quinta-feira, 7 de junho de 2018

Crítica do filme: "Oito Mulheres e Um Segredo" (Ocean’s Eight)


Por Graça Paes, RJ (Agência Zapp News)   

     


 O longa 'Oito Mulheres e Um Segredo', com direção de Gary Ross, roteiro de Gary Ross e Olivia Milch conta com um elenco estelar. As protagonistas desta história são Sandra Bullock, Cate Blanchett, Anne Hathaway, Helena Bonham Carter, Rihanna, Sarah Paulson, Mindy Kaling, Awkwafina e ainda tem Dakota Fanning, Richard Armitage, James Corden, entre outras feras no elenco.  

    


 A história começa após Debbie Ocean (Sandra Bullock), irmã de Danny Ocean, que foi o grande protagonista da trilogia 'Onze homens e um segredo', 'Doze homens e outro segredo', 'Treze homens e um novo segredo', entrar em regime condicional após cinco anos de prisão. A ex-detenta, durante o cárcere, planejou um roubo daqueles de entrar para a história. E, ao colocar o pé na rua, ela começa sua empreitada, e escala uma equipe de especialistas para roubar um colar de diamantes que vale 150 milhões de dólares. Tudo está planejado para acontecer durante um baile de gala, o Met Gala, baile realizado anualmente que é organizado pela toda-poderosa Anna Wintour, da Vogue norte-americana em parceria com o Metropolitan Museum of Art de Nova York.  


    

 A trama, que desta vez é protagonizada por mulheres, empoderadas, claro que no crime, mas empoderadas e carismáticas, segue a argumentação da trilogia, que também já é baseada no primeiro longa de 1960, de Lewis Milestone, cujo nome é 'Onze homens e um segredo'. Neste filme, que tem a mesma argumentação dos anteriores, cujo homens são protagonistas, mas que na verdade, não é uma versão, mas sim uma sequência, já que neste, uma das protagonistas é a irmã de Danny Ocean, o célebre da trilogia, neste a mentora do plano é Debbie Ocean (Sandra Bullock). Bom, neste filme, o primeiro ato, que tem a apresentação das personagens, é um tanto lento, sem muita fluidez, mas fiquem ligados, e não saiam da sala de cinema, porque depois o longa pega ritmo e segue de forma gostosa e divertida. 


      

 O filme é daqueles que são básicos. Tem uma fotografia e montagem bem simples. Uma boa trilha sonora, figurinos excelentes e boas ótimas atuações das estrelas de Hollywood. É uma trama sem grandes novidades, com alguns clichês, quase politicamente correto, já que todas as etnias estão representadas nas protagonistas, e que como a trilogia na versão masculina, também possui um final surpreendente.   
     

 É um filme bom, e ponto, assista, vale a pena, mas não espere nada de extraordinário na telona em 'Oito Mulheres e um Segredo'. O longa tem uma pegada gostosa de comédia e boas atuações. É um filme inteligente, que soube até mesmo brincar e usar o merchandising de forma interessante, e que leva o espectador a acompanhar cada passo do que é elaborado para a execução de um grande roubo, o que te leva a querer acompanhar o desfecho.     

  

 A Agência Zapp News já conferiu e nossa nota é 8.7. Nos cinemas a partir de 7 de junho.    

quinta-feira, 31 de maio de 2018

Crítica do filme: "Eu só posso imaginar"

Por Graça Paes, RJ (Agência Zapp News)   


    


O longa dirigido pelos irmãos Andrew e Jon Erwin tem uma narrativa clara e objetiva. Baseado em fatos reais, o filme retrata a trajetória de Bart Millard (J. Michael Finley), vocalista da banda gospel MercyMe, desde a infância, passando pela adolescência, marcada pelos maus tratos do pai Arthur (Dennis Quaid), até chegar à fase adulta, em que ele se torna líder do grupo musical, cuja canção de maior sucesso, I Can Only Imagine, dá título ao filme e muda toda a sua história.    


