quarta-feira, 19 de setembro de 2018
segunda-feira, 17 de setembro de 2018
Novo trailer: "O Retorno de Mary Poppins"
O musical Live-Action será lançado nos cinemas do Brasil dia 20 de dezembro de 2018.
“O RETORNO DE MARY POPPINS”: WALT DISNEY STUDIOS MOTION PICTURES
SINOPSE:
Em “O Retorno de Mary Poppins”, da Disney, uma sequência inédita, Mary Poppins está de volta para ajudar a próxima geração da família Banks a encontrar a alegria e a magia que estão faltando em suas vidas após passarem por uma perda pessoal. Emily Blunt (“A Garota no Trem”, “Caminhos da Floresta”) estrela “O Retorno de Mary Poppins”, da Disney, como a babá praticamente perfeita com habilidades mágicas singulares que pode transformar uma tarefa de rotina em uma aventura fantástica e inesquecível. Ela tem a companhia de seu amigo Jack, interpretado por Lin-Manuel Miranda (“Hamilton,” “Moana – Um Mar de Aventuras”), um acendedor de lampiões otimista que ajuda a trazer luz – e vida – às ruas de Londres.
“O Retorno de Mary Poppins” tem direção de Rob Marshall (“Caminhos da Floresta”, “Chicago”) e produção de Marshall, John DeLuca (“Caminhos da Floresta”) e Marc Platt (“La La Land: Cantando Estações”). O roteiro é de David Magee (“As Aventuras de Pi”) e a história é de Magee, Marshall & DeLuca baseada em The Mary Poppins Stories de PL Travers com música de Marc Shaiman (“Hairspray – Em Busca da Fama”) e canções de Shaiman e Scott Wittman (“Hairspray – Em Busca da Fama”).
Também estão no elenco de “O Retorno de Mary Poppins” Ben Whishaw (“007 Contra Spectre”) como Michael Banks; Emily Mortimer (“A Invenção de Hugo Cabret”) como Jane Banks; Julie Walters (filmes “Harry Potter”) como Ellen, a governanta da família Banks; Colin Firth (“O Discurso do Rei”) como William Weatherall Wilkins do Banco Fidelity Fiduciary; e Meryl Streep (“Florence: Quem é Essa Mulher”) como Topsy, a prima excêntrica de Mary, e apresenta três novas crianças da família Banks interpretadas por Pixie Davies (“O Lar das Crianças Peculiares”), Nathanael Saleh (“Game of Thrones”) e o novato Joel Dawson. Além disso, Angela Lansbury interpreta a Moça dos Balões, personagem estimada dos livros de PL Travers e Dick Van Dyke é Mr. Dawes Jr., o presidente aposentado do banco que agora é presidido pelo personagem de Firth.
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Novo trailer: "O Retorno de Mary Poppins"
Filme Sansão contará com pré-estreias, em seis estados brasileiros, entre os dias 17 e 22 de setembro
Rio de Janeiro, São Paulo, Goiás, Paraná, Pará e Amazonas vão reunir um público de cerca de duas mil pessoas para prestigiar a trama
Através da parceria entre a 360 WayUp e California Filmes, mais um filme cristão chega às salas de cinema do Brasil. Dos mesmos produtores de Deus Não Está Morto - 1, 2 e Uma Luz na Escuridão -, Sansão é o novo lançamento da Pure Flix, uma das produtoras independentes de maior relevância no cenário cristão.
O longa conta a história bíblica de um homem chamado por Deus, que possuía uma força sobrenatural, e foi escolhido para libertar seu povo da escravidão. Porém, suas decisões impulsivas o colocam contra o Império filisteu. Capturado, traído e cegado, Sansão pede a Deus forças para enfrentar a sua última batalha.
O filme estreia nos cinemas no dia 27 de setembro em diversos cidades do país. Alguns estados vão realizar pré-estreias, que são sessões exclusivas para representantes da mídia, influenciadores e líderes católicos e evangélicos, com o intuito de fomentar a divulgação. Entre os dias 17 e 22 de setembro, Rio de Janeiro, São Paulo, Goiânia, Curitiba, Belém do Pará e Manaus vão reunir um público de cerca de duas mil pessoas.
Para Ygor Siqueira, CEO da 360 WayUp, empresa que ficou conhecida por participar de grandes projetos no mercado cinematográfico cristão, o novo lançamento traz um diferencial: “Sansão é um filme que narra muito bem os capítulos da Bíblia em que a história do personagem é descrita. A cada cena dá para perceber que os fundamentos bíblicos da trama foram mantidos, mesmo com a licença poética”, afirma.
quinta-feira, 13 de setembro de 2018
Crítica do Filme: “O predador: a caçada evoluiu”
Por Graça Paes, RJ
A Agência Zapp News já assistiu e
nossa nota é 9.
Com classificação 16 anos, o
longa estreia dia 13 de setembro
O sexto filme da temática o predador, sendo este, “O
Predador: a caçada evoluiu”, tem a direção de Shane Black, a produção de John
Davis e é escrito por Black, Fred Dekkere e Jim Thomas. A classificação, que seria 18
anos, passou para 16 anos.
