quinta-feira, 10 de maio de 2018

Crítica do filme: Todos os Paulos do mundo

Por Graça Paes, RJ (Agência Zapp News)

 

Com direção e roteiro de Gustavo Ribeiro e Rodrigo de Oliveira e produção de Vania Catani e Joelma Oliveira Gonzaga, o documentário é uma bela homenagem aos 60 anos de carreira do ator Paulo José, completados em 2017. A obra é um compilado com diversas cenas marcantes da carreira de Paulo, narradas por depoimentos  escritos por ele onde vários atores dão voz a Paulo.

 

O documentário é muito relevante, pois a história de Paulo José, atualmente com 81 anos, se mistura a história do cinema nacional. Até o título foi muito bem escolhido Todos os Paulos do Mundo.

 

 A Agência Zapp News já conferiu e deu nota 8.        

Crítica do filme “A noite do jogo”

Por Graça Paes, RJ (Agência Zapp News)  

    

 Com direção de John Francis Daley e Jonathan M. Goldstein. O longa retrata a vida de Max e Annie, um casal, que se conheceu através de um jogo, e que participa de um grupo de casais que organizam noites de jogos. Tudo vai muito bem, até que o irmão de Max, Brooks, chega, a pacata cidade e decide organizar uma festa com um jogo que tem assassinato e mistério e sua nova casa.  

    

 Durante esta noite, no meio do jogo, Brooks é sequestrado e todos os participantes acreditam que tudo faz parte da misteriosa brincadeira, mas o que os seis amigos descobrem é que vão precisar resolver o caso para vencer o jogo, cujo rumo vai se tornando cada vez mais inesperado.  

    

 É uma comédia com tons de romance, bem escrita, bem dirigida e com ótimas cenas de ação.  Fotografia, trilha sonora e um humor bem trabalhado definem este longa. Se prepare, pois você irá rir do início ao fim.  

    

 A Agência Zapp News já assistiu, recomenda e dá nota 10.      


Crítica do filme:  Acertando o passo

  Por Graça Paes, RJ (Agência Zapp News) 

     

O longa dirigido pelo britânico Richard Loncraine retrata a história de Lady Sandra Abbott que era casada há 40 anos e em uma grande festa de renovação de votos descobre que seu marido tem um caso amoroso com sua melhor amiga. Ela então sai de casa e vai ao encontro da irmã Sandra, que é livre, leve e solta, que não vê há 10 anos. A partir daí, tudo muda em sua vida antes pacata.  

   

Bif, irmã de Sandra é cercada de amigos e de alegria. Então, ela coloca a irmã para fazer aulas de dança comunitária junto com a irmã e acaba descobrindo um novo sopro de diversão e romance em sua vida. As irmãs e mais um grupo de idosos bem unidos vão nos levar a momentos de muita reflexão, principalmente no que se refere a vida, ao amor, a amizade, carinho, parceria e as limitações na terceira ou melhor idade. 

     

 É um filme sensacional! Você não sairá o mesmo desta sessao de cinema. É tecnicamente perfeito e humanamente necessário.  

    

 Dia 10 de maio nos cinemas. Você vai querer fazer parte desta turma.    

 A Agência Zapp News já assistiu e deu nota 10.    


Crítica do filme: Desejo de matar

Por Graça Paes, RJ (Agência Zapp News)

 


Com direção de Eli Roth e música de Ludwig Goranson o novo longa com Bruce Willis, Vincent D’Onofrio, Kimberly Elise, Mike Epps e Elisabeth Shue chega as telas, mas ao contrário do que se esperava não é um remake do filme de 1974 estrelado por Charles Bronson. O longa tem o mesmo argumento, mas foi totalmente adaptado. No atual ‘Desejo de Matar’, Paul é médico. Em uma determinada noite, ele tem sua casa invadida, a filha agredida e a esposa assassinada por bandidos. Após, essa tragédia, ele começa a acompanhar a polícia nas investigações para capturar os criminosos. Num curto período de tempo, ele percebe que a polícia jamais encontrará os assassinos. Sem opções, e certo de querer vingança, ele irá se aventurar por caminhos obscuros em uma jornada pessoal em busca de justiça.   


   


Tecnicamente, o filme deixa a desejar em muitos momentos. Existe falhas na direção e o roteiro também não é dos mais convincentes. Ficam pontos soltos em diálogos não tão claros. Até a fotografia peca em algumas cenas. O filme arrisca em poucas cenas cômicas, em meio as cenas de ação. Mas, também não é muito feliz nesse parâmetro.   O que vale e muito assistir neste longa é a atuação de Bruce Willis, ele sempre se destaca em tudo que faz.


