quinta-feira, 17 de maio de 2018

Crítica do filme: Deadpool 2

Por Graça Paes, RJ  (Agência Zapp News)    

   

Com direção de David Leitch, música de Tyler Bates e uma mega produção que incluiu a 20th Century Fox, Marvel Entertainment, Genre Films e The Donners' Company a sequência de Deadpool tem no roteiro Ryan Reynolds, Paul Wernick, Rhett Reese, Rob Liefeld, Fabian Nicieza.    

    


 Em Deadpool 2, Ryan Reynolds volta ao papel principal, Zazie Beetz faz Dominó e Josh Brolin é o Cable. Os roteiristas do original Rhett Reese e Paul Wernick continuaram envolvidos no projeto. O filme, apesar do teor cômico, tem realmente cenas e termos fortes, o que levou a censura a faixa dos 18 anos, mas que depois foi alterada para 16.  


    

Nesta sequência, o herói, que não é politicamente correto, está um pouco emotivo, mas continua cheio de modos questionáveis e muito falante, e irá aprontar muito mais. Se prepare!!! Também teremos neste filme novos mutantes, tanto aliados quanto vilões.  Além da bela Morena Baccarin, o filme conta com um time de mutantes. Entre eles Zeitgeist que tem bafo ácido. Bedlam que tem músculos e poderes de eletricidade e Shatterstar  um alienígena muito bonito e lutador de karatê que vem do espaço.   


    

 Tem também, o Cable de Josh Brolin. Mas quem é Cable?   Ele estreou nos quadrinhos para liderar os Novos Mutantes em uma equipe proativa, mais agressiva. O intuito seria evitar um futuro sombrio, de onde o próprio Cable tinha vindo. E, anos depois, estes Novos Mutantes viriam a se tornar a primeira formação da X-Force.  Cable tem habilidades telecinéticas e um único olho que são heranças de seus pais. Parte de seu corpo é cibernético, por conta de um vírus tecnorgânico. Ele é filho do Ciclope, com Madelyne Pryor. Seus pais para evitar que Cable morresse precisaram enviar ele para o futuro, onde ele poderia ser tratado do virús e se tornar o importante líder de uma rebelião que salvaria a vida dos mutantes. Depois, disso, o personagem cresceu e passou a ter uma posição importante no cantinho dos X-Men, sempre com aparições significativas nas sagas anuais dos Filhos do Átomo. E, agora com espaço em Deadpool 2.  

    

Tecnicamente falando o filme é bom. Uma boa fotografia. Um roteiro atraente. Trilha sonora na medida. Bem dirigido, bem produzido, apresenta um humor com novidades que e é bem balanceado com as cenas de seriedade. A trama também nos apresenta novos personagens e nos remete a várias outras produções.   


   

 As cenas de ação são muito boas com detalhes para os embates entre Cable e Deadpool. Os enquadramentos são perfeitos com muito destaque visual. Os efeitos especiais são bons, mas nada de extraordinário.  

    

 O filme te prenderá na poltrona. Se você não assistiu o primeiro filme, a dica é assista, pois é uma continuação e alguns fatos são relevantes. E, outro detalhe, aguarde um pouco na sala de cinema, pois tem cenas pós crédito.   Escolher salas como Imax, XPlus Laser e outras com melhor qualidade de som e imagem também são boas apostas. O longa merece.    

   

 A estreia é na quinta dia 17 de maio. A Agência Zapp News já assistiu e deu nota 10.


terça-feira, 15 de maio de 2018

Rafael Zulu e Jeniffer Setti lançam filme no RJ





Na noite de segunda-feira, dia 14 de maio, foi realizada a pré-estreia do curta-metragem 7 CORDAS, no Cinépolis Lagoon, na Lagoa, na Zona Sul do Rio. A sessão vip para convidados teve um belo coquetel e brindes para os presentes.







O evento contou com o elenco do filme: Rafael Zulu, Jeniffer Setti, Anderson Tomazini, Felipe Salarolli e Carlos Vereza. Apenas, Simone Soares não compareceu por estar fora do Brasil, mas falou por live com o elenco. A diretora, que também é atriz, Thaís de Campos, o roteirista Fausto Galvão e o co-roteirista Homero Mendes e os produtores da Barroso Pires Produções Artística.











E, com vips como Oscar Magrini e Joaquim Lopes (Ambos no ar em ORGULHO E PAIXÃO), Carlos Bonow, Adriana Bombom, Thogun Teixeira (No ar em Carcereiros), Cinara Leal, Monique Curi, entre muitos outros.







Thogun Teixeira conseguiu recentemente provar sua inocência no caso de estupro o qual havia sido acusado. Ele foi a pre-estreia acompanhado da esposa e do filho, ainda bebê.







Os mais cobiçados do elenco foram Rafael Zulu e Anderson Tomazini. Ambos ainda colhendo os frutos da novela O OUTRO LADO DO PARAÍSO.