Esqueçam os filmes anteriores e principalmente o de 1987. Este é
um novo filme, apesar de ter algumas referências ao de 1987. O longa tem uma bela
fotografia, uma boa trilha sonora, composta por Henry Jackman, e um bom roteiro.
Tem boas cenas de ação e os efeitos especiais e a maquiagem são magnificos.
Provavelmente, as cenas com os
ataques do Predador vão fazer parte do público torcer o rosto, pelo fato, de serem bem verossímeis, tanto em
relação aos corpos humanos, e até pode se dizer nojentas, quanto aos
alienígenas, já que estes soltam uma gosma verde, mas elas estão dentro do contexto
do roteiro e são bem dirigidas e bem realizadas.
O filme tem uns erros, infelizmente, a direção
comete alguns deslizes, principalmente em algumas das cenas de ação, mas nada que venha
comprometer a história que está muito bem contada e ainda deixa um gancho que
talvez possa ser de uma sequência.
O longa é daquele tipo que é para
ser visto, ser curtido e ponto. E, ele ainda aborda temas interessantes como: segredos
que envolvem o governo e as forças armadas, ego, amizade, poder,
insubordinação, relacionamento familiar, autismo, ciência.
Um dos destaques vai também para o
elenco, Jacob Tremblay, que brilhou em “Extraordinário”, Trevante Rhodes, que soma vários filmes, Boyd Holbrook, Olivia Munn, Keegan Key,
Sterling K.Brown, Thomas Jane, entre outros.
No longa, novamente, o Predador, retorna a Terra. Só que desta vez, os estudos comprovam que ele agora possui DNA
humano e que está muito mais forte e inteligente e que desta vez veio em busca, “a caça”, de um
de nossos melhores representantes terráqueos para levar para seu planeta e dar
continuidade a evolução de sua espécie
O filme começa com “O Predador” e
sua nave caindo no meio da mata, onde soldados do exército americano estão em
operação, e daí em diante, o nosso protagonista, Quinn McKenna, interpretado por
Boyd Holbrook, um soldado de elite, vê o Predador. Após ter contato com os pertences do
alienígena e ver seu poder de destruição, ele passa a ter problemas com o próprio
exército, com a família e corre até mesmo o risco de ser lobotomizado, para que
não revele o que viu.
Ser lobotomizado é passar por uma cirurgia realizada diretamente no cérebro, em que são cortadas as ligações nervosas entre um ou mais lobos e o tálamo para fazer com que a pessoa esqueça lembranças e se torne inofensiva. Mas, vamos, lá, com a fuga de nosso protagonista a caminho do manicômio, acompanhado de veteranos de guerras também prisioneiros militares, a história se desenrola.
Ser lobotomizado é passar por uma cirurgia realizada diretamente no cérebro, em que são cortadas as ligações nervosas entre um ou mais lobos e o tálamo para fazer com que a pessoa esqueça lembranças e se torne inofensiva. Mas, vamos, lá, com a fuga de nosso protagonista a caminho do manicômio, acompanhado de veteranos de guerras também prisioneiros militares, a história se desenrola.
O soldado de elite foge para tentar salvar sua própria vida, sua família e a
humanidade do predador e junto com os demais detentos, eles formam uma tropa de elite que ainda vai contar com a ajuda de uma cientista
para tentar acabar com o Predador. Se eles vão conseguir? Bom, para obter esta
resposta você terá que ir ao cinema. Estreia dia 13 de setembro.
quarta-feira, 12 de setembro de 2018
Isabel Fillardis retorna ao cinema no filme “Love, Rock & Blues”
O longa terá pré-estreia
na quarta-feira, dia 19 de setembro, no Teatro Cesgranrio, RJ
“’Love, Rock & Blues’
é como um bolo cheio de ingredientes para dar um sabor único a quem for
assistir. O sabor do riso, da emoção e da alegria. Todos misturados. E, com
certeza fará com que cada um volte a sonhar”, diz Isabel Fillardis, que
contracena com a filha, Ana Luz Fillardis.
O filme marca o retorno
de Isabel Fillardis ao cinema, após nove anos. Ela será Maria, a protagonista
da história. Diretora de um colégio que chega para salvar um grupo de uma
enrascada. Apesar de trabalhar na área
de educação, ela é uma ex-cantora frustrada, que abandonou a carreira depois de
sofrer um assédio. André Ramiro também está no elenco e será o ex-marido de
Maria. O longa ainda conta com algumas
participações especiais, entre elas, a do cantor Buchecha.
Segundo o diretor e
idealizador do projeto, Igor Rodriguez, o objetivo é colocar a produção
independente, a princípio, nos cinemas do Rio de Janeiro, de Brasília e de São
Paulo, nos circuitos internacionais e em seguida na televisão. Entre os diferenciais do filme, destacam-se
também o conflito que um dos personagens sofre com sua sexualidade e a produção
dos momentos musicais, que se assemelham a videoclipes. E quem assistir ao
filme terá uma surpresa: duas músicas inéditas foram escritas somente para serem
exibidas no longa e futuramente poderão ser lançadas nas plataformas digitais.