    


O ponto alto do filme é a relação familiar entre Bart e o pai. O espectador acompanha a dor que cresce com o menino ao longo dos anos. Após, a partida da mãe, ele é obrigado a viver apenas com o pai que não valoriza nenhum de seus esforços. Até que no início da fase adulta, Bart, sai de casa e assume a banda MercyMe. Só que um dia Bart resolve voltar para casa e acertar as contas com o pai. E, nesse retorno ao lar, ele encontra um pai complemente diferente daquele que ele abandonou.  

    

O longa mostra a conversão daquele homem e sua mudança para com o filho de maneira bem enfática. Tem muitas cenas de igreja, sobre o evangelho e sobre a religião cristã.    

    

A trilha sonora é magnífica e a fotografia muito boa, assim como o roteiro. O filme é bem dramático, bem tocante, se prepare, ele mexe com seu emocional e certamente você não conseguirá conter as lágrimas.    


      

 Esteja preparado, pois o longa transmite uma mensagem de evangelização bem forte em sua narrativa. Assim, como deixa ao público muitas reflexões para o espectador como relacionamento entre pais e filhos, obediência, a força e o poder de Deus, a  transformação em Cristo, conversão, libertação, garra, força, foco, amor e amizade.  

   

 Estreia dia 31 de maio nos cinemas. A Agência Zapp News já conferiu e nossa nota é 9.5.   

  

Crítica da animação: “Gnomeu e Julieta: O Mistério do Jardim"

Por Graça Paes, RJ (Agência Zapp News)  


    


 A sequência de Gnomeu e Julieta é dirigida por John Stevenson, que dirigiu Kung Fu Panda, e é produzida pelo cantor Elton John. A dublagem original da animação ainda conta com um elenco de peso, como, Emily Blunt, a Julieta, James McAvoy, o Gnomeu,  Johnny Depp, o Sherlock, a cantora Mary J. Blige, Maggie Smith e até o príncipe das trevas, Ozzy Osbourne.    



   

“O Mistério do Jardim” é inspirado no detetive mais famoso de Londres, Sherlock Holmes. E, na história o Sherlock Gnomes, tenta desvendar o sumiço de vários gnomos dos jardins das casas da capital inglesa. Entre as vítimas estão as famílias e amigos de Gnomeu e Julieta. A partir daí, Sherlock Gnomes, Watson e os Gnomos vão aprontar muito na telona.    


    

 A animação tem riqueza de detalhes. Um colorido na medida e personagens espetaculares. É uma produção magnífica com um roteiro perfeito e uma trilha sonora apaixonante. E, muitos efeitos que vão te arrancar muitas risadas. Ah! Certamente, você também irá querer todos os Gnomos em sua casa, pois são apaixonantes.      

   

 Estreia dia 31 de maio nos cinemas. A Agência Zapp News já conferiu e nossa nota é 10.   

      

Crítica do filme: "Não se aceitam devoluções"

Por Graça Paes, RJ (Agência Zapp News) 

    

 Leandro Hassun como você nunca viu dirigido por André Moraes ao lado da talentosíssima atriz mirim Manuela Kfouri e outras feras. Se prepare para assistir um longa nacional belíssimo. Que vai fazer você rir e vai fazer você chorar.  O filme é um remake da produção mexicana “No Se Aceptan Devoluciones”, recorde de bilheteria nos EUA, mas com uma versão nacional que tem o suingue brasileiro.  

    

 Na trama, Juca Valente é dono de um quiosque no litoral de São Paulo. Como um bom vivant e eterno namorador, ele não gosta de responsabilidades e não pensa em ter um relacionamento sério. Mas, sua vida toma outro rumo quando uma ex-namorada norte-americana deixa com ele a pequena Emma, que alega ser filha de ambos, e some. Desesperado, ele começa uma busca pela ex-namorada na tentativa de lhe devolver a filha, e acaba indo parar nos Estados Unidos, mesmo sem falar inglês. E, lá para sobreviver, ele se torna, mesmo medroso, dublê de cenas perigosas de filmes, e a partir daí muita coisa acontece na vida dele e de Emma.   

