segunda-feira, 16 de julho de 2018

Tom Cruise surpreende mais uma vez em cenas de ação no filme ‘Missão: Impossível – Efeito Fallout’


O filme estreia dia 26 de julho nos cinemas

Por Graça Paes, RJ




É de conhecimento público que o ator Tom Cruise dispensa dublês para as suas cenas de ação. Mas, a cada filme da franquia, a estrela mostra toda a sua capacidade de superação – e disposição – para rodar as cenas mais difíceis. Em MISSÃO:IMPOSSÍVEL - EFEITO FALLOUT  (MISSION: IMPOSSIBLE – FALLOUT), não foi diferente. Em vídeo inédito, o ator e a equipe do filmam revelam como a perseguição de moto foi rodada em um dos pontos turísticos mais visitados do mundo, o Arco do Triunfo, em Paris. Dirigido por Christopher McQuarrie, o longa estreia dia 26 de julho.



"Passei muito tempo treinando para as cenas com motos. Nós tínhamos um equipamento de segurança para essa cena, mas ele simplesmente não funcionou. Eu disse: temos que filmar, temos que ir, temos que fazer. Vamos filmar lá fora, capturar a perseguição e eu vou virar a esquina o mais rápido possível. Essa oportunidade de ir a Paris, filmar essa sequência, foi incrível"  revela Tom Cruise.



Distribuído pela Paramount Pictures, o sexto filme da franquia traz Ethan Hunt (Tom Cruise) e sua equipe do IMF (Alec Baldwin, Simon Pegg, Ving Rhames), na companhia de aliados conhecidos (Rebecca Ferguson e Michelle Monaghan), correndo contra o tempo depois que uma missão dá errado. “O filme te leva a lugares onde você nunca esteve, mostra coisas que você nunca viu e te coloca com ele nessa experiência”, conta McQuarrie.



Além de Tom Cruise, Simon Pegg e Ving Rhames, o elenco ganha um reforço de peso: Henry Cavill, Angela Basset e Vanessa Kirby se juntam ao time. Cruise também é produtor do filme, ao lado de Jake Myers, J.J. Abrams e do diretor Christopher McQuarrie, que ainda assina o roteiro e a direção de produção.



SINOPSE
As melhores intenções muitas vezes voltam para assombrá-lo. Em MISSÃO:IMPOSSÍVEL - EFEITO FALLOUT, Ethan Hunt (Tom Cruise) e sua equipe do IMF (Alec Baldwin, Simon Pegg, Ving Rhames), na companhia de aliados conhecidos (Rebecca Ferguson, Michelle Monaghan), estão em uma corrida contra o tempo depois que uma missão dá errado. Henry Cavill, Angela Basset e Vanessa Kirby são as novidades do elenco, com Christopher McQuarrie de volta à direção.



quinta-feira, 12 de julho de 2018

Crítica do filme: Todo Dia


Por Graça Paes, RJ

Uma fábula contemporânea que nos mostra que o amor não tem forma e nem barreiras



Com direção de Michael Sucsy e trilha sonora de Elliot Wheeler, o filme é uma adaptação do livro, homônimo, de David Levithan. Em nos conta a história de um rapaz chamado A que tem o incrível poder de acordar todos os dias em um corpo diferente, independente de gênero, cor ou idade. Ele se adapta diariamente a um novo corpo, família e estilo de vida. Essa rotina só tem uma alteração quando ele acorda no corpo de Justin e acaba se apaixonando pela namorada do rapaz, a jovem Rhiannon (Angourie Rice). O longa tem uma bela fotografia, é bem produzido, bem roteirizado e tem uma boa trilha sonora. É um romance teen só que em forma de uma fábula moderna.  




O personagem principal desta história se chama A, e apenas A, uma letra. Já que a cada dia ele é uma nova pessoa, apenas uma letra o descreve. Bom, A, acorda a cada dia em um corpo diferente, mas sempre com a mesma idade. As trocas de corpo sempre acontecem no mesmo bairro e entre um núcleo próximo. Podendo ser qualquer pessoa, mas nunca retornando ao mesmo corpo. 




