quinta-feira, 14 de setembro de 2023

30º Festival de Cinema de Vitória: a edição inédita do evento acontece de 18 a 23 de setembro

 Por Graça Paes, RJ

Maior evento de cinema e audiovisual do Espírito Santo, o Festival de Cinema de Vitória (FCV) segue com as comemorações de suas três décadas de história. Depois da Mostra Comemorativa 30 Anos, que apresentou um recorte da produção audiovisual brasileira a partir das obras exibidas ao longo dos anos no festival, a edição inédita do evento acontece de 18 a 23 de setembro.


Dividido em 12 Mostras Competitivas, o 30º Festival de Cinema de Vitória exibirá 98 filmes selecionados - 93 curtas e cinco longas-metragens - que apresentam a produção contemporânea do audiovisual brasileiro, com filmes produzidos nos anos de 2022 e 2023. As produções contemplam diversos gêneros cinematográficos em trabalhos que trazem narrativas plurais sobre o Brasil.


Os filmes concorrem ao Troféu Vitória em 35 categorias e a escolha dos vencedores é feita pelo Júri Técnico do Festival, composto por especialistas e profissionais ligados ao audiovisual brasileiro, além do Troféu Vitória de Melhor Filme, pelo Júri Popular, em todas as mostras competitivas. As inscrições para o 30º FCV bateram recorde com 1226 produções inscritas, vindas de todas as regiões do Brasil, sendo 1014 curtas-metragens e 212 longas-metragens.


Nesta edição, o festival volta a receber o Prêmio Canal Brasil de Curtas, que tem o objetivo de estimular a nova geração de cineastas, escolhendo um vencedor na categoria curta-metragem. A produção vencedora receberá o Troféu Canal Brasil e um prêmio no valor de R$15 mil, além de ir para a grade do canal.


Fora de competição, o 30º FCV realiza a exibição de oito longas-metragens com duas sessões especiais, que apresentam filmes inéditos no estado, e duas mostras que apresentam produções representativas na história do cinema brasileiro, além de um curta-metragem na mostra infantojuvenil totalizando 107 filmes em 80 horas de programação.


23º Festivalzinho de Cinema de Vitória

Em sua 23ª edição, o Festivalzinho de Cinema de Vitória tem como foco promover o intercâmbio entre estudantes da rede pública e o universo audiovisual, além de estimular a formação de plateia e desenvolver a sensibilidade do público infantojuvenil para o universo das artes. A janela audiovisual, que integra as mostras competitivas do evento e escolhe o Melhor Filme (Júri Popular), é exclusiva para alunos das escolas estaduais e municipais previamente cadastradas e acontece de 18 a 22 de setembro, no Cine Metrópolis, localizado na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes).


A programação apresenta sete curtas-metragens que fortalecem a produção audiovisual contemporânea com temática voltada para o público infantojuvenil. Os filmes que serão exibidos são: Amei te Ver, de Ricardo Garcia; Super-Heróis (foto), de Rafael de Andrade; Ciranda Feiticeira, de Lula Gonzaga e Tiago Delácio; O Passarinho Menino, de Ursula Dart; Anacleto, o Balão, de Carol Sakura e Walkir Fernandes; e Ela Mora Logo Ali, de Fabiano Barros e Rafael Rogante. Fora de competição, o público mirim também vai conferir a animação Maréu, de Nicole Schlegel, curta-metragem premiado na Chamada Petrobras Cultural 2020.


Ao longo de mais duas décadas, o Festivalzinho de Cinema de Vitória contabiliza quase 170 sessões que alcançaram um público de aproximadamente 60 mil crianças, de dezenas de escolas do Espírito Santo.


Homenagens

Elisa Lucinda   - Uma artista plural, que transita com excelência por diversos gêneros e expressões artísticas, Elisa Lucinda é a Homenageada Nacional do 30º Festival de Cinema de Vitória. Como parte da homenagem, a atriz receberá o Troféu Vitória e o Caderno da Homenageada, publicação inédita e biográfica, assinada pelos jornalistas Lais de Mello Rocio, Leonardo Vais e Paulo Gois Bastos, que trata da sua vida e trajetória profissional. “Estou me sentindo tão importante sendo homenageada no Festival de Cinema da minha terra. Sempre quis ser um orgulho capixaba. Não adianta nada fazer sucesso no mundo inteiro sem o aplauso da mãe da gente, sem o amor da aldeia”, afirmou a artista.


A Cerimônia de Homenagem acontece no dia 21 de setembro, às 19h, no Teatro Glória, no Sesc Glória. A Coletiva de Imprensa, que marca o lançamento do Caderno da Homenageada, acontece às 15h, no Hotel Senac Ilha do Boi.


Canal Brasil

O 30º Festival de Cinema de Vitória realiza a Homenagem aos 25 anos do Canal Brasil pelo aniversário do canal. A direção do Canal Brasil receberá o Troféu Vitória pela contribuição ao cinema e à cultura brasileira nessas duas décadas e meia de trabalho. Maior espaço de fomento, exibição e celebração da produção nacional, o Canal Brasil é o principal coprodutor do cinema brasileiro, estando presente na produção de 400 longas-metragens e, considerando o mercado internacional, figura como um dos produtores mais atuantes do mundo. A Cerimônia de Homenagem acontece no dia 22 de setembro, às 19h, no Teatro Glória, no Sesc Glória.


Sessões Especiais

Além dos filmes que serão exibidos nas mostras competitivas e das obras que resgatam a história do cinema brasileiro, o 30º Festival de Cinema de Vitória promove duas sessões especiais em sua programação. No dia 22 de setembro, às 16h, na Sala Cariê Lindenberg, no Sesc Glória, acontece a exibição do longa-metragem A Cozinha, de Johnny Massaro, que estará presente na sessão ao lado do ator e roteirista Felipe Haiut.


Depois, no dia 23 de setembro, às 19h, no Teatro Glória, no Sesc Glória, acontece a Sessão Especial de Encerramento, com o filme Lô Borges - Toda Essa Água, de Rodrigo de Oliveira. O documentário apresenta um olhar afetivo sobre a história do músico mineiro e cria uma ponte entre o artista de 20 anos e o experiente músico.


Mostra A Cinemateca é Brasileira

Ainda com foco na história do cinema brasileiro, a 30ª edição do FCV realiza, em parceria com a Sociedade Amigos da Cinemateca, a mostra itinerante A Cinemateca é Brasileira. Com o patrocínio estratégico do Instituto Cultural Vale, a mostra levará títulos que perpassam diferentes momentos históricos, propostas estéticas e abordagens temáticas, demonstrando a riqueza do cinema brasileiro ao longo dos mais de um século de história. Serão cinco longas-metragens que apresentam um recorte da produção brasileira dos anos de 1929 a 2022. A seleção traz os filmes Sinfonia da Metrópole, de Rodolfo Lustig e Adalberto Kemeny; Deus e o Diabo na Terra do Sol, de Glauber Rocha; O Bandido da Luz Vermelha (foto), de Rogério Sganzerla; Cabra Marcado Para Morrer, de Eduardo Coutinho; e Marte Um, de Gabriel Martins. As sessões acontecem de 19 a 23 de setembro, de terça a sexta, às 14 horas, e no sábado, às 13 horas, na Sala Marien Calixte, no Sesc Glória.


