quarta-feira, 21 de março de 2018

Crítica do filme: “CÍRCULO DE FOGO: A REVOLTA”

Por Graça Paes  (Agência Zapp News)

   

O filme tem uma excelente trilha sonora, um bom roteiro e bons efeitos especiais,  e redesenha os Jaegers, os robôs caçadores de Kaijus. Os monstros colossais que emergem de um portal interdimensional localizado no fundo do Oceano Pacífico.  Uma dica valiosa se não assistiu o primeiro, filme de 2013, com direção de Guillermo Del Toro, assista, o fará entender um pouco melhor a sequência.      Voltando a explicar o conceito dos robôs e dos monstros, vale lembrar que para que um Jaeger enfrente um Kaiju é necessário dois pilotos em seu interior para lhe dar comandos.

     

 E, essa é uma das questões mais complexas da nova versão do longa retratar o drift. que é a sincronização das mentes dos pilotos enquanto comandam um Jaeger. Ela se faz necessária, já que este tipo de robô não funciona com um cérebro só. Para que ele se interligue ao mecha é necessário ter duas mentes conectadas e trabalhando em conjunto. E, para que alcance êxito os pilotos precisam ser mentalmente compatíveis. No filme, o drift consiste em uma montagem das memórias dos pilotos, mas que não fica muito clara na telona dificultando o desenrolar de algumas cenas.  

    

É um bom filme, te manterá bem ligado, acordado, mas a direção peca em detalhes, o que levou a Agência Zapp News a dar nota 9 para o longa. 

     

Em “Círculo de Fogo: A Revolta”, o rebelde Jake Pentecostes (John Boyega), um piloto promissor de Jaeger cujo pai deu a vida para garantir a vitória da humanidade contra o monstruoso "Kaiju", abandona sua formação apenas para tornar-se preso ao submundo do crime. Quando uma ameaça ainda mais imbatível desencadeia pelas cidades, ele tem uma última oportunidade de honrar o legado de seu pai, quando sua irmã Mako Mori (Rinko Kikuchi), que está liderando uma nova geração de pilotos corajosos, que cresceram nas sombras da guerra, dá a ele a última chance.   
 Legendary Pictures/Universal Pictures[/caption]   Para a nova jornada, Jake tem a companhia do talentoso piloto rival Lambert (Scott Eastwood) e da hacker de Jaeger de 15 anos Amara (Cailee Spaeny), os heróis da PPDC que se tornam a única família que ele tem. Levantando-se para se tornar a defesa mais poderosa a andar pela Terra, eles se preparam para uma espetacular aventura.     O longa também tem no elenco Jing Tian, Cailee Spaeny, Rinko Kikuchi, Burn Gorman, Adria Arjona e Charlie Day.  

   

 O conflito entre monstros de destruição em massa e supermáquinas pilotadas por humanos  “Círculo de Fogo: A Revolta” (Pacific Rim Uprising), chega aos cinemas na quinta, 22 de março.  A Sequência da aventura assinada por Guillermo Del Toro,  tem John Boyega e Scott Eastwood como protagonistas, e a direção de Steven S. DeKnight.    


sexta-feira, 16 de março de 2018

Crítica do filme "Maria Madalena"

Por Graça Paes (Agência Zapp News)






Já está nos cinemas, a cinebiografia “Maria Madalena” (Mary Magdalene), um retrato delicado e humanista da primeira testemunha da ressurreição de Jesus Cristo. (Ressurreição é o nome dado à fé cristã de que Jesus Cristo retornou à vida no domingo seguinte à sexta-feira na qual ele foi crucificado.  "Ressuscitou dos mortos ao terceiro dia, conforme as Escrituras"). Maria Madalena foi identificada pelo Vaticano como “Apóstolo dos Apóstolos”, em 2016, mas mesmo assim, ela é chamada e vista como uma figura incompreendida. No longa, esta mulher é mostrada de outra forma. "Queríamos ensinar ao público e aos personagens a procurar as respostas, não aceitar o que lhes é dito”, diz o diretor Garth Davis.






