quinta-feira, 11 de junho de 2026

Crítica do filme: "Deixa Acontecer"

Por Graça Paes, RJ

É uma comédia romântica inclusiva e emocionante, perfeita para o Dia dos Namorados

Em tempos em que as comédias românticas parecem seguir fórmulas previsíveis, "Deixa Acontecer" surge como uma agradável surpresa. Com direção de Natalia Grimberg, criação e roteiro de Renata Corrêa e produção do Núcleo de Filmes dos Estúdios Globo, aposta em representatividade, emoção e leveza para contar uma história de amor que vai além dos clichês do gênero.


Estrelado por Paola Antonini, em sua estreia como atriz e protagonista, o filme reúne um elenco de peso formado por João Vitor Silva, Klara Castanho, Laís Lage, Douglas Silva, Mariana Ximenes, Camila Morgado, Danton Mello, Debora Lamm, Ed Gama, Ricardo Cubba, Caio Cabral e Duda Brack.

Com o título inspirado na famosa canção do Grupo Revelação, o longa acompanha a trajetória de Marina, uma jovem amputada que decide assumir o controle da própria vida após anos cercada pelos cuidados excessivos dos pais. Ao ser aprovada no vestibular de Medicina de uma universidade carioca, ela deixa Minas Gerais rumo ao Rio de Janeiro. E o que parecia ser apenas o início de uma jornada acadêmica transforma-se também em uma inesperada história de amor quando ela cruza o caminho do pagodeiro João Mendes.

Mas o filme "Deixa Acontecer" não se limita ao romance. O longa aborda temas contemporâneos e relevantes como a independência dos filhos, o surgimento natural dos relacionamentos, a cultura do cancelamento, fake news, fama, poder, as malícias dos cariocas, exposição midiática e, principalmente, o valor inestimável da amizade. As amigas inseparáveis de Marina desempenham papel fundamental na narrativa e ajudam a construir alguns dos momentos mais divertidos e emocionantes da trama.

Com roteiro bem amarrado, direção segura e uma fotografia impecável, o longa ainda se destaca pela trilha sonora envolvente, que inclui músicas autorais compostas especialmente para a produção. O resultado é uma obra leve, divertida e sensível, ideal para assistir acompanhado, seja do seu amor ou apenas de um bom travesseiro e um combo de pipoca.



Um dos maiores méritos do filme é não transformar a deficiência da protagonista no centro absoluto da história. Marina é apresentada, antes de tudo, como uma jovem determinada, sonhadora e empoderada. Sua condição física faz parte de quem ela é, mas não define seus conflitos nem seus desejos, ampliando a identificação do público com a personagem.



Outro atrativo para o público é a participação especial de nomes da música como Dudu Nobre, Arlindinho, Marvvila, Vitinho, IZA e Feyjão, que ajudam a criar a atmosfera musical que embala toda a narrativa e promete conquistar tanto os fãs de comédias românticas quanto os amantes do pagode. E, claro, e belos pontos turísticos marcantes do Rio de Janeiro. 



"Deixa Acontecer" estreia no Telecine em 11 de junho, com exibição no Telecine Premium no sábado, dia (13/6), às 22h, e no Telecine Pipoca no domingo, dia (14), às 20h. E já está disponível no GloboPlay e no Prime Video através do canal Telecine para assonantes.


Sensível, divertida e cheia de mensagens positivas, a produção consegue emocionar sem apelar para exageros e entrega uma história que celebra o amor, a amizade e a liberdade de ser quem se é.


Assista ao trailer: https://www.instagram.com/reel/DZQLXsvRHX2/

Nós já assistimos e nossa nota é DEZ. 

Acredite! É uma excelente aposta para entrar no clima do Dia dos Namorados.


                                                                Foto de Beatriz Damy

Pré-estreia do longa

Durante a coletiva realizada nos Estúdios Globo após a exibição do filme, para elenco e convidados, no dia 8 de junho, que também marcou a 1ª. Mostra de Filmes do local, a criadora e roteirista Renata Corrêa destacou a importância da representatividade na construção da narrativa.


"Vivemos em um mundo muito pouco preparado para lidar com o que é diferente. Por que não trazer um conteúdo com outro tipo de olhar? O capacitismo é muito violento, e todos nós precisamos combatê-lo, seja por meio de políticas públicas, seja pela busca por representatividade em diferentes espaços. E a dramaturgia tem um papel fundamental nesse processo", afirmou.


Paola Antonini também revelou a emoção de viver sua primeira protagonista no cinema e destacou o impacto da experiência em sua trajetória profissional.


"Quando fui chamada para fazer o teste, pensei: 'É tudo o que eu mais quero na minha vida'. A atuação requer muito estudo e é muito desafiadora, então me entreguei completamente para fazer esse filme", contou.


Já João Vitor Silva e Douglas Silva destacaram a emoção de acompanhar a estreia de Paola, relembrando seus próprios inícios de carreira.




terça-feira, 9 de junho de 2026

1ª Mostra de Filmes dos Estúdios Globo abre programação com pré-estreia do longa "Deixa Acontecer"

Por Graça Paes, RJ

A 1ª Mostra de Filmes dos Estúdios Globo foi aberta nesta segunda-feira, dia (8/6), nos Estúdios Globo, e Jacarepaguá, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro, com a pré-estreia da comédia romântica 'Deixa Acontecer'. O evento, voltado aos colaboradores da empresa, celebra a trajetória do Núcleo de Filmes dos Estúdios Globo e inaugura uma semana de exibições dedicadas às produções desenvolvidas pela área.


A tarde de pré-estreia também contou com a presença da imprensa, do elenco do longa e de convidados ilustres. 


Dirigido por Natalia Grimberg, criado e roteirizado por Renata Corrêa, com produção executiva de Betina Paulon e produção de Leilanie Silva, o longa reuniu parte do elenco e da equipe criativa para a sessão especial. Estiveram presentes os atores Paola Antonini, João Vitor Silva, Douglas Silva, Klara Castanho, Lais Lage, Mariana Ximenes, Danton Mello e Débora Lamm, além dos músicos Vitinho e Feyjão.


Anota aí: A estreia oficial de Deixa Acontecer é na quinta-feira, dia 11 de junho, no streaming do Telecine, disponível por meio do Globoplay, Prime Video e operadoras de TV por assinatura.






