governanta da família Banks; Colin Firth (“O Discurso do Rei”) como William Weatherall Wilkins do Banco Fidelity Fiduciary; e Meryl Streep (“Florence: Quem é Essa Mulher”) como Topsy, a prima excêntrica de Mary, e apresenta três novas crianças da família Banks interpretadas por Pixie Davies (“O Lar das Crianças Peculiares”), Nathanael Saleh (“Game of Thrones”) e o novato Joel Dawson. Além disso, Angela Lansbury interpreta a Moça dos Balões, personagem estimada dos livros de PL Travers e Dick Van Dyke é Mr. Dawes Jr., o presidente aposentado do banco que agora é presidido pelo personagem de Firth.




Filme Sansão contará com pré-estreias, em seis estados brasileiros, entre os dias 17 e 22 de setembro

Rio de Janeiro, São Paulo, Goiás, Paraná, Pará e Amazonas vão reunir um público de cerca de duas mil pessoas para prestigiar a trama



Através da parceria entre a 360 WayUp e California Filmes, mais um filme cristão chega às salas de cinema do Brasil. Dos mesmos produtores de Deus Não Está Morto - 1, 2 e Uma Luz na Escuridão -, Sansão é o novo lançamento da Pure Flix, uma das produtoras independentes de maior relevância no cenário cristão. 



O longa conta a história bíblica de um homem chamado por Deus, que possuía uma força sobrenatural, e foi escolhido para libertar seu povo da escravidão. Porém, suas decisões impulsivas o colocam contra o Império filisteu. Capturado, traído e cegado, Sansão pede a Deus forças para enfrentar a sua última batalha.



O filme estreia nos cinemas no dia 27 de setembro em diversos cidades do país. Alguns estados vão realizar pré-estreias, que são sessões exclusivas para representantes da mídia, influenciadores e líderes católicos e evangélicos, com o intuito de fomentar a divulgação. Entre os dias 17 e 22 de setembro, Rio de Janeiro, São Paulo, Goiânia, Curitiba, Belém do Pará e Manaus vão reunir um público de cerca de duas mil pessoas.



Para Ygor Siqueira, CEO da 360 WayUp, empresa que ficou conhecida por participar de grandes projetos no mercado cinematográfico cristão, o novo lançamento traz um diferencial: “Sansão é um filme que narra muito bem os capítulos da Bíblia em que a história do personagem é descrita. A cada cena dá para perceber que os fundamentos bíblicos da trama foram mantidos, mesmo com a licença poética”, afirma.




quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Crítica do Filme: “O predador: a caçada evoluiu”

Por Graça Paes, RJ


Com classificação 16 anos, o longa estreia dia 13 de setembro 


O sexto filme da temática o predador, sendo este,  “O Predador: a caçada evoluiu”, tem a direção de Shane Black, a produção de John Davis e é escrito por Black, Fred Dekkere e Jim Thomas. A classificação, que seria 18 anos, passou para 16 anos.  


Esqueçam os filmes anteriores e principalmente o de 1987. Este é um novo filme, apesar de ter algumas referências ao de 1987. O longa tem uma bela fotografia, uma boa trilha sonora, composta por Henry Jackman, e um bom roteiro. Tem boas cenas de ação e os efeitos especiais e a maquiagem são magnificos. 




Provavelmente, as cenas com os ataques do Predador vão fazer parte do público torcer o rosto, pelo fato, de serem bem verossímeis, tanto em relação aos corpos humanos, e até pode se dizer nojentas, quanto aos alienígenas, já que estes soltam uma gosma verde, mas elas estão dentro do contexto do roteiro e são bem dirigidas e bem realizadas. 



O filme tem uns erros, infelizmente, a direção comete alguns deslizes, principalmente em algumas das cenas de ação, mas nada que venha comprometer a história que está muito bem contada e ainda deixa um gancho que talvez possa ser de uma sequência. 