6ª Mostra Cinema de Bordas

Durante os 30 anos de existência, o FCV sempre contemplou em sua programação, ao lado da produção audiovisual contemporânea, obras que fazem parte da história do cinema brasileiro. De caráter não competitivo, o festival realiza a Mostra Cinema de Bordas que, em 2023, chega em sua sexta edição. A janela audiovisual tem a curadoria da escritora e pesquisadora Bernadette Lyra, criadora do termo “cinema de bordas”, e a parceria da jornalista, e também escritora, Lívia Corbellari, que atuou como assistente de curadoria. Nesta edição, a sessão homenageia o trabalho do realizador Expedycto Lyma, com a exibição do filme Dois Nós Cegos no Oeste, de 1981. O longa-metragem é uma comédia que faz uma sátira ao ‘bangue bangue’, forma popular como são conhecidos os filmes de faroeste. A sessão é gratuita e acontece no dia 21 de setembro, quinta-feira, às 16 horas, na Sala Cariê Lindenberg, no Sesc Glória.


Formações

Um dos principais focos do Festival de Cinema de Vitória, além do fomento e da difusão do audiovisual brasileiro, são as atividades de formação. Este ano, a programação inclui três atividades: o Workshop Experimental de Fotografia – Museu Vale Extramuros, com Jordana Caetano e Weverson Tertuliano, que é aberto ao público, nos dias 19 e 20 de setembro, das 9 às 12 horas na primeira turma e das 14 às 17 horas na segunda, no Hotel Senac Ilha do Boi. As vagas são limitadas. Não é necessário nenhum pré-requisito e a seleção é por ordem de inscrição. Já os workshops Narrativas Audiovisuais, com Leandro Soares; e O Processo Cinematográfico, com Luiz Carlos Lacerda, são destinados aos alunos das instituições de ensino parceiras, respectivamente, Faesa – Centro Universitário e (CEET) Vasco Coutinho.


Entrada Gratuita

Toda a programação do 30º Festival de Cinema de Vitória tem entrada gratuita. Para as exibições e atividades que acontecem no Sesc Glória, os ingressos estarão disponíveis na bilheteria do teatro, sempre uma hora antes de cada sessão, sujeitos à lotação do espaço. As sessões do 23º Festivalzinho de Cinema de Vitória são exclusivas para os alunos das escolas da rede pública de ensino previamente cadastradas. Já as formações são para o público previamente inscrito.


O 30⁰ Festival de Cinema de Vitória conta com o patrocínio do Instituto Cultural Vale, da Petrobras e da ArcelorMittal, através da Lei de Incentivo à Cultura, Ministério da Cultura. Conta com o apoio do Canal Brasil, do Canal Like, da Universidade Federal do Espírito Santo, do Cine Metrópolis, da Rede Gazeta, da Carla Buaiz Jóias e do Sesc Glória. Conta também com o patrocínio institucional do Banestes. A realização é da Galpão Produções e do Instituto Brasil de Cultura e Arte (IBCA).



30º FESTIVAL DE CINEMA DE VITÓRIA PROGRAMAÇÃO

18 A 23 DE SETEMBRO DE 2023

Sesc Glória, Cine Metrópolis e Hotel Senac Ilha do Boi


Segunda-feira – 18 de setembro

9h – 23º Festivalzinho de Cinema de Vitória - Cine Metrópolis

14h – 23º Festivalzinho de Cinema de Vitória – Cine Metrópolis

19h – Abertura do 30º Festival de Cinema de Vitória – Teatro Glória (Sesc Glória)

- 12ª Mostra Foco Capixaba – Teatro Glória (Sesc Glória)

O passarinho menino (Ursula Dart, FIC, ES)

Ruína do futuro (Dorottya Czakó, EXP, ES)

Trinca-ferro (Maria Fabíola, FIC, ES)

Marcha, mastro e fé (Arthur Navarro, ANI, ES)

Mångata - Todas as fases da lua (Marcella Rocha, DOC, ES)

- 13ª Mostra Competitiva Nacional de Longas - Teatro Glória (Sesc Glória)

Incompatível com a vida (Eliza Capai, DOC, RJ/SP)



Terça-feira – 19 de setembro

9h – 23º Festivalzinho de Cinema de Vitória - Cine Metrópolis

Amei te Ver (Ricardo Garcia, FIC, SP)

Super Heróis (Rafael de Andrade, FIC, DF)

Ciranda Feiticeira (Lula Gonzaga e Tiago Delacio, ANI, PE)

O Passarinho Menino (Ursula Dart, FIC, ES)

Anacleto, o Balão (Carol Sakura e Walkir Fernandes, ANI, PR)

Ela Mora Logo Ali (Fabiano Barros e Rafael Rogante, RO)

10h – Debate com os realizadores da 12ª Mostra Foco Capixaba e da 13ª Mostra Competitiva Nacional de Longas – Hotel Senac Ilha do Boi

13h - Workshop Narrativas Audiovisuais com Leandro Soares - FAESA (Av. Vitória)

14h – 23º Festivalzinho de Cinema de Vitória – Cine Metrópolis

14h - 10ª Mostra Outros Olhares - Programa Outras Estórias - Sala Cariê Lindenberg - 2º andar (Sesc Glória)

Jaguanum (Samuel Lobo, FIC, RJ)

Circuito (Alan Sousa e Leão Neto, FIC, CE)

Barra nova (Diego Maia, ANI, CE)

Nina e o abismo (Alice Name-Bomtempo, FIC, RJ)

Amigo Secreto (Rui Calvo, FIC, SP)

14h - Mostra A Cinemateca é Brasileira - Sala Marien Calixte - 3º andar (Sesc Glória)

- São Paulo: a Sinfonia da Metrópole (Rodolfo Lustig e Adalberto Kemeny, DOC, 1929)

16h – 12ª Mostra Corsária – Sala Marien Calixte - 3º andar (Sesc Glória)

Pelas ondas lambem-se às margens (Hyndra, DOC, BA)

Nossos passos seguirão os seus (Uilton Oliveira, DOC, RJ)

Patuá (Renaya Dorea, EXP, RJ/Cuba)

Capuchinhos (Victor Laet, EXP, PE)

Desmonte (Clara Pignaton e Hugo Reis, EXP, ES)

The patriarchal period (Patrícia Froes, EXP, RJ)

Um céu partido ao meio (Danielle Fonseca, DOC, PA)

Nada Haver (Juliano Gomes, DOC, MG/ES/RJ)

19h – 27ª Mostra Competitiva Nacional de Curtas – Teatro Glória (Sesc Glória)

Ainda restarão robôs nas ruas do interior profundo (Guilherme Xavier Ribeiro, FIC, SP)

E nada mais disse (Julia Menna Barreto, DOC, RJ)

O último rock (Diego de Jesus, FIC, ES)