O filme tem uma bela fotografia e um excelente roteiro, mas os primeiros minutos são bem lentos, talvez até porque a pretensão fosse nos deixar apreciar as belas imagens, mas isso pode entediar um pouco, mas supere, pois é o tipo de filme que merece ser visto e apreciado.




O elenco está excelente, claro que todas as palmas vão para Rooney Mara, por dar vida à protagonista. Mas, não podemos deixar de citar que o ator Joaquin Phoenix, que dá vida a Jesus de Nazaré também esta excepcional. O filme nos mostra um Jesus mais maduro e diferente do que até então havíamos visto em filmes bíblicos. Destaques também para Chiwetel Eijofor, como Pedro, e Tahar Rahim, como Judas.






O longa, nos apresenta uma Maria Madalena que contraria as hierarquias. A Maria Madalena do longa desafia sua família tradicional ao decidir não aceitar um casamento arranjado e parte para uma jornada ao lado de Jesus de Nazaré. Nessa nova busca, ela encontra um lugar para si mesma dentro de um movimento que a leva para Jerusalém. E, se destaca.






Palmas para o diretor Garth Davis que saiu do óbvio e que leva as telonas a história de uma personagem tão marcante. Prostituta ou religiosa? Quem realmente foi Maria Madalena? Essas e outras questões você verá na telona. Corra! Já está em cartaz.



Trailer













Crítica do filme Tomb Raider: a origem

Por Graça Paes (Agência Zapp News)
 

O Reboot de Tomb Raider: A Origem tenta reconstruir Lara Croft, a heroína mais pop dos videogames, que foi para telona em 2001, com Angelina Jolie. É fato que as comparações entre Angelina Jolie e a atriz Alicia Vikander, que soma um Oscar no currículo pelo filme "A Garota Dinamarquesa", serão inevitáveis para os que assistiram a primeira versão. Mas, a nova heroína é uma menina franzina, com baixa estatura e que busca emplacar a Lara Croft dos games na atualidade e para as novas plateias. A nova Lara está diferente e é a Lara das versões mais recentes nos jogos Tomb Raider de 2013 e Rise of Tomb Raider de 2015.     O longa explora bem o game em que ele se baseia, mas com a diferença, que ao invés do jogador quem comanda é o diretor norueguês Roar Uthaug. A trilha sonora é razoável, a fotografia é boa, mas a produção peca, e como peca. Os efeitos especiais não são os mais esperados, para um filme baseado em games e que apresenta diversos erros de continuidade. Detalhe também para o roteiro que é fraco. Apesar de sabermos que é um filme, que é ficção, e que no mundo irreal se pode tudo, algumas cenas deixam e muito a desejar. A direção de arte deixou muitas brechas que comprometem o longa. Outro fato que merece destaque são as atrizes que escolheram para dar vida as lembranças de Lara Croft, as duas meninas são completamente diferentes da heroína que é morena. E, colocam duas meninas bem branquinhas, mesmo as cenas de lembranças remetendo a uma fotografia envelhecida é nítido e notável.  

  

Mas, vamos ressaltar que Alicia Vikander está bem como heroína e que ela prende o público na poltrona.  Sofremos e vibramos com ela. Porém, não se pode esperar muito do restante do elenco. Não entendi as colocações, mas apenas ela se sobressai, apenas ela tem cenas espetaculares.  

   

Os momentos finais do longa, cerca de 15 minutos, são os mais interessantes. E, a Agência Zapp News, baseada no que viu na telona e pela interpretação de Alicia Vikander dá nota 8.      