Os dois foram muito requisitados pela imprensa e por fãs. Anderson não está nas fotos com o elenco porque chegou atrasado. Zulu além de muitos fãs contou com os fãs mais ilustres, os pais e a filha. A menina além de posar para fotos com o pai até lhe deu um selinho.







O filme “Sete Cordas” é um romance onde a música é o canal para encontros e desencontros. E, a melodia perfeita não está na busca obstinada pela nota que falta, mas em estar mais disponível para entender a vibração que une uns aos outros.



Em cidades diferentes, duas mulheres trabalham na composição de suas músicas. Em Lisboa, Sol se abre para as infinitas possibilidades da vida, enquanto no Rio, Fátima se fecha na obstinação em encontrar a nota de excelência.







O filme 7 CORDAS nos leva a uma reflexão: “Tudo na vida está em sincronia, vibrando através dos símbolos que nos ligam uns aos outros; das cordas que unem os sons, as cores, as notas musicais”.   O curta será apresentado pelo Brasil e pelo mundo em festivais.





​ FTS GRAÇA PAES / ZAPP NEWS​

quinta-feira, 10 de maio de 2018

Crítica do filme: Todos os Paulos do mundo

Por Graça Paes, RJ (Agência Zapp News)

 

Com direção e roteiro de Gustavo Ribeiro e Rodrigo de Oliveira e produção de Vania Catani e Joelma Oliveira Gonzaga, o documentário é uma bela homenagem aos 60 anos de carreira do ator Paulo José, completados em 2017. A obra é um compilado com diversas cenas marcantes da carreira de Paulo, narradas por depoimentos  escritos por ele onde vários atores dão voz a Paulo.

 

O documentário é muito relevante, pois a história de Paulo José, atualmente com 81 anos, se mistura a história do cinema nacional. Até o título foi muito bem escolhido Todos os Paulos do Mundo.

 

 A Agência Zapp News já conferiu e deu nota 8.        

Crítica do filme “A noite do jogo”

Por Graça Paes, RJ (Agência Zapp News)  

    

 Com direção de John Francis Daley e Jonathan M. Goldstein. O longa retrata a vida de Max e Annie, um casal, que se conheceu através de um jogo, e que participa de um grupo de casais que organizam noites de jogos. Tudo vai muito bem, até que o irmão de Max, Brooks, chega, a pacata cidade e decide organizar uma festa com um jogo que tem assassinato e mistério e sua nova casa.  

    

 Durante esta noite, no meio do jogo, Brooks é sequestrado e todos os participantes acreditam que tudo faz parte da misteriosa brincadeira, mas o que os seis amigos descobrem é que vão precisar resolver o caso para vencer o jogo, cujo rumo vai se tornando cada vez mais inesperado.  

    

 É uma comédia com tons de romance, bem escrita, bem dirigida e com ótimas cenas de ação.  Fotografia, trilha sonora e um humor bem trabalhado definem este longa. Se prepare, pois você irá rir do início ao fim.  

    

 A Agência Zapp News já assistiu, recomenda e dá nota 10.      


Crítica do filme:  Acertando o passo

  Por Graça Paes, RJ (Agência Zapp News) 

     

O longa dirigido pelo britânico Richard Loncraine retrata a história de Lady Sandra Abbott que era casada há 40 anos e em uma grande festa de renovação de votos descobre que seu marido tem um caso amoroso com sua melhor amiga. Ela então sai de casa e vai ao encontro da irmã Sandra, que é livre, leve e solta, que não vê há 10 anos. A partir daí, tudo muda em sua vida antes pacata.  

   

Bif, irmã de Sandra é cercada de amigos e de alegria. Então, ela coloca a irmã para fazer aulas de dança comunitária junto com a irmã e acaba descobrindo um novo sopro de diversão e romance em sua vida. As irmãs e mais um grupo de idosos bem unidos vão nos levar a momentos de muita reflexão, principalmente no que se refere a vida, ao amor, a amizade, carinho, parceria e as limitações na terceira ou melhor idade. 

     

 É um filme sensacional! Você não sairá o mesmo desta sessao de cinema. É tecnicamente perfeito e humanamente necessário.  

    

 Dia 10 de maio nos cinemas. Você vai querer fazer parte desta turma.    

 A Agência Zapp News já assistiu e deu nota 10.    


Crítica do filme: Desejo de matar

Por Graça Paes, RJ (Agência Zapp News)

 


Com direção de Eli Roth e música de Ludwig Goranson o novo longa com Bruce Willis, Vincent D’Onofrio, Kimberly Elise, Mike Epps e Elisabeth Shue chega as telas, mas ao contrário do que se esperava não é um remake do filme de 1974 estrelado por Charles Bronson. O longa tem o mesmo argumento, mas foi totalmente adaptado. No atual ‘Desejo de Matar’, Paul é médico. Em uma determinada noite, ele tem sua casa invadida, a filha agredida e a esposa assassinada por bandidos. Após, essa tragédia, ele começa a acompanhar a polícia nas investigações para capturar os criminosos. Num curto período de tempo, ele percebe que a polícia jamais encontrará os assassinos. Sem opções, e certo de querer vingança, ele irá se aventurar por caminhos obscuros em uma jornada pessoal em busca de justiça.   