- 13ª Mostra Competitiva Nacional de Longas – Teatro Glória (Sesc Glória)

Represa (Diego Hoefel, FIC, CE)



Quarta-feira – 20 de setembro

8h - Workshop O Processo Cinematográfico com Luiz Carlos Lacerda - CEET Vasco Coutinho

9h – 23º Festivalzinho de Cinema de Vitória - Cine Metrópolis

10h – Debate com os realizadores da 27ª Mostra Competitiva Nacional de Curtas e 13ª Mostra Competitiva Nacional de Longas – Hotel Senac Ilha do Boi

14h - Workshop Experimental de Fotografia - Museu Vale Extramuros - Jordana Caetano e Weverson Tertuliano - Hotel Senac Ilha do Boi

14h – 23º Festivalzinho de Cinema de Vitória – Cine Metrópolis

14h - 10ª Mostra Outros Olhares - Programa Territórios - Sala Cariê Lindenberg - 2º andar (Sesc Glória)

Arrimo (Rogério Borges, DOC, SP)

A bata do milho (Eduardo Liron, DOC, BA/SP)

Quando Bento era são (Clementino Junior, DOC, MG)

Arruma um pessoal pra gente botar uma macumba num disco (Chico Serra, DOC, RJ)

Dorme Pretinho (Lia Letícia, DOC, PE)

Ava Mocoi - Os gêmeos (Luiza Calagian e Vinícius Toro, DOC, PR)

14h - Mostra A Cinemateca é Brasileira - Sala Marien Calixte - 3º andar (Sesc Glória)

Marte Um (Gabriel Martins, FIC, 2022)

16h - 7ª Mostra Nacional de Videoclipes – Sala Cariê Lindenberg - 3º andar (Sesc Glória)

Memórias de um carnaval perdido, de Gui Campos. Artista: Saci Wèrè - Distrito Federal

Do Outro Lado da Rua, de Thiago Barba. Artista: Thiago Barba - Santa Catarina

Horizonte, de Mooluscos. Artista: Uiu Lopes - São Paulo

A dança do caos, de Vito Quintans Artista: Sargaço Nightclub - Pernambuco

Cornélios, Hecthor Murilo e Patrick Gomes. Artista: Gastação Infinita - Espírito Santo

Copo de Silêncio, de Farofa Sintética. Artista: Sandyalê - Sergipe

La Biquera, de Garibaldi e Antonio Miano. Artista: Garibaldi - São Paulo

Santa Fera, de Rodrigo Urbano e Isadora Maia. Artista: Duda Hissa, Duda Brack - São Paulo

OFELIA, de Leila Monségur e Cris Rangel. Artista: Bel Aurora - São Paulo

Mandaram Me Buscar, de Perseu Azul Safi. Artista: Pacha Ana - Mato Grosso

Miqueísmo, de Miquéias Gonçalves (MiQ). Artista: MiQ part. Naomhi - Espírito Santo

Destino, de Marvin Pereira e Sued Nunes. Artista: Sued Nunes - Bahia

Manifesto , de W.I. e V.G.. Artista: W.I. part. V.G. - Espírito Santo

Timon, Papel e Letra, de Renata Fortes. Artista: Jaísa Caldas - Maranhão

Quem é teu baby?, de Lucas Paz. Artista: Leopold Nunan part. Sonia Santos e Ana Gazzola - Ceará

Milico, de Gabriel Albuquerque. Artista: Mukeka Di Rato - Espírito Santo

19h – 27ª Mostra Competitiva Nacional de Curtas – Teatro Glória (Sesc Glória)

Big Bang (Carlos Segundo, FIC, RN/MG)

Lugar de Ladson (Rogério Borges, DOC, SP)

De onde nasce o sol (Gabriele Stein, FIC, ES)

Cama Vazia (Fábio Rogério e Jean-Claude Bernadet, DOC, SP)

A última vez que ouvi Deus chorar (Marco Antonio Pereira, EXP, MG)

- 13ª Mostra Competitiva Nacional de Longas – Teatro Glória (Sesc Glória)

Toda noite estarei lá (Suellen Vasconcelos e Tati Franklin, DOC, ES)



Quinta-feira – 21 de setembro

9h – 23º Festivalzinho de Cinema de Vitória - Cine Metrópolis

10h – Debate com os realizadores da 27ª Mostra Competitiva Nacional de Curtas e 13ª Mostra Competitiva Nacional de Longas – Hotel Senac Ilha do Boi

14h - Workshop Experimental de Fotografia - Museu Vale Extramuros - Jordana Caetano e Weverson Tertuliano - Hotel Senac Ilha do Boi

14h – 23º Festivalzinho de Cinema de Vitória – Cine Metrópolis

14h - Mostra A Cinemateca é Brasileira - Sala Marien Calixte - 3º andar (Sesc Glória)

Deus e o Diabo na Terra do Sol (Glauber Rocha, FIC, 1964)

14h – 10ª Mostra Outros Olhares - Programa Juventude - Sala Cariê Lindenberg - 2º andar (Sesc Glória)

Sua majestade, o passinho (Carol Correia e Mannu Costa, DOC, PE)

Amaná (Antonio Fargoni, FIC, CE)

A verdade que me contaram (Realização Coletiva - Breno Oliveira, Camila Rodrigues Sales, Cauã Damas, Clara Vitter, Daniel Damas, Daniel Silva Gomes, João Pedro Ventura Noises, Jonas Basílio, Kauane Vitória Dias Ferreira, Letícia Abreu, Mayara Mendes, Nayra Garcia, Weverton de Oliveira Pereira, Andrey Oliveira Sampaio, FIC, RJ)

No início do mundo (Gabriel Marcos, FIC, MG)

16h - 5ª Mostra Do Outro Lado - Cinema Fantástico - Sala Cariê Lindenberg - 2º andar (Sesc Glória)

Luminárias (Evandro Caixeta e João Gilberto Lara, FIC, MG)

Água Doce (Antonio Miano, FIC, SP)

La Pursé (Gabriel Nobrega, ANI, SP)

Nau (Renata de Lelis, FIC, RS)

Encruzilhadas do Caos (Alex Buck, FIC, ES)

16h - 6ª Mostra Cinema de Bordas - Sala Marien Calixte - 3º andar (Sesc Glória)

Dois Nós Cegos no Oeste (Expedycto Lyma, FIC, SP)

19h - Homenagem a Elisa Lucinda – Teatro Glória (Sesc Glória)

- 27ª Mostra Competitiva Nacional de Curtas – Teatro Glória (Sesc Glória)

Remendo (Roger Ghil, FIC, ES)

Mãri Hi - A árvore do sonho (Morzaniel Ɨramari, DOC, RR)

Cósmica (Ana Bárbara Ramos, DOC, PB)

Teatro de máscaras (Eduardo Ades, FIC, RJ)

- 13ª Mostra Competitiva Nacional de Longas – Teatro Glória (Sesc Glória)

Porto Príncipe (Maria Emilia Azevedo, FIC, SC)