Núcleo de Filmes amplia produção audiovisual da Globo

Criado em 2023, o Núcleo de Filmes dos Estúdios Globo surgiu com a proposta de desenvolver longas-metragens para diferentes plataformas, incluindo cinema, televisão e streaming. A iniciativa aposta em histórias populares e genuinamente brasileiras, tanto em obras originais quanto em spin-offs de produções já consagradas pela Globo.


Segundo a produtora executiva Betina Paulon, o crescimento da área tem sido expressivo.


“Produzimos filmes há apenas três anos, que é muito pouco tempo. E, nesse período, já entregamos 16 longas. Até o final deste ano, serão 20 filmes entregues pelo Núcleo”, destacou.


Estruturado como um hub de criação e desenvolvimento, o Núcleo combina a expertise acumulada pela Globo ao longo de décadas com processos voltados à inovação. O objetivo é produzir conteúdos de diferentes gêneros e formatos, adequando os ciclos de exibição às características de cada projeto.


Betina também ressaltou o papel da área como espaço de oportunidades para profissionais do mercado audiovisual e talentos internos da empresa.


“O Núcleo de Filmes funciona como uma porta de entrada para criadores, diretores e produtores de fora da Globo desenvolverem seus projetos. Ao mesmo tempo, permite que profissionais da casa experimentem o formato do longa-metragem. É o caso de Deixa Acontecer, que marca a estreia de Natalia Grimberg na direção de filmes e de Renata Corrêa na criação e roteiro para o cinema”, afirmou.



Romance, música e representatividade

Produzido pelo Núcleo de Filmes dos Estúdios Globo, Deixa Acontecer acompanha a trajetória de Marina, personagem interpretada por Paola Antonini. Jovem mineira determinada a não permitir que a deficiência física limite seus sonhos, ela deixa Uberlândia para estudar Medicina no Rio de Janeiro.


Na capital fluminense, Marina conhece João Mendes, vivido por João Vitor Silva, um astro do pagode que enfrenta uma crise pessoal e profissional após ser alvo de um cancelamento público. O que começa como um relacionamento de fachada acaba evoluindo para uma conexão genuína e inesperada.


Para a diretora Natalia Grimberg, a produção busca ocupar um espaço ainda pouco explorado no cinema nacional.


“Queríamos fazer um filme de comédia romântica que fosse a cara do Brasil, porque é um gênero que consumimos muito, mas que ainda é pouco explorado no país no formato de longa-metragem”, afirmou.


Ao longo da semana, a 1ª Mostra de Filmes dos Estúdios Globo seguirá com a exibição de outras produções do Núcleo, em uma programação exclusiva para colaboradores da empresa.


Trailer: https://globoplay.globo.com/v/14670654/


Confira no instagram: https://www.instagram.com/reel/DZXM46IOfUK/?igsh=eGV2NHAzeHNkNHZv









sexta-feira, 5 de junho de 2026

Mariah Carey na Amazônia, milhões de árvores plantadas e um legado que virou documentário: Rock in Rio e The Town revelam bastidores inéditos do Amazônia Live

Por Graça Paes, RJ

A produção estreia nesta sexta-feira, dia (6/06), às 18h, no Multishow, e mostra como a música se transformou em uma poderosa ferramenta de mobilização ambiental

A força da música, o brilho de grandes artistas e a urgência da preservação ambiental se encontram em uma produção inédita que promete emocionar o público. O Rock in Rio e o The Town lançam nesta sexta-feira, 6 de junho, às 18h, no Multishow, o documentário "Amazônia Live – O Documentário", que revela os bastidores de um dos maiores movimentos culturais e ambientais já realizados em defesa da floresta amazônica.


Exibido durante a Semana do Meio Ambiente, o especial mostra detalhes inéditos da operação que levou artistas nacionais e internacionais ao coração da Amazônia para amplificar uma mensagem global: a floresta precisa permanecer em pé.


Entre os destaques estão os depoimentos exclusivos de Mariah Carey, das divas paraenses Dona Onete, Joelma, Gaby Amarantos e Zaynara, além de Ivete Sangalo e dos artistas que participaram do histórico Grande Encontro Por Um Mundo Melhor, realizado no Mangueirão, em Belém. Após a exibição no Multishow, o documentário ficará disponível por um ano no Globoplay.



Uma década de impacto na Amazônia

Mais do que um espetáculo musical, o Amazônia Live se consolidou como um projeto de legado. Integrante do pilar Por Um Mundo Melhor, iniciativa social do Rock in Rio desde 1985, o movimento já alcançou resultados expressivos ao longo de quase dez anos.


Desde sua criação, em 2016, o projeto registra mais de quatro milhões de árvores plantadas, promove geração de renda para comunidades indígenas do Xingu e contribui para a recuperação de áreas degradadas às margens do rio que dá nome à região.


O documentário também apresenta os desdobramentos concretos da iniciativa, incluindo um edital de R$ 2 milhões, que beneficiou seis projetos da região metropolitana de Belém voltados à geração de renda, conservação ambiental, turismo comunitário, agroecologia, reciclagem, valorização cultural e fortalecimento dos direitos das mulheres.



O palco flutuante que encantou o mundo

Um dos momentos mais emblemáticos retratados na produção aconteceu sobre as águas do Rio Guamá, em Belém. Em um palco flutuante inspirado na vitória-régia, Mariah Carey dividiu os holofotes com grandes vozes da música paraense em uma apresentação que ganhou repercussão internacional.


Além das imagens do espetáculo, o documentário revela cenas inéditas dos ensaios e da preparação do evento.


"Eu não consegui acreditar que estava no rio da Amazônia. Foi uma experiência incrível. Me sinto honrada por fazer parte de algo tão importante para ajudar a preservar a floresta tropical", afirma Mariah Carey na produção.



Música, cultura e mobilização social

A narrativa também acompanha o histórico Grande Encontro Por Um Mundo Melhor, realizado gratuitamente no Mangueirão e que reuniu milhares de pessoas em uma celebração marcada por música, cultura e conscientização ambiental.