 
 A Agência Zapp News já assistiu e deu nota 8.



sexta-feira, 4 de maio de 2018

Crítica do filme: Teu mundo não cabe nos meus olhos

  Por Graça Paes, RJ (Agência Zapp News)  

      

Com direção e roteiro de Paulo Nascimento, produção de Edson Celulari e Paulo Nascimento, música de Silvio Marques e um grande elenco o filme ‘Teu mundo não cabe nos meus olhos’ já está em cartaz nos cinemas.  

    

 Ele conta a história de Vitório que é cego de nascença. Dono de uma pizzaria herdada por seu pai no tradicional bairro do Bixiga, em São Paulo. Vitório (Edson Celulari) tem uma vida feliz, do jeito dele, com a mulher Clarice e a filha Alícia. Ele acredita que já superou todas as dificuldades da cegueira, e que deu a volta por cima, e está bem. Mas, sua família busca uma alternativa para ele enxergar. Só que ao descobrir que existe esta possibilidade de enxergar, Vitório inicia um conflito consigo mesmo e precisa tomar uma grande decisão. Fazer ou não a cirurgia? Enxergar ou não? Esta decisão está na telona e você pode conferir nos cinemas.    

    

 O brilho do filme está nos diálogos. Entre os talentos de Edson Celulari e Soledad Villamil, atriz e cantora argentina. As cenas entre ambos são magníficas. Assim, como as cenas entre Edson Celulari e o brilhante ator Leonardo Machado. Uma excelente oportunidade para ver a boa atuação de Edson Celulari, já quem em novelas seus personagens, geralmente, são mero coadjuvantes, sem muito espaço nas tramas.     

      

 Tecnicamente falando, o filme é bom, tem uma boa fotografia, uma música envolvente, e os atores estão bem em cena, mas é meio arrastado, não chega a dar sono, mas o filme é lento.  Falta um ritmo, mas nada que tire o brilhe de te fazer querer ficar até o final.    


   


O filme é forte. Deixa muitas mensagens e temas para refletirmos entre eles amor, amizade, respeito e família. Ele também nos leva a refletir também sobre os sonhos. Os sonhos dos outros, mesmo que próximos a nós, podem não ser os nossos.  

 

 Eu recomendo. Assista!! A Agência Zapp News já conferiu e deu nota 8.

      CRITICA EM VÍDEO PARA O CANAL CULTURA DA AÇÃO:    

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Crítica do filme: Verdade ou Desafio?

Por Graça Paes, RJ (Agência Zapp News)

 

VERDADE OU DESAFIO? É dirigido por Jeff Wadlow que também assina o roteiro com Michael Reisz e Jillian Jacobs. Tem música de Matthew Margeson e a produção da Blumhouse.     

    


O filme conta a história de um grupo de adolescentes liderados pela jovem Olivia (Lucy Hale). O grupo decide viajar para o México antes da formatura. Lá, um estranho convence Olívia a levar os amigos para um local ermo e abandonado e os induz a jogar Verdade ou Desafio. Só que o jogo desperta algo maligno, e a partir daí fatos estranhos começam a fazer com que os amigos compartilhem segredos sombrios e confrontem seus medos mais profundos.  


    


 A regra do jogo é simples, porém cruel: fale a verdade ou morra, faça o desafio ou morra, e se parar de jogar, também morre. Não tem para onde correr.    

    


 O argumento do filme é bom, mas não foi bem roteirizado. As cenas nada tem de surpreendente, eu o definiria como um filme de leve suspense cômico. A fotografia é razoável e a trilha sonora não faz muita diferença. Dos jovens em cenas, mesmo com a produção apostando em dois grandes astros teen que também são cantores, Lucy Hale que dá vida a Olivia e nem Tyler Posey que vive Lucas a coisa funciona. Quem se destaca um pouco mais é Violett Beane que ficou conhecida após o papel como Jesse Chambers Wells / Jesse Quick em The Flash. Pois, roubar a cena nenhum deles rouba. Sem falar nas caretas que eles fazem quando são possuídos, elas parecem que foram feitas para vocês dar risadas, pois não assusta ninguém.    

    


 É uma história bem clichê, sem um fim definido, com roteiro e atuações limitadas e com nada de relevante. Mas, para quem gosta de filme com temática adolescente pode ser que curta. A Agência Zapp News já assistiu e deu nota 7.  