Sexta-feira – 22 de setembro

9h – 23º Festivalzinho de Cinema de Vitória - Cine Metrópolis

10h – Debate com os realizadores da 23ª Mostra Competitiva Nacional de Curtas e 13ª Mostra Competitiva Nacional de Longas – Hotel Senac Ilha do Boi

14h – 23º Festivalzinho de Cinema de Vitória – Cine Metrópolis

14h - Mostra A Cinemateca é Brasileira - Sala Marien Calixte - 3º andar (Sesc Glória)

O Bandido da Luz Vermelha (Rogério Sganzerla, FIC, 1968)

14h – 6ª Mostra Nacional de Cinema Ambiental - Sala Cariê Lindenberg - 2º andar (Sesc Glória)

Memórias do Fogo (Rita de Cássia Melo Santos, Leandro Olímpio, Irineu Cruzeiro Neto, DOC, ES)

8 Bilhões: Somos Todos Responsáveis (Andrea Flores Urushima, Cesar Shundi Iwamizu e Nelson Kao, DOC, SP)

Vãhn Gõ Tõ Laklãnõ (Barbara Pettres, Flávia Person, Walderes Coctá Priprá, DOC, SC)

15h - Coletiva de Imprensa da Homenageada - Hotel Senac Ilha do Boi

16h - Sessão Especial - Sala Cariê Lindenberg - 2º andar (Sesc Glória)

A Cozinha (Johnny Massaro, FIC, RJ)

19h – Homenagem aos 25 Anos do Canal Brasil - Teatro Glória (Sesc Glória)

- 27ª Mostra Competitiva Nacional de Curtas – Teatro Glória (Sesc Glória)

Deixa (Mariana Jaspe, FIC, RJ)

Ramal (Higor Gomes, FIC, MG)

Procuro teu auxílio para enterrar um homem (Anderson Bardot, FIC, ES)

Escasso (Clara Anastácia e Gabriela Gaia Meirelles, FIC, RJ)

– 13ª Mostra Competitiva Nacional de Longas – Teatro Glória (Sesc Glória)

Jovem que desceu do norte (Ana Teixeira, DOC, SP)



quinta-feira, 7 de setembro de 2023

1o. Festival de São Bernardo do Campo atinge a marca de 1089 filmes inscritos

Por Graça Paes, RJ

Em alta, o 1° Festival de Cinema de São Bernardo do Campo recebeu 1089 inscrições, entre filmes de longa e curtas-metragens nos gêneros de ficção, documentário e animação.


O idealizador Rudy Serrati ficou surpreso com o sucesso da fase inicial do evento. “Nunca imaginei que "iríamos acolher" tantos filmes inscritos, agora chegou a hora de selecionarmos os melhores. Isso comprova que esta terra tem relevo, potência cultural e uma vocação natural para o cinema. Terra que revelou grandes artistas e importantes filmes brasileiros onde hoje está o patrimônio tombado que sediou a antiga Cinematográfica Vera Cruz, influenciando gerações, sobretudo essa vontade de propostas culturais na nossa cidade”, disse Rudy.


O evento será realizado entre os dias 28 de novembro e 2 de dezembro e terá capacidade para acolher mais de 25 mil pessoas ao longo dos 5 dias previstos no CENFORPE.

segunda-feira, 4 de setembro de 2023

Festival do Rio 2023 anuncia selecionados para a maior janela do cinema brasileiro, a Première Brasil



De 5 a 15 de outubro, a Première Brasil apresenta 91 produções brasileiras inéditas, entre longas e curtas, dentro do Festival do Rio. 


Os filmes das mostras competitivas concorrem ao Troféu Redentor em diversas categorias


Considerada uma das principais vitrines do cinema brasileiro, a Première Brasil anuncia sua seleção para o Festival do Rio 2023. Para a 25ª edição do evento, foram selecionadas 91 produções nacionais – entre longas e curtas – um grande panorama de jovens e consagrados realizadores, com toda a diversidade e criatividade do cinema brasileiro. O Festival do Rio recebeu 1.108 inscrições – 790 curtas e 318 longas - de cineastas de todo o Brasil, assim como coproduções com nosso país. A Première Brasil leva ao público estas 91 produções nas mostras competitivas - Competição Oficial e Novos Rumos - e nas seleções especiais Hors Concours, Retratos e O Estado das Coisas.


A Première Brasil também realiza sessões e debates presenciais com as equipes dos filmes e traz para o público uma oportunidade única de conhecer o cinema brasileiro que estará nas telas dos cinemas durante o próximo ano. Coproduções com o Brasil e clássicos brasileiros restaurados também compõem uma seleção vasta, capaz de criar novas plateias para o nosso cinema. São 40 estreias mundiais, 54 longas e 38 curtas, em uma grande celebração da produção brasileira.


Em sua histórica edição comemorando 25 anos, o Festival do Rio celebra todos os cinemas e todos os públicos, se espalhando por toda a cidade do Rio de Janeiro e convidando novas plateias a fazer parte dessa história. O evento tem a honra de ser apresentado pelo Ministério da Cultura, pela Shell e pela Prefeitura do Rio. Tem patrocínio master da Shell através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e o apoio especial da Prefeitura do Rio – por meio da RioFilme, órgão que integra a Secretaria Municipal de Cultura. O Festival do Rio é realizado pelo Cinema do Rio e pela Ministério da Cultura / Governo Federal.

 

Conheça a seleção completa de filmes da PREMIERE BRASIL 2023:


Première Brasil - Competição


Competição Longas de Ficção


• Ana, de Marcus Faustini (RJ) - Première Mundial

• A Batalha da Rua Maria Antônia, de Vera Egito (SP) - Première Mundial

• A Festa de Léo, de Luciana Bezerra e Gustavo Melo (RJ) - Première Mundial

• As Polacas, de João Jardim (RJ) - Première Mundial

• Até Que a Música Pare, de Cristiane Oliveira (RS) - Première Mundial

• Cinco da Tarde, de Eduardo Nunes (RJ) - Première Mundial

• Estranho Caminho, de Guto Parente (CE) - Première Mundial

• Levante, de Lillah Halla (SP) - Première Nacional

• O Dia Que Te Conheci, de André Novais Oliveira (MG) - Première Mundial

• O Mensageiro, de Lúcia Murat (RJ) - Première Mundial

• Onoff, de Lírio Ferreira (RJ) - Première Mundial

• Pedágio, de Carolina Markowicz (SP) – Première Nacional

• Sem Coração, de Nara Normande e Tião (PE) - Première Nacional



 Competição Longas Documentários

• Assexybilidade, de Daniel Gonçalves (RJ) - Première Nacional

• Black Rio! Black Power!, de Emílio Domingos (RJ) - Première Mundial

• Helô, de Lula Buarque de Hollanda (RJ) - Première Mundial

• Línguas da Nossa Língua, de Estevão Ciavatta (RJ) - Première Mundial

• O Coro do Te-Ato, de Stella Oswaldo Cruz Penido (RJ) - Première Mundial

• Othelo, o Grande, de Lucas H. Rossi dos Santos (RJ) - Première Mundial

• Utopia Tropical, de João Amorim (DF) - Première Mundial


Hors Concours

• A Flor do Buriti, de João Salaviza e Renée Nader Messora (Brasil/Portugal)