No longa, após 16 anos vivendo desta forma, A, já está adaptado a esta realidade, mas este cenário sofre uma alteração quando A entra na vida de Rhiannon. Desde que o jovem passa 24 horas sendo o namorado dela que os dois se envolvem e sentem uma conexão incomparável, Rhiannon e A fazem de tudo e criam estratégias para se encontrarem todos os dias, sem saber em que corpo ou família A acordará e as surpresas que isso poderá reservar. Quanto mais os dois se apaixonam, mais as realidades de amar alguém que é uma pessoa diferente a cada 24 horas os afeta, levando o casal a enfrentar a decisão mais difícil que eles já tiveram que tomar. E, que você só saberá assistindo o filme. 




A é interpretado por vários atores diferentes, como Justice Smith (The Get Down), Lucas Jade Zumann (A Entidade 2) e Katie Douglas. Rhiannon será vivida por Angourie Rice de “Dois Caras Legais“.




O filme nos leva a muitas reflexões entre elas que o amor não tem forma e nem barreiras. É uma excelente história para ver a dois ou ver em família. As abordagens da trama se fazem necessárias na sociedade atual.



A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 9.

O filme já está nos cinemas.





quarta-feira, 11 de julho de 2018

Crítica do filme: Arranha-Céu: Coragem sem Limite


Por Graça Paes, RJ

Ação, leve suspense e bons efeitos especiais na telona



Com a direção de Rawson Marshall Thurber e com o astro Dwayne Johnson, Neve Campbell, Chin Han, entre outros, no elenco. O longa, que estreia dia 12 de julho, nos cinemas, conta a história de Will Sawyer, um ex-líder de operação de resgate do FBI, amputado, que se torna avalista de segurança de arranha-céus. Em missão em Hong Kong, na China, no edifício mais alto do mundo, e que seria o mais seguro. Até que ele ao apresentar seu trabalho no local, se depara com um incêndio, e acaba sendo culpado por isso.





No longa, Will, além de se proteger, e proteger sua família, que está com ele no edifício, passa a procurar os responsáveis pelo incêndio, já que tentam incriminá-lo, e ele além de tentar provar sua inocência, tenta de todas as formas resgatar sua família. A partir daí, suspense, ação e muita emoção você irá encontrar em uma hora e trinta minutos na telona.
  



Como todo filme que tem Dwayne “The Rock” Johnson no elenco já podemos esperar boas cenas. Seu carisma e sua performance sempre roubam as atenções e seguram o espectador.  O astro é um show man. E ele carrega público as salas de cinema, fato raro atualmente, onde quem atrai bilheteria são as franquias. Mas, Dwayne “The Rock” Johnson, repete o sucesso de seus antecessores nos filmes de ação, como Stallone, Schwarzenegger e Van Damme, que eram as estrelas entre os anos 80 e 90. E, neste longa, mais uma vez, ele é o filme. Suas cenas são magníficas, e ele dá um show ao dar vida a um ex-militar amputado.




O filme tem uma excelente trilha sonora, uma boa fotografia, excelentes efeitos especiais, algumas cenas que se destacam, um leve suspense, mas, sem nada de extraordinário.



Resumindo, é um filme de incêndio, que irá te fazer lembrar de outros filmes, como ‘Inferno na torre’, que tem temática semelhante, assim como remete a filmes de ação, como Duro de Matar.



Arranha céu: Coragem sem Limite tem como cenário um prédio considerado o maior do mundo. O local é todo informatizado, fato este, que nos mostra que a tecnologia que nos ajuda também pode nos atrapalhar e nos colocar em enrascadas. E, no meio deste incêndio temos um vilão, um mocinho e a família do mocinho. Claro que o mocinho, The Rock, durante toda a história, vai passar por muitas situações e fará de tudo para salvar a sua família e quem mais ele conseguir.



É um filme bom, excelente para ir assistir com a família. Nos leva a refletir sobre o amor incondicional, o que geralmente encontramos entre pais e filhos, sobre a volta por cima em caso de tragédias, já que no longa temos a  amputação da perna do personagem de The Rock, que supera, a tragédia,  e dá a volta por cima. E, também nos faz refletir sobre o uso da tecnologia, até que ponto nos ajuda e até que ponto nos atrapalha.



Não é espetacular, mas é um bom filme. O primeiro ato é um pouco lento, mas depois o filme tem ritmo. Se prepare para assistir boas cenas, mas com clichês, e para assistir alguns personagens bem caricatos, mas o diretor e a produção acertam no que se refere aos efeitos especiais. E, é claro tem Dwayne “The Rock” Johnson no elenco, o que certamente já nos faz querer ir ao cinema para assistir.