O longa é daquele tipo que é para ser visto, ser curtido e ponto. E, ele ainda aborda temas interessantes como: segredos que envolvem o governo e as forças armadas, ego, amizade, poder, insubordinação, relacionamento familiar, autismo, ciência.  




Um dos destaques vai também para o elenco,  Jacob Tremblay, que brilhou em “Extraordinário”, Trevante Rhodes, que soma vários filmes, Boyd Holbrook, Olivia Munn, Keegan Key, Sterling K.Brown, Thomas Jane, entre outros. 



No longa, novamente, o Predador, retorna a Terra. Só que desta vez, os estudos comprovam que ele agora possui DNA humano e que está muito mais forte e inteligente e que desta vez veio em busca, “a caça”, de um de nossos melhores representantes terráqueos para levar para seu planeta e dar continuidade a evolução de sua espécie


O filme começa com “O Predador” e sua nave caindo no meio da mata, onde soldados do exército americano estão em operação, e daí em diante, o nosso protagonista, Quinn McKenna, interpretado por Boyd Holbrook, um soldado de elite, vê o Predador. Após ter contato com os pertences do alienígena e ver seu poder de destruição, ele passa a ter problemas com o próprio exército, com a família e corre até mesmo o risco de ser lobotomizado, para que não revele o que viu. 





Ser lobotomizado é passar por uma cirurgia realizada diretamente no cérebro, em que são cortadas as ligações nervosas entre um ou mais lobos e o tálamo para fazer com que a pessoa esqueça lembranças e se torne inofensiva. Mas, vamos, lá, com a fuga de nosso protagonista a caminho do manicômio, acompanhado de veteranos de guerras também prisioneiros militares, a história se desenrola. 



O soldado de elite foge para tentar salvar sua própria vida, sua família e a humanidade do predador e junto com os demais detentos, eles formam uma tropa de elite que ainda vai contar com a ajuda de uma cientista para tentar acabar com o Predador. Se eles vão conseguir? Bom, para obter esta resposta você terá que ir ao cinema. Estreia dia 13 de setembro. 


A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 9.


quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Isabel Fillardis retorna ao cinema no filme “Love, Rock & Blues”


O longa terá pré-estreia na quarta-feira, dia 19 de setembro, no Teatro Cesgranrio, RJ

   


“’Love, Rock & Blues’ é como um bolo cheio de ingredientes para dar um sabor único a quem for assistir. O sabor do riso, da emoção e da alegria. Todos misturados. E, com certeza fará com que cada um volte a sonhar”, diz Isabel Fillardis, que contracena com a filha, Ana Luz Fillardis.



O filme marca o retorno de Isabel Fillardis ao cinema, após nove anos. Ela será Maria, a protagonista da história. Diretora de um colégio que chega para salvar um grupo de uma enrascada.  Apesar de trabalhar na área de educação, ela é uma ex-cantora frustrada, que abandonou a carreira depois de sofrer um assédio. André Ramiro também está no elenco e será o ex-marido de Maria.  O longa ainda conta com algumas participações especiais, entre elas, a do cantor Buchecha.



Segundo o diretor e idealizador do projeto, Igor Rodriguez, o objetivo é colocar a produção independente, a princípio, nos cinemas do Rio de Janeiro, de Brasília e de São Paulo, nos circuitos internacionais e em seguida na televisão.  Entre os diferenciais do filme, destacam-se também o conflito que um dos personagens sofre com sua sexualidade e a produção dos momentos musicais, que se assemelham a videoclipes. E quem assistir ao filme terá uma surpresa: duas músicas inéditas foram escritas somente para serem exibidas no longa e futuramente poderão ser lançadas nas plataformas digitais.



Na quarta-feira, dia 19 de setembro, será realizada a pré-estreia do filme “Love, Rock & Blues”, no Teatro Cesgranrio, no centro Rio de Janeiro.  O longa produzido pela Gypsy, com 80 minutos de duração e é inspirado em “Glee” e “High School Musical”. A produção é uma continuação da websérie de mesmo título lançada no YouTube em maio de 2017.