O palco recebeu apresentações de Ivete Sangalo, Viviane Batidão, Lambateria Baile Show com participação de Lia Sophia e a Orquestra Jovem Vale Música, reforçando a riqueza cultural da Amazônia e sua importância para o debate climático global.



 "A floresta é mais forte quando tem pessoas vivendo dela"

Ao longo do documentário, lideranças do Rock in Rio e do The Town compartilham os aprendizados e desafios da iniciativa.


Para Roberto Medina, criador e presidente da Rock World, o projeto nasceu da necessidade de usar a potência da música para mobilizar pessoas em torno de uma causa urgente para o planeta.


Já Roberta Medina, vice-presidente executiva da empresa, destaca a evolução do compromisso socioambiental da marca.


"A floresta é mais forte quando tem pessoas vivendo dela. Com a COP30 chegando a Belém, entendemos que era o momento de convocar o mundo para essa conversa", afirma.



As vozes da Amazônia no centro da narrativa

O documentário também dá protagonismo às artistas paraenses que participaram da iniciativa, mostrando a força da cultura amazônica para além das fronteiras da região.


Para Gaby Amarantos, o projeto reforça a necessidade de ouvir quem vive e constrói a Amazônia diariamente.


"Para falar de Amazônia, precisamos ouvir as vozes da floresta", destaca.


Joelma celebra a oportunidade de apresentar a cultura paraense ao mundo, enquanto Zaynara ressalta a importância da representatividade para as novas gerações. Dona Onete, por sua vez, define o encontro como uma poderosa união de gerações em defesa da identidade amazônica.



Um legado que vai além da música

Com imagens impactantes, relatos emocionantes e histórias de transformação, "Amazônia Live – O Documentário" mostra como festivais de música podem ultrapassar os limites do entretenimento para se tornarem plataformas de conscientização e mobilização social.


Ao conectar artistas, comunidades tradicionais, organizações ambientais e milhões de pessoas em torno de uma mesma causa, a produção reforça uma mensagem que ecoa para o Brasil e para o mundo: proteger a Amazônia é proteger o futuro de todos.





terça-feira, 2 de junho de 2026

ANIMAGE 2026: ÚLTIMOS DIAS PARA INSCRIÇÃO DE FILMES PARA AS MOSTRAS COMPETITIVAS

Por Graça Paes, RJ

Principal festival de animação em atividade no Brasil, ANIMAGE expande duração para dez dias, cria mercado internacional e reforça seu papel estratégico no setor de animação no Brasil e na América Latina


O ANIMAGE – Festival Internacional de Animação de Pernambuco – realiza em 2026 a maior edição de sua história. De 20 a 29 de novembro, o evento celebrará 16 anos com a ampliação de sua duração para dez dias, a criação de seu mercado internacional de animação, o ANIMAGE Conecta, e a estreia da Mostra Competitiva de Longas-Metragens, que passa a integrar a programação ao lado da tradicional competição de curtas. Este é o último mês para as inscrições de filmes para as mostras que ficarão abertas até 30 de junho pela plataforma FilmFreeway.com/ANIMAGEFestival, e os prêmios alcançam 11 categorias. 


A criação do ANIMAGE Conecta marca uma inflexão importante para o festival ao estruturar um espaço profissional dedicado ao estímulo de novos talentos, à formação, ao intercâmbio e à geração de negócios. Realizado de 20 a 23 de novembro, o programa reúne oficinas, pitchings, meetups, conferência, masterclasses, debates, painéis, mesas e entrevistas, muitas das quais com transmissão online. O novo mercado fortalece a articulação do ANIMAGE com o ecossistema da animação no Brasil e no exterior, estimulando conexões entre artistas, estúdios, produtoras e players de todo o mundo. Convidados nacionais e internacionais serão anunciados em breve.


“A criação do ANIMAGE Conecta marca um passo importante na consolidação do festival como plataforma de negócios, encontro e fomento. É o resultado de anos de estruturação do festival como um todo, que entra nesta nova fase bastante amadurecido”, afirma Antonio Gutierrez, o Gutie, diretor e fundador do ANIMAGE.


As Mostras Competitivas de 2026 contemplam curtas e longas nacionais e internacionais recentes, selecionados pela curadoria do festival com prêmios que somam R$ 32 mil, distribuídos entre categorias como Melhor Curta, Melhor Longa, Melhor Curta Brasileiro e Melhor Curta Infantil, além do Troféu ANIMAGE concedido a outras categorias técnicas e artísticas. O resultado dos selecionados para a competição será divulgado em 30 de julho.


As mostras especiais de curtas e longas, por sua vez, incluem retrospectivas, sessões temáticas e obras inéditas. A Mostra Parque leva sessões de curtas ao ar livre para áreas periféricas da cidade, reforçando a vocação formativa e inclusiva do festival, enquanto sessões online ampliam o alcance nacional da programação. Todas as atividades do festival, das exibições às atividades do mercado, mantêm acesso gratuito.


Criado em 2008, o ANIMAGE é o principal festival de animação em atividade no Brasil e um dos mais importantes da América Latina. Reconhecida pela diversidade, abertura a produções autorais e diálogo com diferentes técnicas e estéticas, a curadoria do festival consolidou o ANIMAGE como espaço importante para filmes experimentais, autorais, obras de grande circulação e novas vozes do setor. Ao longo dos anos, recebeu nomes de destaque da animação mundial, como Emma de Swaeff e Marc Roels, Alê Abreu, Bruno Collet, Kaspar Jancis, Rosana Urbes, Andrea Martignoni, Phill Mulloy, Regina Pessoa, Jonatan Schwenk, Sébastien Laudenbach, entre muitos outros.


O Festival ANIMAGE 2026 tem patrocínio master da Petrobras, idealização e produção da Rec-Beat Produções e Leão Produções e realização do Ministério da Cultura e Governo Federal via Lei Federal de Incentivo à Cultura.