     

Crítica do filme: Gringo: vivo ou morto

Por Graça Paes, RJ (Agência Zapp News)   

    

Com direção de Nash Edgerton, que soma muitos curta metragens no currículo, o longa tem roteiro de Anthony Tambakis e Matthew Stone, música de Christophe Beck e produção de Charlize Theron, Nash Edgerton, Anthony Tambakis, Rebecca Yeldham, Beth Kono, A.J. Dix. Estreia no Brasil dia 3 de maio.  

    

O filme conta a história de um executivo de uma grande empresa, Harold Soyinka, que em uma viagem ao México, passa de um cidadão respeitado a um fora da lei procurado, e a partir daí muitas aventuras acontecem.  

    

 Bom, você não verá nada de novo e muito menos de surpreendente neste longa. Em alguns momentos irá achar até já ter visto o filme, pois tem muitos clichês e cenas que se assemelham a longas no estilo pastelão, o gênero que ele mais se encaixa. Abusa muito da desavença entre norte americanos e mexicanos. Onde o norte americano é o bonzinho e o mexicano sempre o bandido.  

   


 Não espere muito de Charlize Theron e Nash Edgerton em cena. Interpretam personagens sem grande relevância e estão bem diferentes de tudo que você já viu.  Charlize é a loira gostosona da história. A fotografia é boa e ponto. E, as cenas de ação são boas, mas todas cômicas demais. A Agência Zapp News já assistiu e deu nota 7.5.

      


 Quem rouba a cena é o ator David Oyelowo, o protagonista, que vive o Harold Soyinka. Amanda Seyfried faz uma pequena participação sem grande importância na trama. A produção usou e abusou de grandes nomes, mas todos os tops de Hollywood não tiveram atuação relevante no filme.   

       

Crítica do filme: Paulo, o apóstolo de Cristo

Por Graça Paes, RJ (Agência Zapp News)   

    


Dirigido e roteirizado por Andrew Hyatt, com trilha sonora de Jan. A.P. Kaczmarek, o filme "Paulo, o apóstolo de Cristo" está nos cinemas. Protagonizado por James Faulkner, de Games of Thrones,  e Jim Caviezel, de "A Paixão de Cristo", de Mel Gibson. O filme estreou no dia 3 de maio.


    

O longa bíblico retrata a trajetória de Paulo, o apóstolo que antes da conversão, ficou conhecido por perseguir cristãos de forma muito cruel. Mas, que ao ter uma experiência com Cristo, pela dor, após três dias de cegueira, e voltar a enxergar,  passou a propagar a palavra de Deus e a defender aos que antes perseguia. E, a partir daí,  ele se tornou um dos apóstolos mais influentes do cristianismo. O que é contado no longa, sua trajetória e o período de cárcere.   

    


 Tecnicamente, o filme tem uma fotografia razoável, pois faltam cenas externas, que são muito importantes em filmes bíblicos. Focaram demais nas cenas em estúdio. E, boa parte das cenas externas que possuem diálogos parecem terem tido uso de cromaqui, e este não ficou muito bom. Também faltou ação. O filme fala de mortes, de batalhas, mas quase nada disso se vê em cena. A música também poderia ter sido melhor aproveitada. Mas, tem pontos positivos também. Andrew Hyatt, diretor e produtor, acertou bem no roteiro, que é instigante, provoca, te leva o tempo todo a reflexão e na direção, pois tem cenas belas e ele fez muito bem o uso de mais de 100 figurantes em cena. 


     

 É um filme bíblico, e retrata de forma sábia a vida de Saulo, que se torna Paulo. Mas, alguns fatores chamam a atenção. Parece que se fez uso de mais de uma bíblia, pois para quem já leu o Evangelho segundo o Espiritismo, a versão de Allan Kardec, irá identificar muitas falas, termos e passagens que se conhece através de Kardec. Como o hábito de chamar Paulo, de Paulo de Tarso, o que é comum no Kardecismo. E, não nas igrejas católicas e evangélicas. O nome Paulo de Tarso se refere a cidade de Tarso, na Turquia, onde ele nasceu. Paulo da cidade de Tarso. Paulo estar sem cabelos também chama a atenção. Em todos os filmes bíblicos os homens tem cabelos compridos. E, tem outros fatores que não posso revelar aqui para não dar spoiler. 

     

É um bom filme. Te prenderá na cadeira do inicio ao fim de fará entender parte do Novo Testamento. Sem falar na amizade entre Paulo e Lucas brilhantemente retratada pelos atores James Faulkner e Jim Caviezel. Lucas tem extrema importância na redação das escrituras sagradas.  O longa te levará a muitas reflexões, principalmente, sobre a fé, a amizade, a auto-confiança e as conquistas.     

  

 A Agência Zapp News já conferiu e deu nota 7.5.    


 Canal Cultura da Ação, por Graça Paes