    

 É uma comédia dramática. Com excelente fotografia, bom roteiro, boa direção e boa trilha sonora. O longa conta com as excelentes atuações dos protagonistas, Hassun e Manuela e de todo o elenco. Tanto nas cenas de drama como nas de comédia. E, tem um fechamento surpreendente.   

    

 É um filme para ser assistido, curtido e refletido. Ele deixa ao espectador belas mensagens, como a do amor incondicional, a liberdade de relacionamentos e as funções de pai e de mãe.    

     

 O longa estreia dia 31 de maio nos cinemas. A Agência Zapp News já conferiu e nossa nota é 10.     

  

Crítica do filme: "Paraíso Perdido"

Por Graça Paes, RJ (Agência Zapp News)  

    

 Com direção de Monique Gardenberg, o longa nacional Paraíso Perdido tem a música como pano de fundo. O filme conta a história da família de José, tem como principal cenário a boate Paraíso Perdido, e marca o retorno de Erasmo Carlos a telona, após 30 anos.   

    

Na trama, José (Erasmo Carlos) é o patriarca de uma família marcada por amores, tragédias e muitos encontros e desencontros. Num desses encontros, eis que surge, o policial Odair (Lee Taylor), que salva o neto de José de uma agressão, achando que este fosse uma menina. Após, o fato, o agente é contratado para fazer a segurança da bela ou do belo Ímã (Jaloo), alvo de ataques homofóbicos. E, aos poucos, a história dessa família vai sendo retratada e o passado misterioso de alguns personagens vai sendo desvendado. 

     

O filme tem uma excelente e colorida fotografia e uma trilha sonora brilhante baseado no estilo brega. É bem dirigido e bem produzido, mas peca no roteiro. Algumas tramas, dentro da história, não ficam muito claras.  

    

 O longa é daquele que prende a sua atenção com a brilhante atuação de um elenco estelar, como, Erasmo Carlos, Seu Jorge, Lee Taylor, Júlio Andrade, Jaloo, Marjorie Estiano, Humberto Carrão, Julia Konrad, Malu Galli, Felipe Abib, entre outros. 

     

 Ele também deixa muitas reflexões para o publico, entre elas, a diversidade e a homofobia. Tem beijo de casal de meninos e de casal de meninas. Ataques homofóbicos. Retrata traição e perdão. A violência contra mulher, gravidez inesperada, defesa, vingança e traumas.   

    


 O filme entra em cartaz, na quinta-feira, dia 31 de maio.     

 A Agência Zapp News já conferiu e nossa nota é 9.       



quinta-feira, 24 de maio de 2018

Crítica: Han Solo: Uma História Star Wars

Por Graça Paes, RJ (Agência Zapp News)

Han Solo: Uma História Star Wars é o segundo filme da franquia, após Rogue One, de 2016. Dirigido por Ron Howard, produzido pela Lucasfilm, com Roteiro de Jonathan Kasdan, Lawrence Kasdan e Música composta por John Powell e John Williams.

 
O filme retrata uma série de ousadas aventuras, onde o jovem Han Solo encontra seu futuro copiloto, Chewbacca, e o notório jogador Lando Calrissian. Os atores Alden Ehrenreich e Donald Glover interpretam as versões jovens de Solo e Lando Calrissian nesta história sobre gangues e mercenários estelares.

 
O longa tem um pouco de tudo: roubo, golpes, jogos, luta pela sobrevivência, batalhas e até planetas que são oprimidos por tropas imperiais e gângsteres que matam, roubam e escravizam.