Trailer do filme -  Tomb Raider: A Origem    


 SINOPSE: Lara Croft é a independente filha de um aventureiro excêntrico que está há sete anos desaparecido. Ela trabalha como entregadora em uma bicicleta e treina boxe nas horas vagas. Mas, ainda com a esperança de encontrar o pai com vida, ela segue em busca de pistas que a levem a tentar descobrir o que aconteceu com ele. A partir, daí, Lara embarca em uma desconhecida e perigosa jornada.  Ela encontrará o pai? Assista. A Agência Zapp News te convida para ir ao cinema e conferir de perto quem é a nova Lara Croft. E, ainda deixa a dica que para o filme ficar mais emocionante seria ideal assistir nas salas Imax ou 4DX.   


quinta-feira, 8 de março de 2018

Crítica do filme “15h17 – TREM PARA PARIS"

Por Graça Paes, RJ (Agência Zapp News)
   

Clint Eastwood tem um currículo inquestionável, o longa, “15h17 – TREM PARA PARIS", é bem dirigido, mas o início do roteiro é meio monótono, a roteirista Dorothy Blyskal se limitou muito em contar minuciosamente a infância do trio, o que remete ao estilo documental, mas que de fato, para o longa, é de grande importância para o desenrolar dos acontecimentos ao longo da história. É necessária toda a atenção neste início, em seus detalhes e informações, para entender o final. Mas, saiba, que mesmo o início sendo meio parado este não é o tipo de filme que dá sono. A Agência Zapp News já conferiu e deu nota 8. 
  
   

A opção do diretor Eastwood por trabalhar com não atores, mas sim os protagonistas reais de uma ação heroica e histórica é o que mais motiva a ir assistir o longa na telona. Eastwood mostra que fez um trabalho bem feito com os heróis. Claro, não espere uma atuação digna de Oscar dos protagonistas, nem cenas do tipo, mas espere assistir um trabalho bem dirigido com demonstração verosímil do que aconteceu na vida real.

   

Em cena é evidente a naturalidade dos agora também atores, Spencer Stone, Alek Skarlatos e Anthony Sadler ao viverem os seus próprios papéis. Eles são três jovens californianos, amigos desde a infância, que crescem e seguem rumos diferentes, mas que um dia decidem viajar juntos pela Europa. Até que em uma de suas passagens por cidades da Europa o ataque acontece e eles impedem o massacre de dezenas de passageiros dominando um agressor fortemente armado.
 
 
O longa é baseado em um livro escrito pelo trio de protagonistas com o auxílio do jornalista Jeffrey E. Stern e estreia dia 8 de março nos cinemas. 

Crítica do filme “O Passageiro”

Por Graça Paes, RJ (Agência Zapp News)

 

O filme tem como protagonista Liam Neeson um ator que traduz bem na telona as cenas de ação. A fotografia inicial me incomodou, a ideia do diretor, eu acho, era a de colocar a câmera como se fosse o olhar do espectador, mas as primeiras cenas balançam demais e me incomodou, mas após uns 20 minutos de filme, eu já comecei a gostar dos enquadramentos, dos takes, e da iluminação. A Agência Zapp News deu nota 8, 5 para o longa.     O cenário principal é um trem, e boa parte do filme se passa neste local. O longa não é monótono e não dá sono. Te prende pela habilidade dos atores em cena e pelo roteiro bem escrito e bem trabalhado pela direção. Parabéns também para a maquiagem e para os efeitos especiais. Estão bem verossímeis. 

       

 O filme conta a história de Michael McCauley, um mediador de seguros que diariamente faz o mesmo trajeto casa-trabalho de trem há 10 anos. Num determinado dia, ele chega ao trabalho e é demitido. Ele se desespera, pois está com dívidas. E, eis que triste, preocupado, ao retornar ao seu lar com a devastadora notícia do desemprego, ele é abordado por uma elegante mulher que lhe faz uma proposta estranha em troca de 75 mil euros.

     

Ele nem tem como pensar em aceitar ou não, vários acontecimentos o colocam numa espécie de jogo, e ele é obrigado a seguir as regras. E, numa corrida contra o tempo, ele vai se deparando com pistas que lhe revelam que ele é o protagonista de uma conspiração criminosa que coloca em perigo não apenas a sua vida, mas a de sua família e de todos os passageiros que estão naquele trem. A partir daí, muita emoção e muitas cenas interessantes marcam o filme O PASSAGEIRO que estreia dia 8 de março nos cinemas.    

