quarta-feira, 13 de junho de 2018

Crítica do filme: ‘Talvez uma história de amor’

Por Graça Paes, RJ (Agência Zapp News)

   
Com a excelente direção de Rodrigo Bernardo, uma brilhante fotografia e atuações belíssimas, o longa ‘Talvez uma história de amor’ chega aos cinemas com um roteiro agradável e muito bem escrito por Alex Dantas.

 
O filme nos mostra a vida de Virgílio, personagem de Mateus Solano, cheio de toques, que numa bela noite, ao chegar em casa, após mais um dia de trabalho na agência de publicidade, liga a secretária eletrônica e ouve um recado perturbador. É uma mensagem de Clara, uma mulher, que lhe comunica o término do relacionamento de ambos.  Virgílio, então, entra em choque e ouve repetidamente a mensagem, buscando algum sentido para a situação, já que ele não sabe quem é a tal Clara, e a partir daí o longa mostra a saga do protagonista em busca de quem é Clara e do que ela representava em sua vida. Já que todos a sua volta sabem quem é a tal mulher, e ele simplesmente não se recorda dela.

 
Entre as novidades deste longa, está a atriz, Cynthia Nixon, que ficou conhecida pelo papel de Miranda na franquia Sex and the City.  A atriz interpreta a personagem Toni que é gerente de um museu em Nova York no qual Virgílio aparece em algumas cenas do filme.

 
Se prepare para uma brilhante atuação de Mateus Solano e ressalto mais uma vez, para uma fotografia espetacular. O longa tem uma bom equilíbrio entre a comédia e o romance. E, além de Mateus Solano, o elenco ainda conta com  Paulo Vilhena, Bianca Comparato, Totia Meirelles, Nathalia Dill, Juliana Didone, Gero Camilo, Jacqueline Sato, Marco Luque, Dani Calabresa, Flávia Garrafa, Elisa Lucinda, Cláudia Alencar, Gero Camilo, entre outros.

   
É uma comédia romântica daquelas bem agradáveis de assistir.
A Agência Zapp News já conferiu e nossa nota é 9.5.

 
Talvez Uma História de Amor estreia em 14 de junho.
 

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Crítica do filme "Os Estranhos: caçada noturna"

        
O longa dirigido por Bryan Bertino, sequência do filme Os Estranhos, de  2008, também com direção e roteiro dele, desta vez ao invés de um casal, este conta a história de uma família de quatro pessoas, que numa viagem, faz uma pausa de um final de semana na casa de campo de parentes, que fica numa área de trailers. Eles estão em viagem para levar a filha caçula, bem problemática, a um internato. Tudo começa que ao chegar ao local fatos inesperados acontecem, até a chave de onde eles irão se hospedar está num local ermo, apenas com um bilhete. Mas, mesmo assim, eles se hospedam. Já no trailer, eles são surpreendidos por uma jovem que começa a bater na porta e faz uma pergunta estranha, ela pergunta por alguém que eles não conhecem. E, a partir fatos inesperados começam a acontecer, e os três torturadores e assassinos mascarados, deixam pai, mãe e filhos lutando pela sobrevivência.     



   

O filme tem uma bela fotografia e bons efeitos especiais. 

   

Desde o primeiro filme, de 2008, o longa diz ser baseado em histórias reais, que são histórias, como as da "Família Manson", um grupo que se dedicava principalmente a praticar pequenos golpes, consumo de drogas, sexo livre e à idolatria por seu líder, Charles Manson, que cometeu uma série de assassinatos em Los Angeles e mais alguns crimes que ocorreram no bairro em que morava o diretor e roteirista. 


     

 Uma das cenas do longa, a de um ataque realizado à beira de uma piscina e dentro dela, certamente, é uma das mais interessantes, que assistirá.  

   


 A trama também tem até bons momentos de suspense, muito bem embalados numa trilha sonora espetacular dos anos 80, com músicas de Kim Wilde, Bonnie Tyler, Air Supply, entre outros nomes, que ligam as cenas de terror, isso foi um ponto alto deste longa, mas no todo, ele não tem nada que te surpreenda e nem que torne esta história marcante.


 


 A trama se desenvolve de uma forma meio lenta, que só é quebrada com a trilha sonora, o grande destaque do longa, supera até os ataques dos mascarados assassinos.    