Conheça os finalistas do Prêmio Grande Otelo 2026

Por Graça Paes, RJ


“O Agente Secreto” tem o maior número de indicações na edição que celebra o aniversário de 25 anos de premiações da Academia. Evento acontece no dia 4 de agosto no Theatro Municipal do Rio de Janeiro


Foto Prêmio ( Rogerio Resende/Divulgação) 


A Academia Brasileira de Cinema acaba de divulgar a lista dos finalistas do Prêmio Grande Otelo, dando início à contagem regressiva para a maior premiação do setor audiovisual nacional, que este ano celebra o aniversário de 25 anos de premiações da Academia. A cerimônia acontecerá no dia 4 de agosto no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, às 20h15, com transmissão ao vivo para todo o país pelo Youtube da Academia e pelo Canal Brasil. O filme com maior número de indicações (18) é “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho. 


“Vinte e cinco anos é fato para comemorar. Estivemos, estamos e estaremos sempre junto com o que o audiovisual brasileiro produz”, diz a presidente da Academia Brasileira de Cinema, Renata Almeida Magalhães.


Ao todo serão anunciados 32 prêmios para longas-metragens, curtas-metragens e séries brasileiras: 31 produções serão escolhidas pelo amplo júri formado por profissionais associados à Academia Brasileira de Cinema, além do disputado Grande Otelo de Melhor Filme pelo Júri Popular, escolhido pelo público por meio de votação aberta realizada no site da Academia. Concorrerão ao voto popular os cinco finalistas das categorias Melhor Longa-metragem Ficção, Melhor Longa-metragem Comédia e Melhor Longa-metragem Documentário. A edição deste ano marca o retorno da categoria Melhor Longa-metragem Comédia e inclui o prêmio de Melhor Montagem Documentário. 


“Os 25 anos são um marco para toda a indústria audiovisual brasileira e o Rio tem orgulho de fazer parte dessa história. O setor audiovisual movimentou R$ 4,7 bilhões na economia carioca em 2025, reúne mais de 2,7 mil empresas e gera emprego, renda e oportunidades. Somos hoje a cidade mais filmada da América Latina, com quase 11 mil diárias de filmagem autorizadas no ano passado. Apoiar o Prêmio Grande Otelo é fortalecer a cultura, a economia criativa e a projeção do Rio no Brasil e no mundo”, afirma o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Cavaliere.


O Prêmio Grande Otelo conta com o apoio da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, por meio da RioFilme, órgão que integra a Secretaria Municipal de Cultura, e tem a abertura dos envelopes e os resultados sendo apurados, acompanhados e auditados pela PwC Brasil. 




FINALISTAS PRÊMIO GRANDE OTELO 2026


MELHOR LONGA-METRAGEM FICÇÃO

HOMEM COM H, de Esmir Filho. Produção: Marcio Fraccaroli, Andre Fraccaroli e Veronica Stumpf por Paris Produções Cinematográficas

MANAS, de Marianna Brennand. Produção: Carolina Benevides e Marianna Brennand por Inquietude; Beto Gauss e Francesco Civita por Pródigo

O AGENTE SECRETO, de Kleber Mendonça Filho. Produção: Winston Araujo, Emilie Lesclaux e Kleber Mendonça Filho por Cinemascópio Produções Cinematográficas

O FILHO DE MIL HOMENS, de Daniel Rezende. Produção: Karen Castanho, Bianca Vilar, Fernando Fraiha por Biônica Filmes e Krysse Melo, Juliana Funaro e René Sampaio por Barry Company

O ÚLTIMO AZUL, de Gabriel Mascaro. Produção: Rachel Daisy Ellis por Desvia 



MELHOR LONGA-METRAGEM COMÉDIA

AGENTES MUITO ESPECIAIS, de Pedro Antonio. Produção: Iafa Britz por Migdal Filmes; Luiz Noronha, Alberto Elias, Cecilia Grosso e Samanta Moraes por A Fábrica e Na Paralela

C.I.C – CENTRAL DE INTELIGÊNCIA CEARENSE, de Halder Gomes. Produção: Marcio Fraccaroli, Andre Fraccaroli e Veronica Stumpf por Paris Produções Cinematográficas

SEXA, de Gloria Pires. Produção: Belisario Franca, Bianca Lenti e Maurício Magalhães por Giros Filmes e Gloria Pires por Audaz Filmes

SONHAR COM OS LEÕES, de Paolo Marinou-Blanco. Produção: Eduardo Rezende e Thiago Mascarenhas por Capuri Filmes

UMA MULHER SEM FILTRO, de Arthur Fontes. Produção: Arthur Fontes por Conspiração

VELHOS BANDIDOS, de Claudio Torres. Produção: Claudio Torres, Renata Brandão e Juliana Capelini por Conspiração



MELHOR LONGA-METRAGEM DOCUMENTÁRIO

A QUEDA DO CÉU, de Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha. Produção: Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha por Aruac Produções

APOCALIPSE NOS TRÓPICOS, de Petra Costa. Produção: Petra Costa por Busca Vida Filmes

HORA DO RECREIO, de Lucia Murat. Produção: Lucia Murat por Taiga Filmes

MAMBEMBE, de Fabio Meira. Produção: Fabio Meira por Roseira Filmes 

RITAS, de Oswaldo Santana e Karen Harley. Produção: Karen Castanho, Bianca Villar e Fernando Fraiha por Biônica Filmes



MELHOR LONGA-METRAGEM INFANTIL

NARCISO, de Jeferson De. Produção: Cristiane Arenas por Buda Filmes

O DIÁRIO DE PILAR NA AMAZÔNIA, de Eduardo Vaisman e Rodrigo Van Der Put. Produção: Juliana Capelini e Renata Brandão por Conspiração

O ÚLTIMO EPISÓDIO, de Maurilio Martins. Produção: Thiago Macêdo Correia por Filmes de Plástico

OS DRAGÕES, de Gustavo Spolidoro. Produção: Gustavo Spolidoro por GusGus Cinema

THIAGO E ÍSIS E OS BIOMAS DO BRASIL, de João Amorim. Produção: João Amorim por Amorim Filmes 



MELHOR LONGA-METRAGEM ANIMAÇÃO

AUTHENTIC GAMES NO IMPÉRIO DESCONECTADO, de Bruno Murtinho. Produção: Patrícia Chamon e Catarina Chamon por Rubi Filmes, Marco Túlio por Authenticgames Canal e Produções, Leonardo Edde por Urca Filmes e Bruno Murtinho por Aya Produções Cinematográficas

EU E MEU AVÔ NIHONJIN, de Celia Catunda. Produção: Celia Catunda, Ricardo Rozzino e Kiko Mistrorigo por Pinguim Content