• A Paixão Segundo G.H., de Luiz Fernando Carvalho (RJ) - Première Mundial

• Leme do Destino, de Julio Bressane (RJ) - Première Mundial

• Meu Nome é Gal, de Dandara Ferreira e Lô Politi (SP) - Première Mundial

• Meu Sangue Ferve Por Você, de Paulo Machline (SP) - Première Mundial

• Mussum, o Filmis, de Sílvio Guindane (RJ)

• O Diabo da Rua no Meio do Redemunho, de Bia Lessa (RJ) - Première Mundial

 


Premiere Brasil – Gala de Encerramento

• O Sequestro do Voo 375, de Marcus Baldini (SP)


 

Competição Curtas

• A Lama da Mãe Morta, de Camilo Pellegrini (RJ)

• Bença, de Mano Cappu (PR)

• Cabana, de Adriana de Faria (PA)

• Cassandra, de Paula Granato (SP)

• Deixa, de Mariana Jaspe (RJ)

• Diamantes de Acayaca, de Francisco Nora Franco e Fernanda Roque (MG)

• Engole o Choro, de Fábio Rodrigo (SP)

• Mergulho, de Marton Olympio e Anderson Jesus (RJ)

• Nina e o Abismo, de Alice Name-Bontempo (SP)

• Onde a Floresta Acaba, de Otavio Cury (SP)

• Pássaro Memória, de Leonardo Martinelli (RJ)

• Pequenas Insurreições, de William de Oliveira (PR)

• Quarto de Hotel, de Marcelo Ribas Grabowsky e Mauro Pinheiro Jr. (RJ)

• Thuë Pihi Kuuwi - Uma Mulher Pensando, de Aida Harika Yanomami, Roseane Yariana Yanomami e Edmar Tokorino Yanomami (SP)

• Tudo o Que Cresce e Voa, de Maria Fanchin (SP)

• Vão das Almas, de Edileuza Penha e Santiago Dellape (DF)


 Première Brasil – Competição Novos Rumos

Competição Novos Rumos Longas

• Atmosfera, de Paulo Caldas (SP) - Première Mundial

• Bizarros Peixes das Fossas Abissais, de Marão (RJ) - Première Nacional

• Eu sou Maria, de Clara Linhart (RJ) - Première Mundial

• Iracemas, de Tuca Siqueira (PE) - Première Mundial

• Nada Será Como Antes, de Ana Rieper (RJ) - Première Mundial

• Saudade Fez Morada Aqui Dentro, de Haroldo Borges (BA) - Première Mundial

• Termodielétrico, de Ana Costa Ribeiro, 72’ (RJ) - Première Mundial

• Tudo Que Você Podia Ser, de Ricardo Alves Jr (MG) - Première Mundial



Competição Curtas Novos Rumos

• A Alma das Coisas, de Douglas Soares e Felipe Herzog (RJ)

• As Miçangas, de Rafaela Camelo e Emanuel Lavor (DF)

• Castanho, de Adanilo (AM)

• Dependências, de Luísa Arraes (RJ)

• Erva de Gato, de Novíssimo Edgar (SP)

• Jaguanum, de Samuel Lobo (RJ)

• Queime Este Corpo, de Denis Cisma e Mauricio Bouzon (SP)

• Se Precisar de Algo, de Mariana Cobra (SP)



Premiere Brasil Retratos


Longas Retratos

• Aretha no Everest, de Roberta Estrela D’Alva e Tatiana Lohmann (RJ) - Première Mundial

• Dois Sertões, de Caio Resende e Fabiana Leite (BA) - Première Mundial

• Nas Ondas de Dorival Caymmi, de Locca Faria (RJ) - Première Mundial

• Nelson Pereira dos Santos - Uma Vida de Cinema, de Ivelise Ferreira e Aída Marques (RJ) - Première Nacional

• Peréio, Eu Te Odeio, de Tasso Dourado e Allan Sieber (RJ) - Première Mundial

• Rio da Dúvida, de Joel Pizzini (RJ) - Première Nacional

• Roberto Farias - Memórias de um Cineasta, de Marise Farias (RJ)

• Samuel Wainer, de Dario Menezes (RJ) - Première Mundial

 


Curtas Retratos

• A Edição do Nordeste, de Pedro Fiuza (RN)

• Arruma um Pessoal pra Gente Botar uma Macumba num Disco, de Chico Serra (RJ)

• Celebrazione, de Luís Carlos Lacerda (RJ)

• Macaléia, de Rejane Zilles (RJ)

• Teatro de Máscaras, de Eduardo Ades (RJ)


 

Premiere Brasil O Estado das Coisas

 Longas O Estado das Coisas

• Aqui en la Frontera, de Marcela Ulhoa e Daniel Tancredi (RR)

• Bye, Bye Amazônia, de Neville de Almeida (RJ)

• Corpos Invisíveis, de Quézia Lopes (RJ) - Première Mundial

• Incompatível Com a Vida, de Eliza Capai (RJ)

• Rapacidade, de Julia de Simone e Ricardo Pretti (RJ)

• Rejeito, de Pedro de Filippis (SP)

• Toda Noite Estarei Lá, de Tati Franklin e Suellen Vasconcelos (ES)

 


Curtas O Estado das Coisas

• Quarta-Feira, de Bárbara Santos e João Pedro Prado (Brasil/Alemanha)

• Camorim, de Renan Barbosa Brandão (RJ)

• Por Favor Leiam Para Que Eu Descanse Em Paz, de Anna Costa e Silva e Nanda Félix (RJ)

• Yãmî Yah-Pá - Fim da Noite, de Vladimir Seixas (RJ)


 

Exibicão Especial de Curtas

• Aquela Mulher, de Cristina Lago e Marina Erlanger (RJ)

• Ficção Suburbana, de Rossandra Leone (RJ)

• Helena de Guaratiba, de Karen Black (RJ)

• Noturna, de Gabriela Poester (RJ)

• O Chá de Alice, de Simone Spoladore (RJ)

 


Sessões Especiais

• Fala, Tu, de Guilherme Coelho (aniversário 20 anos)

• Quantos dias quantas noites, de Cacau Rhoden


Itinerários Únicos

• Egili - Rainha Retinta do Carnaval, de Carolina Reucker (RJ) - Première Mundial

• Mulheres Radicais, de Isabel Nascimento Silva (RJ) - Première Mundial

• Raoni, Uma Amizade Improvável, de Jean-Pierre Dutilleux (RJ) - Première Mundial

 


Coproduções com o Brasil

• Los Delincuentes, de Rodrigo Moreno (Brasil/Argentina/Luxemburgo/Chile)

• Los de Abajo / Os de Baixo, de Alejandro Quiroga Guerra (Brasil/Argentina/Bolívia/Colômbia)

• Posto Avançado, de Edoardo Morabito (Brasil/Itália)

• Puan, de Benjamín Naishtat e María Alché (Brasil/ Argentina/França/Itália/Alemanha)