 
No filme, o jovem Han Solo, cujo o nome é explicado na trama, participa de jogos ao lado do apaixonante Lando, que na verdade, é o dono original da nave Millennium Falcon.

 
A obra também nos mostra o início da amizade entre Han Solo e Chewie, os bate-papos na língua wookie, até eles se tornarem grandes parceiros de expedições.  

 
Um personagem que merece destaque é Tobias Beckett (Woody Harrelson), o mentor de Solo, L3-37 (Phoebe Waller-Bridge). E, é claro, o robô sindicalista que já aparece em cena  protestando contra uma rinha de droides. E, rouba a cena.

 
A namorada de Solo, Qi’ra, assim como ele cresceu nas ruas perigosas do planeta Corellia. E, apronta muito na trama.

 
Han Solo: Uma História Star Wars mostra as aventuras e desventuras do jovem Solo. Os encontros e desencontros com Qi’ra, entre cenas de ação e de comédia, mas o filme não mantem um ritmo que retenha a sua atenção.
 

É bem produzido, tem uma boa fotografia, bons efeitos especiais, mas Han Solo: Uma História Star Wars, tem um roteiro fraco que não te prende.  É uma boa história, mas não é surpreendente.

 
A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 8.
     

Crítica do filme ‘Alguém Como Eu’

Por Graça Paes, RJ (Agência Zapp News) 

    


 “Alguém Como Eu” é uma comédia romântica dirigida pelo português Leonel Vieira e produzida por Caio Gullane, Fabiano Gullane e pelo próprio Leonel Vieira. O longa é adaptado por Tatiana Maciel e Adriana Falcão da história original de Pedro Varela. 

      


O longa conta a história do casal, Helena e Alex. Helena é uma publicitária bem-sucedida profissionalmente, que mora num local paradisíaco, no Rio de Janeiro, mas que não consegue decolar no amor. Até que um dia, ela tem a chance de jogar tudo para alto, ao aceitar um pedido de emprego em Portugal. Ela então vai morar em Lisboa, também num belo apartamento, com uma bela vista. Chegando lá, ela de forma mágica e bem clichê, conhece “um príncipe” o advogado, Alex, que bate à sua porta, por engano. Uma química bate entre os dois, e aos poucos, eles se envolvem.  

    

O casal vai viver diferentes fases desse relacionamento. Até que um belo dia, Helena (Paola Oliveira) passa a imaginar como seria o namoro, se Alex (Ricardo Pereira), pensasse e fosse como ela, como uma mulher. E, isso passa a ser uma obsessão. Até que seus pedidos são atendidos, o que causa uma mudança radical, e bem engraçada, na vida de ambos.    

    


O filme tem uma fotografia belíssima de Luís Branquinho, tanto do Rio de Janeiro, Brasil, como de Portugal. Quem não conhece o local, certamente, irá se apaixonar por ele e vai querer ir para Europa.  Ele também brinca com a mistura de sotaques de uma forma bem elegante e engraçada. O roteiro é bom, mas o filme peca no excesso de clichês, o que não chega a comprometer o longa, mas que também não agrada tanto.  


    

 É uma comédia romântica ousada, pois você talvez se surpreenda, de certa forma, com algumas cenas “picantes”, cenas de nu, e mesmo de beijo lésbico.  Mas, tudo que é mostrado é de uma forma bem peculiar, nada tem conotação vulgar.  

   


 O filme nos faz refletir sobre trabalho em excesso, vida sentimental, amizade, mudança de paradigmas, e muito mais.

    

 A Agência Zapp News já conferiu e nossa nota e 9,7.   O longa estreia dia 24 de maio nos cinemas.  

    

Crítica do filme ‘Colheita amarga’

Por Graça Paes, RJ (Agência Zapp News)

    


Com direção de George Mendeluk e Música composta por Benjamin Wallfisch, o filme ucraniano ‘Colheita Amarga’, de forma épica e até poética, conta a história  de Yuri, um artista nascido numa família de guerreiros cossacos, que vive na Ucrânia, nos anos 1930, e que se esforça para conseguir uma aprovação de seus parentes para sua escolha profissional. Só que a vida do rapaz muda totalmente quando o Exército Vermelho invade seu país e sua família é perseguida pelo regime stalinista.  