 Vale a pensa assistir, até pela magnífica trilha sonora, mas não espere ver um clássico na telona.

 

A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 9.  O longa está nos cinemas a partir de 7 de junho.     

Crítica do filme: "Oito Mulheres e Um Segredo" (Ocean’s Eight)


Por Graça Paes, RJ (Agência Zapp News)   

     


 O longa 'Oito Mulheres e Um Segredo', com direção de Gary Ross, roteiro de Gary Ross e Olivia Milch conta com um elenco estelar. As protagonistas desta história são Sandra Bullock, Cate Blanchett, Anne Hathaway, Helena Bonham Carter, Rihanna, Sarah Paulson, Mindy Kaling, Awkwafina e ainda tem Dakota Fanning, Richard Armitage, James Corden, entre outras feras no elenco.  

    


 A história começa após Debbie Ocean (Sandra Bullock), irmã de Danny Ocean, que foi o grande protagonista da trilogia 'Onze homens e um segredo', 'Doze homens e outro segredo', 'Treze homens e um novo segredo', entrar em regime condicional após cinco anos de prisão. A ex-detenta, durante o cárcere, planejou um roubo daqueles de entrar para a história. E, ao colocar o pé na rua, ela começa sua empreitada, e escala uma equipe de especialistas para roubar um colar de diamantes que vale 150 milhões de dólares. Tudo está planejado para acontecer durante um baile de gala, o Met Gala, baile realizado anualmente que é organizado pela toda-poderosa Anna Wintour, da Vogue norte-americana em parceria com o Metropolitan Museum of Art de Nova York.  


    

 A trama, que desta vez é protagonizada por mulheres, empoderadas, claro que no crime, mas empoderadas e carismáticas, segue a argumentação da trilogia, que também já é baseada no primeiro longa de 1960, de Lewis Milestone, cujo nome é 'Onze homens e um segredo'. Neste filme, que tem a mesma argumentação dos anteriores, cujo homens são protagonistas, mas que na verdade, não é uma versão, mas sim uma sequência, já que neste, uma das protagonistas é a irmã de Danny Ocean, o célebre da trilogia, neste a mentora do plano é Debbie Ocean (Sandra Bullock). Bom, neste filme, o primeiro ato, que tem a apresentação das personagens, é um tanto lento, sem muita fluidez, mas fiquem ligados, e não saiam da sala de cinema, porque depois o longa pega ritmo e segue de forma gostosa e divertida. 


      

 O filme é daqueles que são básicos. Tem uma fotografia e montagem bem simples. Uma boa trilha sonora, figurinos excelentes e boas ótimas atuações das estrelas de Hollywood. É uma trama sem grandes novidades, com alguns clichês, quase politicamente correto, já que todas as etnias estão representadas nas protagonistas, e que como a trilogia na versão masculina, também possui um final surpreendente.   
     

 É um filme bom, e ponto, assista, vale a pena, mas não espere nada de extraordinário na telona em 'Oito Mulheres e um Segredo'. O longa tem uma pegada gostosa de comédia e boas atuações. É um filme inteligente, que soube até mesmo brincar e usar o merchandising de forma interessante, e que leva o espectador a acompanhar cada passo do que é elaborado para a execução de um grande roubo, o que te leva a querer acompanhar o desfecho.     

  

 A Agência Zapp News já conferiu e nossa nota é 8.7. Nos cinemas a partir de 7 de junho.    

quinta-feira, 31 de maio de 2018

Crítica do filme: "Eu só posso imaginar"

Por Graça Paes, RJ (Agência Zapp News)   


    


O longa dirigido pelos irmãos Andrew e Jon Erwin tem uma narrativa clara e objetiva. Baseado em fatos reais, o filme retrata a trajetória de Bart Millard (J. Michael Finley), vocalista da banda gospel MercyMe, desde a infância, passando pela adolescência, marcada pelos maus tratos do pai Arthur (Dennis Quaid), até chegar à fase adulta, em que ele se torna líder do grupo musical, cuja canção de maior sucesso, I Can Only Imagine, dá título ao filme e muda toda a sua história.    


    


O ponto alto do filme é a relação familiar entre Bart e o pai. O espectador acompanha a dor que cresce com o menino ao longo dos anos. Após, a partida da mãe, ele é obrigado a viver apenas com o pai que não valoriza nenhum de seus esforços. Até que no início da fase adulta, Bart, sai de casa e assume a banda MercyMe. Só que um dia Bart resolve voltar para casa e acertar as contas com o pai. E, nesse retorno ao lar, ele encontra um pai complemente diferente daquele que ele abandonou.  