• Scab Vendor: The Life and Times of Jonathan Shaw, de Mariana Thomé, Lucas de Barros (Brasil/EUA)

• Somos Guardiões, de Edivan Guajajara, Chelsea Greene e Rob Grobman (Brasil/EUA)

• The Ballad of a Hustler (Sem Pátria), de Heitor Dhalia (Brasil/EUA)

• The Human Surge 3 (O Auge do Humano 3), de Eduardo "Teddy" Williams (Brasil /Taiwan/Argentina/Portugal/Holanda/Peru/Hong Kong/Sri Lanka)

• Nas Pegadas de Mengele, de Alejandro Venturini e Tomás de Leone (Brasil/Argentina)


 

Sobre o Festival do Rio


O Festival do Rio é um dos maiores da América Latina. Desde sua criação, já foram exibidos 7 mil longas, incluindo obras recém-premiadas em Cannes, Berlim, Toronto, Veneza e outros. Formador de público, mas também de mão de obra, o Festival do Rio capacitou milhares de profissionais. Anualmente o evento reúne, além de filmes exibidos nos mais importantes festivais mundiais, diversas mostras temáticas e sessões populares. Distribuídos em diferentes mostras, incluindo a competitiva Première Brasil, os filmes nacionais compõem parte fundamental do festival, que é a maior vitrine da produção brasileira. Na área profissional e de negócios, o RioMarket reúne executivos, talentos e profissionais do audiovisual.


O Festival do Rio é apresentado pelo Ministério da Cultura, Shell e Prefeitura do Rio. Tem patrocínio master da Shell através da Lei Federal de Incentivo a Cultura, e apoio especial da Prefeitura do Rio – por meio da RioFilme, órgão que integra a Secretaria Municipal de Cultura. Realização: Cinema do Rio e Ministério da Cultura / Governo Federal.



Para mais informações: 

Christina Martins – christina.martins@atomicalab.com.br 

Andrea Pessôa – andrea.pessoa@atomicalab.com.br 

Liliam Hargreaves - formigas@uol.com.br 

Cláudia Belém – claudia.belem@atomicalab.com.br 

Liège Monteiro - lgm . assessoria @ gmail . com 


sábado, 2 de setembro de 2023

Cineclube Waldisa Russio é inaugurado em São Paulo

 



Quando a jovem Jessica Gomes pensou em seu trabalho de conclusão de curso na faculdade de Comunicação, não imaginava que iniciava ali uma trajetória marcante. “Campos Conquistados”, documentário que investiga a relação das árbitras de futebol com o meio em que atuam, ganhou destaque em festivais de cinema e foi a obra escolhida para marcar a inauguração do Cineclube Waldisa Russio, na capital paulistana.


Com mediação da renomada Clarissa Kushnir, uma roda de debates seguiu-se à exibição, contando ainda com a presença da Educadora Social do Museu do Futebol, Angélica Angelo.



Além da presença de representantes de várias vertentes da arte, a inauguração do Cineclube contou ainda com apresentação musical de Fernando Starkey, com participação de Kiko Perrone.



Localizado em uma aconchegante casa no Campo Belo, exatamente onde residia a importante museóloga, o Cineclube é a primeira ação do Instituto Waldisa Russio, presidido por Nyda Parnoff, sobrinha de Waldisa.



“Inicialmente pensei em abrir a casa como um hostel para receber estudantes de museologia. Mas logo percebi que deveria ir além. O Instituto Waldisa Russio se propõe a ser um espaço de troca de conhecimento não apenas do universo da museologia, mas de estudos e arte em geral”, destaca Nyda.

                                                 Bruno Saglia, Monike e Jane Saglia

A ideia do Cineclube, por sua vez, ficou a cargo dos irmãos Bruno e Jane Saglia, experientes na sétima arte como realizadores, organizadores e produtores de filmes premiados e do Festival de Cinema de Vassouras.



Eles assinam também a curadoria da primeira exposição do Instituto, com o tema “Waldisa Russio - Da múltipla formação a sua transformação”, que destaca documentos importantes da trajetória da museóloga, uma mulher à frente do seu tempo



“O Instituto Waldisa Russio está pronto para receber a todos, ampliando a arte e o legado de uma das pioneiras da museologia no Brasil, com democratização e diversidade cultural”, destaca Bruno Saglia.



Mensalmente o Cineclube Waldisa Russio terá exibição de um filme, seguido de roda de conversa com diretores e produtores. A modelo, influencer e ex-miss Monike ainda dá um toque a mais, entrevistando os convidados.



Mais informações: https://institutowaldisarussio.org

@institutowaldisarussio

 
                                  Flavia Santana, Rafael Lima, Jane Saglia e Flavia Cirino

 

segunda-feira, 28 de agosto de 2023

Crítica do filme: “O Porteiro”

Por Graça Paes, RJ

O longa “O Porteiro” com direção de Paulo Fontenelle e roteiro de Renato Fagundes estreia nos cinemas dia 31 de agosto com classificação etária 14 anos.

Estrelado por Alexandre Lino, o filme é inspirado na peça teatral homônima de Paulo Fontenelle.

É uma comédia leve e reflexiva e certamente uma bela homenagem a todos os porteiros do país.

No longa, Waldisney (Alexandre Lino) trabalha como porteiro de um prédio e faz questão de manter o bom relacionamento com todos os moradores. Entre eles, a estudante de psicologia Dona Aline (Aline Campos), Amanda (Raissa Chaddad), Dona Alzira (Suely Franco), Dona Adelaide (Rosane Gofman) e o lutador José Aldo.

Como todo porteiro, ele fica sempre naquelas sinucas de bico entre o sindico e os moradores, entre atender ou não as chamadas particulares dos moradores, entre outras questões. Paralelo a tudo isso, ele trabalha num prédio em que o porteiro ocupa uma das unidades do prédio.

Condomínio, condôminos, moradores e família em 83 minutos de duração te remetem a várias situações que certamente quem mora em prédio já vivenciou ou irá vivenciar um dia.


Tecnicamente o longa é bom! Um bom roteiro, uma fotografia bem projetada, boa edição e um elenco que dá conta do recado.


No elenco, além de Alexandre Lino estão Mauricio Manfrini, Bruno Ferrari Daniela Fontan, Cacau Protássio, Heitor Martinez, Juliana Martins, Aline Campos, Raissa Chaddad, Suely Franco, Rosane Gofman, o lutador José Aldo, entre outros.


Se prepare para dar boas risadas!!!

A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 8.7.



 

quinta-feira, 24 de agosto de 2023

'Marte um' é o grande vencedor do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro de 2023

Por Graça Paes, RJ 

O evento reuniu a nata do cinema nacional na Cidade das Artes no RJ


A Academia Brasileira de Cinema e Artes Audiovisuais realizou na noite de quarta-feira, dia (23/08), a 22ª edição do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. 

A cerimônia de premiação foi na Grande Sala da Cidade das Artes, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. O evento teve como mestres de cerimônia a atriz Cláudia Abreu e o ator e diretor Silvio Guindane.