A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 9.




Crítica da animação; “Hotel Transilvânia 3: Férias Monstruosas”


Por Graça Paes, RJ 
Embarque você também nesta aventura em alto mar


Com a direção de Genndy Tartakovsky que também assina o roteiro com Michael McCullers e a belíssima trilha sonora de Mark Mothersbaugh, o terceiro longa da franquia “Hotel Transilvânia”, estreia no Brasil, na quinta-feira, dia 12 de julho.





Nesta sequência, cansado do trabalho árduo no hotel, Drácula, solitário e infeliz, decide tirar férias e também procurar um novo amor pela internet, mas em meio à sua busca, ele é surpreendido com um presente da querida filha que é passar em família, as férias em um cruzeiro. 



Inicialmente, ele resistente à ideia, mas acaba cedendo. E, eis que em alto mar, ele se encanta pela comandante do navio, que, no entanto, esconde um segredo. Erika Van Helsing planeja destruir todos os monstros durante esta viagem, só que o encantamento de Drácula por ela, acaba nos levando a dar muitas risadas, a refletir, e muito mais.




Afinal, será que Drac conquista o coração da moça? Bom, aí, você terá que assistir a animação nos cinemas para saber o desfecho. Mas, eu posso te contar que acompanhar esse cruzeiro com o Drácula e a família de monstros será muito divertido. Essa viagem tem de tudo um pouco, você verá vôlei de monstros, excursões exóticas, bronzeados lunares e acompanhar um voo bem diferente pela companhia aérea Gremlin Air.



Em Hotel Transilvânia 3: Férias Monstruosas temos uma mistura da animação clássica com a animação digital. O que é bonito de se ver. É um trabalho muito bem produzido e que te segura na poltrona.





O roteiro é muito bem escrito, com piadas que as crianças irão entender e que leva a várias reflexões, entre elas, igualdade, perdão, racismo e afirma o tempo todo a questão de que de somos todos iguais, sendo monstros ou não. O que é bom para que as crianças reflitam e levem essas discussões para seus grupos de amigos, família, escolares, entre outros.  O uso da internet também é muito bem explorado. Já imaginou o Drácula (Drac) procurando relacionamento em aplicativos tipo Tinder? Pois, é. Mas, como é um filme para crianças, o assunto é tratado em forma de comédia, mas sem zuação.





A trilha sonora é um show a parte e desde já, com um pequeno spoiler, eu lhe digo que algumas músicas irão ficar na sua cabeça, após a sessão.  




A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 9.5

quinta-feira, 5 de julho de 2018

Começam as gravações da terceira temporada de #MeChamaDeBruna série original da FOX



Por Graça Paes, RJ




Foi dada a largada! A Fox anunciou o início das gravações da terceira temporada de #MeChamaDeBruna, série original Premium da FOX Networks Group (FNG) Latin America inspirada na vida da ex-prostituta Raquel Pacheco, que ficou famosa como Bruna Surfistinha. 




As gravações dos oito novos episódios, com uma hora de duração cada, seguem por nove semanas em locações no Rio de Janeiro com direção de Duda Vaisman e Calvito Leal. A atriz Maria Bopp retorna como protagonista da série.




A previsão de estreia é dezembro de 2018 no Canal fechado FOX Premium e no FOX App, onde já estão disponíveis a primeira e a segunda temporada para assinantes dos planos FOX+ e FOX Premium para todo o Brasil e América Latina.





TERCEIRA TEMPORADA #MeChamaDeBruna

A prostituta mais famosa do Brasil volta mais provocativa que nunca. A nova temporada  irá mostrar o intenso presente de uma Bruna forte e independente, que enfrenta, por sua vez, os fantasmas do passado. Os clientes de élite aumentam, bem como os problemas que implica ser cada dia mais reconhecida e mais famosa. A realidade bate nela: a doença terminal de seu pai e a hipocrisia de seu entorno lhe fazem lembrar que, detrás de seus desejos e ambições, há uma vida cheia de obstáculos que tem que enfrentar.