NOSSO LOUCO AMOR, de Nelson Botter Jr. Produção: Nelson Botter Jr e Fernando Alonso por Tortuga Studios

TAINÁ E OS GUARDIÕES DA AMAZÔNIA - EM BUSCA DA FLECHA AZUL, de Alê Camargo e Jordan Nugem. Produção: Virginia Limberger por Sincrocine Produções Cinematográficas



MELHOR LONGA-METRAGEM IBERO-AMERICANO

BELÉN (Argentina) – Direção: Dolores Fonzi. Indicação: Academia de las Artes y Ciencias Cinematográficas de la Argentina

LA MISTERIOSA MIRADA DEL FLAMENCO (Chile) – Direção: Diego Céspedes. Indicação: Academia de Cine de Chile

O RISO E A FACA (Portugal) – Direção: Pedro Pinho. Indicação: Academia Portuguesa de Cinema

PEPE (República Dominicana) – Direção: Nelson Carlo de los Santos Arias. Indicação: Academia de las Artes y Ciencias Cinematográficas de la República Dominicana

UN POETA (Colômbia) – Direção: Simón Mesa Soto. Indicação: Academia Colombiana de Cine



MELHOR DIREÇÃO

DANIEL REZENDE por O Filho de Mil Homens

ESMIR FILHO por Homem com H

GABRIEL MASCARO por O Último Azul

KLEBER MENDONÇA FILHO por O Agente Secreto 

MARIANNA BRENNAND por Manas



MELHOR PRIMEIRA DIREÇÃO DE LONGA-METRAGEM

DOUGLAS SOARES por Papagaios

GLORIA PIRES por Sexa

JÚLIA JORDÃO por Perfeitos Desconhecidos 

MÁRCIA FARIA por A Procura de Martina

RAFAELA CAMELO por A Natureza das Coisas Invisíveis 



MELHOR ATRIZ DE LONGA-METRAGEM

CAMILA PITANGA como Sabina por Malês

CAROLINA DIECKMMANN como Kátia por (Des)controle 

DENISE WEINBERG como Teresa por O Último Azul 

JAMILLI CORREA como Marcielle por Manas 

TÂNIA MARIA como Dona Sebastiana por O Agente Secreto 



MELHOR ATOR DE LONGA-METRAGEM

ANTONIO PITANGA com Pacífico Licutan por Malês

ARY FONTURA como Rodolfo por Velhos Bandidos

IRANDHIR SANTOS como Valério por Os Enforcados

JESUÍTA BARBOSA como Ney Matogrosso por Homem com H

RODRIGO SANTORO como Crisóstomo por O Filho de Mil Homens 

WAGNER MOURA como Marcelo, Armando e Fernando por O Agente Secreto 



MELHOR ATRIZ COADJUVANTE

ALICE CARVALHO como Fátima por O Agente Secreto

CAMILA MÁRDILA como Simone por A Natureza das Coisas Invisíveis 

DIRA PAES como Aretha por Manas

GRACE PASSÔ como Maria por O Filho de Mil Homens

HERMILA GUEDES como Claudia por O Agente Secreto



MELHOR ATOR COADJUVANTE 

ADANILO como Ludemir por O Último Azul

ALEJANDRO CLAVEAUX como Adriano por Ruas da Glória 

AUGUSTO MADEIRA como Doutor Batista por Os Enforcados

CARLOS FRANCISCO como Seu Alexandre por O Agente Secreto 

GABRIEL LEONE como Bobbi por O Agente Secreto

ROBÉRIO DIOGENES como Delegado Euclides por O Agente Secreto 

RODRIGO SANTORO como Cadu por O Último Azul 

RÔMULO BRAGA como Marcílio por Manas



MELHOR ROTEIRO ORIGINAL

ANNA MUYLAERT por A Melhor Mãe do Mundo 

ESMIR FILHO por Homem com H

FELIPE SHOLL, MARCELO GRABOWSKY, MARIANNA BRENNAND, CAROLINA BENEVIDES, ANTONIA PELLEGRINO e CAMILA AGUSTINI por Manas

GABRIEL MASCARO e TIBÉRIO AZUL por O Último Azul 

KLEBER MENDONÇA FILHO por O Agente Secreto 

RAFAELA CAMELO por A Natureza das Coisas Invisíveis



MELHOR ROTEIRO ADAPTADO

ALY MURITIBA e JESSICA CANDAL por Barba Ensopada de Sangue - adaptado da obra “Barba Ensopada de Sangue”, de Daniel Galera

BRUNO BINI por Cinco Tipos de Medo - adaptado do curta-metragem “Três Tipos de Medo”, de Bruno Bini

DANIEL REZENDE por O Filho de Mil Homens - adaptado da obra “O Filho de Mil Homens”, de Valter Hugo Mãe

ERYK ROCHA e GABRIELA CARNEIRO DA CUNHA por A Queda do Céu - adaptado do livro “A Queda do Céu”, de Davi Kopanawa e Bruce Albert

MARCO DUTRA por Enterre seus Mortos - baseado no livro "Enterre seus Mortos", de Ana Paula Maia

WAGNER DE ASSIS por O Advogado de Deus - adaptado da obra “O Advogado de Deus”, de Zíbia Gasparetto e Lucius



MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA

AZUL SERRA, ABC, por Homem com H 

AZUL SERRA, ABC, por O Filho de Mil Homens 

EVGENIA ALEXANDROVA por O Agente Secreto 

GUILLERMO GARZA por O Último Azul 

PIERRE DE KERCHOVE por Manas



MELHOR DIREÇÃO DE ARTE

DAYSE BARRETO por O Último Azul 

DINA SALEM LEVY por Um Lobo Entre os Cisnes

MARCOS PEDROSO por Manas

THALES JUNQUEIRA por Homem com H

THALES JUNQUEIRA por O Agente Secreto 



MELHOR FIGURINO

GABRIELLA MARRA por Homem com H 

GABRIELLA MARRA por O Último Azul 

KIKA LOPES por Manas

MANUELA MELLO por O Filho de Mil Homens 

RITA AZEVEDO por O Agente Secreto 

RÔ NASCIMENTO por Malês



MELHOR MAQUIAGEM

ANDREA TRISTÃO por Barba Ensopada de Sangue

JULIANA BOLZE por O Último Azul

MARISA AMENTA por O Agente Secreto

MARTÍN MACÍAS TRUJILLO por Homem com H 

MARTÍN MACÍAS TRUJILLO por O Filho de Mil Homens 



MELHOR MONTAGEM DE FICÇÃO

BRUNO BINI por Cinco Tipos de Medo

EDUARDO SERRANO e MATHEUS FARIAS por O Agente Secreto 

GERMANO DE OLIVEIRA, EDT, por Homem com H

ISABELA MONTEIRO DE CASTRO por Manas

MARCELO JUNQUEIRA, AMC, por O Filho de Mil Homens 



MELHOR MONTAGEM DOCUMENTÁRIO

ANDRÉ FELIPE SILVA e JOÃO WAINER por Zico - O Samurai de Quintino

CRISTINA AMARAL por Ecos do Teatro Experimental do Negro

DAVID BARKER, TINA BAZ, NELS BANGERTER, JORDANA BERG, VICTOR MIACIRO e EDUARDO GRIPA por Apocalipse nos Trópicos

FABIO MEIRA, JULIANO CASTRO e AFFONSO UCHÔA por Mambembe

JORDANA BERG por Cazuza, Boas Novas 

OSWALDO SANTANA, AMC, por Ritas



MELHOR EFEITO VISUAL

ALEXANDRE BOIRON, LUUK MEIJER e DAVID VAN HEESWIJK por O Agente Secreto

CLAUDIO PERALTA por O Diário de Pilar na Amazônia

EDUARDO KURT, MAGDALENA MAIA, SOFIA SUSSEKIND, BEATRIZ PAIXÃO e VANDRÉ HUPPES por O Último Azul

JULIANO STORCHI por O Filho de Mil Homens 

MASSAO ASAGA por Homem com H



MELHOR SOM

ANA LUIZA PENNA, MARTÍN GRIGNASCHI e ARMANDO TORRES JR, ABC, por Homem com H 

LIA CAMARGO, ABC, TOCO CERQUEIRA e ALAN ZILLI, MPSE, por O Filho de Mil Homens

LILIANA VILLASEÑOR, HEVERSON BATISTA, MARÍA ALEJANDRA ROJAS, ARTURO SALAZAR RB e VINCENT SINCERETTI por O Último Azul

PEDRO MOREIRA, MOABE FILHO, TIJN HAZEN e CYRIL HOLTZ por O Agente Secreto

VALÉRIA FERRO, MIRIAM BIDERMAN, ABC, RICARDO REIS, ABC e ARMANDO TORRES JR, ABC, por Manas



MELHOR TRILHA SONORA

ANDRÉ ABUJAMRA e GEORGE NAHSSEN por A Melhor Mãe do Mundo

ANTONIO PINTO e BARULHISTA por Malês

FABIO GÓES por O Filho de Mil Homens

GUILHERME AMABIS, MARIANA AMABIS e RICA AMABIS por Homem com H

TOMAZ ALVES SOUZA e MATEUS ALVES por O Agente Secreto 



MELHOR SÉRIE BRASILEIRA DE FICÇÃO PARA TV ABERTA, TV PAGA OU STREAMING

ÂNGELA DINIZ: ASSASSINADA E CONDENADA - 1ª TEMPORADA - Produção: Conspiração - Andrucha Waddington e Renata Brandão

BELEZA FATAL - 1ª TEMPORADA - Produção: Coração da Selva - Geórgia Costa Araújo e Luciano Patrick

CANGAÇO NOVO - 2ª TEMPORADA - Produção: O2 Filmes - Andrea Barata Ribeiro

EMERGÊNCIA RADIOATIVA - 1ª TEMPORADA - Produção: Gullane - Caio Gullane e Fabiano Gullane

MÁSCARAS DE OXIGÊNIO NÃO CAIRÃO AUTOMATICAMENTE - 1ª TEMPORADA - Produção: Morena Filmes - Thiago Pimentel, Mariza Leão e Tiago Rezende



MELHOR ATRIZ SÉRIE DE FICÇÃO PARA TV ABERTA, TV PAGA OU STREAMING 

ADRIANA ESTEVES como Cibele por Os Outros

ALICE CARVALHO como Dinorah por Cangaço Novo

BRUNA LINZMEYER como Léa por Máscaras de Oxigênio não Cairão Automaticamente 

CAMILA PITANGA como Lola por Beleza Fatal

MARJORIE ESTIANO como Ângela Diniz por Ângela Diniz: Assassinada e Condenada 

THAINÁ DUARTE como Dilvânia por Cangaço Novo



MELHOR ATOR SÉRIE DE FICÇÃO PARA TV ABERTA, TV PAGA OU STREAMING

ALLAN SOUZA LIMA como Ubaldo Vaqueiro por Cangaço Novo 

CHICO DÍAZ como Galego por Os Donos do Jogo

JOHNNY MASSARO como Fernando por Máscaras de Oxigênio não Cairão Automaticamente 

JOHNNY MASSARO como Marcio por Emergência Radioativa 

RAVEL ANDRADE como Raul Seixas por Raul Seixas - Eu Sou

 


MELHOR SÉRIE BRASILEIRA DE DOCUMENTÁRIO PARA TV ABERTA, TV PAGA OU STREAMING

A MULHER DA CASA ABANDONADA - 1ª TEMPORADA - Produção: Coiote Produções - Marcia Vinci, Gil Ribeiro e Margarida Ribeiro

CAÇADOR DE MARAJÁS - 1ª TEMPORADA - Produção: Boutique Filmes - Gustavo Mello e Waking Up Films - Marcelo Campanér - Charly Braun

CAZUZA: ALÉM DA MÚSICA - 1ª TEMPORADA - Produção: Conspiração - Andrucha Waddington, Renata Brandão e Luísa Barbosa

CHICO ANYSIO - UM HOMEM À PROCURA DE UM PERSONAGEM - TEMPORADA ÚNICA - Produção: Casé Filmes - Augusto Casé