O grande vencedor da noite foi o longa "Marte um", do mineiro Gabriel Martins, que conquistou oito estatuetas, incluindo a de melhor filme, direção, roteiro, ator e ator coadjuvante.

Recordista em indicações, concorrendo a 15 estatuetas, o longa “Medida provisória” deixou a cerimônia com apenas um troféu Grande Otelo, o de melhor atriz coadjuvante para Adriana Esteves.

Na entrada do evento , a chegada do ator Cauã Reymond mobilizou a imprensa e os convidados presentes. Todos queriam um momento com o interprete de Caio em ‘Terra e Paixão’, novela das 21h, da Tv Globo.

A cerimônia começou com a apresentação do pianista pernambucano Vitor Araújo, que serviu de trilha sonora para o vídeo exibido no telão em homenagem aos 125 anos do cinema brasileiro, completados em junho. Na sequência, foram realizados discursos de Renata Almeida Magalhães, presidente da Academia, e Marcelo Calero, secretário municipal de Cultura do Rio.


Ao longo da cerimônia, os apresentadores do evento e alguns dos contemplados pediram "cotas de tela" e a regulação do streaming. 

A cerimônia também foi marcada por homenagens, entre elas a realizada para Amir Labaki, idealizador do festival ‘É Tudo Verdade’, de documentários, e a de Vladimir Carvalho, documentarista conhecido pelo trabalho em "O país de São Saruê" (1971) e "Conterrâneos velhos de guerra" (1992).


Outro ponto auge do evento foram as homenagens  in memoriam, ao som de "A paz" no piano, que relembrou os artistas que faleceram no último ano, como Aderbal Freire-Filho, Antônio Pedro, Aracy Balabanian, Claudia Jimenez, Doris Monteiro, Erasmo Carlos, Gal Costa, João Donato, Zé Celso, Pedro Paulo Rangel, Pelé, Rita Lee, Rolando Boldrin e, é claro, Léa Garcia. 

O evento foi encerrado com a apresentação da bateria da Portela.

 

Fotos Rogério Rezende/Divulgação

Fotos Wallace Barbosa/Zapp News


Confira a lista dos vencedores:

Melhor longa-metragem de ficção

“A viagem de Pedro”

Eduardo e Mônica”

“Marte um” (vencedor)

“Medida provisória”

“Paloma”


Melhor longa-metragem documentário

“A jangada de Welles”

“Amigo secreto”

“Clarice Lispector – A descoberta do mundo”

“Kobra auto retrato” (vencedor)

“O presidente improvável”


Melhor longa-metragem comédia (voto popular)

“Bem-vinda a Quixeramobim” (vencedor)

“Jesus Kid”

“O clube dos anjos”

“Papai é pop”

“Vale night”


Melhor longa-metragem infantil

“Alice dos Anjos”

“Alice no Mundo da Internet”

“DPA 3 – Uma Aventura no Fim do Mundo”

“Pequenos Guerreiros”

“Pluft, o fantasminha” (vencedor)


Melhor longa-metragem animação

“Além da lenda – O filme”

“Meu amigãozão – O filme”

“Meu tio José”

“Tarsilinha” (vencedor)

“Tromba trem – O filme”


Melhor direção

Gabriel Martins, por “Marte um” (vencedor)

Laís Bondanzky, por “A viagem de Pedro”

Marcelo Gomes, por “Paloma”

René Sampaio, por “Eduardo e Mônica”

Rosane Svartman, por “Pluft, o Fantasminha”


Melhor primeira direção de longa-metragem

Angelo Defanti, por “O clube dos anjos”

Bruno Torres, por “A espera de Liz”

Caio Blat, por “O debate”

Carolina Markowicz, por “Carvão” (vencedora)

Lázaro Ramos, por “Medida provisória”



Melhor atriz

Alice Braga, por “Eduardo e Mônica”

Andréa Beltrão, por “Ela e eu”

Dira Paes, por “Pureza” (vencedora)

Kika Sena, por “Paloma”

Marcélia Cartaxo, por “A mãe”


Melhor ator

Alfred Enoch, por “Medida provisória”

Antônio Pitanga, por “Casa de antiguidades”

Carlos Francisco, por “Marte um” (vencedor)

Cauã Reymond, por “A viagem de Pedro”

Gabriel Leone, por “Eduardo e Mônica”


Melhor atriz coadjuvante

Adriana Esteves, por “Medida provisória” (vencedora)

Camila Márdila, por “Carvão”

Camilla Damião, por “Marte um”

Drica Moraes, por “As verdades”

Helena Ignez, por “A mãe”


Melhor ator coadjuvante

André Abujamra, por “O clube dos anjos”

Augusto Madeira, por “O clube dos anjos”

Cícero Lucas, por “Marte um” (vencedor)

Emicida, por “Medida provisória”

Flávio Bauraqui, por “Medida provisória”


Melhor direção de fotografia

Adrian Teijido, por “Medida provisória”

Felipe Reinheimer, por “Pureza”

Gustavo Hadba, por “Eduardo e Mônica”

Leonardo Feliciano, por “Marte um” (vencedor)

Pedro J. Marquez, por “A viagem de Pedro”

Pepe Mendes, por “Carvão”


Melhor roteiro original

Bruno Torres e Simone Iliescu, por “A espera de Liz”

Carolina Markowicz, por “Carvão”

Gabriel Martins, por “Marte um” (vencedor)

Laís Bodanzky, por “A viagem de Pedro”

Marcelo Gomes, Armando Praça e Gustavo Campos, por “Paloma”


Melhor roteiro adaptado

Aly Muritiba, por “Jesus Kid”

Angelo Defanti, por “O clube dos anjos” (vencedor)

Jorge Furtado e Guel Arraes, por “O debate”

Lusa Silvestre, Lázaro Ramos, Elisio Lopes Jr. e Aldri Anunciação, por “Medida provisória”

Matheus Souza, Claudia Souto, Jessica Candal e Michele Frantz, por “Eduardo e Mônica”


Melhor direção de arte

Adrian Cooper, por “A viagem de Pedro” (vencedor)

Fernanda Carlucci, por “O clube dos anjos”

Marcos Pedroso, por “Paloma”

Rimenna Procópio, por “Marte um”

Tiago Marques, por “Eduardo & Mônica”

Tiago Marques, por “Medida provisória”


Melhor figurino

Alex Brollo, por “Medida provisória”

Gabi Campos, por “Paloma”

Marina Sandim, por “Marte um”

Marjorie Gueller, Joana Porto e Patrícia Dória, por “A viagem de Pedro” (vencedor)

Valeria Stefani, por “Eduardo e Mônica”


Melhor maquiagem

Adriano Manques, por “Medida provisória”

Amanda Mirage, por “O clube dos anjos”

Auri Mota, por “Eduardo e Mônica”

Donna Meirelles, por “Paloma”

Mari Figueiredo e Cacá Zech, por “Pluft, o fantasminha”

Tayce Vale e Blue, por “A viagem de Pedro” (vencedor)


Melhores efeitos visuais

“A viagem de Pedro”

“Marte um”

“Jesus Kid”