Diversas situações farão reviver seu duro passado como estudante vítima do bullying, demonstrando que o prazer de ser Bruna não conseguirá apagar sua história como Raquel. Apesar de tudo, Bruna está decidida: a prostituição é a chave que a ajudará a se fortalecer e ser a protagonista de seu futuro.



A excelente performance que relata esta história humana e reflexiva, posicionou a “#MeChamaDeBruna” sobre os conteúdos internacionais e conseguiu chegar às audiências através das cenografias de um país que viu surgir à escort mais cobiçada da cidade de São Paulo.




Crítica do filme: “Mulheres Alteradas”


Todas as mulheres irão se identificar com alguma das personagens


Por Graça Paes, RJ




Com direção de Luís Pinheiro, o filme “Mulheres Alteradas” é baseado no livro da escritora argentina Maitena Burundarena e adaptado para a telona por Caco Galhardo. Ele conta a história de quatro mulheres que enfrentam problemas bem peculiares.





No primeiro ato, o longa nos mostra o casamento cheio de conflitos da secretária Keka com o Dudu. A vida complicada da advogada Marinati. Uma workaholic, mas que num dado momento se apaixona por um solteirão dependente da mãe, o Christian. Leandra, a solteirona, que se sente insegura pelo fato de ainda não ter constituído família e de Sônia, irmã de Leandra, casada, com dois filhos. Aquele tipo de mulher que abandona tudo para viver a experiência do lar, mas chega uma hora, em que ela começa a se sentir cansada da rotina doméstica e sente saudades da época de solteira. As quatro histórias se entrelaçam bem já que as personagens se conhecem e duas são irmãs.






O longa nos leva a reflexão da crise dos 30 anos. Que já foi retratada em diversos filmes e que vive ganhando espaço na mídia. Só que no longa, ela ocorre em diferentes situações, já que cada protagonista tem um estilo de vida e elas sofrem, no casamento, no trabalho, na família e na vida social.





As mulheres alteradas são interpretadas pelas atrizes Alessandra Negrini (Marinati), Deborah Secco (Keka), Maria Casadevall (Leandra), Mônica Iozzi (Sônia). O elenco ainda conta com Sérgio Guizé, Marcos Oliveira, Mauricio Machado, Daniel Boaventura, Stepan Nercessian, Patricia Travassos, Augusto Madeira, Suely Franco, Carol Melgaço e João Vicente.





O filme tem uma bela fotografia, uma trilha sonora bem compatível com a história, boa direção e produção e excelentes atuações.  O roteiro é bem escrito, mas nada que te surpreenda em relação as piadas, que são inteligentes, mas não são surpreendentes. Resumindo, é apenas um filme bom.




Quem rouba a cena nesse longa é Deborah Secco e seu belo corpo corpo escultural que deixará homens e mulheres babando. 






A Agência Zapp News já conferiu e nossa nota é 9.
O longa entra em cartaz dia 5 de julho.


Assista o trailer: 






quinta-feira, 28 de junho de 2018

“O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos” ganha teaser e pôster





Tudo que Clara (Mackenzie Foy) deseja é obter uma chave, uma chave única, capaz de abrir uma caixa que contém um presente de valor inestimável deixado por sua mãe já morta. Ligações estratégicas apresentadas a ela na festa anual de seu padrinho Drosselmeyer (Morgan Freeman), levam Clara à cobiçada chave, que rapidamente desaparece em um estranho e misterioso mundo paralelo. É lá que Clara encontra um soldado chamado Phillip (Jayden Fowora-Knight), uma gangue de camundongos e os regentes que presidem os três reinos: o Reino da Neves, o Reino das Flores e o Reino dos Doces. Clara e Phillip precisam enfrentar o sinistro Quarto Reino, onde vive a tirana mãe Ginger (Helen Mirren), para recuperar a chave e ter esperança de trazer a harmonia de volta ao seu mundo. Estrelando Keira Knightley como a Fada Açucarada, e com uma participação especial de Misty Copeland, a nova produção da Disney – “O Quebra-nozes e os quatro Reinos” – é inspirada no conto clássico de E.T.A. Hoffmann (O Quebra-Nozes e o Rei dos Camundongos) e dirigida por Lasse Hallström, e estará em cartaz nos cinemas a partir de 2 de novembro de 2018.




SINOPSE
Quando Clara se vê em um mundo estranho e paralelo, que abriga o Reino das Neves, o Reino das Flores e o Reino dos Doces, precisa enfrentar o sinistro Quarto Reino e sua governante tirana, Mãe Ginger, para trazer de volta a harmonia a seu instável mundo.