CONGONHAS: TRAGÉDIA ANUNCIADA - TEMPORADA ÚNICA - Pródigo - Beto Gauss e Francesco Civita; Sobretudo Produção - Angelo Defanti e Bárbara Defanti

O TESTAMENTO: O SEGREDO DE ANITA HARLEY - TEMPORADA ÚNICA - Produção: Globo - Fernanda Neves



MELHOR SÉRIE BRASILEIRA DE ANIMAÇÃO PARA TV ABERTA, TV PAGA OU STREAMING

AS AVENTURAS DE TITA - 1ª TEMPORADA - Produção: FK Sound - Felipe Andrade dos Santos e Viu Cine - Ulisses Brandão

ESQUADRÃO DO MAR AZUL - 2ª TEMPORADA - Produção: Belli Studio - Aline Belli, Rubens Belli e Cassio Schmitt

ESSE É O BICHO! - 2ª TEMPORADA - Produção: Sabiá Educacional - Daniel Neves Montezano

GNAKS! - 1ª TEMPORADA - Produção: Mandra Filmes - Paulo GC Miranda, Ricardo de Podestá e Thiago Camargo

O MUNDO SEM FILTRO DE ANY MALU - 1ª TEMPORADA - Produção: Combo Estúdio Animações - Marcelo Pereira e Vitor Campos 

OSMAR, A PRIMEIRA FATIA DO PÃO DE FORMA - 3ª TEMPORADA - Produção: 44 Toons - Ale McHaddo, Guilherme Machado de Sá e Rafael Reinoso

SENNINHA NA PISTA MALUCA - 3ª TEMPORADA - Produção: Gullane - Caio Gullane e Fabiano Gullane



MELHOR CURTA-METRAGEM FICÇÃO 

AMARELA, direção: André Hayato Saito

ARAME FARPADO, direção: Gustavo de Carvalho 

BOIUNA, direção: Adriana de Faria

KLAUSTROFOBIA, direção: João Londres

PEIXE MORTO, direção: João Fontenele 

PRESÉPIO, direção: Felipe Bibian



MELHOR CURTA-METRAGEM DOCUMENTÁRIO 

CARTAS PELA PAZ, direção: Mariana Reade, Thays Acaiabe e Patrick Zeiger 

CONSELHO, direção: Alice Riff

FILME SEM QUERER, direção: Lincoln Péricles 

REPLIKA, direção: Piratá Waurá e Heloisa Passos

SEBASTIANA, direção: Pedro de Alencar



MELHOR CURTA-METRAGEM ANIMAÇÃO

A TRAGÉDIA DO LOBO GUARÁ, direção: Kimberly Palermo 

COMO NASCE UM RIO, direção: Luma Flôres

MÃE DA MANHÃ, direção: Clara Trevisan

SAFO, direção: Rosana Urbes

SEU VÔ E A BALEIA, direção: Mariana Elisabetsky

UMA MENINA, UM RIO, direção: Renata Martins Alvarez 



Sobre a Academia Brasileira de Cinema 

Com sede no Rio de Janeiro e representatividade nacional, a Academia Brasileira de Cinema é uma entidade independente com a finalidade, entre outras, de instituir o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, agora Prêmio Grande Otelo, e contribuir para a discussão, promoção e fortalecimento da indústria audiovisual em todo o Brasil. A Academia Brasileira de Cinema foi reconhecida em 2020 pela Academy of Motion Picture, Arts and Sciences como única entidade credenciada para indicar o filme que representa o cinema brasileiro na categoria Melhor Longa-Metragem Internacional no Oscar, sem qualquer tutela do governo que esteja no poder.


Profissionais do setor, das mais diversas áreas, podem se associar à Academia, adquirindo assim não apenas o direito de votar no Prêmio Grande Otelo, mas de participar das assembleias e eventos que acontecem ao longo do ano, como a eleição para a comissão que escolhe o filme brasileiro indicado para representar o país no Oscar. A Academia Brasileira de Cinema é presidida por Renata Almeida Magalhães e a diretoria é composta por Paulo Mendonça (vice-presidente), Bárbara Paz, Ariadne Mazzetti, Allan Deberton e Jeferson De.


quinta-feira, 21 de maio de 2026

Crítica do filme: “O Mandaloriano e Grogu”

Por Graça Paes, RJ

Dirigido por Jon Favreau, que também assina o roteiro ao lado de Dave Filoni, produção de Jon Favreau, Dave Filoni, Kathleen Kennedy, Ian Bryce e Karen Gilchrist, após anos longe das telonas, a franquia Star Wars retorna ao cinema em grande estilo com “O Mandaloriano e Grogu” que estreia nos cinemas em 21 de maio e marca o primeiro lançamento cinematográfico da saga desde “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, em 2019. 


O filme, com 2h 12m, transforma a já consagrada relação entre Din Djarin e Grogu em uma aventura épica, emocionante e repleta da essência que conquistou os fãs da galáxia criada por George Lucas.

Mais do que batalhas espaciais, efeitos visuais impressionantes e cenas de ação grandiosas, “O Mandaloriano e Grogu” aposta na força emocional da parceria entre seus protagonistas. Din Djarin, vivido novamente por Pedro Pascal, que segue como o guerreiro silencioso e protetor, enquanto Grogu, o adorável personagem que conquistou o mundo, assume um papel ainda mais importante na narrativa, mostrando amadurecimento, coragem e sensibilidade.

O longa nos leva a reflexão sobre alguns temas importantes, entre eles, amizade, lealdade, companheirismo e a família que escolhemos ao longo da vida. A conexão entre os dois personagens, Mandaloriano e Grogu, é o verdadeiro coração da trama, trazendo momentos divertidos, emocionantes e capazes de aproximar tanto os fãs antigos quanto uma nova geração do universo Star Wars. A relação quase paternal entre eles continua sendo o maior acerto da franquia moderna.

Jon Favreau entrega uma direção segura, equilibrando nostalgia e renovação, enquanto Dave Filoni contribui para expandir ainda mais o universo da saga sem perder a essência clássica da franquia. A produção aposta em uma experiência cinematográfica grandiosa, com visual impecável, trilha sonora marcante e sequências de ação dignas da tradição Star Wars.