    


 Com base na história de Yuri, o filme narra o período entre as duas grandes guerras, quando a Rússia de Stalin promoveu o genocídio do povo ucraniano por fome, confiscando sua colheita, e levando mais tarde à anexação do território pela União Soviética.  


    


 Mas, antes da análise técnica, vamos a fatos históricos, já que o filme tem por base uma história real.   Primeiro, o que é Exército Vermelho?   O Exército Vermelho é o exército da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, criado por Leon Trótski dos Bolcheviques, em 1918, para defender o país durante a Guerra Civil Russa, sendo substituído pelo Exército Russo em 1991.   O nome Exército Vermelho faz referência à cor vermelha, símbolo do socialismo, e ao sangue derramado pela classe operária em sua luta contra o capitalismo. O termo Exército Vermelho é de uso comum no Ocidente para se referir a todas as Forças Armadas da União Soviética ao longo de sua história. Cresceu muito na década de 1940, tornando-se um dos maiores e mais poderosos exércitos da história militar.  

    

O que significa o termo Holodomor? O termo Holodomor ou "Holocausto Ucraniano" é o nome atribuído à fome de carácter genocidário causado por Josef Stalin, no comando da União Soviética, que devastou principalmente o território da República Socialista Soviética da Ucrânia, integrada na URSS, durante os anos de 1932 - 1933. Este acontecimento, também conhecido por Grande Fome da Ucrânia,  representou um dos mais trágicos capítulos da História da Ucrânia, devido ao enorme número de pessoas vítimas do bloqueio de alimentos feito por Stalin a localidade.   Apesar de esta fome ter igualmente afetado outras regiões da URSS avessas ao regime stalinista, o termo Holodomor é aplicado especificamente aos fatos ocorridos nos territórios com população de etnia ucraniana: a Ucrânia e a região de Kuban, no Cáucaso do Norte. Como tal, é por vezes designado de "Genocídio Ucraniano” significando que essa tragédia seria resultante de uma ação deliberada de extermínio, desencadeada pelo regime soviético, visando especificamente o povo ucraniano, enquanto entidade sócio-étnica.  

    

  A história não contada Quando se fala que o filme conta a história “não contada” se refere a não existir um consenso internacional entre acadêmicos ou políticos indicando que de fato as políticas soviéticas causadoras da fome na Ucrânia se enquadram na definição legal de genocídio de acordo com a Convenção para a Prevenção e a Repressão do Crime de Genocídio de 1948.   Alguns historiadores fazem referência à natureza genocidária do Holodomor usando como referência o conceito de genocídio e a sua definição jurídica. Por outro lado, alguns estudiosos sustentam o argumento de que Holodomor não foi um genocídio, mas sim, essencialmente, uma consequência dos problemas logísticos associados a alterações econômicas radicais implementadas durante o período de liquidação da propriedade privada e industrialização (que teria causado fome por toda a União Soviética).  

      

Mas, o que diz o filme “Colheita Amarga” De uma maneira, até poética, já que envolve um romance e sonhos, o roteiro do longa, narra os fatos do horror do socialismo pleno. Ele mostra de forma brilhante, como Stalin massacrou uma população inteira, de forma cruel, em nome do poder.     É um bom filme. Bem dirigido e bem produzido. Com maquiagem e figurinos belíssimos. Os efeitos especiais são bem programados e pontuais. Vale ressaltar, que  a fotografia sombria que dá um toque bem especial ao longa e é um espetáculo a parte.  

    

  A Agência Zapp News já conferiu e nossa nota é 9. Estreia dia 24 de maio nos cinemas.