    

O longa mostra a conversão daquele homem e sua mudança para com o filho de maneira bem enfática. Tem muitas cenas de igreja, sobre o evangelho e sobre a religião cristã.    

    

A trilha sonora é magnífica e a fotografia muito boa, assim como o roteiro. O filme é bem dramático, bem tocante, se prepare, ele mexe com seu emocional e certamente você não conseguirá conter as lágrimas.    


      

 Esteja preparado, pois o longa transmite uma mensagem de evangelização bem forte em sua narrativa. Assim, como deixa ao público muitas reflexões para o espectador como relacionamento entre pais e filhos, obediência, a força e o poder de Deus, a  transformação em Cristo, conversão, libertação, garra, força, foco, amor e amizade.  

   

 Estreia dia 31 de maio nos cinemas. A Agência Zapp News já conferiu e nossa nota é 9.5.   

  

Crítica da animação: “Gnomeu e Julieta: O Mistério do Jardim"

Por Graça Paes, RJ (Agência Zapp News)  


    


 A sequência de Gnomeu e Julieta é dirigida por John Stevenson, que dirigiu Kung Fu Panda, e é produzida pelo cantor Elton John. A dublagem original da animação ainda conta com um elenco de peso, como, Emily Blunt, a Julieta, James McAvoy, o Gnomeu,  Johnny Depp, o Sherlock, a cantora Mary J. Blige, Maggie Smith e até o príncipe das trevas, Ozzy Osbourne.    



   

“O Mistério do Jardim” é inspirado no detetive mais famoso de Londres, Sherlock Holmes. E, na história o Sherlock Gnomes, tenta desvendar o sumiço de vários gnomos dos jardins das casas da capital inglesa. Entre as vítimas estão as famílias e amigos de Gnomeu e Julieta. A partir daí, Sherlock Gnomes, Watson e os Gnomos vão aprontar muito na telona.    


    

 A animação tem riqueza de detalhes. Um colorido na medida e personagens espetaculares. É uma produção magnífica com um roteiro perfeito e uma trilha sonora apaixonante. E, muitos efeitos que vão te arrancar muitas risadas. Ah! Certamente, você também irá querer todos os Gnomos em sua casa, pois são apaixonantes.      

   

 Estreia dia 31 de maio nos cinemas. A Agência Zapp News já conferiu e nossa nota é 10.   

      

Crítica do filme: "Não se aceitam devoluções"

Por Graça Paes, RJ (Agência Zapp News) 

    

 Leandro Hassun como você nunca viu dirigido por André Moraes ao lado da talentosíssima atriz mirim Manuela Kfouri e outras feras. Se prepare para assistir um longa nacional belíssimo. Que vai fazer você rir e vai fazer você chorar.  O filme é um remake da produção mexicana “No Se Aceptan Devoluciones”, recorde de bilheteria nos EUA, mas com uma versão nacional que tem o suingue brasileiro.  

    

 Na trama, Juca Valente é dono de um quiosque no litoral de São Paulo. Como um bom vivant e eterno namorador, ele não gosta de responsabilidades e não pensa em ter um relacionamento sério. Mas, sua vida toma outro rumo quando uma ex-namorada norte-americana deixa com ele a pequena Emma, que alega ser filha de ambos, e some. Desesperado, ele começa uma busca pela ex-namorada na tentativa de lhe devolver a filha, e acaba indo parar nos Estados Unidos, mesmo sem falar inglês. E, lá para sobreviver, ele se torna, mesmo medroso, dublê de cenas perigosas de filmes, e a partir daí muita coisa acontece na vida dele e de Emma.   

    

 É uma comédia dramática. Com excelente fotografia, bom roteiro, boa direção e boa trilha sonora. O longa conta com as excelentes atuações dos protagonistas, Hassun e Manuela e de todo o elenco. Tanto nas cenas de drama como nas de comédia. E, tem um fechamento surpreendente.   

    

 É um filme para ser assistido, curtido e refletido. Ele deixa ao espectador belas mensagens, como a do amor incondicional, a liberdade de relacionamentos e as funções de pai e de mãe.    