“A espera de Liz”

“Medida provisória”

“Pluft, o fantasminha” (vencedor)


Melhor montagem

Diana Vasconcellos, por “Medida provisória”

Eduardo Gripa, por “A viagem de Pedro”

Livia Arbex, por “O clube dos anjos”

Marcelo Moraes, por “Pureza”

Thiago Ricarte e Gabriel Martins, por “Marte um” (vencedor)


Melhor som

“Pluft, o fantasminha”

“A espera de Liz”

“Alemão 2”

“Medida provisória”

“Marte um” (vencedor)


Melhor trilha sonora

André Abujamra, por “O clube dos anjos”

Daniel Simitan, por “Marte um”

Nelson Soares e Marcos Moreira, por “Paloma”

Pedro Guedes, Fabiano Krieger e Lucas Marcier, por “Eduardo e Mônica” (vencedor)

Plínio Profeta, Rincon Sapiência e Kiko De Sousa, por “Medida provisória”


Melhor filme íbero-americano

“1976” (Chile e Argentina)

“Argentina, 1985” (Argentina) (vencedor)

“As bestas” (Espanha)

“La Jauría” (Colômbia)

“Restos do vento” (Portugal)


Melhor filme internacional

“1982” (Líbano)

“A mulher rei” (EUA)

“Avatar: O caminho da água” (EUA)

“Boa sorte, Leo Grande” (Reino Unido)

“Elvis” (EUA) (vencedor)

“Pantera Negra: Wakanda para sempre” (EUA)

“Top Gun: Maverick” (EUA)


Melhor curta-metragem animação

“A menina atrás do espelho” (vencedor)

“Em busca da terra-música prometida”

“Meu nome é Maalum”

“Nonna”

“O senhor do trem”


Melhor curta-metragem documentário

“A última praga de Mojica”

“Carta para Glauber”

“Peixes não se afogam”

“Território Pequi” (vencedor)

“Trópico de Capricórnio”


Melhor curta-metragem ficção

“Ainda restarão robôs nas ruas do interior profundo”

“Big bang” (vencedor)

“Fantasma neon”

“Infantaria”

“Sobre amizade e bicicletas”

“Último domingo”


Melhor série brasileira animação

“Cordélicos” (1ª temporada)

“O show da Luna” (7ª temporada)

“Passagens da independência” (1ª temporada)

“Vamos brincar com a Turma da Mônica” (1ª temporada) (vencedora)


Melhor série brasileira documentário

“Em casa com os Gil” (1ª temporada)

“Lei da selva – A história do jogo do bicho” (1ª temporada)

“O caso Celso Daniel” (1ª temporada)

“Pacto brutal – O assassinato de Daniela Perez” (1ª temporada) (vencedora)

“PCC – Poder secreto” (1ª temporada)


Melhor série brasileira ficção

“Bom dia, Verônica” (2ª temporada)

“Manhãs de setembro” (2ª temporada) (vencedora)

“Rota 66 – A polícia que mata” (1ª temporada)

“Sob pressão” (5ª temporada)

“Turma da Mônica – A série” (1ª temporada)


quinta-feira, 17 de agosto de 2023

Crítica do filme: “Besouro Azul”

Por Graça Paes, RJ 

O longa “Besouro Azul” com direção de  Angel Manuel Soto, produção de John Rickard e Zev Foreman, trilha sonora de Bobby Krlic, Cinematografia de Pawel Pogorzelski e distribuição da  Warner Bros. Pictures estreia nesta quinta-feira, dia 17 de agosto nos cinemas. 


A nova aposta da DC leva as telonas a história do adolescente Jaime Reyes que ao se deparar com um misterioso escaravelho este se prende ao seu corpo fazendo com que ele ganhe superpoderes e uma poderosa armadura alienígena azul.

O longa, estrelado por Xolo Maridueña e Bruna Marquezine, nos conta a origem do herói Besouro Azul, um dos mais antigos dos quadrinhos. 


Na telona, Bruna Marquezine é Jenny Kord e é através dela que Xolo Maridueña, (James Reyes) encontra o artefato e a partir que a vida deles se cruzam e a história de desenrola.  

Mas, para refrescar a memória de quem conhece os quadrinhos do Besouro Azul ou para esclarecer os que não o conhecem, vamos lá: o Besouro Azul, também conhecido como Ted Kord, fez sua primeira aparição nos quadrinhos na década de 1930. Foi criado pela equipe criativa da Fox Comics, e estreou em Mystery Men Comics, em 1939, apenas um ano após a estreia do Superman. Garret era um oficial de polícia que, usando um manto azul e asas mecânicas, lutava contra a injustiça.

Em 1954, a Charlton Comics adquiriu os direitos de publicação do Besouro Azul original e reformulou o personagem, passando o manto do herói para brilhante cientista Ted Kord. Enquanto na Fox Comics Dan Garret adquiria os poderes através de uma espécie de vitamina, na reformulação os poderes vinham através de uma espécie de escaravelho azul que concedia habilidades sobre-humanas ao hospedeiro. 

Na década de 1960, a DC adquiriu os direitos do personagem Besouro Azul e manteve suas origens, misturando parte da história criada inicialmente pela Fox Comics, com o que já havia sido criado pela Charlton Comics, onde o Besouro Azul era Ted Kord, um brilhante cientista e inventor, que acabou adquirindo os poderes de herói justamente com o antigo Besouro Azul, Dan Garret, que era seu mentor. Em sua nova encarnação, Kord não possuía poderes sobre-humanos, mas confiava em suas habilidades físicas e em seu intelecto afiado.

Em 2006, a DC Comics reintroduziu o Besouro Azul de uma forma completamente nova.  E, a origem desta adaptação, a do adolescente latino-americano, que encontra um escaravelho alienígena que lhe dá a capacidade de se transformar em um herói com armadura azul e é esta a versão que está nas telonas. 

Se prepare, o longa é sim daqueles que mantém na poltrona. Tem a leveza da adolescência, humor, drama, romance e ação. 

Um fato a ser destacado é que a química entre Xolo Maridueña e Bruna Marquezine em cena é muito boa, e que nossa menina tupiniquim promete acontecer em Hollywood. 

É um bom filme. Destaco a fotografia vibrante, os personagens caricatos, os diálogos bem apropriados e a trilha sonora que nos leva a viajar no tempo. 

Exaltar a cultura latina é um grande diferencial. Além do diretor porto-riquenho, Angel Manuel Soto, e do elenco majoritário ser de origem latina, o filme, de fato, busca retratar essa essência que preza e cultua os laços familiares e o amor ao próximo. 

No elenco, além de Xolo Maridueña e Bruna Marquezine estão Susan Sarandon, Belissa Escobedo, Damián Alcázar, Oshún Ramirez, Jorge A. Jimenez, Marcus H. Nelson, entre outros.

É o tipo de longa que requer salas de cinema com excelentes qualidades técnicas de som e de imagem, e um bom combo de pipoca para acompanhar.

Ah! Não saia correndo do cinema quando terminar, pois duas cenas pós créditos te esperam. 


Trailer:

A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 9.