  

“Love, Rock & Blues – O Filme”

SINOPSE

O grupo musical que havia alcançado o estrelato descobre que por um erro do seu empresário, falta de pagamento de direitos autorais,  pode por fim ao grande e esperado sonho. Por causa do valor da multa, o grupo até a quitação não poderá fazer shows. Desiludidos, todos pensam numa saída, mas sem sucesso. Em meio a tristeza geral, Dan, idealizador do grupo, não desiste e vai em busca de ajuda tentando encontrar Maria, uma grande amiga da época de escola. Agora, como diretora do colégio, Maria pode ser a chance que ele precisa para voltar a ter um espaço e ensaiar com o grupo até que todos consigam pagar a multa que os impede de se apresentar novamente. A filha de Maria, Isabela, sem saber o que aconteceu no passado da mãe, tenta ajudá-la a recuperar sua felicidade. O pedido de Dan leva Maria a um dilema, ela volta a ter contato com a música. 


quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Crítica do filme: “A Freira”


Por Graça Paes, RJ



Se prepare: Você irá dos sustos aos risos 

 
“A Freira” é o quinto filme da franquia “Invocação do Mal”. A religiosa é citada nos longas “Invocação do Mal 2” e “Annabelle 2” .  O longa tem direção de Corin Hardy, trilha sonora de Abel Korzeniowski e roteiro de James Wan e Gary Dauberman. 







O filme chega aos cinemas em 6 de setembro com uma bela fotografia e uma trilha sonora compatível. Os cenários são belíssimos assim como a maquiagem e os efeitos especiais. O elenco também é impecável. Todos estão muito bem em cena e tem um roteiro bem escrito. 






É um filme bom, mas a direção de Corin Hardy só peca em algumas cenas. Boa parte dos sustos são bem previsíveis, mas nada que tire o brilho do quinto filme da franquia. Só que ao contrário dos anteriores, neste longa, além de tomar uns sustinhos você também irá aos risos na sala de cinema. Mas, vale ressaltar que o diretor também tem bons acertos, e que estes, realmente, fazem o coração bater mais forte, surpreendem e agradam muito. Além do final ser bem interessante. 






O filme “A freira” começa com um suicídio de uma freira em um convento de clausura. E, para investigar o caso, o Vaticano envia um padre experiente em exorcismos e uma noviça prestes a fazer os votos. No caminho, eles encontram o rapaz que achou o corpo da freira e os três seguem para o local. No local, eles descobrem um segredo profano e se confrontam com uma força do mal comandada pelo demônio Valak que toma a forma de uma freira e transforma o local num campo de batalha entre o bem e o mal. 







A história é retratada de uma forma bem interessante, começa com muitos mistérios que nos serão revelados. Apesar de não ser tão assustador ,como os quatro anteriores, você que curte a temática de terror e suspense vai gostar do que irá assistir. 






A Agência Zapp News já conferiu e nossa nota é 9. 




Crítica do filme: “Alfa”


Por Graça Paes, RJ


Poético, bonito e apaixonante







O longa “Alfa” com direção de Albert Hughes que também assina o roteiro com Allen Hughes estreia dia 6 de setembro nos cinemas. 






O filme conta a história do jovem Keda (Kodi Smit-McPhee), que num tempo bem distante, após cair de um penhasco e se perder do seu grupo, uma tribo que precisa sobreviver em meio a paisagens selvagens, passa por inúmeros perigos para tentar encontrar o caminho de casa. 



No caminho, ele é atacado por uma matilha, consegue ferir um dos lobos, mas decide não matar o animal. A partir daí, a história se desenrola, o jovem cuida do lobo e os dois começam uma relação de amizade. Se ele voltará para casa? Bom, você terá que ir ao cinema conferir. 