Além do retorno de Pedro Pascal, o elenco ainda conta com nomes como Sigourney Weaver e Jeremy Allen White, ampliando o peso dramático da produção. O filme também representa um importante passo para o futuro da franquia, sendo visto como uma nova porta de entrada para o universo Star Wars nas telonas.


“O Mandaloriano e Grogu” não é apenas uma continuação da série de sucesso do Disney+, mas uma celebração da amizade, da esperança e da união em tempos difíceis, valores que sempre fizeram parte da essência de Star Wars. Um retorno emocionante, nostálgico e cheio de coração para os cinemas.


A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é DEZ!!!!

Nossa dica: assista em salas de cinema com melhor qualidade de som e imagem para você realmente ter uma experiência digna da saga STAR WARS. 

Fotos Divulgação




quarta-feira, 13 de maio de 2026

O aguardado lançamento de Supergirl vai transformar o Rio de Janeiro em palco de uma verdadeira celebração heróica!

Por Graça Paes, RJ


Em uma das paradas mais especiais da turnê global de imprensa, a estrela Milly Alcock, o diretor Craig Gillespie, a roteirista Ana Nogueira e o produtor Peter Safran desembarcam na Cidade Maravilhosa entre os dias 13 e 15 de junho para uma programação cheia de energia, emoção e momentos inesquecíveis com os fãs brasileiros no Rio de Janeiro.



CONFIRA O POST OFICIAL
Alô, Brasil! A DC Studios e a Warner Bros. Pictures acabam de confirmar a passagem da turnê mundial de Supergirl pelo Rio de Janeiro — e os fãs já podem entrar na contagem regressiva! Durante três dias, o elenco e os criadores do longa vão mergulhar no clima vibrante da cidade em uma agenda especial inspirada na grandiosidade do universo DC.



Na nova aventura, Kara Zor-El embarca em uma jornada intergaláctica repleta de ação, vingança e descobertas, ao lado de aliados improváveis, enquanto enfrenta uma ameaça poderosa que pode mudar tudo. E os fãs brasileiros serão os primeiros a sentir de perto toda a emoção dessa nova fase épica do Universo DC!



Com apoio da RioFilme, a passagem de Supergirl pelo Rio promete experiências únicas, ativações especiais e cenários de tirar o fôlego tendo as paisagens cariocas como pano de fundo.
Supergirl estreia nos cinemas brasileiros em 25 de junho de 2026, também em IMAX® e em versões acessíveis, com distribuição da Warner Bros. Pictures.


Sobre o filme
Estrelado por Milly Alcock no papel de Kara Zor-El/Supergirl, o longa marca uma nova e eletrizante aventura da heroína nas telonas. O filme conta ainda com nomes como Matthias Schoenaerts, Eve Ridley, David Krumholtz, Emily Beecham, David Corenswet e Jason Momoa no elenco.


A produção é assinada pelos líderes da DC Studios, Peter Safran e James Gunn, baseada nos personagens criados por Jerry Siegel e Joe Shuster.



Com direção de Craig Gillespie e roteiro de Ana Nogueira, Supergirl promete levar o público a uma aventura emocionante, visualmente grandiosa e cheia de personalidade,  exatamente como uma heroína desse tamanho merece.



quinta-feira, 30 de abril de 2026

Crítica do filme: “O Diabo veste Prada 2”

Por Graça Paes, RJ

O longa “O Diabo Veste Prada 2” chega expandindo o universo já consagrado do primeiro filme enquanto mergulha em temas contemporâneos com sensibilidade e inteligência. Sob a direção de David Frankel e com roteiro afiado de Aline Brosh McKenna, a narrativa elegante e surpreendentemente evolui para além dos bastidores da moda e se transforma em um retrato das transformações profundas no mercado editorial e jornalístico.

O filme acerta ao incorporar o declínio da mídia impressa como pano de fundo dramático. A iminente aposentadoria de Miranda Priestly não representa apenas o fim de uma era pessoal, mas simboliza o fechamento de inúmeros veículos tradicionais que já não conseguem competir com o ritmo acelerado do mundo digital. Essa camada traz um tom melancólico, mas também reflexivo, convidando o público a pensar sobre o valor da curadoria, da autoridade editorial e da adaptação em tempos de mudança.


Ao mesmo tempo, a obra celebra as transformações no mundo da moda, especialmente no que diz respeito à inclusão. As passarelas e campanhas agora refletem uma diversidade de corpos e identidades, mostrando que o conceito de beleza está, finalmente, se expandindo. Essa evolução é tratada com naturalidade e elegância, sem perder o glamour característico da franquia.

No centro da trama, a disputa entre Miranda Priestly e Emily Charlton é simplesmente magnética. Emily, agora uma executiva poderosa, surge como uma adversária à altura — ambiciosa, estratégica e marcada por sua própria trajetória de crescimento. A relação entre as duas é carregada de tensão, respeito e rivalidade, oferecendo alguns dos momentos mais eletrizantes do filme. A batalha pela publicidade, em meio ao colapso da mídia impressa, funciona como um campo de guerra sofisticado onde inteligência e influência são as armas principais.

Mas ‘O Diabo Veste Prada 2’ não é apenas sobre poder e competição. O longa também explora temas como lealdade, amizade e ambição com maturidade. As personagens enfrentam escolhas difíceis, onde sucesso profissional e relações pessoais frequentemente entram em conflito, tornando a narrativa emocionalmente envolvente.


Visualmente, o filme é deslumbrante. A fotografia é refinada, com composições que valorizam tanto o luxo da moda quanto a frieza dos ambientes corporativos. As cenas são cuidadosamente construídas e carregadas de estilo, garantindo momentos icônicos que certamente serão revisitados e celebrados no futuro, assim como no filme original.

Com o retorno do elenco, incluindo Meryl Streep, Anne Hathaway, Emily Blunt e Stanley Tucci, o filme mantém a química e o carisma que conquistaram o público, ao mesmo tempo em que apresenta uma história mais madura e alinhada com os desafios do presente.

“O Diabo Veste Prada 2” não é apenas uma sequência digna: é uma evolução necessária. Um filme que entretém, encanta e, acima de tudo, provoca reflexão sobre um mundo em constante transformação.

A Agência Zapp News já assistiu e te convida a colocar seu melhor look e correr para a sala de cinema mais próxima. Nossa nota é DEZ.