   


Tecnicamente, o filme deixa a desejar em muitos momentos. Existe falhas na direção e o roteiro também não é dos mais convincentes. Ficam pontos soltos em diálogos não tão claros. Até a fotografia peca em algumas cenas. O filme arrisca em poucas cenas cômicas, em meio as cenas de ação. Mas, também não é muito feliz nesse parâmetro.   O que vale e muito assistir neste longa é a atuação de Bruce Willis, ele sempre se destaca em tudo que faz.


 
 A Agência Zapp News já assistiu e deu nota 8.



sexta-feira, 4 de maio de 2018

Crítica do filme: Teu mundo não cabe nos meus olhos

  Por Graça Paes, RJ (Agência Zapp News)  

      

Com direção e roteiro de Paulo Nascimento, produção de Edson Celulari e Paulo Nascimento, música de Silvio Marques e um grande elenco o filme ‘Teu mundo não cabe nos meus olhos’ já está em cartaz nos cinemas.  

    

 Ele conta a história de Vitório que é cego de nascença. Dono de uma pizzaria herdada por seu pai no tradicional bairro do Bixiga, em São Paulo. Vitório (Edson Celulari) tem uma vida feliz, do jeito dele, com a mulher Clarice e a filha Alícia. Ele acredita que já superou todas as dificuldades da cegueira, e que deu a volta por cima, e está bem. Mas, sua família busca uma alternativa para ele enxergar. Só que ao descobrir que existe esta possibilidade de enxergar, Vitório inicia um conflito consigo mesmo e precisa tomar uma grande decisão. Fazer ou não a cirurgia? Enxergar ou não? Esta decisão está na telona e você pode conferir nos cinemas.    

    

 O brilho do filme está nos diálogos. Entre os talentos de Edson Celulari e Soledad Villamil, atriz e cantora argentina. As cenas entre ambos são magníficas. Assim, como as cenas entre Edson Celulari e o brilhante ator Leonardo Machado. Uma excelente oportunidade para ver a boa atuação de Edson Celulari, já quem em novelas seus personagens, geralmente, são mero coadjuvantes, sem muito espaço nas tramas.     

      

 Tecnicamente falando, o filme é bom, tem uma boa fotografia, uma música envolvente, e os atores estão bem em cena, mas é meio arrastado, não chega a dar sono, mas o filme é lento.  Falta um ritmo, mas nada que tire o brilhe de te fazer querer ficar até o final.    


   


O filme é forte. Deixa muitas mensagens e temas para refletirmos entre eles amor, amizade, respeito e família. Ele também nos leva a refletir também sobre os sonhos. Os sonhos dos outros, mesmo que próximos a nós, podem não ser os nossos.  

 

 Eu recomendo. Assista!! A Agência Zapp News já conferiu e deu nota 8.

      CRITICA EM VÍDEO PARA O CANAL CULTURA DA AÇÃO:    

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Crítica do filme: Verdade ou Desafio?

Por Graça Paes, RJ (Agência Zapp News)

 

VERDADE OU DESAFIO? É dirigido por Jeff Wadlow que também assina o roteiro com Michael Reisz e Jillian Jacobs. Tem música de Matthew Margeson e a produção da Blumhouse.     

    


O filme conta a história de um grupo de adolescentes liderados pela jovem Olivia (Lucy Hale). O grupo decide viajar para o México antes da formatura. Lá, um estranho convence Olívia a levar os amigos para um local ermo e abandonado e os induz a jogar Verdade ou Desafio. Só que o jogo desperta algo maligno, e a partir daí fatos estranhos começam a fazer com que os amigos compartilhem segredos sombrios e confrontem seus medos mais profundos.  


    


 A regra do jogo é simples, porém cruel: fale a verdade ou morra, faça o desafio ou morra, e se parar de jogar, também morre. Não tem para onde correr.    

    


 O argumento do filme é bom, mas não foi bem roteirizado. As cenas nada tem de surpreendente, eu o definiria como um filme de leve suspense cômico. A fotografia é razoável e a trilha sonora não faz muita diferença. Dos jovens em cenas, mesmo com a produção apostando em dois grandes astros teen que também são cantores, Lucy Hale que dá vida a Olivia e nem Tyler Posey que vive Lucas a coisa funciona. Quem se destaca um pouco mais é Violett Beane que ficou conhecida após o papel como Jesse Chambers Wells / Jesse Quick em The Flash. Pois, roubar a cena nenhum deles rouba. Sem falar nas caretas que eles fazem quando são possuídos, elas parecem que foram feitas para vocês dar risadas, pois não assusta ninguém.    

    


 É uma história bem clichê, sem um fim definido, com roteiro e atuações limitadas e com nada de relevante. Mas, para quem gosta de filme com temática adolescente pode ser que curta. A Agência Zapp News já assistiu e deu nota 7.