O filme é um drama bem poético, tem um bom roteiro, uma fotografia incrível e uma trilha sonora cativante. 90% das cenas são de excelente qualidade, mas em alguns momentos se nota o uso de computação gráfica e de cromaqui, mas nada que comprometa a bela história que é contada e que irá te segurar na poltrona do cinema sem nem sequer perceber o tempo passar. 







É um longa aborda temas bem relevantes como a luta pela sobrevivência, a amizade entre ser humano e animais, família, amor, entre outros. É o tipo de filme que ficará na sua cabeça por algum tempo, te fará refletir.







É poético, bonito e apaixonante. Do tipo de filme que vale a pena assistir e levar toda a família para o cinema. 





A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 9.



quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Crítica do filme: “Ferrugem”

Por Graça Paes, RJ

Você sabia que o celular pode virar uma arma?




Com direção de Aly Muritiba, o filme que venceu o 46º. Festival de Cinema de Gramado, FERRUGEM, chega aos cinemas dia 30 de agosto. O longa fala sobre bullyng na adolescência e o uso de celulares.





Na trama, a adolescente Tati adora compartilhar sua vida nas redes sociais. Tira muitas selfies e curte fazer vídeos com o celular. Só que como toda ação tem sempre uma reação, essa prática, a de usar o celular para tudo, pode se transformar numa grande armadilha. E ao cair numa armadilha cibernética, o problema maior é ter que conviver com as consequências. Ter que conviver com o vazamento de informações que não se quer que se tornem públicas e que sejam divulgadas. O filme de uma maneira peculiar aborda o tema e mostra que o pesadelo de Tati começa quando ela supostamente perde seu telefone celular. 




O longa aborda temas fortes e interessantes como o bullyng na adolescência, pais que acobertam erros dos filhos, falta de diálogo entre pais e filhos, cumplicidade entre amigos, amor, inconsequência, dor, culpa, como o celular pode virar uma arma, entre outros. 




Tem um bom roteiro, uma boa fotografia e um bom elenco. É mais um filme brasileiro que merece toda a nossa atenção. 




Se prepare para refletir bastante sobre como você utiliza o celular, sobre o seu envolvimento com a sua família e sobre seus hábitos.  



A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 9. 






Crítica da animação: “Jovens Titãs em Ação!”

Por Graça Paes, RJ 


Da telinha para a telona levando alegria a criançada 




Dia 30 de agosto chega aos cinemas, Jovens Titãs em Ação! Com Robin, Ciborgue, Estelar, Ravena e Mutano. Essa galerinha, enfim, agora, tem seu próprio longa. 




Brincando com a indústria cinematográfica e com a popularidade e fama dos super-heróis, a animação, de forma bem engraçada, aborda o fato deles terem seu próprio filme, e para tal, assim como os grandes super-heróis eles criam também um arqui inimigo, e entra em ação, o Slade. 




Os personagens tem uma pegada bem infantil. Então, vá preparado. É uma animação pensada para os pequenos com roteiro de Aaron Horvath e Michael Jelenic, com mensagens bem interessantes e necessárias na atualidade, entre elas, amizade, poder, auto-estima, hora de reconhecer erros, dar a volta por cima e sobre lealdade.  




Tudo é muito colorido e engraçado. Com certeza irá prender a criançada no cinema, mas os pais que se preparem, pois após a sessão terão muitos comentários e pontuações da imaginação e criatividade dos pequenos. 



A trilha sonora é envolvente e divertida. Sem falar que tem até Take on Me do banda A-ha, em referência ao clipe dos noruegueses e ao filme De Volta Para o Futuro. Entre outras referências e brincadeiras com o real, o “quase real” e a ficção. 



Jovens Titãs em Ação! É uma boa pedida para levar a criançada ao cinema. Os adultos podem até achar um tanto quanto infantil, mas certamente os pequenos irão sair da sala de cinema bem felizes, mas cheios de perguntas para fazer. Se preparem, papais, mamães, vovós, tios, tias, padrinhos, madrinhas, e etc. 




A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 8.7.