   

quinta-feira, 1 de março de 2018

Crítica: "Operação Red Sparrow"

O filme com Jennifer Lawrence estreia dia 1 de março


Na quinta, dia 1º. de março estreia nos cinemas o suspense de espionagem "Operação Red Sparrow", estrelado por Jennifer Lawrence. Aliás, a atriz já provou mais de uma vez que é completa e que pode encarar qualquer personagem e fazê-lo com maestria.  


"Operação Red Sparrow", tem uma boa fotografia, bons diálogos e explora bastante o nu, tanto feminino como o masculino. As cenas de ação também estão muito bem dirigidas e bem realistas, em alguns momentos, o filme chega a nos dar uns bons sustos. Parabéns também para a maquiagem, principalmente, nas cenas com sangue e tortura que estão bem reais.     


O longa é baseado no livro homônimo de Jason Matthews. E, conta a trajetória de Dominika Egorova, no início, uma doce e bela bailarina, e que no desenrolar dos acontecimentos, sai do ballet  e é recrutada para se tornar uma "sparrow", que é um grupo de mulheres treinadas numa escola de espionagem russa para atuar como espiã e usar a sedução em prol do governo.  Surpreendendo a todos, a doce bailarina, após o processo de treinamento, se torna uma talentosa espiã.  E, a partir daí, ela se torna um alvo, pois devido aos conflitos políticos em que se envolve, ela vira um risco para ambos os lados ao se envolver com o agente da CIA Nathaniel Nash, muito bem interpretado pelo ator Joel Edgerton. Este encontro é capaz de mudar todo o rumo da história.    


Ficou curioso, vale a pena conferir "Operação Red Sparrow". A direção é de Francis Lawrence. E, na telona além de Jennifer Lawrence e Joel Edgerton estão Jeremy Irons, Ciarán Hinds, Charlotte Rampling, Douglas Hodge, entre outros.  


 A Agência Zapp News deu nota 8,5.    

 Veja o trailer:
         

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Crítica do filme "Eu, Tonya"

Por Graça Paes, (Agência Zapp News) 

     

 A Agência Zapp News, por todo o conjunto da obra, dá nota 10. O longa, baseado em fatos reais, é uma história muito bem contada, encenada, dirigida, com uma trilha sonora incrível. Nem dá para cochilar. Cenas brilhantes, fotografia espetacular, direção excelente de Craig Gillespie, e uma brilhante atuação de Margot Robbie, como Tonya Harding, que lhe rendeu a indicação ao Oscar 2018, como melhor atriz. 

     

O longa retrata a vida e a trajetória da patinadora artística Tonya Harding que posteriormente se tornou boxeadora e do fatídico "incidente" que a tirou da patinação.  A história é contada desde sua infância até a fase adulta. Ligando os acontecimentos familiares as conquistas e desilusões com o esporte. Ela disputou por duas vezes os Jogos Olímpicos,  foi vencedora do campeonato nacional americano e conquistou a medalha de prata no Campeonato Mundial de 1991.  

     

Conhecida por sua força atlética, Harding foi a segunda mulher no mundo, e a primeira mulher americana, a realizar o salto triplo axel em competições. Era insubordinada, teve muitos problemas com juízes, mas sabia o que fazia no gelo.

      

No auge de sua carreira, ela foi envolvida numa trama chamada de “incidente” que foi manchete dos principais veículos na imprensa mundial da época. Ela foi acusada de conspiração. Na ocasião, um indivíduo atingiu o joelho de Nancy Kerrigan, sua colega de patinação, membro da seleção nacional de patinação nos Jogos Olímpicos de inverno de Lillehammer (Noruega), e uma de suas principais concorrentes. Porém, o jogo virou, e o que era para ter sido para ajudar, na cabeça de seu ex-marido, acabou por findar uma carreira promissora. Tonya Harding sai de cena e sua oponente e amiga, mesmo agredida, consegue subir ao pódio e conquistar uma medalha de prata.    