Na quarta-feira, dia 19
de setembro, será realizada a pré-estreia do filme “Love, Rock & Blues”, no
Teatro Cesgranrio, no centro Rio de Janeiro.
O longa produzido pela Gypsy, com 80 minutos de duração e é inspirado em
“Glee” e “High School Musical”. A produção é uma continuação da websérie de
mesmo título lançada no YouTube em maio de 2017.
“Love, Rock & Blues –
O Filme”
SINOPSE
O grupo musical que havia
alcançado o estrelato descobre que por um erro do seu empresário, falta de
pagamento de direitos autorais, pode por
fim ao grande e esperado sonho. Por causa do valor da multa, o grupo até a
quitação não poderá fazer shows. Desiludidos, todos pensam numa saída, mas sem
sucesso. Em meio a tristeza geral, Dan, idealizador do grupo, não desiste e vai
em busca de ajuda tentando encontrar Maria, uma grande amiga da época de
escola. Agora, como diretora do colégio, Maria pode ser a chance que ele
precisa para voltar a ter um espaço e ensaiar com o grupo até que todos
consigam pagar a multa que os impede de se apresentar novamente. A filha de
Maria, Isabela, sem saber o que aconteceu no passado da mãe, tenta ajudá-la a
recuperar sua felicidade. O pedido de Dan leva Maria a um dilema, ela volta a
ter contato com a música.
quarta-feira, 5 de setembro de 2018
Crítica do filme: “A Freira”
Por Graça Paes, RJ
Se
prepare: Você irá dos sustos aos risos
“A
Freira” é o quinto filme da franquia “Invocação do Mal”. A religiosa é citada
nos longas “Invocação do Mal 2” e “Annabelle 2” . O longa tem direção de Corin Hardy, trilha
sonora de Abel Korzeniowski e roteiro de James Wan e Gary Dauberman.
O filme
chega aos cinemas em 6 de setembro com uma bela fotografia e uma trilha sonora
compatível. Os cenários são belíssimos assim como a maquiagem e os efeitos
especiais. O elenco também é impecável. Todos estão muito bem em cena e tem um
roteiro bem escrito.
É um
filme bom, mas a direção de Corin Hardy só peca em algumas cenas. Boa parte dos
sustos são bem previsíveis, mas nada que tire o brilho do quinto filme da
franquia. Só que ao contrário dos anteriores, neste longa, além de tomar uns
sustinhos você também irá aos risos na sala de cinema. Mas, vale ressaltar que
o diretor também tem bons acertos, e que estes, realmente, fazem o coração
bater mais forte, surpreendem e agradam muito. Além do final ser bem
interessante.
O filme
“A freira” começa com um suicídio de uma freira em um convento de clausura. E,
para investigar o caso, o Vaticano envia um padre experiente em exorcismos e
uma noviça prestes a fazer os votos. No caminho, eles encontram o rapaz que
achou o corpo da freira e os três seguem para o local. No local, eles descobrem
um segredo profano e se confrontam com uma força do mal comandada pelo demônio
Valak que toma a forma de uma freira e transforma o local num campo de batalha
entre o bem e o mal.
A
história é retratada de uma forma bem interessante, começa com muitos mistérios que nos serão revelados. Apesar de não ser tão
assustador ,como os quatro anteriores, você que curte a temática de terror e
suspense vai gostar do que irá assistir.
A Agência
Zapp News já conferiu e nossa nota é 9.
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Crítica do filme: “Alfa”
Por Graça Paes, RJ
Poético,
bonito e apaixonante
O longa
“Alfa” com direção de Albert Hughes que também assina o roteiro com Allen Hughes estreia dia 6 de setembro nos cinemas.
O filme
conta a história do jovem Keda (Kodi Smit-McPhee), que num tempo bem distante,
após cair de um penhasco e se perder do seu grupo, uma tribo que precisa
sobreviver em meio a paisagens selvagens, passa por inúmeros perigos para
tentar encontrar o caminho de casa.
No caminho, ele é atacado por uma matilha,
consegue ferir um dos lobos, mas decide não matar o animal. A partir daí, a
história se desenrola, o jovem cuida do lobo e os dois começam uma relação de
amizade. Se ele voltará para casa? Bom, você terá que ir ao cinema conferir.
O filme é
um drama bem poético, tem um bom roteiro, uma fotografia incrível e uma trilha
sonora cativante. 90% das cenas são de excelente qualidade, mas em alguns
momentos se nota o uso de computação gráfica e de cromaqui, mas nada que
comprometa a bela história que é contada e que irá te segurar na poltrona do
cinema sem nem sequer perceber o tempo passar.
É um
longa aborda temas bem relevantes como a luta pela sobrevivência, a amizade
entre ser humano e animais, família, amor, entre outros. É o tipo de filme que
ficará na sua cabeça por algum tempo, te fará refletir.
É
poético, bonito e apaixonante. Do tipo de filme que vale a pena assistir e
levar toda a família para o cinema.
A Agência
Zapp News já assistiu e nossa nota é 9.
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