     

 O longa estreia dia 31 de maio nos cinemas. A Agência Zapp News já conferiu e nossa nota é 10.     

  

Crítica do filme: "Paraíso Perdido"

Por Graça Paes, RJ (Agência Zapp News)  

    

 Com direção de Monique Gardenberg, o longa nacional Paraíso Perdido tem a música como pano de fundo. O filme conta a história da família de José, tem como principal cenário a boate Paraíso Perdido, e marca o retorno de Erasmo Carlos a telona, após 30 anos.   

    

Na trama, José (Erasmo Carlos) é o patriarca de uma família marcada por amores, tragédias e muitos encontros e desencontros. Num desses encontros, eis que surge, o policial Odair (Lee Taylor), que salva o neto de José de uma agressão, achando que este fosse uma menina. Após, o fato, o agente é contratado para fazer a segurança da bela ou do belo Ímã (Jaloo), alvo de ataques homofóbicos. E, aos poucos, a história dessa família vai sendo retratada e o passado misterioso de alguns personagens vai sendo desvendado. 

     

O filme tem uma excelente e colorida fotografia e uma trilha sonora brilhante baseado no estilo brega. É bem dirigido e bem produzido, mas peca no roteiro. Algumas tramas, dentro da história, não ficam muito claras.  

    

 O longa é daquele que prende a sua atenção com a brilhante atuação de um elenco estelar, como, Erasmo Carlos, Seu Jorge, Lee Taylor, Júlio Andrade, Jaloo, Marjorie Estiano, Humberto Carrão, Julia Konrad, Malu Galli, Felipe Abib, entre outros. 

     

 Ele também deixa muitas reflexões para o publico, entre elas, a diversidade e a homofobia. Tem beijo de casal de meninos e de casal de meninas. Ataques homofóbicos. Retrata traição e perdão. A violência contra mulher, gravidez inesperada, defesa, vingança e traumas.   

    


 O filme entra em cartaz, na quinta-feira, dia 31 de maio.     

 A Agência Zapp News já conferiu e nossa nota é 9.       



quinta-feira, 24 de maio de 2018

Crítica: Han Solo: Uma História Star Wars

Por Graça Paes, RJ (Agência Zapp News)

Han Solo: Uma História Star Wars é o segundo filme da franquia, após Rogue One, de 2016. Dirigido por Ron Howard, produzido pela Lucasfilm, com Roteiro de Jonathan Kasdan, Lawrence Kasdan e Música composta por John Powell e John Williams.

 
O filme retrata uma série de ousadas aventuras, onde o jovem Han Solo encontra seu futuro copiloto, Chewbacca, e o notório jogador Lando Calrissian. Os atores Alden Ehrenreich e Donald Glover interpretam as versões jovens de Solo e Lando Calrissian nesta história sobre gangues e mercenários estelares.

 
O longa tem um pouco de tudo: roubo, golpes, jogos, luta pela sobrevivência, batalhas e até planetas que são oprimidos por tropas imperiais e gângsteres que matam, roubam e escravizam.

 
No filme, o jovem Han Solo, cujo o nome é explicado na trama, participa de jogos ao lado do apaixonante Lando, que na verdade, é o dono original da nave Millennium Falcon.

 
A obra também nos mostra o início da amizade entre Han Solo e Chewie, os bate-papos na língua wookie, até eles se tornarem grandes parceiros de expedições.  

 
Um personagem que merece destaque é Tobias Beckett (Woody Harrelson), o mentor de Solo, L3-37 (Phoebe Waller-Bridge). E, é claro, o robô sindicalista que já aparece em cena  protestando contra uma rinha de droides. E, rouba a cena.

 
A namorada de Solo, Qi’ra, assim como ele cresceu nas ruas perigosas do planeta Corellia. E, apronta muito na trama.

 
Han Solo: Uma História Star Wars mostra as aventuras e desventuras do jovem Solo. Os encontros e desencontros com Qi’ra, entre cenas de ação e de comédia, mas o filme não mantem um ritmo que retenha a sua atenção.
 

É bem produzido, tem uma boa fotografia, bons efeitos especiais, mas Han Solo: Uma História Star Wars, tem um roteiro fraco que não te prende.  É uma boa história, mas não é surpreendente.

 
A Agência Zapp News já assistiu e nossa nota é 8.