  Tonya Harding deu adeus a carreira quando a federação acabou vetando de forma vitalícia sua volta às pistas de gelo, após ter ficado comprovada a mentoria de seu ex-marido, Jeff Gillooly, com Shawn Eckhardt e Shane Stant ao ataque contra Nancy Kerrigan durante o Campeonato dos Estados Unidos de 1994 em Detroit.      O longa fala de relacionamento familiar, violência doméstica, carências e desilusões de adolescente. E, também sobre a luta que é para se manter no esporte, conquistar medalhas e obter boas pontuações no gelo. "Eu, Tonya", de Craig Gillespie, concorre a três Oscar em 2018: melhor atriz (Margot Robbie), melhor atriz coadjuvante (Allison Janney) e montagem.         

   

 O filme estreia dia 22 de fevereiro.    


Crítica do filme "Trama Fantasma"

Por Graça Paes, RJ (Agência Zapp News)

     

A Agência Zapp News dá nota 9 para o filme "Trama Fantasma". É um bom filme, ele te prende à tela, mas tem muitas cenas paradas. Me encantou muito o figurino e os cenários que retratam os anos 1950,  que aliás, é tratado com muita delicadeza e fidelização. O filme também resgata o glamour e a alta costura da época.

  

Tem excelentes atuações de Daniel Day-Lewis como Reynolds Woodcock, um renomado estilista e a novata atriz Vicky Krieps, que dá vida a Alma, sua modelo, musa, e posteriormente esposa. Um desafio enorme para uma atriz novata,  já que ela é a protagonista da história, ao lado de Daniel Day-Lewis, que neste trabalho encerra sua brilhante e premiada carreira. Vicky Krieps bem eu merecia uma indicação a estatueta, pois é surpreendente. 



Paul Thomas Anderson , em seu sétimo longa, sendo o primeiro filme britânico, trabalha muito bem em cima de um roteiro bem amarradinho embalado por uma trilha sonora brilhante e uma bela fotografia. O filme só peca na falta de ação, mas o bom roteiro te prende a poltrona.       


O longa marca a despedida de Day-Lewis, já que o astro decidiu parar a carreira ainda no auge. E, com uma excelente atuação como Reynolds Woodcock. E, com o pontapé inicial do  talento de uma novata, a atriz Vicky Krieps, que pelo visto ainda terá muito a mostrar na sétima arte.     


A trama, cuja direção é de Paul Thomas Anderson, recebeu seis indicações ao Oscar 2018, incluindo melhor filme, melhor ator (Daniel Day-Lewis), melhor diretor (Paul Thomas Anderson). E foi vencedor do Bafta 2018, considerado o Oscar britânico, na categoria melhor figurino para Mark Bridges. Além de figurino, ele também teve indicações para as categorias melhor ator, Daniel Day-Lewis, melhor atriz coadjuvante, Lesley Manville, e melhor trilha sonora, Jonny Greenwood.  


   

Na trama, que estreia dia 22 de fevereiro, Daniel Day-Lewis é Reynolds Woodcock um estilista metódico e muito focado que tira a inspiração de suas criações da convivência com as mulheres que fazem parte de sua vida. Ele se torna renomado por vestir a realeza, as estrelas de cinema, socialites e damas da alta sociedade. Só que o inabalável e intocável Woodcock vê sua vida rotineira e pacata, ao lado da irmã e cúmplice, interpretada por Lesley Manville,  indicada ao Oscar como melhor atriz coadjuvante, perder o rumo com a chegada de Alma. Ela não é uma mulher qualquer que entra e sai de sua vida. A jovem, chega e se torna sua principal modelo, musa inspiradora e posteriormente esposa. O então relacionamento passa a ser uma questão de sobrevivência. O "amor" que une este casal tem um poder destrutivo, como existe em alguns relacionamentos amorosos, e o longa aborda estas implicações no dia-a-dia. É para assistir prestando bastante atenção em cada detalhe.   Que venha o Oscar!!!