O QUEBRA-NOZES E OS QUATRO REINOS
DISNEY

Gênero:  Fantasia/Aventura
Classificação indicativa: a confirmar
Data de lançamento nos EUA: 2 de novembro de 2018
Elenco: Keira Knightley, Mackenzie Foy, Eugenio Derbez, Matthew Macfadyen,
Richard E. Grant, Sergei Polunin, Jayden Fowora-Knight, Omid
Djalili, Jack Whitehall, Meera Syal, Ellie Bamber, Misty Copeland, com Helen Mirren e Morgan Freeman.
Diretor:  Lasse Hallström
Produtores: Mark Gordon, Larry Franco
Produtores executivos: Sara Smith, Lindy Goldstein
Roteiro: Ashleigh Powell e Simon Beaufoy


Crítica: 'Além do Homem'

Por Graça Paes, RJ

Uma fábula brasileira enigmática e cheia de metáforas 




Com direção de Willy Biondani que também assina o roteiro com Eliseo Altunaga e Daniel Tavares, 'Além do Homem', estreia nos cinemas dia 28 de junho, com belas imagens de Paris e do interior do Brasil. 




O longa conta a história de Alberto Luppo, um escritor brasileiro que mora em Paris, há muitos anos, e que não tem a menor vontade de retornar ao seu país de origem. Porém, ao terminar o projeto de um livro que ele pretende lançar, Alberto é surpreendido por membros da sociedade literária de Paris para escrever uma história sobre o antropólogo francês Marcel Lefavre que supostamente foi devorado por canibais no interior do Brasil. De pose de um caderno de anotações de Lefavre e com a missão de recolher mais material para escrever esta história, Alberto é obrigado a retornar à terra natal e investigar o desaparecimento do antropólogo. Ao chegar ao Brasil, ele recebe a ajuda do taxista Tião que o leva até o local onde supostamente teria ocorrido o ataque dos canibais. Porém, até chegar ao ponto chave de sua busca, Alberto vai penetrando em um Brasil alegórico e misterioso, e claro, teme, por um final como o de Lefavre e se desespera.






Partindo de um conceito de super-homem elaborado pelo filósofo alemão Friedrich Nietzsche também chamado de "além do homem". No caso, este homem, Alberto Luppo. O personagem é aquele que supera todo o ressentimento. É a inocência do devir. Onde todos os modelos são deixados para trás, todos os ídolos são quebrados e só há espaço para a criação. "Além do homem", neste longa, define Alberto Luppo,  que sai de seus limites, entre realidade e ficção, para viver e dar vida a uma nova história. A partir deste conceito Alberto sai pelo interior do país em busca de fragmentos, respostas e elementos para contar a história que lhe foi proposta e acaba se reencontrando consigo mesmo e redescobrindo sua terra natal. 






É um filme impactante, com uma fotografia magnífica, que é compartilhada entre o francês Olivier Cocaul e o paulista Walter Carvalho, que lida de forma maestral com sombras e cores, e é embalada por uma trilha sonora original, de Egberto Gismonti, que mescla a bossa nova a sons tribais. Vale ressaltar também o excelente roteiro, com bons diálogos. 






É uma “fábula brasileira moderna” que te faz viajar, te leva a criar, a refletir. O longa trabalha com fatores como mistério, magia e sedução e lida sabiamente com as nuances entre a comédia, o drama e o romance. Não é uma história fechada, ela leva o espectador a várias percepções. Além de te fazer refletir sobre a dualidade: realidade ficcional ou delírios?





O longa aborda, dentro do contexto da investigação de Alberto pelos fatos para compor a história de seu novo livro, temas da atualidade, e tudo permeado com maravilhosas atuações, entre elas, a dos atores Sérgio Guizé, que arrebenta na fluência do francês e Fabrício Boliveira, que faz um personagem cômico, caricato, mas muito interessante. 




É um longa com uma pegada diferenciada e muito bem dirigido. Tudo bem encaixado, até mesmo as cenas de nudez, que se justificam.  É o cinema nacional se reinventando e apostando no novo. Novos rumos, novos enfoques e novas e diferenciadas formas de se contar uma história. 




A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 9.5.